terça-feira, 26 de setembro de 2017

O Comunismo é judaico

O COMUNISMO É JUDAICO.

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O Comunismo moderno foi desenvolvido por Moses Levy Mordecai, ou melhor, simplesmente Karl Marx, Marx teve um grande professor rabino comuno-sionista de nome Moses Hess. Este rabino foi fundador e editor do Rheinische Zeitung, o principal órgão de pensamento de esquerda na Alemanha. Ele proveu Karl Marx com sua primeira importante plataforma. Mais tarde, em Bruxelas, ele colaborou com Marx em "A Ideologia Alemã". Foi Hess também quem converteu Friedrich Engels ao Comunismo e provavelmente também ao Judaísmo.

Os próprios documentos judaicos sugerem isso claramente. Em 4 de abril de 1919, o Jewish Chronicle estampou:

“Há muito no fato do próprio Bolchevismo, no fato de que muitos judeus são bolchevistas, no fato que os ideais do Bolchevismo na maioria dos pontos são consoantes com os mais magníficos ideais do Judaísmo”.

O panfleto “Judeu e Não-Judeu”, proposto pelos judeus reformistas da “União das Congregações Hebraicas Americanas” e sua “Conferência Central de Rabbis Americanos” afirma que:

"O Socialismo foi originado pelos judeus e hoje os judeus representam um papel principal em sua difusão e interpretação”.(página 30)

O Comunismo de fato é Judaísmo e ele se apóia no sistema místico da Cabala propondo basicamente ideias de um homem despido de preconceitos e a harmonização dos opostos.

Karl Marx chamou o "Ein Sof" (termo usado primeiro pelo cabalista Azriel ben Menahem) por um nome ainda mais pomposo, "materialismo dialético", a ideia de comunhão entre Deus e o homem que foi adotada da Cabala, não somente que a Deidade influencia os atos do homem, mas também que o homem exerce uma influência na vontade e temperamento da Deidade. Todo ato e palavra do homem produz uma vibração correspondente nas esferas mais altas. Dessa concepção é derivada a prática principal do princípio do Hasidismo - comunhão com Deus para o propósito de unir a fonte da vida e influenciá-la .…" (Enciclopédia Judaica - 1905)

O rabino Stephen S. Wise, o pai do Judaísmo reformista, confirma:

"Alguns chamam isto de Marxismo - eu chamo isto de Judaísmo."
(Declaração do rabino Stephen S. Wise In: "The American Bulletin", 15 de Maio de 1935.)

Paulo Leitão De Gregorio

Fonte: https://www.facebook.com/caiafarsadosionismo/

Putin diz (entrega) que 80-85% dos bolcheviques eram judeus, e não houve nenhuma reação da confeitada Imprensa. Por quê?! Seria para não informar/alertar a direita kosher?


Abraços

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Para reflexão

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“O Judaísmo é Judaísmo porque rejeita o Cristianismo, o Cristianismo é Cristianismo porque rejeita o Judaísmo." 
Rabino Eliezer Berkovits, Romênia 1908, Israel 1992.

Abraços

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Perguntinha

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Are Hitler's Jewish Soldiers responsible for the Death of 6 Million Jews?

Os soldados judeus de Hitler são responsáveis ​​pela morte de 6 milhões de judeus?

Abraços

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Para reflexão

Os falsos princípios do Direito moderno

    

É uma consequência do liberalismo exprimida por Leão XIII nestes termos: "É incalculável o número de almas que se perdem por causa das condições criadas aos povos pelos princípios do direito moderno". Examinai, por exemplo, o mal produzido pela liberdade de imprensa. Quantas almas corrompidas pela leitura dos maus jornais, as produções imorais e ímpias que abundam em todos os países. Quantas almas estão perdidas para sempre por causa desta proteção conferida de direito a todas estas edições literárias, científicas e outras. Quantas almas estão condenadas neste momento, que não o seriam, se esta maldita liberdade de imprensa não existisse. O mesmo acontece com a liberdade de ensino. O que permite aos fautores da desordem de ensinar as suas doutrinas e corromper os espíritos, senão esta liberdade absoluta que lhes foi benevolamente outorgada?

Pe. Philippe C.SS.R. in «Catecismo dos Direitos Divinos na Ordem Social», 1926.

Fonte: http://accao-integral.blogspot.com.br/2017/08/os-falsos-principios-do-direito-moderno.html

Abraços

terça-feira, 15 de agosto de 2017

A origem judaica do Islamismo

Leiamos essa interessante troca de correspondência com o sr. Orlando Fedeli (1933 - 2010), que foi um historiador católico brasileiro, professor universitário e defensor da Fé Católica. Foi também fundador e presidente da Associação Cultural Montfort, uma associação brasileira de leigos católicos que luta contra os erros dos tempos atuais, das doutrinas modernistas e as consequências na Igreja após o Concílio Vaticano II.

   

Prezado Professor
Salve Maria.

Vou direto ao assunto:

1. O deus da religião islâmica, é o mesmo Deus em que acreditamos?
2. Se não é, de onde vem tamanha fé desse povo a ponto de parar por cinco vezes ao dia para orar, voltados para a cidade de Meca, esteja onde estiver?
3. Essa fé que os move, levará esse povo para o Céu ou eles podem ser considerados idólatras, indo para o inferno? Não estariam eles na inocência por não conhecer o nosso Deus?
4. Será que os guias espirituais deles (no nosso caso seriam os padres), não os orientam para fugir do catolicismo, chamando-nos de idólatras, tal qual nós fazemos com eles.
5. Será que tudo o que achamos deles (tais como: eles estão errados em adorar outro deus, não se salvarão, estão cegos etc) não ocorre ao contrário, digo em relação a eles quanto a nós?
6. Como saber que eles estão errados e nós estamos certos?

Devo esclarecer que, com esses questionamentos, não estou colocando minha fé à prova. Longe de mim desacreditar na minha Igreja Católica. Mas é que me surgiram dúvidas quanto a esse povo de fé tão firme no que eles acreditam, e estarem em caminho errado.

Não sei se consegui me fazer entender, mas...

Gostaria que vocês pudessem dirimir essas dúvidas.

Um abraço carinho
Tudo pra Jesus
Nada sem Nossa Senhora, Giovanni Pessoa

RESPOSTA:

Muito prezado Giovanni,
Salve Maria.

     O Maometismo é uma seita judaica que nega a Santíssima Trindade.

     Como os judeus, eles recusam crer que em Deus haja três pessoas iguais e realmente distintas, o Pai, o Filho, e o Espírito Santo, como foi revelado e ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo, que é O Filho de Deus encarnado.

     No Corão pode-se ler o seguinte:

"Diz; Allah é Deus, o único, Allah é o único. Ele não gerou e não foi gerado" (Corão, Surata CXII, 1-3)

     Por isso, no Corão se diz que os maometanos devem reconhecer que têm o mesmo Deus dos judeus:

"Não discutais com as pessoas do Povo do Livro [o povo judeu], senão de modo amável (com exceção dentre eles que são injustos). Dizei: "Cremos no que nos foi revelado e no que vos foi revelado. Nosso Deus o vosso Deus é um só e nós lhe estamos submetidos" (Corão, Surata XXIX 45-46)

     Por outro lado, o livro Sagrado dos maometanos afirma, muitas vezes, que Deus deu o livro (o Corão) a Moisés, e não a Maomé. O Corão diz muitas vezes que Maomé é um mero repetidor e que o Livro foi dado aos judeus, a Moisés.

     No Corão se conta que os árabes que ouviam Maomé lhe diziam:

"Isso não é senão uma mentira inventada por Maomé, outras pessoas o ajudaram" [ensinaram] (Corão, Surata XXV, 5-6)

     E na Surata XLIV do Corão se lê também:

"E o rechaçaram dizendo: "Ele foi ensinado por outros. É um energúmeno" (Corão, Surata XLIV, 14)

     Por isso, o Corão diz:

"Maomé, quando tiveres dúvida sobre o Corão, consulta os mestres [os rabinos] de Israel." "[Maomé] se tens dúvida do que te revelamos, interroga aqueles que antes de ti leram o Livro [o Corão]."  

     Portanto, o Corão manda Maomé consultar os rabinos judeus, em caso de dúvida sobre o Livro, que foi dado a Moisés e não a Maomé.

     De tudo isso se conclui que o deus de Maomé não é o Deus dos católicos. O nosso Deus é uno em sua substância e trino nas Pessoas.

     Os Maometanos negam que Cristo seja o Filho de Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.

     Portanto, os maometanos não têm Fé, que é a crença em tudo o que Deus ensinou.

     Certos torcedores de clube de futebol fazem sacrifícios enormes pelo seu clube e nem por isso se pode dizer que tenham Fé. Superstição não é Fé.

     Os maometanos não são idólatras. Eles não têm ídolos. São monoteístas. Mas eles, enquanto seguem uma falsa religião, não podem se salvar.

     E sabemos que eles estão errados porque no livro deles — o Corão — há muitas contradições e Deus não pode se contradizer.

In Corde Jesu, semper, Orlando Fedeli

Fonte: http://www.montfort.org.br/bra/cartas/apologetica/20061109190920/

Abraços

terça-feira, 1 de agosto de 2017

E você confiando na Imprensa e na Democracia?!


Fonte: http://careandwashingofthebrain.blogspot.com.br/2017/07/the-american-zionist-empire-and-its.html

“Qualquer pessoa que ainda possua algum resíduo de honra deve ter muito cuidado em não se tornar um jornalista”.
Paul Joseph Goebbels (1897 - 1945), Ministro da Propaganda e do Esclarecimento Popular do III Reich.

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"Democracia é a forma de governo em que o povo imagina estar no poder." (Carlos Drummond de Andrade) 

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"A democracia é um erro estatístico, porque na democracia decide a maioria e a maioria é formada de imbecis." (Jorge Luis Borges)

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"Se votar mudasse algo, ... seria proibido."

Democracia (de direita, centro ou esquerda) é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

segunda-feira, 31 de julho de 2017

A "boa" guerra

Massacre de Nemmersdorf
por Wilhelm Keitel - originalmente postado no blog Segunda Grande Guerra

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Nemmersdorf/Alemanha desde a Idade Média (hoje Mayakovskoye/Rúsia) foi retomado pelas forças alemãs depois que o exército siono-russo ocupou a aldeia em outubro de 1944. A imagem à esquerda mostra um T-34 destruído ao lado de uma antiga ponte - 1944 e 2013.

Entre os dias de 21 e 22 de outubro de 1944 acontecera aquilo que se tornara símbolo de crueldade e impunidade e que viera a se repetir até o final da guerra no Front Europeu: O Massacre de Nemmersdorf.

Desde a derrota alemã em Stalingrado, nos meses iniciais de 1943, o Exército Vermelho começava seu avanço rumo a capital do III Reich. No povoado de Nemmersdorf, a sudoeste de Gumbinnen, na Prússia Oriental, tal como a grande maioria dos povoados a leste do território alemão, iniciara uma massiva onda de migrações, uma tentativa de fugir das barbáries cometidas pelos soldados soviéticos. Caravanas de fugitivos, retirantes e comboios de transporte militar congestionavam-se junto a ponte sobre o rio Angerapp.

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Região em vermelho é a localização donde foi o massacre da cidadezinha de Nemmersdorf germânica desde a Idade Média ou antes. Hoje esse território alemão é ocupado pela Rússia. O Hino Alemão ainda hoje canta o nome de territórios que lhe pertenciam que "democraticamente" lhe foram subtraídos: "Von der Maas bis an die Memel" (Do Maas ao Memel) "Von der Etsch bis an den Belt" (Do Etsch ao Belt). Mapa abaixo:

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Localização das regiões citadas no hino hoje expropriadas e em verde escuro o atual Estado Alemão ainda ocupado pelos "libertadores".

