terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Os vários pedidos de Paz de Hitler

Muitos governos, professores (sic), historiadores (sic) e jornalistas (sic) repetem milhares de vezes certas mentiras até que elas se tornem uma verdade aos incautos e incultos como eles próprios em muitos casos são. Uma delas é a acusação de Hitler ser belicoso e querer dominar o mundo como falseou o judeu e maçom Charles Chaplin no seu fake movie "O Grade Ditador". Porém, a verdade é frustrante para muitos e vergonhosa para outros que se dizem profissionais da informação e sem coragem de assumir os erros.

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Abaixo segue a relação de ofertas de Paz de Hitler que os "mocinhos" rechaçaram sem dar explicações pelas insistentes recusas. Devemos notar que essas propostas de Paz de Hitler são ainda hoje desavergonhadamente ocultadas pelos "mocinhos democratas", profissionais da informações e outros pseudo paladinos da liberdade de expressão. A lista abaixo desafia totalmente a narrativa oficial imposta desde o final da 2ª Guerra.

PRIMEIRA OFERTA DE PAZ:
17 de maio de 1933

SEGUNDA OFERTA DE PAZ: 
18 de dezembro de 1933

TERCEIRA OFERTA DE PAZ:
21 de maio de 1935


"Britain scorns peace offer by Hitler"
Tradução: "Grã-Bretanha despreza oferta de paz de Hitler"

QUARTA OFERTA DE PAZ:
31 de maio de 1936

QUINTA OFERTA DE PAZ:
30 de setembro de 1938

SEXTA OFERTA DE PAZ: 
6 de dezembro de 1938


"Hitler's "let's be friends" plea to world."
Tradução: "Hitler suplica ao mundo: "Vamos ser amigos"

SÉTIMA OFERTA DE PAZ: 
agosto de 1939, dias antes da invasão à Polônia

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"Hitler Gives 16 Point Peace Plan"
Tradução: "Hitler concede (à Polônia) um plano de paz com 16 pontos"

OITAVA OFERTA DE PAZ: 
6 de outubro de 1939.

Essa foi uma oferta de paz mundial feita 35 dias após Inglaterra e França declararem guerra contra a Alemanha por ter invadido a Polônia em 1º de setembro de 1939.

Em 17 de setembro, a URSS após também invadir a Polônia, as duas nações não lhe declararam guerra. Hoje sabe-se devido a documentos tornados desclassificados, que houve um obscuro e traiçoeiro acordo entre os dois maçons Churchill e Stalin, que poderia invadir a Polônia que ela não lhe declararia guerra. As potências Aliadas (parece nome de loja maçônica) ignominiosamente ignoraram e guardaram silêncio sobre todas as súplicas e ofertas de paz de Hitler.

NOVA OFERTA DE PAZ: 
julho de 1940.

Hitler tomou novamente a iniciativa de encerrar a guerra após a queda da França em junho de 1940. Em um discurso de vitória no Reichstag em 19 de julho de 1940, Hitler declarou que nunca tinha sido sua intenção destruir ou mesmo prejudicar o Império Britânico. Hitler fez uma oferta geral de paz nas seguintes palavras: "Nesta hora, sinto que é meu dever diante de minha consciência recorrer mais uma vez à razão e ao bom senso na Grã-Bretanha tanto quanto em outros lugares. Considero-me em posição de fazer esse apelo, já que não sou o vencedor, implorando favores, mas o vencedor,  falando em nome da razão. Não vejo razão para que essa guerra continue."

O discurso acima os alemães traduziram para o inglês e impressos em milhares de panfletos (imagem abaixo), depois jogados pelos aviões alemães sobre a população britânica. Nele, no discurso, estavam explicados as razões porque Hitler fez o que fez, as perversidades do Tratado de Versalhes, etc. Mas nada sensibilizava o povo britânico, queriam guerra.


"A last appeal to reason by Adolf Hitler. Speech before the Reicstag, 19 July, 1940."
Tradução: "Um último apelo à razão por Adolf Hitler. Discurso diante do Reichstag, 19 de julho de 1940." Aqui o texto completo em inglês:
http://www.ibiblio.org/pha/policy/1940/1940-07-19b.html

Em 22 de julho de 1940, a Grã-Bretanha rejeitou oficialmente a oferta de paz de Hitler. E Hitler ficou sem opção.

