quinta-feira, 31 de julho de 2014

E se não fosse na Palestina, mas no Brasil?



Em 1896, Theodor Herzl, publicou o livro “O Estado judeu” que se tornou o documento básico para a implantação do um lar nacional para os judeus espalhados pelo mundo. Herzl acreditava que a assimilação dos judeus pelos países que habitavam era desejável, mas, em face ao antissemitismo, isso era impossível. Ele citava a Argentina e a Palestina com possíveis locais para a implantação do Estado judeu, embora outros locais como Chipre, Quênia e Congo, tenham sido aventados. Todavia, a Palestina acabou sendo a escolhida devida suas implicações religiosas: era a “Terra Prometida” por Deus ao povo judeu.

Pergunto: E se tivessem escolhido o Brasil?

Será que com a ajuda desta imagem conseguimos a empatia necessária para não ficarmos indiferentes à ocupação israelita na Palestina?

Algumas informações adicionais talvez ajudem a esclarecer a situação por lá...

1 – Apenas no primeiro dia deste novo massacre (julho de 2014) foram realizados 273 ataques aéreos (cerca de 11 por hora) em uma área com 40 km de comprimento por 12 km de largura povoada por 1,7 milhão de pessoas (uma das áreas mais densamente povoadas no mundo). Imaginem a catástrofe que é uma área do tamanho do Plano Piloto de Brasília com uma população tão grande assim e recebendo um pesado bombardeio aéreo a cada 6 minutos. A estimativa dos hospitais é que ficarão sem recursos para atender os feridos em dois dias. A eletricidade é intermitente e não existe qualquer indicativo de que Israel parará o massacre, apesar dos pedidos de diversas nações do mundo.

2 – Embora o Acordo de Paz firmado em 1948 entre a Palestina e Israel (país que estava sendo criado naquele momento) garantisse a divisão quase igualitária do território entre estes dois países (55% para Israel e 45% para a Palestina), desde 1967 (ano da Guerra dos Seis Dias), Israel ocupa ilegalmente os territórios palestinos, restringindo cada dia mais seu tamanho. Ainda no ano de 2012, Israel ocupava 78% do território e este número não para de crescer. Cada dia que Israel permanece e avança sobre os territórios palestinos ocupados é uma afronta aos Direitos Humanos e ao acordo internacional que poderia trazer finalmente paz para aquela região.

3 – A ocupação israelense é seletiva, tomando dos palestinos as terras férteis, com acesso a água e recursos naturais, inviabilizando qualquer chance de subsistência ou desenvolvimento soberano. Hoje os territórios palestinos dependem de Israel para ter acesso a tudo (água, energia, alimentação, telecomunicações etc.). Israel tomou o peixe do povo palestino e lhes proibiu de pescar.

4 – Todo tipo de ajuda humanitária precisa passar antes por Israel, que proíbe visitas de ativistas de Direitos Humanos e pessoas interessadas em diminuir a dor dos palestinos. Existem casos de ativistas que morreram tentando impedir a derrubada de casas palestinas em locais que estavam sendo invadidos por Israel. O caso de Rachel Corrie, que foi atropelada a sangue frio por um trator que destruía casas palestinas em áreas que estavam sendo tomadas por Israel, é emblemático. Em 2012, um tribunal israelense foi isentado de qualquer culpa no assassinato, alegando culpa da vítima e não do soldado que assumiu o controle do trator após o trabalhador que o operava ter se recusado a passar por cima da jovem militante.

5 – A Faixa de Gaza está no litoral do Mediterrâneo. No entanto, não é possível enviar ajuda pelo mar para o povo palestino, pois Israel proíbe. Em 2010, um corajoso grupo de onze ativistas de Direitos Humanos de diversas partes do mundo (incluindo uma vencedora do prêmio Nobel da Paz, Mairead Corrigan, uma das poucas premiadas que realmente merecia tal honra) conseguiu um navio para levar comida e materiais escolares para a Faixa de Gaza pelo mar. Embora o navio, batizado de Rachel Corrie, já tivesse sido inspecionado pela ONU e por autoridades iraquianas, com pedidos do governo irlandês para que não fosse interceptado, foi tomado violentamente por Israel, que impediu sua chegada, prendendo e deportando toda a sua tripulação. Não foi a primeira nem a última vez que isto aconteceu, envolvendo casos de assassinatos de ativistas nas invasões e tomada dos barcos.