Às 6 horas do dia 21 de outubro de 1944 iniciou-se o ataque soviético ao local. Apoiados pela artilharia, os primeiros soviéticos passaram a ponte às 07h30min. O vilarejo era defendido por pouco mais de duas dezenas de soldados, sendo que sua maioria eram cidadãos voluntários da Volkssturm. Ao inicio dos combates, 14 moradores refugiaram-se num abrigo. Em seguida este abrigo foi invadido por soldados soviéticos em busca de proteção contra uma esquadrilha de caças alemã, que vieram como reforço as tropas sob ataque. Após amainarem-se os combates, os soldados ordenaram o abandono do abrigo, para em seguida abrir fogo indiscriminadamente contra as pessoas: crianças, mulheres e idosos.

Apenas uma mulher sobreviveu. Em depoimento, ela conta sobre o ocorrido:

“De repente ouvi gritos e dois soldados do exército vermelho trouxeram cinco garotas. O comissário ordenou a elas que vestissem roupas listradas. Nós caminhamos através do pátio, para a cozinha de uma antiga fábrica. Lá, alguns russos estavam sentados, que faziam observações aparentemente muito obscenas, pois cada palavra dita era recebida com riso alto. Chegaram então mais duas jovens aos prantos. Os soldados as fizeram se curvar, com golpes que pareciam ter rachado as articulações delas. Eu quase desmaiara ao ver quando um russo puxou a faca e com um corte, arrancar o seio direito diante dos olhos de todos. Ele fez uma pausa em um momento, então cortou o outro lado. Eu nunca ouvi alguém gritar de tanta dor e desespero como aquela garota. Após esta ‘operação’, ele esfaqueou a jovem, na altura do abdômen, que por sua vez foi acompanhado pelos risos dos russos.. A outra jovem estava gritando por misericórdia, mas em vão. Ela era muito bonita, fiquei com a impressão de que ela fez um trabalho sinistro com a boca. Mesmo implorando por uma morte rápida, acabou por sofrer o mesmo destino. Isso ocorrera com todas as jovens que ali estavam. A última garota era pouco mais velha que uma criança, que não havia desenvolvido nenhum volume corporal. Eles rasgaram a carne, literalmente, até que os ossos brancos de suas costelas viessem à luz. Depois disso corri, mesmo quando minhas pernas começaram a falhar. Na vila, os russos liquidaram grupos inteiros de garotas com cassetetes depois que eles tinham levado uma jovem muito bonita para a sala de tortura. O ar estava cheio com os gritos, de morte de muitas centenas de meninas. Mas dado o que ocorreu naquele lugar, o homicídio fora quase humano. Foi um terrível fato que nenhuma garota torturada tenha perdido a consciência. Cada uma sofreu a mutilação conscientes. Todos eram iguais quanto ao horror, sempre foi o mesmo, os gritos por clemência, o grito alto quando eram mutiladas, o grito e o gemido enquanto eram estupradas e o silêncio da morte. Várias vezes os assassinatos eram interrompidos para que se amontoassem os corpos. À noite, eu caí em uma forte febre nervosa, quando ainda estava escondida. A partir daí, todas as memórias falta-me, até que eu acordei num hospital de campanha.”.

No dia 23 de outubro de 1944, as forças da Wehrmacht já haviam retomado a posse do vilarejo e se depararam com um verdadeiro inferno. Em registro, o Major-General da 4ª Armada Erich Dethleffsen relata: “Quando em outubro de 1944 formações russas romperam a Front) alemão na região de Groß-Waltersdorf e avançaram temporariamente até Nemmersdorf, soldados soviéticos fuzilaram civis em grande parte dos povoados ao sul de Gumbinnen - em parte com torturas como encravar a vítima no portão do silo. Praticamente todas as mulheres foram violentadas. Também foram fuzilados pelos soviéticos em torno de 50 prisioneiros de guerra franceses. Os referidos povoados, após 48 horas voltaram novamente ao domínio alemão. O inquirimento de testemunhas, relatórios médicos das necropsias e fotografias dos cadáveres foram me apresentados poucos dias após”.

Durante o Julgamento (sic) de Nürenberg, foram apresentados pelos alemães os crimes de guerra cometidos em Nemmersdorf e em outras cidades alemãs, inclusive Berlim. Os acusadores aliados assimilaram a versão soviética, por conveniência ou por estarem totalmente imbuídos da propaganda anti-alemã de forma a desconsiderarem qualquer possibilidade de acusação contra o Exército Vermelho. Os relatórios e protocolos da comissão internacional de investigações desapareceram ou foram eliminados ou perdidos, somente sobraram algumas fotos.

     Uma das imagens mais suaves do massacre em Nemmorsdorf.
    Uma das imagens mais suaves do massacre em Nemmorsdorf.

Depois de 1991 e da queda da União Soviética, novas fontes de registros militares russos foram disponibilizados para os estudiosos. O Historiador Bernhard Fisch, um nativo da Prússia Oriental que tinha servido como soldado da Wehrmacht durante a guerra e esteve em Nemmersdorf poucos dias depois desta ter sido re-tomada registrou em seu livro de 2003, Nemmersdorf 1944 - nach wie vor ungeklärt (Nemmersdorf 1944 - o que realmente aconteceu na Prússia Oriental), Fisch incorporou material a partir de arquivos russos recentemente disponíveis e declarações das muitas testemunhas de ambos os lados, incluindo o general soviético Kuzma N. Galitsky, ex-comandante do 11º Exército de Guardas. Fisch documentou 23 homicídios de civis na Nemmersdorf e outros 38 em aldeias vizinhas, deixando dez mortes inexplicáveis. Sir Ian Kershaw está entre os historiadores que acreditam que as forças soviéticas cometeram um massacre em Nemmersdorf. Os Arquivos Federais Alemães (Bundesarchiv) contêm muitos relatos contemporâneos e fotografias por parte de funcionários da Alemanha nazista de vítimas do massacre Nemmersdorf. Ele também possui evidências de outros massacres soviéticos na Prússia Oriental, como em Metgethen. No final do século 20, Alfred de Zayas entrevistou inúmeros soldados alemães e oficiais que tinham estado na área de Nemmersdorf em outubro de 1944, para saber o que eles viram. Ele também entrevistou prisioneiros de guerra belgas e franceses que estiveram na área e fugiram com os civis alemães antes do avanço russo. De Zayas incorporou essas fontes em dois livros que escreveu, Nemesis em Potsdam e A Terrible Revenge.

Fonte: http://www.clubedosgenerais.org/site/artigos/163/2017/02/massacre-de-nemmersdorf/

Os exércitos Aliados (parece nome de loja maçônica) mataram civis alemães indefesos como nos casos dos bombardeios a Dresden, Hamburgo, Stuttgard, Dortmund, Colônia, a Alemanha teve mais de 90% de suas cidades bombardeadas pelos "libertadores", estupraram bebês, crianças e idosas aos milhares e pilharam em Nemmersdorf, em Berlim e todas as cidades alemãs durante e depois a Segunda Guerra Mundial. Além da Alemanha ter que pagar pela guerra em dinheiro e ouro e com vidas preciosas e inocentes, teve novamente perda de território, de soberania e ocupação militar e jurídico-cultural, também roubaram toda a tecnologia nacional-socialista que não era pouca e muito evoluído que usaram na Guerra Fria, nunca tendo ressarcido um centavo sequer a Alemanha, suas empresas ou inventores, donos verdadeiros das patentes. E mesmo depois de 70 anos, a Alemanha continua "ressarcindo" aliados e supostas vítimas através de filmes racistas anti-alemães, de um bem planejado e financiado marketing à produzir baixa-autoestima no laborioso e valoroso povo alemão, tendo ainda tropas americanas dentro do que sobrou de seu território, não podendo ter uma constituição própria e soberana, nem escolher a própria bandeira. A atual é imposição dos "libertadores".  

"As enormes firestorm, as tempestades de fogo, começaram a desabar sobre a Alemanha em guerra, a partir da primavera de 1942. À noite, escolhido o alvo, ondas de esquadrilhas britânicas voando em formação não tinham piedade. Entre 30 a 31 de maio de 1942 1.500 toneladas de bombas, 8.300 delas incendiárias, mais 116 de fósforo, 81 de alta combustão e mais 4 bombas carregadas de 125 litros de fluído altamente inflamável, foram lançadas sobre Colônia, uma das mais antigas cidades da Alemanha fundada ainda no tempo dos romanos.

Em menos de 24 horas, pela ação dos artefatos de magnésio, fósforo e napalm, cem mil moradores perderam seus lares, quando um outro tanto deles, também impressionante em número, foram mortos. Nada que existia abaixo da barriga dos Avro Lancaster foi poupado. O objetivo não foi pulverizar as pontes sobre o rio Reno ou as fábricas de armas existentes na periferia, nem mesmo as instalações militares interessavam, mas sim levar o pavor e a ruína total ao centro dela, onde maior era a densidade demográfica."

Fonte: https://culturaeviagem.wordpress.com/2015/05/09/70-anos-do-fim-da-2a-guerra-mundial-as-cidades-alemas-destruidas-pelos-bombardeios-imagens-fortes/

A visão de que os Aliados são heróis libertadores de uma Europa aprisionada por forças do mal é uma construção fantasiosa idealizada pelos vencedores para distrair os incautos e continuar impunes de seus crimes e pilhagens. Tratados como heróis libertadores e amantes da paz, os Aliados foram cruéis com praticamente todas as populações por onde passaram com sua "libertação" e "democratização". É assim ainda hoje. Para eles, o crime compensa. Enquanto o Eixo Berlim-Roma-Tóquio procurava seu espaço no mundo, os Aliados tinham e tem interesses na expansão de um império militar-político-econômico na Europa, na Ásia e no mundo para instituir a Nova Ordem Mundial do Anticristo. E o nacionalismo alemão conjuntamente com sua independência financeira representou um sério entrave para esse governo mundial sem fronteiras nacionais e usurário. Não vê quem não quer. 

Abraços

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Judaísmo ou Paganismo?

Advertências aos cristãos e algumas notas sobre as heresias no fim dos tempos e do ressurgimento do Paganismo.

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No capítulo 7 de Atos dos Apóstolos, o cristão Estêvão, discursa demoradamente e, pelo fato de ter denunciado as heresias, o deicídio e Paganismo (isso mesmo) dos judeus sem poderem contradize-lo, é por eles morto por apedrejamento. Cito o versículo específico:

"Antes tomastes o tabernáculo de Moloque (deus pagão árabo-cananeu), e a estrela do vosso deus Renfã (deus egípcio que significa 'estrela' e conhecido também como deus romano Saturno ou o grego Cronos), figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia."
Atos 7: 43

A antiga Babilônia foi um dos primeiros campos de concentração.

O que conhecemos como 'Estrela de Davi' que consta na bandeira de Israel (séculos XX e XXI) e foi usado como 'crachá' pelos judeus na 2ª GM que também já era usado na Idade Média (séculos V a XV) que eles mesmos criaram para si próprios se auto-identificarem, na verdade é a estrela de Renfã, um deus pagão. Poderão fazer suas pesquisas. Vejamos o que Deus, O Único e Verdadeiro, diz sobre essa tal estrela e de quem a usa ou a adora:

"Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Eu sou o Senhor vosso Deus.
Não fareis segundo as obras da terra do Egito (povo pagão, alguma dúvida?), em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã (também pagãos, alguma dúvida?), para a qual vos levo, nem andareis nos seus estatutos." (refere-se aos estatutos pagãos)
Levítico 18: 1-3
(...)
"E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante Moloque (deus pagão ou Lúcifer); e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor."
Levítico 18: 21  (Levítico foi escrito séc. XV a.C)

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Os primitivos judeus ofereciam seus pequeninos filhos para serem sacrificados vivos no fogo em adoração a Moloque. Os pagãos fenícios que viviam na atual "terra santa" também praticavam tal ritual. 