Além das ofertas de Hitler acima, houveram outras propostas por Benito Mussolini, o Papa e diplomatas de várias nações, todas foram "democraticamente" recusadas pelos aliados, que por coincidência, eram todos governos maçons.

Alan Clarke, ajudante de defesa de Margaret Thatcher, acredita que apenas a obsessão de Churchill por Hitler e a "determinação obstinada em manter a guerra" impediram que ele aceitasse a oferta da Alemanha de terminar a guerra em 1940: "Houve várias ocasiões em que um líder racional poderia obter da Alemanha termos excelentes, primeiro razoáveis ​​e depois excelentes. Hitler realmente ofereceu paz em julho de 1940 antes do início da Batalha da Grã-Bretanha. Após a vitória da RAF, os termos alemães ainda estavam disponíveis, agora pesados. mais a favor da Grã-Bretanha." 

Em 5 de dezembro de 1940, Hitler expressou sua perplexidade ao explorador sueco Sven Hedin (*) sobre a recusa da Grã-Bretanha em aceitar suas ofertas de paz. Hitler sentiu que havia repetidamente estendido a mão da paz e da amizade para os britânicos, e cada vez que eles negavam seus olhos em resposta. Hitler disse: "A sobrevivência do Império Britânico também é do interesse da Alemanha, porque se a Grã-Bretanha perde a Índia, não ganhamos nada com isso." 

Você aprende isso na escola?

(*) Sven Hedin (primeiro à esquerda) conheceu Adolf Hitler durante as Olimpíadas de Berlim em 1936. O explorador sueco explorou os últimos pontos brancos no mapa da Ásia Central. Hitler era um grande admirador de Hedin, e era mútuo, o que levou Hedin a viver a última parte de sua vida na Suécia relativamente despercebido.
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Abraços

sábado, 22 de fevereiro de 2020

República Federativa Brasileira dos Rothschild

Proclamação da República Brasileira dos Rothschild

Desde o Primeiro Império, o Brasil é governado pelos Rothschild em conjunto com os ruralistas.

Esse texto indica como o Império se endividava.

Quando o II Império começou a industrializar-se com Dom Pedro II e Mauá, os ruralistas escravagistas atuaram para tomar o Império.

Primeiramente, Mauá obteve empréstimos do Barão Lionel de Rothschild, posteriormente foi boicotado. Muitos dos seus navios produzidos foram roubados pelas frotas inglesas e suas indústrias queimadas.

Entra, então o período da República com a edição de vários decretos que contraiam dívidas com o "Rothschild And Sons" Bank.

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A POLÍTICA FINANCEIRA DA PRIMEIRA REPÚBLICA DO BRASIL (1889-1930)
Por Rodrigo De Lima, Mestre em História Social pela Pontífica Universidade Católica de São Paulo ( 2006)

Introdução

O século XIX foi decisivo na formação da institucionalização das finanças do Brasil. Na formação institucional do Estado brasileiro, uma fixação de metas de arrecadação pecuniária passou a captar os saldos financeiros da incipiente indústria e comércio.

O Império garantiu, através do Poder Moderador da Constituição de 1824, a criação do Banco do Brasil, que passou a operar as relações financeiras do país, inclusive aquelas ligadas à representação diplomática nas negociações internacionais como questão de Estado. O controle do Império sobre as finanças e sobre o Banco do Brasil conjugou a expansão dos negócios públicos, operacionalizando a formação das instituições administrativas em comunhão aos interesses de investidores particulares. Desta forma, foram instauradas recompensas financeiras como parte da política de juros do Império, agregadas aos títulos de investimento emitidos pelo Banco do Brasil. O Primeiro Reinado configurou-se e consolidou-se com sólidas relações creditícias advindas de Portugal, as quais possibilitaram ao Brasil uma formação internacional fortemente marcada pela tradição das principais praças financeiras.

O primeiro empréstimo brasileiro, realizado em 7 de setembro de 1824, envolveu autoridades diplomáticas, militares (?!) e do Conselho Imperial, de posse e controle sobre as movimentações do Banco do Brasil. Essas autoridades protagonizaram propostas e conceitos sobre o desenvolvimento econômico do país, bem definidos no papel plenipotenciário do diplomata Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa e de Felisberto Caldeira Brant, futuramente nomeado Marquês de Barbacena. Esse primeiro empréstimo foi explicado por Octavio Tarquínio de Sousa como uma negociação do governo absoluto e que comprovaria um sistema de governo para enfrentar as exigências internacionais.