6 – Para garantir que o povo palestino não fuja ou tente recuperar suas terras definidas pelo acordo de 1948 da ONU, Israel construiu um muro ao redor da Faixa de Gaza. É isso mesmo: a Faixa de Gaza é cercada por fora por Israel através de um muro blindado de 5 metros de altura apelidado pela comunidade internacional de “Muro da Vergonha”. Ele mantém os sobreviventes da Faixa de Gaza em uma prisão sem teto que lembra muito o Gueto de Varsóvia, local onde os judeus poloneses eram colocados pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial e lá sofriam as mais duras violações de Direitos Humanos. Infelizmente, Israel faz hoje como o povo palestino algo muito parecido com o que fez a Alemanha nazista durante o holocausto. No entanto, no caso deles, a resistência judaica no Gueto de Varsóvia é tratada como algo heróico e lembrada na história, nos livros e nos filmes. Hoje, a resistência palestina é tratada como terrorismo e usada como justificativa para mais e mais atrocidades por parte do Estado de Israel.

7 – Imagine que quando você quer viajar, ou quando avalia que as condições em seu país estão difíceis, você pode ir a outro país e retornar ao seu quando quiser. Pois esta não é uma opção para os sobreviventes da Faixa de Gaza. Pelo contrário, Israel busca de todas as formas que o povo palestino abandone seu país e vá para campos de refugiados em outros países, pois, uma vez fora, o Estado judeu não os deixa mais retornar. É uma verdadeira crise humanitária, pois milhões de famílias estão separadas há gerações, sem nenhuma perspectiva de algum dia se reunirem de volta em seu país de origem. A negação do direito de retorno é uma das grandes violações do Estado de Israel perante o povo palestino.

8 – Israel é o país que mais recebe “ajuda militar” dos Estados Unidos desde o final da Segunda Guerra Mundial, com uma média de 1,8 bilhão de dólares anuais. Desde o seu nascimento, Israel se consolidou como um dos mais poderosos e destrutivos exércitos do mundo (a quarta maior potência, segundo a maioria dos especialistas). Apesar de seu elevado potencial nuclear (e sua propensão às agressões e conflitos), Israel se recusou a assinar grande parte dos tratados internacionais que envolvem não-proliferação de armas nucleares, utilização de armas que causam danos a civis, entre outros desrespeitos aos Direitos Humanos mais básicos.

9 – Ao contrário do que dizem, não foram os árabes que “inventaram” o terrorismo como ferramenta de luta. Pelo contrário, o ataque indiscriminado a alvos civis para causar terror foi algo muito praticado pelos judeus entre 1910 e 1950. No entanto, enquanto movimentos populares, partidos políticos e grupos de resistência árabes são condenados por unanimidade pelas potências ocidentais (que também praticam suas violações de Direitos Humanos ao redor do mundo), os movimentos terroristas judaicos (tratados na história hoje como heróis) tinham total apoio dos Estados Unidos e do Reino Unido com armas, logística e equipamentos. Apoio, aliás, que os governantes israelenses violadores dos Direitos Humanos atuais também possuem.

10 – O lobby israelense para invisibilizar o povo palestino e seu país é tão poderoso que conseguem manter o país ocupado quase como sendo um não-país. Tanto é que a Palestina passou 64 anos desde a criação de Israel para ser reconhecida finalmente em 2012 como “Estado observador” da ONU. E esta mera aceitação como observador foi motivo de revolta de Israel e dos Estados Unidos, que ameaçaram parar de contribuir com o orçamento da ONU após perderem a votação por 138 votos a 9 (votações parecidas com as que demandam o fim do bloqueio econômico a Cuba por parte dos Estados Unidos, até hoje não cumprido). Apesar do ínfimo avanço, a Palestina vergonhosamente ainda não foi reconhecida como membro pleno da ONU, que não tem qualquer poder para parar Israel e suas sucessivas violações dos Direitos Humanos.

11 – Israel utiliza em suas agressões militares armas que foram proibidas pela ONU como o fósforo branco. Desde 2006, quando tentou invadir o Líbano e foi derrotado pelo Hezbollah (“Partido do Povo”, em árabe), crescem as denúncias de que o exército estaria utilizando estas armas em locais densamente povoados, causando terríveis efeitos sobre a população civil.