Leiamos uma das diversas passagens bíblicas que encontramos Deus emitindo juízo sobre o povo judeu por conta de suas práticas pagãs:

"Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro.
E ainda que me ofereçais holocaustos, ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos.
Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.
Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso.
Oferecestes-me vós sacrifícios e oblações no deserto por quarenta anos, ó casa de Israel?
Antes levastes a tenda de vosso Moloque (deus pagão árabo-cananeu), e a estátua das vossas imagens, a estrela do vosso deus (o egípcio Renfã conhecido também como deus Saturno romano ou Cronos grego), que fizestes para vós mesmos.
Portanto vos levarei cativos, para além de Damasco, diz o Senhor, cujo nome é o Deus dos Exércitos."
Amós 5: 21-27 (Amós viveu séc. VIII a.C)

"Além de Damasco" parece ter sido outro campo de concentração.

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Em 12 de julho de 1997, o Ministério da Justiça em Israel anunciou que iria iniciar um processo judicial para a abertura do Monte do Templo para os judeus. Em 2015, depois das réplicas do candelabro bíblico, dos instrumentos para as oferendas e das vestimentas sacerdotais, o Instituto do Templo se propôs a criação de uma vaca vermelha, passagem indispensável para a reconstrução do terceiro templo de Jerusalém. "O significado da vaca vermelha consiste basicamente em um processo exclusivo de purificação e é um requisito para reconstruir o templo sagrado", afirmou o rabino Haim Richman, diretor internacional de uma instituição que trabalha nos preparativos da redenção. 
Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/artigos/grupo-judeu-quer-criar-vaca-vermelha-para-aproximar-a-redencao.html

Esses que se auto-apregoam de "povo eleito" na verdade são pagãos, são adoradores de Moloque ou Renfã, e de sua Estrela que usam já por séculos para si identificarem. Vejamos o que diz Cristo Jesus por revelação do Espírito Santo ao Apóstolo Pedro no séc. I sobre o assunto:

[*] "Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. (refere-se ao ritual de retirada cirúrgica do prepúcio)
Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no Espírito (Santo de Deus que vivifica), não na letra (ou Lei que mata); cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus."
Romanos 2: 28 e 29

Séculos XV a.C, VIII e VII a.C, I d.C, XV d.C, XX e XXI d.C, ... a prática do Paganismo pelos judeus parece ser um padrão, norma. E talvez, ou também, por isso Cristo Jesus disse que seriam deserdados:

"Portanto, eu vos digo (aos judeus) que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação (os gentios) que dê os seus frutos."
Mateus 21: 43

Não foi por falta de aviso:

"Mas as suas maldades (práticas pagãs por exemplo) separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dEle, e por isso Ele não os ouvirá."
Isaías 59: 1 (Isaías viveu no séc. VII a.C)

E se cumpriu nos momentos finais de Jesus pregado na Cruz:

"E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito.
E eis que o véu do templo (de Salomão) se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras"
Mateus 27: 50 e 51

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A reconstrução do Templo que se pretende em Israel, é negar a Vinda e o Sacrifício de Jesus na Cruz, e chamar Deus, que testemunhou no Velho e Novo Testamento sobre Seu Filho, de mentiroso. 

Portanto, sejamos mui prudentes com toda essa conversa de/sobre judeus ortodoxos, moderados, ashkenazis, sefarditas, kazhares, israelenses e outros, considerando-se as Escrituras e a História, são todos falsos judeus não tendo a "circuncisão pelo Espírito" [*], sendo ou podendo ser todos da "Sinagoga de Satanás" conforme lemos nas Sagradas Escrituras em Apocalipse 2: 9.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14: 6), boi vermelho algum poderá fazer ou mudar isso.

Pelo pouco demonstrado, e muito mais existe, o Judaísmo é e/ou deriva do Paganismo. E por essa os defensores nem os críticos do Paganismo esperavam, muito menos os desatinados cristãos sionistas.

Definitivamente, o Cristianismo, que não sacrifica animais por exemplo, é a ruptura total de todo esse mal que assola a Humanidade.

É hora de arrependimento, os tempos são curtos:

"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar."
Isaías 55: 6-7

Abraços

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Para reflexão

Diz-se que "a primeira vítima da guerra é a verdade", mas nunca se pergunta quem é o carrasco.

Es wird gesagt, dass “das erste Opfer des Krieges ist die Wahrheit“, aber nie fragt wer den Henker.

Si dice che "la prima vittima della guerra è la verità", ma non chiede mai chi è il carnefice.

Говорят, что «первой жертвой войны является правда», но никогда не спрашивает, кто палач.

It is said that "the first victim of war is the truth", but never asks himself who the executioner is.

Se dice que "la primera víctima de la guerra es la verdad", pero nunca se pregunta quién es el verdugo.

On dit que « la première victime de la guerre est la vérité », mais ne demande jamais qui est le bourreau.



Outra pergunta que não se costuma fazer é: quem controla o carrasco?

Eine weitere Frage, die normalerweise nicht fragen: Wer den Henker kontrolliert?

Altra questione che di solito non chiedere è: chi controlla il carnefice?

Другой вопрос, который обычно не спрашивают: кто контролирует палач?

Another question that is not usually asked is: who controls the executioner?

Otra pregunta que no se suele hacer es: ¿quién controla el verdugo?

Une autre question qui ne demande pas habituellement est: qui contrôle le bourreau?

Abraços

sábado, 1 de julho de 2017

Campos de concentração na 2ª GM no Brasil

No Brasil Também houve Campos de Concentração durante a Segunda Guerra

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         Um dos alojamentos do antigo campo em Guaratinguetá.

Para quem pensa que Campos De concentração foi fruto apenas dos Nazistas, se engana. No Brasil houve campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, é o que mostra documentos oficiais que estavam lacrados pelo governo e que ajudam a desvendar um período até aqui obscuro da história.

A partir de 1942, aproximadamente 3.000 pessoas de origem alemã, italiana e japonesa foram encarceradas em 10 campos de concentração criados em sete Estados brasileiros (PA, PE, RJ, MG, SP, SC e RS).

Não havia semelhança com os campos nazistas, pois os espaços de confinamento brasileiros permitiam que os prisioneiros saíssem para fazer compras na cidade, receber visitas e até tocar em festas.

Em 1939, um navio alemão Windhuk, que, para fugindo da marinha inglesa, aportou em Santos. Mesmo o Brasil se mantendo neutro à guerra, até então, os tripulantes alemães foram impedidos de deixar o país, passando a viver no navio. Em 1942, com a criação dos campos, toda tripulação foi enviada para as novas instalações.

O livro ”O Canto do Vento”, do jornalista Camões Filho trata do assunto. Outros pesquisadores da USP estão investigando o caso.

Segundo o livro de Camões Filho, com o término da guerra, 90% dos prisioneiros permaneceram no país.
Esse período da história brasileira nunca foi incluso nos livros didáticos porque, até 1996, era confidencial, o governo permitia apenas o acesso parcial aos dados. Os arquivos oficiais foram lacrados sob uma lei que proibia consultas ou pesquisas por 50 anos. Em 1988, o prazo foi diminuído para 30 anos. (Quem não deve, não teme.)

“Essa é uma história que está para ser escrita e foi omitida por ser inoportuna. Tais arquivos mostram os carrascos de uma fase desagradável da história política brasileira”, diz a professora da USP e coordenadora do projeto Arquivo-Universidade, Maria Luiza Tucci Carneiro, especialista em racismo e antissemitismo.

A criação desses campos de concentração aconteceu a partir de agosto de 1942, época em que o Brasil declarou guerra ao Eixo (nacionalista, anti-maçom e anti-usurário) e integrou o bloco dos países Aliados. (globalista, pró-maçom e pró-usurário)

A partir do ano de 1938, alemães, japoneses e italianos passaram a ser severamente reprimidos no Brasil por serem uma ameaça ao projeto nacional-moderno (sic) do governo, já que tinham ideologias diferentes das sugeridas no país.

Semelhante ao sentimento nazista de que os judeus eram seres indesejados que atrapalhavam o progresso da Alemanha, aqui no Brasil também existiu esse sentimento em relação aos imigrantes alemães, japoneses e italianos. (E a Alemanha se desenvolveu? [*] E o Brasil se desenvolveu?)

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Prisioneiros de campo de concentração brasileiro.

Fonte: http://segundaguerra.net/no-brasil-tambem-houve-campos-de-concentracao-durante-a-segunda-guerra/

[*] Só um petisco: "Aliados saquearam a Alemanha Nacional-Socialista. Roubo das Pesquisas Científicas Nacional-Socialistas pelos Democratas e Comunistas":
https://desatracado.blogspot.com.br/2016/06/aliados-saquearam-alemanha-nacional.html

E "Contribuição Nacional-Socialista ao Brasil"
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/11/contribuicao-nazista-ao-brasil.html

Abraços

Para reflexão

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Abraços

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Anticristo marcha (3/3)

2017: o ano de centenários históricos e sua relação com a Maçonaria.
Manuel Guerra.
[https://infovaticana.com/blogs/wp-content/uploads/sites/3/2017/04/blogcentenarios.pdf].
Tradução de Bruno Braga.

No ano de 2017 coincidem uma série de centenários de primeiríssima categoria: o primeiro da revolução marxista comunista na Rússia (outubro, 2017) das aparições da Virgem Maria em Fátima (maio-outubro, 1917); o terceiro da fundação da Maçonaria (junho, 1717); e o quinto do "protesto" de Lutero (1517), origem do "protestantismo". São quatro acontecimentos relacionados de alguma forma entre si mediante sua conexão com a Maçonaria.

              

Acaba de sair a edição digital e impressa do meu livro "El árbol masónico. Trastienda y escaparate del Nuevo Orden Mundial" (Digital Reasons, Madrid, 2017, 498 pp.). Dada a importância e atualidade de sua temática, brindo o leitor com o seu primeiro capítulo como um aperitivo.

1. O primeiro centenário do triunfo da revolução bolchevique.

O triunfo da Revolução de Outubro (1917) permitiu que os bolcheviques assumissem o poder na Rússia em novembro desse mesmo ano. Contribuiu de forma eficaz com esse triunfo, entre outros fatores, o apoio que os maçons dos governos ocidentais deram a Kérensky, deputado socialista, presidente do governo provisório antes de Lenin, Grão-mestre do Grande Oriente Russo e secretário do Supremo Conselho Maçônico da Rússia. Na revolução de fevereiro de 1917, todos os ministros de seu governo eram maçons, menos um. O maçom Pavel Milykov, ministro de Assuntos Exteriores do governo provisório, admite em suas "Memórias" que o golpe de Estado de 1917 foi um complô maçônico.

Influenciou também a condição maçônica de Trotski e a do pintor Frederic (Fred) Zeller, Grão-mestre do Grande Oriente da França (1971 - 1973), secretário de Trotski exilado na Noruega (1935), assim como a de Stepanov Skvotsov, fiel companheiro, e a de Lenin mesmo, comunista e fundador da "Ur-Lodge" ou "superloja" supranacional Joseph Maistre. Influenciou ainda, desde finais do século XIX, o financiamento dos empréstimos à Rússia, concedidos pelos bancos ocidentais que estavam nas mãos de judeus e maçons, como Rothschild & Kuhn Loeb, Morgan, e Rockefeller à frente.