A centralização e o controle do Banco do Brasil pelo Conselho de Estado estimularam queixas contra o Império no tocante à política de concessão de contratos e também à baixa taxa de retorno financeiro para os investimentos depositados em custódia. O apoio veio de produtores nacionais que passaram a exigir melhores condições de competição com o mercado internacional e, sobretudo, o aprimoramento das políticas de crédito aos particulares. Tais produtores oriundos das Províncias atuaram na transição do Primeiro para o Segundo Reinado, estimulando o estabelecimento de uma nova classe econômica alicerçada nas propostas de reforma liberal, e como instrumento de limitação ao Poder Moderador. O liberalismo brasileiro atuou diretamente na Constituição de 1824, sempre interpretando formas de disciplinar o Poder Imperial pelo Poder Legislativo. Deputados Federais como Paula Sousa, Marquês de Monte Alegre e Honório Hermeto Carneiro Leão formaram coro e atuaram no combate à centralização de governo, com o objetivo de consolidação da abertura política, sustentada na defesa do parlamentarismo como forma de Estado para o Brasil. Ainda assim, não foi possível impedir a realização do Tratado de 1855, em que se estabeleceu a família inglesa (sic) Rothschild como representante legítima dos negócios do governo brasileiro, assinalando uma era sobre os negócios exteriores do Brasil por quase 100 anos.

Intervenções financeiras

João Pandiá Calógeras, influente político nas negociações financeiras do Brasil, observou que a formação monetária do país, no início do século XIX, já demonstrava problemas em relação às parcerias internacionais firmadas sobre o incipiente sistema financeiro nacional. Sua densa obra, A Política Monetária do Brasil, aponta que o desenvolvimento econômico do país contou fundamentalmente com a regulagem permanente de investimentos com demais países credores, estabelecidos em um fundo comum preso às deficiências de um sistema desequilibrado de compensações. Para Calógeras, crises em balanço de contas fatalmente comprometeriam o Brasil por conta da relação de déficit de receita sobre despesas e principalmente pela expansão das funções da moeda sempre sobredeterminantes às funções do comércio da própria moeda. Em outras palavras, isso constituía a primeira causa da exportação da moeda nacional, de mais alto valor que sua concorrente, desde que os negócios se estabeleceram em bases comerciais comparáveis ao que se passava no resto do mundo [1].

A falta de acesso público aos créditos financeiros, mais o controle da Junta de Crédito para acordos e empréstimos e a ausência de lastro suficiente de moeda tantas vezes modificada para atender novos critérios de valor – lembrando que a sua estipulação dependia, na maioria dos casos, do volume de despesas do Estado –, aguçaram batalhas entre liberais e conservadores no que se referia a reformas eleitorais, promulgação de leis abolicionistas e ampliação e profissionalização dos efetivos militares. Logo, a formação de blocos políticos para campanhas contra a monarquia no Brasil passou a tomar força e estruturou os debates entre o Partido Conservador e o Partido Liberal. Este último buscou desvencilhar o país das extremas obrigatoriedades e imposições do governo vigente para a realização de projetos de desenvolvimento econômico, e baseados nos princípios republicanos formou campanhas pró-República para o Brasil. Tais campanhas trataram de publicitar outras formas de governo e de Estado, expondo também o desejo dos produtores nacionais em acompanhar a vida financeira do país.