12 – Outra prática vergonhosa e muito utilizada por Israel e outras potências imperialistas são os auto-atentados, ou seja, provocar ou simular um incidente para que ele seja utilizado como justificativa para ataques a outras nações ou grupos. Esta tática para garantir apoio popular local e internacional foi muito utilizada na história deste país. Basta lembrar do caso de 2006, onde foi divulgado que um “cidadão israelense”, Gilad Shalit, havia sido sequestrado pelos terroristas do Hamas na Faixa de Gaza, dando início à Guerra em que Israel matou milhares de civis, tomou diversos territórios palestinos na Cisjordânia e tentou tomar o Líbano! Depois não tiveram como esconder o fato de que Gilad Shalit era um soldado israelense, infiltrado no território palestino para espionar e divulgar a localização de lideranças do Hamas (partido eleito democraticamente para o governo da Faixa de Gaza) para bombardeio às suas casas posteriormente.

Espero que isto forneça a alguns elementos para ao menos desconfiar cada vez que ouvir da mídia hegemônica que “terroristas palestinos atiram míssil contra Israel” ou, “conflito entre Palestina e Israel deixa tantos mortos”. Gaza não tem exército, força aérea ou marinha. Israel é a quarta potência militar do mundo. A resistência à ocupação é permitida pelo direito internacional. A ocupação de Israel, o cerco e a punição coletiva de Gaza, não.

Nunca esqueça que o que acontece naquele lugar é um verdadeiro massacre a um povo. Uma mancha na breve história da humanidade que precisamos remover e reparar para que possamos finalmente viver em paz com justiça social e fazer desta Terra a Pátria do ser humano e da natureza.

Por Thiago Ávila, consultor internacional e membro da Executiva Nacional da Insurgência.


Abraços 

24 comentários:

  1. Andínia:
    http://www.nuevorden.net/portugues/m_106.html
    Abraço!

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    1. http://desatracado.blogspot.com.br/2014/01/ja-ouviu-falar-sobre-o-plano-andinia.html

      Abraços

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    2. Isso por si só já explica o "calote" argentino aos fundos abutres. Visa comprar a soberania argentina em favor de salvar a economia local deles.

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    3. Estou chocada! Nem fazia ideia disto!

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    1. Dê uma lidinha aqui:

      http://www.genizahvirtual.com/2014/07/edir-macedo-se-proclama-supremo.html

      Abraços

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  3. Púúúú...forte!
    Achei pesado os comentários do dono do link!
    Abraço!

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  4. Outro lado!
    http://www.genizahvirtual.com/2014/07/filho-de-fundador-do-hamas-revela-eles.html?showComment=1406893900922

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    1. Leia isso : Como demonizar um muçulmano e fazer os crentes de idiotas.

      Em janeiro de 2000, quando a imigração da India prendeu 11 muçulmanos no Aeroporto de Calcutá, que tinham planos para sequestrar um avião, segundo informações da inteligência indiana. Eles estavam para embarcar e foram impedidos a tempo.

      Eles foram detidos porque estavam trajados como militantes afegãos. Inclusive estavam com barbas longas. A India estava traumatizada devido a um sequestro que acontecera recentemente ao incidente de Calcutá, e vendo que os detidos mostraram um comportamento altamente suspeito, a imigração não deixou-os embarcar.

      Descobriu-se horas depois que os "islamitas" eram, na verdade, israelenses.(*)

      Os 11 israelenses fantasiados de afegãos, o mesmo traje dos seguidores de Bin Laden, foram então liberados para pegar o vôo para Bangladesh, o destino onde eles queriam chegar. Alegaram eles que queriam fazer um tour religioso num grande evento islâmico do movimento Tablighi Jamaat. Houve, porém, uma reviravolta e eles foram presos novamente, logo em seguida após a primeira liberação. O governo de Bangladesh revogou-lhes abruptamente o visto, sob a suspeita deles quererem matar um líder islâmico do movimento. Eles foram deportados para Israel.