Poucos anos mais tarde, o ponto 22 (III Internacional, 1919), ou seja, o das condições requeridas para que um partido socialista fosse comunista, exige a eleição entre ser "irmão" (maçom) ou "camarada" (comunista), dada a incompatibilidade entre a foice e o martelo e o esquadro e o compasso. Até que Lenin o revelasse na IV Internacional (Moscou, dezembro de 1922), o ponto 22 foi mantido em segredo para não gerar inimizade com os banqueiros ocidentais que, em grande medida, financiaram a Revolução Russa. Ademais, Moscou advertiu que um comunista ocultar a sua filiação à Maçonaria seria considerado como a infiltração de um agente inimigo no partido, e significaria sua ignomínia diante do proletário, linguagem retórica que, na União Soviética, seria traduzida por torturas e mortes. Ludovico-Óscar Frossard, maçom e primeiro secretário do Partido comunista francês, abandonou o Partido e o posto de secretário geral do mesmo (janeiro, 1923). Em 1937, passou a "adormecido" de sua loja em Paris provavelmente por influência de seu filho Andrés, convertido à fé católica em 1925, aos 20 anos, autor, entre outros bestsellers, "Dios existe. Yo me lo encontré" (Rialp, Madrid, 1970). Mas "o comunismo é somente uma etapa, não um fim", proclama o Grande Oriente da França em sua revista oficial "Bulletín du Grand Orient de France" (nº 43, janeiro-fevereiro, 1964). Uma vez desaparecido o marxismo comunista russo, será o tempo da Nova Ordem Mundial maçônica e democrática.

2. O quinto centenário do "protesto" de Lutero, origem do protestantismo.

O protestantismo fez-se de dobradiça no plano teológico ou religioso entre o teocentrismo / cristocentrismo medieval e o antropocentrismo / egocentrismo da modernidade. Durante a Idade Média o homem e o seu entorno sócio-cultural gravitavam ao redor de Deus e de Jesus Cristo; a partir do protestantismo giram em torno do homem e do eu, da subjetividade. Com razão Mons. Ernest Jouin, fundador e diretor da revista "Revue Internationale des Societès Secrétes" (1912 - 1939), cataloga a Maçonaria como "filha da Reforma" e o ex-maçom Jean Marquès-Rivière a define como "um protestantismo laicista". Avalie, ademais, o fato de que, na aurora da maçonaria moderna, as quatro lojas de Londres, unificadas em 1717, estavam dirigidas por pastores protestantes e que, dois deles, Anderson e Désaguliers, elaboraram e redigiram as Constituições maçônicas, promulgadas já em 1723 (seis anos depois da fundação da Maçonaria moderna ou atual) e aceitas praticamente por todas as Obediências ou ramos da Maçonaria que existiam e existem hoje.

"A Maçonaria nunca foi revolucionária e subversiva nos países protestantes. Pelo contrário, apóia o protestantismo na Prússia, Inglaterra e nos Países Baixos para lutar e destruir as nações católicas como a França. A Maçonaria se serviu do protestantismo, mas jamais foi anti-protestante. A Maçonaria é doutrinalmente próxima do protestantismo, embora tenha estado sempre em oposição total ao dogma católico e ao bastião da moral e dos bons princípios que é a Igreja Católica de Jesus Cristo" (J. Livernette, pp. 68-69).

No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero (1483 - 1546) cravava suas 91 teses na porta da igreja do Palácio de Wittenberg, gesto que simbolizava o "protesto" e rebelião de Lutero frente a Roma e a origem do "protestantismo". Portanto, em 2017 se "comemora" o seu quinto centenário, não se "festeja", pois - pelo menos por parte dos católicos - não é possível celebrar festivamente uma ruptura tão dolorosa e a quebra da cristandade.

3. O primeiro centenário das aparições da Virgem de Fátima.

É de conhecimento de todos que as aparições da Virgem em Fátima aconteceram do dia 13 de maio a 13 de outubro de 1917. Mas nem todos conhecem a intervenção da Maçonaria, sua oposição às aparições e sua perseguição contra os três videntes (cf. M. F. Sousa e Silva "Los Pastorcitos de Fátima", HomoLegens, Madrid, 2008. pp. 211-234). Os três videntes: Francisco (11/06/1908 - 04/04/1919), sua irmã Jacinta (11/03/1910 - 20/02/1920) e a prima de ambos, Lúcia (28/03/1907 - 13/02/2005), nasceram em Aljustrel, aldeia situada a três quilômetros de distância da Cova de Iria, lugar da maioria das aparições, onde está agora a capelinha das aparições.

3.1. A Maçonaria contra as aparições da Virgem em Fátima e contra seus videntes.

As revoluções portuguesas de 1910 a 1921 foram organizadas sob a direção da Maçonaria e dos Carbonários (H. Webster). Entre os dirigentes da nova e sectária República se destacou Magalhães de Lima, Grão-mestre do Grande Oriente de Portugal. Ele foi convidado para o congresso internacional das Obediências maçônicas dos países aliados e neutros, comemorativo ao segundo centenário de fundação da Maçonaria, celebrado em Paris (28-30 de junho de 1917). No dia 13 de maio do mesmo ano de 1917, exatamente a data da primeira aparição da Virgem em Fátima, Magalhães Lima declarou: "a vitória dos aliados deve ser o triunfo dos princípios maçônicos" ("Neue Zürcher Nachrichten", 28 de julho de 1917, nº 206). O marechal Ferdinand Foch, Chefe dos exércitos aliados, em 1918, depois de ler o tratado de paz, limitou-se a dizer: "Isto não é a paz, mas um armistício de 20 anos". Exatamente 20 anos depois, uma aurora boreal, a anunciada pela Virgem em Fátima, preludiou o começo da Segunda Guerra Mundial.

É do conhecimento de todos o empenho das autoridades portuguesas, iniciadas na Maçonaria, para apagar as aparições da Virgem Maria em Fátima, chegando inclusive à tortura psíquica dos videntes para que eles revelassem "o segredo", sem consegui-lo. Se não interveio pessoalmente, Magalhães foi informado por Artur Oliveira Santos, administrador e presidente do ajuntamento de Ourém, substituto do Juiz da Comarca, membro da loja de Leiria desde os seus 26 anos de idade, fundador de um "Triângulo" maçônico na sede do ajuntamento e do periódico "O Ouremse". Oliveira Santos foi o responsável pelas ameaças horrorosas, interrogatórios, encarceramento das três crianças videntes com presos comuns depois de tê-los raptado. Por causa dele os videntes não puderam estar no dia 13 de agosto no local das aparições, onde se concentrou mais de 18.000 pessoas. Nos seus informes de 1925 e 1955, Oliveira Santos mente de forma reiterada. Disse que, durante a estada dos videntes na Vila Nova de Ourém, não os "ameaçou ou intimidou, não os encarcerou nem os deixou incomunicáveis", e que "não sofreram a menor pressão ou violência". Mais até, no dia primeiro de dezembro desse ano de 1917, promovido pelos maçons, celebraram o "Congresso de propaganda e protesto contra as agitações clericais", precisamente em Fátima, aldeia então insignificante e desconhecida. Mesmo depois do Milagre do Sol (13 de outubro), os maçons portugueses consideraram as aparições da Virgem como meros truques e manipulações dos clérigos. O Congresso foi um fracasso manifesto.

3.2. A Virgem acertou em suas previsões proféticas.

As profecias da Virgem em Fátima, já realizadas, contradizem os pregadores da morte de Deus e da providência divina. A irmã Lúcia, quatro anos depois das aparições de Fátima, ingressou em 1921 no colégio das Irmãs Doroteias, em Vilar (perto de Porto) com 14 anos de idade. Em 1925, muda-se para o convento da mesma ordem em Tui (Pontevedra, Espanha) e, pouco depois, no mesmo ano de 1925, quando completou 18 anos de idade, para a mesma ordem na cidade de Pontevedra com o nome de Irmã Dolores. Em 1946, retorna a Portugal e, em 1948, ingressa no Carmelo de Santa Teresa de Coimbra, convento de clausura, no qual faz profissão religiosa com votos. Prescindamos agora de se já foram revelados todos os segredos apresentados pela Virgem à Irmã Lúcia durante sua estada fora da casa paterna, especialmente nos anos 1925-1926, já em Pontevedra.

Franklin Delano Roosevelt a princípio está de acordo: "em política nada acontece por acaso. Sempre que há um acontecimento, pode estar certo de que foi previsto para que fosse realizado desse modo". Franklin D. Roosevelt era presidente dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, maçom, grau 33º e conhecedor das manobras das sociedades secretas econômicas e ideológicas. Evidentemente, ele não se refere à Providência Divina. O Grande Arquiteto do Universo da Maçonaria, é algo mais que um nome, é um conceito deísta, ou seja, o divino que "põe em marcha o relógio do universo" (Voltaire), um relógio que não precisa que lhe deem corda, pois não intervém nem na vida das pessoas nem na história dos povos.

4. A Maçonaria celebra os seus centenários.

É lógico que a Maçonaria, como qualquer outra instituição, celebre os seus centenários. Evidentemente, como é uma associação secreta, não publica o programa de atos, mas algo se chega a saber com o passar do tempo, às vezes é possível entrever, intuir algo antes de sua celebração.

4.1. O segundo centenário da fundação da Maçonaria (1917).

De acordo com a opinião geral, o nascimento da Maçonaria especulativa ou moderna foi em 24 de junho de 1717. De 28 a 30 de junho de 1917 - segundo centenário - não aconteceu nada digno de menção na vanguarda ou nas frentes de batalha; somente o ordinário da Primeira Guerra Mundial. Mas, na retaguarda, em Paris, se estava celebrando um congresso internacional das Obediências maçônicas dos países aliados e neutros. No discurso inaugural, seu presidente centrou as deliberações em dois temas: o Tratado de Paz e a Sociedade de Nações. O congresso anunciou suas conclusões em treze pontos ou propostas. Woodrow Wilson, um dos presidentes maçons dos Estados Unidos, adotou basicamente esses treze pontos, aos quais acrescentou o último de seus famosos "Quatorze pontos". Nele, anunciou "a criação da Sociedade das Nações" [N.T. conhecida também como Liga das Nações], que foi chamada "criatura da Maçonaria" (Epiphanius), um "Super-Estado maçônico" (Léon de Poncins). A Sociedade das Nações foi dissolvida em abril de 1946 e seus bens foram transferidos para a recém-criada ONU.

4.2. Como a Maçonaria celebra o seu terceiro centenário (2017)?

Estou ciente de que os maçons reagirão como se estivesse impulsionados por uma mola: não se pode falar sobre "a Maçonaria", pois ela não é um bloco homogêneo. É o que faz o maçom francês Jean-Claude Féraud-Garganti no texto que enviou ao Papa Francisco em 08 de março de 2016 (cf. os artigos na internet "¿Es posible y aconsejable el diálogo entre católicos y masones?" e "Algunos objetivos de la masonería en la celebración del su tercer centenario" em [https://infovaticana.com/blogs/manuel-guerra]). Se é assim, não se poderia falar de nenhuma abstração ou idéia universal como "o homem", "a laranja", nem sobre alguma outra realidade ou idéia universal. Como será visto, os diversos ramos ("Obediências", "Potências" em seu léxico) da árvore maçônica coincidem nas suas raízes, no tronco e na seiva. São muito mais homogêneas do que às vezes se pensa, se diz e até se escreve.