A transição do Império para a República: a crise de postulados

Em relação aos compromissos internacionais, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento da capacidade financeira, o aprimoramento da noção de crédito aconteceu durante o período da Guerra do Paraguai, que, por sua vez, marcou a expansão industrialista do Brasil [2]. Tal Guerra ocasionou profundas consequências na organização das instituições do Estado brasileiro. A primeira delas foi a severa exaltação nacional que imprimiria valor histórico na formação das instituições da República Federativa do Brasil, e pode ser observada em A retirada da Laguna: episódio da Guerra do Paraguai, de Visconde de Taunay [3], em que a distinção entre classes ganha convicções definidas. Dialogando com as correntes do positivismo no Brasil, e em conjunto ao Partido Conservador, o Partido Liberal e a preponderância de militares, como Deodoro da Fonseca, a formação de nichos de desenvolvimento setorizados, por regiões, bem como São Paulo e Minas Gerais, tornou-se inevitável. O desequilíbrio na representatividade política e econômica selou, a priori, os distúrbios na Federação. A modernização do Brasil, voltada à substituição de escravos por imigrantes, e o cultivo de açúcar por uma economia cafeeira acrescentaram um capítulo a mais a essa crise. Havia em curso uma verdadeira avalanche de empréstimos consolidados pelo Império nas Negociações Funding Loan que perdurariam até 2 de março de 1932, quando foi promulgado o Decreto nº 21.113, autorizando a suspensão do pagamento dos juros de determinados empréstimos externos decorrentes da sentença do Tribunal de Haya. Getúlio Vargas considerou que as péssimas condições financeiras do país impossibilitavam o pagamento em moeda estrangeira dos serviços de empréstimos e das responsabilidades do Governo Federal neste campo [4].

Foi imbuído dessa convicção que Tavares Bastos, deputado do Partido Liberal na Câmara, apresentou, por vezes, o problema da centralização do poder político sobre as finanças do Brasil pelo Visconde de Itaborahy. Por sua vez, o Visconde sempre rebateu as críticas asseverando o Poder Moderador da Constituição como único e principal instrumento de promoção do Brasil [5]. A questão principal incidiu sobre o não cumprimento das leis de restrição de emissão de papel moeda, e foi a maior contenda entre Liberais e Conservadores. O monopólio ainda formado sobre a política fiscal, mais a falta de acesso público aos créditos financeiros, encorajou os liberais a encampar o Estado e a lutar pela queda da Monarquia [6].

A política financeira da Primeira República

A transição (via golpe de Estado maçônico) do Império para a República, iniciada e determinada por fatores como a forte expressão da burguesia cafeeira no cenário nacional, o recrudescimento do poder do Exército diante da enfermidade e ausência do Imperador Pedro II, e a crença das elites na autoridade civil [7], também não conseguiu evitar que a Comissão de Finanças, equipe formada por autoridades escolhidas pelo Governo Imperial, continuasse a operar empréstimos.

Em meio ao forte nacionalismo propagado em forma de identidade cultural, defendido cultural e regionalmente como símbolo de representação político-partidária; diante também dos desentendimentos a respeito do tipo de modelo de desenvolvimento que o país deveria adotar, a crise desses postulados passou a influir na opinião pública e encontrou forte resistência por parte das classes trabalhadoras que reivindicaram sua representação na composição do centro decisório do país. Assim sendo, uma série de crises sociais advindas de movimentos operários no Rio de Janeiro e em São Paulo romperam a discussão sobre a dificuldade de regularização da República no Brasil, relacionada com problemas de coordenação e formação do poder nacional, como pôde ser assistido na Guerra do Contestado.

A Primeira República atrelou à política da burguesia cafeeira a oligarquia financeira, e também os produtores comerciais, em um sistema jurídico-político ajustado ao modus operandi da economia agroexportadora. Mesmo que o governo mantivesse a representação política, a separação de poderes, a liberdade econômica e a garantia da propriedade privada, conservou-se um fraco desenvolvimento do modelo político-econômico que condenava ao país a dependência de dinheiro oriundo de empréstimos das praças londrinas.

Dentre os presidentes da Primeira República, Campos Sales foi o único a apresentar proposta política de restauração das finanças brasileiras a patamares operacionais. Com efeito, os acontecimentos de 1889 e a reação do Marechal Floriano Peixoto à Revolta da Armada demandaram ao país imensos sacrifícios pecuniários. Baixaram os créditos, havia excesso de papel moeda e o câmbio cobria um quinto da dívida externa consolidada. Ainda assim, Campos Sales, na Europa, tratou de conseguir um novo contrato Funding Loan, autorizando até dez milhões de libras esterlinas para retirar o país da insolvência próxima. Houve naqueles tempos o risco iminente de pedido de moratória internacional pelo Brasil, e que só foi abandonado após a assinatura de um novo contrato de empréstimo para a retirada de circulação de um grande volume de papel-moeda [8]. (e a ciranda usurária escravagista continua até hoje com o agravante de vender estatais estratégicas mui lucrativas com suas megas reservas naturais.)