      (*) http://www.rediff.com/news/2000/jan/14cal.htm

      “A maneira mais fácil de ganhar o controle de uma população é através da realização de atos de terror contra ela. (O público) vai clamar por tais leis (e mais controle) se a sua segurança pessoal (parecer) estiver ameaçada.”
      Josef Stalin

      Percebe como é simples e rápido demonizar um muçulmano e manipular você para que inocentemente colabore com a agenda sionista da Nova Ordem Mundial do Anticristo?

      Esta foi apenas uma pequena e resumida amostra dentre centenas que foram e são feitas e conhecidas pelo nome de operação de bandeira falsa ("false flag" em inglês).

      Operação de bandeira falsa ("false flag" em Inglês) são operações conduzidas por governos, corporações ou outras organizações que aparentam ser realizadas pelo inimigo de modo a tirar partido das consequências resultantes. O nome é retirado do conceito militar de utilizar bandeiras do inimigo. Operações de bandeira falsa são realizadas tanto em tempos de guerra como em tempos de paz.

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    2. Os dez mitos sobre o conflito palestino-israelense

      Mito 8: Deus deu essa terra para os judeus, por tanto os árabes são os ocupantes.

      Por mais que se debata sobre as evidências no terreno, nada vai convencer muitos judeus e cristãos sionistas que Israel pode ter feito algo errado, pois por trás de suas ações eles veem a mão de Deus e as suas políticas são, na verdade, de acordo a eles, a "vontade de Deus". Acreditam que Deus deu a terra da Palestina, incluindo a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, ao povo judeu e, portanto, Israel tem um "direito" de tirá-la à força dos palestinos, que, em sua opinião, são os reais ocupantes ilegais do território.
      É possivel simplesmente recorrer às páginas de seus próprios livros sagrados para mostrar a falácia dessa e crenças similares. Os cristãos sionistas gostam de citar passagens bíblicas como as seguintes para apoiar suas crenças sionistas:

      Disse o Senhor a Abrão, depois que Ló separou-se dele: De onde você está, olhe para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste: toda a terra que você está vendo darei a você e à sua descendência para sempre. Tornarei a sua descendência tão numerosa como o pó da terra. Se for possível contar o pó da terra, também se poderá contar a sua descendência. Percorra esta terra de alto a baixo, de um lado a outro, porque eu a darei a você. (Gênesis, 13:14-17)

      O Senhor apareceu a Isaque e disse: Não desça ao Egito; procure estabelecer-se na terra que eu lhe indicar. Permaneça nesta terra mais um pouco, e eu estarei com você e o abençoarei. Porque a você e a seus descendentes darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a seu pai, Abraão. (Gênesis 26:2-3)

      Ao lado dele [...] estava o Senhor, que lhe disse: Eu sou o Senhor, o Deus de seu pai Abraão e o Deus de Isaque. Darei a você e a seus descendentes a terra na qual você está deitado. (Gênesis 28:13)

      Mas sionistas cristãos esquecem convenientemente outras passagens que fornecem mais contexto para entender essa aliança, como as seguintes:

      Obedeçam a todos os meus decretos e leis e pratiquem-nos, para que a terra para onde os estou levando para nela habitarem não os vomite. (Levítico 20:22)

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    3. Mas, se vocês não me ouvirem e não colocarem em prática todos esses mandamen­tos, e desprezarem os meus decretos, rejeitarem as minhas ordenanças, deixarem de colocar em prática todos os meus mandamentos e forem infiéis à minha aliança, [...] Se apesar disso tudo vocês ainda não me ouvirem, mas continuarem a opor-se a mim, então com furor me oporei a vocês, e eu mesmo os castigarei sete vezes mais por causa dos seus pecados. [...] Desolarei a terra ao ponto de ficarem perplexos os seus inimigos que vierem ocupá-la. Espa­lharei vocês entre as nações e empunharei a espada contra vocês. Sua terra ficará desolada, e as suas cidades, em ruínas. (Levítico 26:14-15, 27-28, 32-33)

      Então o Senhor irritou-se sobremaneira contra Israel e os expulsou de sua presença, restando apenas a tribo de Judá. [...] Até que o Senhor tirou a Israel de diante da sua presença, como falara pelo ministério de todos os seus servos, os profetas; assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje. (Reis II, 17 : 18, 23)

      Depois de ter feito tudo isso, pensei que ela voltaria para mim, mas não vol­tou. E a sua irmã traidora, Judá, viu essas coi­sas. Viu [...] também que dei à infiel Israel uma certidão de divórcio e a mandei embora, por causa de todos os seus adultérios. Entretanto, a sua irmã Judá, a traidora, também se prostitu­iu, sem temor algum. (Jeremias 3:7-8).Sim, na Bíblia, o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaac e Israel, disse aos hebreus que a terra pode ser seu ... se eles obedecessem seus mandamentos. No entanto, como a Bíblia conta a história, os hebreus não obedeceu e se rebelaram contra o Senhor geração após geração.