4.2.1. A transformação da sociedade: de religiosa e cristã a maçônica.

Então, depois de trezentos anos de atividade silenciosa, secreta, a Maçonaria está conseguindo transformar o ambiente sociocultural dos países tradicionalmente cristãos, a saber, os ocidentais (Europa, América) e os ocidentalizados (Filipinas, Austrália, etc.), que estão - em grande parte - deixando de ser cristãos e fazendo-se relativistas, laicistas, gnósticos, dominados por uma nova ética sexual, etc., ou seja, maçônicos. Já em 1964, Yves Marsaudon, maçom grau 33º, membro do Conselho Supremo Maçônico da França, sentenciou: "podemos afirmar que a Europa se fez maçônica" ("L'Oecumenisme vu par un franc-maçon de tradition". Vitiano: Paris, 1964. p. 25. Prólogo de Charles Riandey, maçom grau 33º). E agora ela se estenderia da Europa ao mundo ocidental, e inclusive a toda a Terra ou humanidade. É a Nova Ordem Mundial.

4.2.2. A imposição do comum a todas as religiões.

Mais a longo prazo, a Maçonaria aspira impor o laicismo a todos os países, ou seja, o comum a todas as religiões e a todas as éticas, restando as religiões tradicionalmente existentes e suas éticas específicas condenadas a uma espécie de prisão domiciliar, isto é, reclusas no foro da consciência individual e dentro de seus templos. Este é um programa em grande parte já realizado, especialmente nos países tradicionalmente cristãos, como se verá.

4.2.3. A anulação e o enfraquecimento do principal bastião, que até agora tem resistido às investidas maçônicas.

A julgar por vários sintomas e algumas manifestações, com a ocasião do terceiro centenário de sua fundação, entre outros objetivos a Maçonaria aspira eliminar o obstáculo, talvez o único consistente e resistente até agora, que freia o transbordamento maçônico e a consequente inundação e a impregnação de todos os setores e estratos da sociedade e da humanidade. Refiro-me à Igreja Católica na sua unidade interna e na sua recusa dos princípios maçônicos. A Maçonaria pretende consegui-lo mediante a instauração do diálogo oficial entre a Igreja e a Maçonaria, assim como por meio da anulação da Declaração Sobre as Associações Maçônicas, promulgada em 1983 pela Congregação para a Doutrina da Fé com a aprovação de São João Paulo II.

4.2.4. "Reconhecimento da Honra da Maçonaria".

No dia 06 de dezembro de 2016, Dia da Constituição Espanhola, a Grande Loja da Espanha iniciou uma campanha de recolhimento de assinaturas em favor do "Reconhecimento da Honra da Maçonaria" com o lema "Orgulho de ser maçom". Com um mês foram recolhidas 2.625 assinaturas em uma carta dirigida às "instituições democráticas espanholas, das Cortes ao menor dos Ajuntamentos" e "às pessoas de boa vontade". Surpreende-me o número tão baixo de adesões. Somente de maçons espanhóis há muito mais assinaturas. É de supor que, ao final, contabilizarão também assinaturas de maçons de seis idiomas não hispânicos, nos quais está redigido o núcleo do documento.

Eis aqui o núcleo da carta, escrita em espanhol, basco, galego, inglês, francês, italiano, alemão, português e árabe: "Em 2017 a Maçonaria em todo o mundo comemora o tricentenário dos seus ideais fraternos de pensamento livre e tolerância fraterna entre todos os seres humanos. Através desta declaração institucional juntamos-nos ao reconhecimento da honorabilidade destes princípios com o desejo de ver, no século XXI, o dia em que pare o sofrimento daqueles que ainda hoje suportam a perseguição, sanções, condenações penais, exílio, ou são executados por razão da defesa da Maçonaria e dos seus ideais profundamente democráticos".

A carta aponta aqueles contra os quais se opõe: "Todos os fundamentalismos religiosos, todos os totalitarismos políticos, todos os pensamentos únicos conhecidos pelo mundo tem perseguido os ideais de uma instituição que hoje segue estando severamente ameaçada em 23 países".

Neste contexto, o que se entende por "pensamento único"? O relativismo maçônico afirma a igualdade de todas as religiões, de todas as crenças e ideologias, menos a "oficial, politicamente correta", que é "a verdade", a "verdadeira" em cada época, agora a relativista, laicista, naturalista e livre-pensadora, ou seja, a maçônica. Isso não é "pensamento único", embora circunstancial ou de época? Os maçons dão a palavra e têm dado por escrito a resposta afirmativa para essa pergunta. Por exemplo, Armando Corona, ex-Grão-Mestre do Grande Oriente da Itália: "eis aqui o princípio maçônico fundamental: 'não existe uma única religião para alcançar a salvação'", embora "a Igreja Católica tenha dogmas e considera-se a única religião verdadeira" ("30 Giorni" 10, 12, dic., 1992, 50). Pensar que algumas crenças religiosas, políticas, etc. - as suas - são a verdade, se é coerente, afirmará, por exemplo, que a sua religião é a verdadeira. Mas este, como todos os demais "pensamentos únicos", é compatível com a tolerância que respeite os diferentes, ao menos porque o ser humano está dotado de uma dignidade básica, ontológica e teológica, vigente ainda que haja adesão ao erro e ao mal. A Igreja Católica sempre ensinou que é preciso condenar o pecado e perdoar, acolher misericordiosamente o pecador. Em nossos dias parece às vezes que pensa de modo distinto e até contrário.

4.2.5. A "bondade" da Maçonaria e o já "anacrônico" e superado confronto entre a Maçonaria e a Igreja Católica?

A lula, quando se sente em perigo, lança uma espécie de tinta que a esconde, confunde e desorienta os seus perseguidores. A Maçonaria semeou a confusão à sua volta de várias maneiras. Primeiro, por meio do "segredo" - "discrição", chamam eles - e por meio de organizações ainda mais secretas quanto a sua existência e atividades (fraternidades maçônicas [1], organizações de fachada [2], "Ur-Lodges" ou "superlojas" [3]). Segundo, proclamando de forma simples e natural as bondades da Maçonaria, que os documentos maçônicos destinados ao público e as publicações de autores maçons definem como associação filantrópica e iniciática. Enfim, é a insistência de que a incompatibilidade e até confronto entre a Maçonaria e a Igreja Católica, se houve, é coisa do passado, algo já superada ou que, se existe algum resíduo dessa realidade já anacrônica, se dá em Obediências ou ramos maçônicos sem importância pelo escasso número de seus membros ou, evidentemente, não na Obediência do maçom com quem se está falando. Ademais, a experiência ensina que os maçons, em sua maioria, caracterizam-se por sua suavidade, pela delicadeza e serenidade no trato, enquanto os católicos, talvez mais os clérigos, mostramo-nos com um grau notável de insegurança por causa do desconhecimento da complexa realidade maçônica e certa ingenuidade, possivelmente por indisposição, quase conatural para supor duplicidade nos interlocutores e para mover-nos na suspeita. Por fim, quantos não-maçons são conscientes de que o Rito em que "trabalham" os membros de uma loja e Obediência é tanto ou mais importante e influente que a Obediência mesma em que foi iniciado?

O Papa Leão XIII, autor do documento pontifício mais importante sobre a Maçonaria, chamada de "seita maçônica" por ele, recorda que vários de seus predecessores a condenaram; menciona expressamente Clemente XII (1738), Bento XIV, Pio VII ("os maçons se apresentam como cordeiros, mas não são senão lobos vorazes", Encíclica "Ecclesiam a Iesu", 13 de setembro de 1821), Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX. E falaram repetidas vezes, "por certo sempre no mesmo sentido", porque uma e outra vez se estava difundindo o boato de que a condenação tinha sido extinta ou que, pelo menos, já não havia motivo para semelhante condenação ("Humanum genus", nº 4, 1884), como se a incompatibilidade entre a Maçonaria e a Igreja Católica ou a impossibilidade do duplo pertencimento (maçom e católico) dependesse de determinadas circunstâncias socioculturais e históricas, não da "inconciliabilidade dos princípios maçônicos e a doutrina cristã".


NOTAS:

[1]. Lojas de "irmãos" ("frater", em latim) ou maçons da mesma profissão (todos políticos, todos médicos, juízes, jornalistas, etc.), embora não necessariamente da mesma Obediência, ramo maçônico ou do mesmo rito. Têm por objetivo a ajuda mútua e a influência sobre a sociedade.
[2]. Seus membros são todos maçons, embora de profissões diferentes. Seus diretores são maçons geralmente não conhecidos  como tal ou não-maçons, mas identificados com o ideário e os projetos da Maçonaria, por exemplo: a "Institución Libre de Enseñanza", Europa Laica.
[3]. Termo que está atualmente em moda, híbrido do inglês "Lodge" (s), "loja" (s) e do alemão "Ur" = "originário, primordial, autêntico"; no alemão, tem a virtualidade de ser convertido em uma espécie de superlativo ao substantivo ao qual está ligado, por exemplo: "alt"  = "antigo", Ur-alt = "muito, muito antigo"). Daí "Alta Idade Média". "Ur-Lodge" (s) pode ser traduzido por "superloja" (s). São lojas maçônicas autocéfalas, autônomas, supranacionais, integradas por maçons de personalidade eminente no seu âmbito (político, financeiro, midiático, etc.), pode-se afirmar que os políticos ocidentais, também os espanhóis e hispanos, que estão substituindo o paradigma cristão pelo maçônico (laicismo, relativismo, divórcio, aborto, matrimônio homossexual, ideologia de gênero, etc.) pertencem a uma ou mais dessas super-lojas.

Por outra parte, para semear a confusão, os maçons se servem de católicos, especialmente de clérigos - quanto mais elevado na hierarquia da Igreja, melhor e mais eficazes - que são maçons ou filo-maçônicos. Por isso, é lógica a significativa reação dos maçons, e inclusive de alguns pouco religiosos e Bispos, ante a restrição indicada na conclusão da Declaração sobre as associações maçônicas da Congregação para a Doutrina da Fé (1983), embora seja uma excelente forma de prudência e unidade pastoral: "Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido". 

Seguramente, dentro de poucos anos serão conhecidos os objetivos e projetos das distintas Obediências ou ramos maçônicos programados por conta da celebração do terceiro centenário da fundação da Maçonaria, assim como o grau de sua realização.

Fonte: http://b-braga.blogspot.com.br/2017/05/2017-o-ano-de-centenarios-historicos-e.html

Leia também "O Anticristo marcha (1/3)":
http://desatracado.blogspot.com/2017/06/o-anticristo-marcha-13.html

e "O Anticristo marcha (2/3)":
https://desatracado.blogspot.com.br/2017/06/o-anticristo-marcha-23.html

Abraços

O Anticristo marcha (2/3)

A aliança entre a Maçonaria e o Comunismo.
Bruno Braga.

Material para estudo [1].



I. O objetivo da Maçonaria organizada: neutralizar e "instrumentalizar" a Igreja Católica.

Como vimos quanto ao exemplo de Portugal em 1917, as forças da Maçonaria (e os seus aliados comunistas) conspiraram para impedir que a Mensagem de Fátima acabasse de se cumprir em Portugal. Insinuou-se que a Mensagem era uma fraude ou uma ilusão infantil; os próprios videntes foram perseguidos e até ameaçados de morte. Tal era o ódio destas forças contra a Igreja Católica e a Virgem Mãe de Deus.

O mesmo sucede com estas forças que hoje estão à solta por todo o Mundo. Não é preciso descer aos devaneios das teorias de conspiração para saber que, até 1960, os Papas escreveram mais condenações e avisos sobre os manejos dos maçons e dos comunistas contra a Igreja do que sobre qualquer outro tema na História da Igreja.