Durante toda a Primeira República, ao menos 21 contratos transformados em Decretos, Leis e Decretos-Lei foram aprovados pela Câmara dos Deputados no Rio de Janeiro, sempre conferindo aos Rothschild And Sons a representação integral dos planos financeiros externos do Brasil. Os principais Decretos e Leis do período são: Decreto nº 5.551, de 6 de junho de 1905, em que o Ministério da Fazenda contratou os banqueiros N. M. Rothschild And Sons, de Londres, para a emissão de 3 milhões de libras esterlinas. Decreto nº 7.853, de 3 de fevereiro de 1910, que autorizou a contratação dos banqueiros N. M. Rothschild And Sons para o empréstimo de 10 milhões de libras esterlinas. Decreto nº 10.197, de 29 de abril de 1913, que contratou os banqueiros N. M. Rothschild And Sons para celebrar empréstimo de 11 milhões de libras esterlinas com juros de 5% ao ano. Decreto nº 6.664, de 28 de setembro de 1907, em que o Ministro da Fazenda contratou os banqueiros N. M. Rothschild And Sons, de Londres, para o empréstimo de 3 milhões de libras esterlinas. Decreto nº 7.037, de 21 de julho de 1908, em que o Ministro da Fazenda contratou os banqueiros N. M. Rothschild And Sons, de Londres, para o empréstimo de 4 milhões esterlinos. Decreto nº 8.621, de 23 de março de 1911, em que o Ministro da Fazenda contratou os banqueiros N. M. Rothschild And Sons para o empréstimo de £ 4.500.000. Lei nº 2.919, de 31 de dezembro de 1914, em que o Governo brasileiro celebrou com os banqueiros. N. M. Rothschild And Sons o pagamento de juros da dívida externa. Lei nº 2.909, de 31 de dezembro de 1914, em que foi firmado o acordo de Dívida Externa com o contrato de 19 de outubro de 1914, celebrado pelo Governo brasileiro com os Srs. N. M. Rothschild And Sons, para pagamento de juros da dívida externa, em quota especial de amortização do empréstimo externo; e finalmente o Decreto nº 17.235, de 3 de março de 1926, para pagamento na Casa N. M. Rothschild And Sons, por agentes financeiros do Brasil em Londres, de créditos derivados de empréstimos anteriores.

Durante a Primeira República, ocorreu a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, em que o capitalismo e os acordos financeiros internacionais declinaram profundamente, gerando uma corrida jamais vista de troca de títulos por comida. A ruína e o caos econômico espalharam-se pelo mundo e fizeram dos anos 30 os anos da devastação financeira. No caso do Brasil, o baixo preço do café concorreu com a deposição do presidente Washington Luís Pereira de Sousa e com a Revolução de 1930. Foi durante os primeiros anos da década de 1930 que Getúlio Vargas se dedicou à regulação das soluções creditícias do formato Funding Loan, em um sistema administrativo com vistas a sua equalização nas relações internacionais financeiras que passaram a ser empreendidas entre Estados com ações combinadas, especialmente na relação direta com os Estados Unidos de Franklin Delano Roosevelt.

Considerações finais

As relações político-financeiras do Brasil têm se conservado ainda de forma bastante peculiar e resguardadas como questão de Segurança Nacional. A produção historiográfica é escassa e quase inexistente se considerarmos que se trata de uma área de conhecimento ainda não inteligível para o público em geral. A constituição tradicionalista da formação de negócios financeiros do Império até a Primeira República traduz bem que a evolução dos negócios financeiros sempre esteve sob o domínio do Estado (e esse Estado estava sob domínio de quem?!), com monopólio sobre a movimentação das finanças. Assim sendo, acordos financeiros internacionais são protagonizados e formam paradigmas e conceitos sobre o desenvolvimento econômico para o país. Desse modo, do governo Imperial até o término da Primeira República, observa-se que a produção de capitais não chega a registrar mudanças drásticas de agenda, mas de volume na quantidade de empréstimos.