      O que os sionistas judeus e cristãos omitem dos seus argumentos bíblicos em favor da ocupação israelense é que o Senhor também disse aos hebreus, incluindo a tribo de Judá (da qual descendem os "judeus"), que iria jogá-los fora da terra se quebrassem o pacto rebelando-se contra os seus mandamentos, que é precisamente o que acontece na Bíblia.

      Assim, o argumento teológico para o sionismo não é apenas uma bobagem do ponto de vista laico, mas também é uma completa invenção a partir de uma perspectiva bíblica, o que representa uma rebeldia contra o Yahvé e sua Torá e contra os ensinamentos de Jesus, o Messias do Novo Testamento.

      http://port.pravda.ru/news/russa/31-07-2014/37109-mitos_palestina_israel-0/

      http://oitavomandamento.blogspot.com.br/2014/08/os-dez-mitos-sobre-o-conflito-palestino_1.html

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    4. Mossab Hassam Youssef, foi preso pelo exército israelense em 1996 (se não me engano), que lhe fez uma proposta para que ele torna-se um espião, ganhou muito dinheiro para isso, por mais de 10 anos foi espião de Israel depois de descoberto fugiu para os EUA onde diz se converter ao cristianismo, fato hoje que os sionistas dizem ser mentira pois o mesmo vem falando algumas coisas que lhe desagradam.

      Ou seja, e só um mercenário sendo pago para falar asneiras.
      Manipular a massa e o maior trunfo do sionismo, criam excelentes idiotas uteis.

      Procurem no google tudo que disse, procurem também por “Mossab Hassam Youssef fake”

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  5. Esses que estão atualmente lá nesse tal de israel são impostores. Jafetistas. Os verdadeiros Hebreus,, negros, voltam após o Messias chegar.

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  6. No Brasil também não modificam seu peculiar Modus Operandi https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=O+Massacre+do+Paralelo+11

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    1. A extinção dos índios interessa ao "grande mercado", porém, também trabalham na outra ponta pela preservação dos índios cooptando-os para a mesma finalidade: entregar as riquezas ao "grande mercado."

      Abraço

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  7. Me desculpe, mas essa sua estória está muito mal contada.
    Não entrarei em detalhes, mas posso garantir que o povo judeu jamais cogitou formar sua pátria em outro lugar. Sempre foi a terra da qual eles foram expulsos pelos romanos no primeiro e segundo século, que eles desejavam o regresso. Sionismo é referência ao monte Tzion (Sião), o qual sempre esteve em Jerusalém, nunca na Argentina, Chipre, Congo.
    Quanto ao "se fosse o Brasil", quero lhe lembrar que o Brasil sim, este tomou terras alheias à base do engano, força e covardia. Acho até que seria uma boa se nosso país fosse dividido por um outro povo, visto como a população é ludibriada dia após dia por esses corruptos envolvidos na lava jato. Garanto que não haveria guerra para a retomada dos territórios conquistados.

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  8. É que esses impostores judeus brancos, convertidos na Khazária, em 700, tinham idéia mesmo de fazer um pais em local diferente da palestina. Os verdadeiros hebreus, semitas e negros, nem sabem que tem terra par voltar. Eles cumprem as maldições de Dt 28 e Lv 26.

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    1. É conversa fiada isso de "convertidos na Khazária", é apenas diversionismo, distração.

      Abraço

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  9. Respostas
    1. Não é meu ponto de vista. Inventaram essa pra ficarem bonitos na foto. Ou também eram khazares todos aqueles que foram expulsos de mais de 100 países?

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"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário."
George Orwell

"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador."
Eduardo Galeano

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