Sobre este ponto, não podemos deixar de considerar a infame "Permanent Instuction of The Alta Vendita", um documento maçônico que delineava todo um plano para infiltrar o corromper a Igreja Católica no século XX. Apesar de estar na moda, desde o Concílio Vaticano II, ridicularizar a existência de uma tal conspiração, deve notar-se que os papéis secretos da Alta Vendita (uma sociedade secreta italiana), entre os quais a "Permanent Instruction", caíram nas mãos do Papa Gregório XVI. A "Permanent Instruction" foi publicada a pedido do bem-aventurado Papa Pio IX pelo Cardeal Crétineau-Joly no seu livro "The Roman Church and Revolution". Pelo seu Breve de aprovação, datado de 25 de fevereiro de 1861 e endereçado ao autor, o Papa Pio IX garantiu a autenticidade da "Permanent Instruction e dos outros documentos maçônicos", mas não permitiu que se divulgassem os nomes verdadeiros dos membros da Alta Vendita mencionados nos documentos (A meu ver, erraram. Assim procedendo, ajudaram a escondê-los. Por quê?!). O Papa Leão XIII também pediu a sua publicação. Ambos os Papas atuaram, certamente, para evitar que se concretizasse uma tal tragédia, que estes grandes Pontífices sabiam que estava longe de ser impossível. (O Papa Pio XII também o sabia, como podemos inferir dos comentários proféticos que fez quando ainda era Secretário de Estado do Vaticano).

O texto completo da "Permanent Instruction" também se encontra no livro de Monsenhor George E. Dillon, "Grand Orient Freemasonry Unmasked". Quando deram um exemplar do livro de Monsenhor Dillon ao Papa Leão XIII, este ficou tão impressionado que encomendou que se fizesse uma edição italiana, para por sua conta.

A Alta Vendita era a loja mais categorizada dos Carbonários, uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com esta, foi condenada pela Igreja Católica. O respeitável historiador católico Padre E. Cahill, S.J., que não pode ser considerado como um "maníaco das conspirações", escreveu no seu livro "Freemasonry and the Anti-Christian Movement", que a alta vendita "era geralmente considerada na altura como o centro governativo da maçonaria europeia". Os Carbonários estiveram especialmente ativos na Itália e na França (e em Portugal, sobretudo de 1910 a 1926).

No seu livro "Athanasius and the Church of Our Time" (1974), o Bispo Rudolph Graber, autoridade objectiva e irrepreensível que escreveu depois do Concílio Vaticano II, citou um Maçom ilustre que declarou que "o objetivo (da Maçonaria) já não é a desgruição da Igreja, mas utilizá-la através da infiltração". Por outras palavras, como a Maçonaria não pode obliterar completamente a Igreja de Cristo, tanciona não só extirpar a influência do Catolicismo na sociedade, como também  usar a estrutura da Igreja como instrumento de "renovação", "progresso" e "iluminação" - isto é, como um meio de levar a cabo muitos dos princípios e objetivos maçônicos.

Ao discutir a visão maçônica da sociedade e do Mundo, o Bispo Graber introduz o conceito de sinarquia: "O que agora enfrentamos é a súmula das forças secretas de todas as 'ordens' e escolas, que se uniram para formar um governo mundial invisível. Num sentido político, a sinarquia pretende integrar todas as forças da finança e da sociedade que o governo mundial, naturalmente sob chefia socialista [comunista], tem que apoiar e promover. O Catolicismo, como todas as religiões, seria consequentemente absorvido num sincretismo universal. Não só seria suprimido como, pelo contrário, seria integrado, uma tática que já está em andamento segundo o princípio da fraternidade entre clérigos (das várias religiões)."A estratégia delineada pela "Permanent Instruction" para atingir este objectivo é espantosa pela sua audácia e astúcia. O documento refere-se, desde o princípio, a um processo que levará décadas a cumprir. Os autores do documento sabiam que não viveriam para assistir ao seu triunfo. Estavam, sim, a inaugurar uma obra que seria retomada por gerações sucessivas de iniciados. Como diz a "Permanent Instruction": "nas nossas fileiras o soldado morre mas a luta continua."

"Permanent Instruction" propunha a disseminação das ideias e axiomas liberais [1] pela sociedade e [2] dentro das instituições da Igreja Católica, de tal modo que os leigos, seminaristas, clérigos e prelados seriam gradualmente, e ao longo dos anos, imbuídos de princípios progressistas. Esta nova mentalidade viria eventualmente a ser tão difusa que seriam ordenados Padres, sagrados Bispos e nomeados Cardeais indivíduos cujo pensamento estaria em harmonia com as ideias modernas baseadas nos "Princípios de 1789" (isto é, os princípios da Maçonaria, que inspirou a Revolução Francesa) - ou seja: o pluralismo, a igualdade de todas as religiões, a separação da Igreja e do Estado, a liberdade de expressão sem restrições, e assim por diante.

Chegar-se-ia por fim a eleger um Papa vindo destes meios, que levaria a Igreja pelo caminho da "iluminação e renovação". Note-se, desde já, que não estava nos seus planos colocar uma maçom na cadeira de S. Pedro. O seu objetivo era criar as condições que acabariam por produzir um Papa e uma hierarquia conquistados pelas ideias do catolicismo liberal, "ao mesmo tempo que se consideravam católicos fiéis."

Estes dirigentes católicos liberalizados deixariam de se opor às ideias modernas da Revolução (ao contrário dos Papas de 1789 a 1958, que condenaram de forma unânime estes princípios liberais), mas, pelo contrário, amalgamá-los-iam à Igreja ou "batizá-los-iam" para os colocarem dentro da Igreja. O resultado final seria um clero e um laicado católicos que marchariam soba a bandeira da "iluminação", pensando ao mesmo tempo estarem a marchar sob a bandeira das chaves apostólicas.

Certamente com a "Permanent Instruction" no pensamento, o Papa Leão XIII em "Humanum Genus" exortou os dirigentes católicos: "arrancai à Maçonaria a máscara com que ela se cobre, e fazei-a ver tal qual é". A publicação destes documentos da Alta Vendita era um meio de "arrancar a máscara".

Para que não se diga que nós interpretamos mal a "Permanent Instruction", vamos agora citá-la extensamente. O que se segue não é a "Instruction" completa, mas a seção mais relevante como prova. Lê-se no documento:

O Papa, qualquer que ele seja, não virá às sociedades secretas; compete às sociedades secretas dar o primeiro passo em direção à Igreja, para conquistar ambos. 

A tarefa que vamos empreender não é trabalho de um dia, ou de um mês, ou de um ano; pode durar vários anos, talvez um século; mas nas nossas fileiras o soldado morre e a luta continua.

Não tencionamos atrair os Papas à nossa causa, fazê-los neófitos dos nossos princípios, propagadores das nossas ideias. Isso seria um sonho ridículo; e se acontecesse que Cardeais ou prelados, por exemplo, quer por sua livre vontade ou de surpresa, entrassem em parte dos nossos segredos, isso não seria de modo nenhum um incentivo para desejar a sua elevação à Cadeira de Pedro. Essa elevação arruinar-nos-ia. Só a sua ambição levá-los-ia à apostasia, e as necessidades do poder forçá-los-iam a sacrificar-nos. O que devemos desejar, o que devemos procurar e esperar, tal como os judeus esperam pelo messias, é um Papa conforme às nossas necessidade (...)

Com isto marcharemos com mais segurança para o assalto à Igreja do que com panfletos dos nossos irmãos em França e até do que com o ouro da Inglaterra. Quereis saber a razão? É que com isto, para despedaçar a grande rocha em que Deus erigiu a Sua Igreja, já não precisamos de vinagre anibaliano, ou de pólvora, ou mesmo das nossas armas. Temos o dedo mínimo do sucessor de Pedro comprometido nesta empresa, e este dedinho vale tanto, para esta cruzada, como todos os Urbanos II e todos os São Bernardos da Cristandade.

Não temos dúvidas de que chegaremos a este fim supremo dos nossos esforços. Mas quando? Mas como? O desconhecido ainda não foi revelado. Contudo, visto que nada nos irá desviar do plano estabelecido e, pelo contrário, tudo tenderá para ele, como se já amanhã o trabalho que mal foi esboçado fosse coroado de sucesso, desejamos, nesta Instrução, que se manterá secreta para os simples iniciados, dar aos dignitários na chefia da Suprema Vendita alguns conselhos em forma de instrução ou memorando, conselhos esses que eles deverão imbuir em todos os irmãos (...)

Ora bem, para assegurarmos um Papa com as características desejadas, é preciso, em primeiro lugar, medela-lo (...) (e,) para este Papa, uma geração digna do reinado que sonhamos. Pode de parte os velhos e os de idade madura; dedicai-vos aos jovens e, sendo possível, até às crianças (...) conseguireis sem grande custo uma reputação de bons católicos e de puros patriotas. 

Esta reputação dará acesso à nossa doutrina entre os jovens Clérigos, assim como entrará profundamente nos mosteiros. Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do Sumo Pontífice, será chamado a escolher o novo Pontífice que há de reinar. E este Pontífice, tal como a maioria dos seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que vamos começar a pôr em circulação. É um grãozinho de mostarda preta que vamos confiar à terra; mas o sol da justiça desenvolvê-lo-á ao mais alto poder, e vereis um dia que rica colheita esta sementinha produzirá.

No caminho que estamos a traçar para os nossos irmãos, há muitos grandes obstáculos a conquistar, dificuldades de mais do que um gênero para dominar. Eles triunfarão sobre aqueles pela experiência e pela clarividência; mas o objetivo é de tal esplendor que é importante abrir todas as velas ao vento para o alcançar. Se quereis revolucionar a Itália, procurai o Papa cujo retrato acabamos de esboçar. Se quereis estabelecer o reino dos escolhidos no Trono da Prostituta da Babilônia, fazei com que o Clero marche sob a vossa bandeira, enquanto acredita que está a marchar sob a bandeira das Chaves Apostólicas. Se quereis fazer desaparecer o último vestígio dos tiranos e opressores, deitais as vossas redes como Simão Bar-Jona; deitai-as nas sacristias, nos seminários e nos mosteiros em vez de as deitardes no fundo do mar; e, se não vos apressardes, prometemo-vos uma pescaria mais miraculosa que a dele. O pescador de peixes tornou-se pescador de homens; colocareis amigos à volta da Cadeira Apostólica. Tereis pregado uma revolução de tiara e de capa, marchando com a Cruz e o Estandarte; uma revolução que só precisará de ser um pouco instigada para incendiar os quatro cantos do mundo. 

II. A aliança entre a Maçonaria e o Comunismo.

Note-se que, ao combater por estes objetivos, os maçons eram camaradas de luta dos comunistas, que conspiravam com eles para derrubar a Igreja e o Estado. Como o Papa Leão XIII observou na "Humanum Genus" (1884), a sua encíclica monumental sobre a ameaça que representavam as sociedades maçônicas:

"Sim, esta mudança, esta subversão, é planeada deliberadamente e apresentada por muitas associações de comunistas e socialistas; e estas manobras a seita dos maçons não é hostil, mas, pelo contrário, favorece muito os seus desígnios, e partilha com elas as suas opiniões principais".