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Há uma vigorosa expansão de negócios realizados entre os mercados financeiros e os Estados, em que a expansão de créditos, a realização futura de gastos de consumo e os investimentos têm produzido uma complexa engenharia financeira. Esta, por sua vez, considera a complicação existente no jogo de forças entre as potências maiores e potências menores, sistematicamente nas estratégias da necessidade de avaliação perceptiva sobre os fenômenos políticos na luta por prestígio internacional, embutidos nos liames da cooperação financeira internacional; do reexame do equilíbrio internacional avalizado também na política internacional; e da necessidade da materialização da política, tacitamente nos problemas de política objetiva, evitando, assim, a aspiração e a recidiva nos contratos de empréstimos.

Referências bibliográficas:

[1] CALÓGERAS, João Pandiá. A Política Monetária do Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1960.
[2]  POMER, Leon. Conflictos em la Cuenca Del Plata. Buenos Aires: Editorial Riesa, 1984.
[3] TAUNAY, Alfredo D'Escragnolle. A retirada da Laguna: episódio da Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1868.
[4] VARGAS, Getúlio. Diário. Apresentação de Celina Vargas do Amaral Peixoto. Rio de Janeiro: Editora Siciliano, 1995.
[5] TAVARES, Bastos. Cartas do Solitário. Rio de Janeiro: Harvard College Library, 1863.
[6] CARONE, Edgar. A Primeira República: 1889-1930. Rio de Janeiro: Difel, 1976.
[7] FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1994.
[8] SALES, Campos. Da Propaganda a Presidência. São Paulo: [S. n.], 1908.
SOUSA, Octavio Tarquínio. História dos Fundadores do Império do Brasil. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1947.

São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1960. págs. 31-46.
Fonte: http://www.historica.arquivoestado.sp.gov.br/materias/materia01/

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O Barão de Mauá, Rothschild e os maçons azuis e vermelhos

Após a aprovação do “Bill Aberdeen” em 1845, até 1º de maio de 1851, os ingleses se apoderaram de 368 embarcações brasileiras, das quais 24 foram destruídas, e as demais incorporadas a Marinha mercante inglesa, e que nunca foram indenizadas ou devolvidas aos seus proprietários. O “Bill Aberdeen” foi um ato unilateral (ditatorial) do parlamento inglês que autorizava a sua Marinha aumentar a repressão às embarcações brasileiras, inclusive em águas nacionais. Os prejuízos eram enormes, “Em quarenta anos de guerra não declarada do Brasil, os ingleses haviam apreendido e destruído cerca de 850 navios de longo curso. Quando o tráfico acabou, a nata da frota mercante brasileira, formada por barcos capazes de realizar viagens entre províncias distantes, fora de embarcações – justamente os que estavam em tão mal estado que os traficantes fugiam delas”.

A ascensão de Irineu Evangelista de Sousa adquire dimensões somente compreensíveis se analisarmos o meio social em que se processou. Instalou em 1846, a primeira empresa de fundição e construção naval no Brasil - a Ponta da Areia (R.J.) - empregando mais de 300 funcionários. Esse estabelecimento iria sofrer, em 1857, um violento incêndio, onde modelos de embarcações foram criminosamente destruídos. (O governo PT também fez um programa de ressurgimento da indústria naval no Brasil 2000-2013, porém, foi sabotado pelo agente maçom da CIA Sérgio Moro e seu golpe de Estado chamado "Lava Jato" [*])

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Para baixar grátis o livro "Ressurgimento da indústria naval no Brasil 2000-2013"
https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_ressurg_da_ind_naval.pdf

Em 1860, tinha acabado de obter o mais invejado reconhecimento da época, o do barão Lionel de Rothschild. Este foi o primeiro a assinar o prospecto de lançamento da The San Paulo (Brazilian) Railway, nome inglês da ferrovia Santos-Jundiaí, além de subscrever pessoalmente mil ações da empresa, dando a Mauá o “status” de empreendedor sério. O barão Rothschild era Zeus no Olimpo econômico do século, e um gesto como esse equivalia a reconhecer Mauá como um dos deuses legítimos.

Segundo Ênio Caldeira Pinto, no livro O Barão de Mauá, “Os maçons ingleses acreditavam em Deus, na defesa do rei e da Constituição, no trabalho de conscientização de cada indivíduo e nas mudanças progressivas – dentro de seu país. Para os outros, pregavam fórmulas bem diferentes, que logo se expandiram. Na década de 1730, maçons ingleses – que certos historiadores diziam estar ligados recém-criado serviço secreto britânico – fundaram o primeiro agrupamento maçônico na vizinha França. Mas, ao atravessar o canal da Mancha, certas crenças acabaram sofrendo modificações. A loja maçônica francesa rezava por outra cartilha, que se difundiria pelo mundo dos adversários da Inglaterra. A vertente para consumo externo, o rito francês ou vermelho pregava a destruição da monarquia, a luta de morte contra o poder estabelecido, o ateísmo e o republicanismo.”