Como viemos a saber de numerosas testemunhas independentes, a infiltração comunista da Igreja começou cedo, na década de 1930. O próprio Lênin (fundador do Comunismo russo) declarou nos anos 20 que infiltraria a Igreja Católica, particularmente o Vaticano. A evidência histórica quanto a isto foi recentemente sumarizada no venerável periódico "Christian Order":

Douglas Hyde, ex-comunista e célebre convertido, revelou há muito tempo que nos anos 30 as chefias comunistas enviaram uma diretiva à escala mundial sobre a infiltração da Igreja Católica. E no início da década de 50, a Sra. Bella Dodd também deu informações pormenorizadas sobre a subversão comunista da Igreja. Falando como antiga funcionária de destaque do Partido Comunista Americano, a Sra. Dodd disse: "Nos anos 30 pusemos mil e cem homens no sacerdócio para destruir a Igreja a partir do seu interior". A ideia era que estes homens se ordenassem e subissem até ocupar posições de influência e autoridade como Monsenhores e Bispos. Uma dúzia de anos antes do Vaticano II, ela declarou o seguinte: "Neste momento estão nos cargos mais altos da Igreja" - onde estavam a trabalhar para conseguir mudanças que enfraquecessem a eficácia da Igreja na sua luta contra o Comunismo. Acrescentou que estas mudanças seriam tão drásticas que "não reconhecerão a Igreja Católica".

Como sublinhou a "Christian Order", a existência de uma conspiração comunista para infiltrar a Igreja foi abundantemente confirmada, não só pelos antigos comunistas Bella Dodd [2] e Douglas Hyde, mas também por desertores soviéticos:

O antigo oficial da KGB Anatoliy Golitsyn, que desertou em 1961 e em 1984 previu com 94% de precisão todos os espantosos acontecimentos ocorridos no Bloco Comunista desde aquela altura, confirmou há vários anos que esta "penetração da Igreja Católica, assim  como de outras igrejas, faz parte da 'linha geral' (isto é, da política imutável) do Partido na luta anti-religiosa". De fato, centenas de documentos passados para o Ocidente pelo antigo arquivista da KGB Vassili Mitrokhin, e publicados em 1999, dizem o mesmo sobre o facto de a KGB cultivar as relações mais cordiais com os católicos "progressistas" e financiar as suas atividades. Um dos órgãos esquerdistas identificados foi a pequena agência de imprensa católica italiana "Adista" que, ao longo de décadas, promoveu todas as causas ou "reformas" post-conciliares imagináveis, e cujo Diretor foi nomeado no "Arquivo Mitrokhin" como um agente assalariado da KGB [3].

A Sra. Dodd, que se converteu à Fé pouco antes de morrer, era assessora jurídica do Partido Comunista dos Estados Unidos. Prestou um depoimento volumoso sobre a infiltração comunista na Igreja e no Estado perante a Comissão Parlamentar de Atividades Anti-Americanas nos anos 50. Como se quisesse penitenciar-se pelo seu papel na subversão da Igreja, a Sra. Dodd fez uma série de conferências na Universidade Fordham e noutros locais durante os anos que precederam o Vaticano II. A "Christian Order" recorda o testemunho de um frade que assistiu a uma dessas conferências no início da década de 50:

Ouvi aquela mulher durante quatro horas e ela pôs-me os cabelos em pé. Tudo o que ela disse cumpriu-se à letra. Pensar-se-ia que ela era a maior profetisa do Mundo, mas ela não era profetisa. Estava apenas a expor, passo a passo, o plano de combate da subversão comunista da Igreja Católica. Ela explicou que, de todas as religiões do mundo, a Igreja Católica era a única temida pelos comunistas, porque era o seu único adversário eficaz. "A ideia geral era destruir, [1] não a Igreja como instituição, mas [2] antes a Fé do povo, e [3] usar mesmo a instituição da Igreja, se possível, para destruir a Fé por meio da promoção de uma pseudo-religião, qualquer coisa parecida com o Catolicismo mas que não era a autêntica doutrina". Logo que a Fé fosse destruída - explicou ela "introduzir-se-ia na Igreja um complexo de culpa". (...) Para classificar a "Igreja do passado" como opressiva, autoritária, cheia de preconceitos, arrogante ao afirmar-se como única possuidora da verdade (Discurso comprado também pelos ateus, evangélicos, pagãos, wiccanos, democratas ...), responsável pelas divisões das comunidades religiosas através dos séculos. Isto seria necessário para que os responsáveis da Igreja, envergonhados, adotassem uma "abertura ao mundo" e uma "atitude mais flexível para com todas as religiões e filosofias". Os comunistas explorariam então esta abertura para enfraquecer insidiosamente a Igreja. (Para tal, antes implementaram a "ditadura da tolerância" para que a Igreja e seus fiéis baixassem a guarda, não se defendessem.)

REFERÊNCIAS:

[1]. Os textos [I] e [I] foram extraídos do livro "O Derradeiro Combate do Demônio", compilado e editado pelo padre Paul Kramer. The Missionary Association: Buffalo, New York, 2003 (Edição impressa portuguesa). O texto [I] consta nas pp. 34-38 e o [II] nas pp. 43-44. Os destaques, as observações entre colchetes e as referências são minhas.
[2]. Sobre o testemunho de Bella Dodd, leia: "A exposição do Comunismo de Bella Dodd", Henry Makow. Trad. Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/06/exposicao-do-comunismo-de-bella-dodd.html]; "School of Darkness: Escola da Escuridão", Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/10/school-of-darkness-escola-da-escuridao.html].
[3]. Dos desertores soviéticos, o depoimento de Ion Mihai Pacepa é importantíssimo. O graduado oficial do serviço de inteligência da Romênia comunista mostra como a KGB criou a Teologia da Libertação para infiltrar-se dentro da Igreja Católica e instrumentalizá-la sobretudo na América Latina. Leia: PACEPA, Ion Mihai. "A KGB criou a Teologia da Libertação" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/01/a-kgb-criou-teologia-da-libertacao.html]. Tradução do Capítulo "Liberation Theology" (15), que é parte do livro "Disinformation": former spy chief reveals secret strategis for undermining freedom, attacking religion, and promoting terrorism" (WND Books: Washington, 2013); "As raízes secretas da teologia da libertação". Trad. Ricardo R. Hashimoto. Mídia Sem Máscara, 11 de maio de 2015 [http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/15820-2015-05-11-05-32-01.html]; "A Cruzada religiosa do Kremlin". Trad. Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/04/a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html]; "Ex-espião da União Soviética: Nós criamos a Teologia da Libertação", ACIDigital, 11 de Maio de 2015 [http://www.acidigital.com/noticias/ex-espiao-da-uniao-sovietica-nos-criamos-a-teologia-da-libertacao-28919/].

ARTIGOS RECOMENDADOS:

BRAGA, Bruno. "Para além das aparências" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/03/para-alem-das-aparencias.html].

Departamento de Estado dos Estados Unidos. Washington. D.C. "Ações ativas soviéticas: The Christian Peace Conference".  Trad. Bruno Braga. [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/07/christian-peace-conference-disseminacao.html].

NORRIS, Brian. "Crítica do "Christian Peace Conference". Trad. Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/07/critica-do-christian-peace-conference.html].

Fonte: http://b-braga.blogspot.com.br/2016/05/a-alianca-entre-maconaria-e-o-comunismo.html

Leia também "O Anticristo marcha (1/3)":
http://desatracado.blogspot.com/2017/06/o-anticristo-marcha-13.html

"O Anticristo marcha (3/3)":
https://desatracado.blogspot.com.br/2017/06/o-anticristo-marcha-33.html

Abraços

O Anticristo marcha (1/3)

A KGB criou a Teologia da Libertação

Tradução do capítulo 15: "Liberation Theology", que é parte do livro "Disinformation: former spy chief reveals secret strategis for undermining freedom, attacking religion, and promoting terrorism" (WND Books: Washington, 2013) - escrito por Ion Mihai Pacepa e Ronald J. Rychlak.
Tradução de Bruno Braga.

       

Krushchev queria entrar para a história como o líder soviético que exportou o Comunismo para o continente americano. Em 1959, ele foi capaz de instalar os irmãos Castro em Havana, e logo o meu serviço de inteligência estrangeiro envolveu-se na ajuda dos novos governantes comunistas de Cuba para exportar a revolução por toda a América Latina (NT1). Não funcionou. Diferentemente da Europa, a América Latina daquele tempo não havia sido picada ainda pelo besouro marxista (Em 1967, Che Guevara, uma marionete de Castro, foi executado na Bolívia após falhar no plano de acender a guerrilha naquele país).

Nos anos 1950 e 1960, a maior parte dos latino-americanos era pobre, camponeses devotos que tinham aceitado o "status quo", e Krushchev estava certo de que eles poderiam ser convertidos ao Comunismo através de uma manipulação maliciosa da religião. Em 1968, a KGB foi capaz de dirigir um grupo de bispos esquerdistas sulamericanos na realização de uma conferência em Medellín, na Colômbia. Atendendo a uma requisição da KGB, meu DIE [NT2] forneceu assistência logística aos organizadores. O propósito oficial da conferência era ajudar a eliminar a pobreza na América Latina. O objetivo não declarado era legitimar o movimento religioso criado pela KGB apelidado "teologia da libertação", que tinha o propósito secreto de encorajar o pobre da América Latina a se rebelar contra a "violência da pobreza institucionalizada" gerada pelos Estados Unidos [1].

A KGB tinha uma inclinação por movimentos de "libertação". Organização para a "Libertação" da Palestina (OLP), o Exército de "Libertação" Nacional da Colômbia (ELN) [NT3], o Exército de "Libertação" Nacional da Bolívia foram apenas alguns dos movimentos de "libertação" nascidos da KGB. A Conferência de Medellín endossou a Teologia da Libertação e os delegados a recomendaram ao Conselho Mundial de Igrejas (CMI) [NT4] para aprovação oficial. O CMI, sediado em Genebra e representando a Igreja Ortodoxa Russa e outras pequenas denominações em mais de 120 países, já estava sob o controle do serviço de inteligência internacional soviético. Politicamente, hoje ainda permanece sob o controle do Kremlin por meio de muitos sacerdotes ortodoxos que são proeminentes no CMI e ao mesmo tempo agentes da inteligência russa. O padre Gleb Yakunin, dissidente russo que foi membro da "Duma" russa de 1990 a 1995, e que rapidamente teve acesso oficial aos arquivos da KGB, disponibilizou uma grande quantidade de informações através de relatórios clandestinos [NT5], identificando os padres ortodoxos que eram agentes e descrevendo a influência deles nas questões do CMI [2]. Por exemplo, em 1983, a KGB enviou 47 agentes para participarem da Assembléia Geral do CMI em Vancouver, e no ano seguinte a KGB creditou à utilização desses agentes no comitê de seleção do CMI para articular a eleição do homem certo para a Secretaria-Geral [3].

O Secretário-Geral do Conselho Mundial de Igrejas, Eugene Carson Blake - um ex-presidente do Conselho Nacional de Igrejas nos Estados Unidos - endossou a Teologia da Libertação e a tornou parte da agenda do CMI. Em Março de 1970 e Julho de 1971, os primeiros congressos católicos sul-americanos dedicados à Teologia da Libertação aconteceram em Bogotá.

O Papa João Paulo II, que havia experienciado o desastre comunista diretamente, denunciou a Teologia da Libertação na Conferência do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), realizada em Puebla, México, em Janeiro de 1979: "Essa concepção de Cristo como figura política, um revolucionário, como o subversivo de Nazaré, não se coaduna com o catecismo da Igreja" [4]. Em quatro horas uma refutação do discurso do Papa - em vinte páginas - cobria o chão do evento. O Cardeal López Trujillo, organizador da Conferência, explicou que a refutação era produto de "uns 80 marxistas libertacionistas de fora da Conferência dos Bispos" [5]. Eu me lembro que o DIE romeno tinha sido prontamente parabenizado pela KGB por ter fornecido apoio logístico a esses libertacionistas.

Em 1985, o Conselho Mundial de Igrejas - comandado pela KGB - elegeu o seu primeiro Secretário-Geral, que era um marxista declarado: Emilio Castro. Ele tinha sido exilado do Uruguai por causa do seu extremismo político; porém, ele conduziu o CMI até 1992. Castro promoveu fortemente a criação da KGB - a Teologia da Libertação - que hoje está produzindo fortes raízes na Venezuela, na Bolívia, em Honduras e na Nicarágua. Nesses países, os camponeses têm apoiado os esforços dos ditadores marxistas Hugo Chávez, Evo Morales, Manuel Zelaya (agora exilado na Costa Rica) e Daniel Ortega, para transformar os seus países em ditaduras policiais de tipo KGB. Em Setembro de 2008, Venezuela e Bolívia expulsaram - na mesma semana - os embaixadores dos Estados Unidos e apelaram à proteção militar russa.

Embarcações militares e bombardeiros russos estão de volta a Cuba - pela primeira vez desde a crise cubana dos mísseis, em 1962 - e também à Venezuela. O Brasil, a décima maior economia do mundo, entrou também para o grupo do Kremlin com o seu presidente marxista, Lula da Silva. Em 2011, Lula foi sucedido por uma ex-guerrilheira marxista, Dilma Rousseff. No mesmo ano, o recém-eleito Presidente do Peru, Ollanta Humala, correu até Buenos Aires para buscar inspiração na Presidente guerrilheira-marxista do Brasil. Com a inclusão da Argentina, onde a atual Presidente, Cristina Fernández de Kirchner, também está levando o país para o grupo Marxista, o mapa da América Latina aparece, sobretudo, em vermelho. (Convém lembrar que Aloysio Nunes - guerrilheiro junto com Dilma - e FHC também participavam desses grupos marxistas esquerdistas ateus)

Há poucos anos, uma versão negra da Teologia da Libertação começou a crescer entre algumas igrejas radicais-esquerdistas negras nos Estados Unidos. Os teólogos da libertação negra, James Cone, Cornel West, e Dwight Hopkins, declararam explicitamente a preferência pelo Marxismo, porque o pensamento marxista é baseado em um sistema da classe opressora (brancos) (mais heteros e cristãos) contra a classe oprimida (negros) (a lista dos oprimidos não cessa em crescer, e a sociedade/povo/país cada vez mais dividido e se odiando, ordo ab chao), e para o qual se vê apenas uma solução: a destruição do inimigo. James Cone explica:

"A teologia negra aceitará somente o amor de Deus que participa da destruição do inimigo branco. O que nós precisamos é do amor divino tal como é expresso no Black Power, que é a força do povo negro para destruir aqui e agora e por quaisquer meios os seus opressores. Se Deus não participar desse trabalho sagrado, nós devemos rejeitar o seu amor" [6].

A Trinity United Church of Christ - predominantemente negra - é parte desse novo movimento. Seu pastor, o Reverendo Jeremiah Wright, que em 2008 tornou-se conselheiro religioso da campanha presidencial do Senador Barack Obama, ficou famoso, não por gritar "Deus abençoe a América", mas "Deus condene a América!". A campanha presidencial do Senador Barack Obama desculpou-se pela língua solta do Reverendo Wright. No entanto, até Junho de 2011, o mesmo Reverendo Wright estava percorrendo os Estados Unidos para pregar, em igrejas negras abarrotadas, que "o Estado de Israel é ilegal, genocida", e que "equiparar o Judaísmo ao Estado de Israel é equiparar o Cristianismo a Flavor Flav [rapper]" [7].

Obama, claro, estava então na Casa Branca.
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Nos anos 60, Che Guevara tornou-se uma espécie de ícone para o movimento da Teologia da Libertação. Naquele tempo, a popularidade do Kremlin estava muito baixa. A repressão brutal dos soviéticos contra a insurreição húngara de 1956 e a instigação que eles promoveram na crise dos mísseis em Cuba, em 1962, causou repugnância no mundo, e todo governante do bloco soviético tentou livrar a cara à sua própria maneira. Krushchev substituiu a "imutável" teoria marxista-leninista da revolução proletária mundial pela política de coexistência pacífica, fingindo ser um defensor da paz. Alexander Dubcek apostou em um "socialismo com um rosto humano", e Gomulka em "deixar a Polônia ser Polônia". Ceausescu anunciou sua independência de Moscou e se apresentou como um "maverick" entre líderes comunistas.

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A Cuba dos irmãos Castro, que temia qualquer tipo de libertação, decidiu que seria mais simples revestir o seu comunismo com uma romântica fachada revolucionária. Eles escolheram Che como garoto-propaganda porque ele já tinha sido executado na Bolívia - país aliado dos Estados Unidos; depois de fracassar na tentativa de incendiar a guerrilha, ele poderia ser pintado como mártir do imperialismo americano. A KGB imediatamente ofereceu apoio. O DIE romeno, que naquela época gozava de relações estreitas com seu congênere cubano, o DGI, recebeu ordens para também dar uma mão, e me colocou diretamente no projeto [8].

A "Operação Che" foi lançada com o livro "Revolução na Revolução" [NT6], uma cartilha para insurreições de guerrilha comunista e que elevava Che aos céus. O autor, o terrorista francês Régis Debray, foi um agente da KGB altamente conceituado [9]. Em 1970, os irmãos Castro aceleraram a santificação de Che. Alberto Korda, um oficial do serviço de inteligência de Cuba que trabalhava disfarçado como fotógrafo no jornal cubano "Revolución", produziu uma foto romantizada de Che. O agora famoso Che, com cabelo longo e cacheado, vestindo uma boina revolucionária com uma estrela, e olhando diretamente nos olhos do observador, inundou o mundo desde então [10].

A foto de Che tornou-se o logotipo do épico filme de Steven Soderbergh - "Che", lançado em 2009, com 4 horas de duração e em língua espanhola - que retrata um sádico assassino que dedicou sua vida para colocar a América Latina no grupo do Kremlin como um "verdadeiro revolucionário sob a perspectiva do seu martírio".

Até o dramaturgo que recebeu os créditos por escrever a peça que difamou o Papa Pio XII - "The Deputy" - foi recrutado para o esforço de promover Che. A revista "Time" publicou em Outubro de 1970: "Atualmente, Che aparece toda tarde em uma nova peça, 'The Guerrillas', do dramaturgo alemão Rolf Hochhuth". Na peça, "um jovem senador nova-iorquino, que também é líder de um movimento clandestino americano estilo-Che, pede a Guevara que ele abandone sua batalha na Bolívia. Che se recusa. 'Minha morte aqui - em um juízo calculado - é a única vitória possível', diz ele. 'E devo deixar uma marca'" [12]. Além de promover os interesses da KGB, a peça também acusou os Estados Unidos de ser um assassino político e racista.

A KGB também contribuiu para fantasiar um diário que Che manteve durante os seus anos como estudante e transformá-lo em um livro-propaganda, "Das Kapital Meets Easy Rider", depois renomeado "Diários de Motocicleta" [NT7]. Hoje Che é um ícone do movimento da Teologia da Libertação e da Teologia da Libertação negra.

Durante o período da eleição presidencial de 2008, a emissora Fox de Houston transmitiu um vídeo dos voluntários em um escritório da campanha Obama naquela cidade. As paredes estavam enfeitadas com uma grande foto de Che sobreposta a uma bandeira cubana [13]. Obama seguiu por quase vinte anos a igreja da teologia da libertação negra do Reverendo Wright em Chicago.

Raúl Castro uma vez se vangloriou dizendo para mim: "Che é o nosso maior sucesso público".

NOTAS: 

[1] Cf. Koehler, 26.
[2] Gleb Yakunin, "Wikipedia", [http://en.wikipedia.org/wiki/Gleb_Yakunin].
[3] Keith Armes. "Chekists in Cassocks: The Orthodox Church an the KGB".[http://www.spiritoftruth.org/orthodoxchurch.pdf].
[4] "Reaction within the Catholic Church" [http://en.wikipedia.org/wiki/Liberation_theology].
[5] Ibid.
[6] James H. Cone, "A Black Theology of Liberation" (New York: Orbis Books, 1990), pág. 27.
[7] Marta H. Mossburg, "Reverend Wright brings his anti-American crusade to Baltimore", The Baltimore Sun, 21 de junho de 2011 (Edição online).
[8] Cf. Humberto Fontova, "Fidel: Hollywood´s Favorite Tyrant" (Regnery Publishing, Inc. 2005).
[9] Debray inicialmente lecionou na Universidade de Havana, na Cuba dos Castro. Depois tornou-se assessor do Presidente socialista francês François Mitterrand. Debray dedicou sua vida a exportar o Comunismo estilo-cubano pela América Latina, mas em 1967 uma unidade das forças especiais bolivianas - treinada pelos Estados Unidos - o capturou junto com todo o bando guerrilheiro de Che. Che foi condenado à morte e executado por terrorismo e assassinato em massa. Debray foi condenado a 30 anos de prisão, mas foi solto depois de três anos após a intervenção do filósofo francês Jean Paul Sartre. Em fevereiro de 2003, Debray publicou "The French Lesson" no New York Times (que o descreveu como "ex-assessor do Presidente François Mitterrand", mas omitiu o fato de que ele passou anos na cadeia por terrorismo). Régis Debray, "The French Lesson", New York Times, 23 de fevereiro de 2003 (Edição online).
[10] A foto de Che foi originalmente lançada no mundo por um agente da KGB disfarçado de escritor - I. Lavretsky, livro "Ernesto Che Guevara", editado pela KGB. I. Lavretsky, "Ernesto Che Guevara" (Moscow: Progress Publishers, 1976). A KGB deu à foto o título de "Guerrillero Heroico" e a espalhou pela América do Sul - área de influência de Cuba. Giangiacomo Feltrinelli, um milionário editor italiano, e comunista romanticamente envolvido com a KGB, inundou o resto do mundo com a foto de Che em posters e camisas. De um dia para o outro o terrorista Che tornou-se um ídolo esquerdista internacional. Feltrinelli virou terrorista, e morreu enquanto plantava uma bomba nos arredores de Milão, em 1972.
[11] A. O. Scott, "Saluting the Rebel Underneath the T-Shirt", New York Times, 12 de dezembro de 2008; Humberto Fontova, "Fidel: Hollywood´s Favorite Tyrant" (Regnery Publishing, Inc. 2005).
[12] "World: Che: A Myth Embalmed in a Matrix of Ignorance", Time, 12 de outubro de 1970.
[13] Humberto Fontova, "Che Guevara and the Obama Campaign", Human Events, 18 de fevereiro de 2008 [http://www.humanevents.com/2008/02/18/che-guevara-and-the-obama-campaign/].

NOTAS DO TRADUTOR: 

[NT1] Pacepa foi general da "Securitate" - a polícia secreta da Romênia comunista.
[NT2] Serviço de Inteligência Internacional da Romênia.
[NT3] No texto original a sigla entre parênteses é "FARC".
[NT4] World Council of Chuches (WCC)
[NT5] " 'samizdat' reports".
[NT6] "Revolution in Revolution".
[NT7] "The Motorcycle Diary".

Fonte: http://b-braga.blogspot.com.br/2015/01/a-kgb-criou-teologia-da-libertacao.html

Leia também "O Anticristo marcha (2/3)":
https://desatracado.blogspot.com.br/2017/06/o-anticristo-marcha-23.html

"O Anticristo marcha (3/3)":
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Abraços