José Bonifácio fundou a versão azul de um órgão central autônomo,o Apostolado. Organizado em torno de “palestras” (equivalentes às “lojas” vermelhas), uma das quais se chamava “Independência ou Morte”, o Apostolado era chefiado por um arconte-rei – o próprio José Bonifácio, que assim detinha o comando formal dos dois ramos maçons. A diferença estava no juramento.

No portfólio dos Rothschild londrinos estavam financiamento da campanha de Wellington, o da Guerra da Criméia, a tomada do canal de Suez pela Inglaterra, as construções de ferrovias na França e na Áustria, a conta de governos como o da Inglaterra, Nápoles e Duas Sicílias e do Brasil. Dezessete anos depois de inaugurada, a primeira grande indústria instalada no Brasil fechava as portas. Para o Barão de Mauá restou um prejuízo de mil contos de réis.

Em 1875 o Barão pediu moratória por três anos e faliu em 1878, ao morrer em 21 de outubro de 1889, embora tivesse perdido todo o seu império industrial, ele conseguiu pagar todas as suas dívidas. Mauá morreu como um homem rico, mas não como o construtor de uma nação.
Fonte: https://institutoparacleto.org/2011/03/04/o-barao-de-maua-rothschild-e-os-macons-azuis-e-vermelhos/

Barão de Mauá pode ter sido uma operação de falsa bandeira dos judeus maçons Rothschild para abocanhar as riquezas e serviços públicos nacionais. Assim, fincaram-se no Brasil não só pela via do sistema financeiro, do qual poderiam facilmente levar um calote, mas garantiram-se com os recursos naturais e impostos sobre serviços públicos essenciais cobrados do povo. Com isso também conseguiram mais poder para chantagear e ditar os rumos dos governos brasileiros. 


A Proclamação da República

Com a proximidade do 15 de novembro, algumas matérias sobre a proclamação da República têm sido veiculadas; com raras exceções, porém, marcadas por cunho político-ideológico, que desnatura a verdade histórica sobre as causas e circunstâncias que cercaram o fato.

Em 1889, a mudança de regime não era uma aspiração popular, o País era maciça e tranquilamente monarquista: o próprio Aristides Lobo, ministro no primeiro gabinete republicano provisório deixou em suas memórias que na manhã de 16 de Novembro o povo acordou “bestificado” pelo advento da República. Aliás, prova disso é que numa Assembléia Geral (o Congresso de hoje) com cerca de 200 membros, só havia dois deputados republicanos, e nenhum senador.

Detalhe que merece atenção, foi a resistência contra a República, ao contrário do que disseminou em contracultura a historiografia oficial do regime: durou muitos meses essa resistência na Bahia e em Minas Gerais; no Sul, houve a Revolução Federalista, ao longo de três anos; sem contar a revolta da Armada, no Rio de Janeiro, comandada pelos almirantes Saldanha da Gama e Custódio de Mello.

Republicanos eram somente os que compunham um restrito grupo de intelectuais, uns também poucos militares de patente inferior, e os fazendeiros de café, escravocratas. Estes, que ano e meio antes já tinham perdido algo de suas fortunas com a libertação dos “semoventes” – os escravos – temiam perder suas terras com as novas providências da monarquia: o Presidente do Conselho de Ministros, Ouro Preto, acabara de chegar da Europa com o apoio internacional para um projeto de total reorganização da economia brasileira, e desse projeto constava uma ampla reforma agrária para assentamento dos escravos libertados em Maio de 1888.

Por isso, por seu apoio à República, os chamados “barões” paulistas do café se tornaram a primeira oligarquia republicana, e assim permaneceriam até 1930. Sempre aliados aos Estados Unidos, que apoiaram discretamente o golpe (vem de longe a intromissão) com a garantia de passarem a deter o monopólio internacional da comercialização do café brasileiro.

Acrescente-se, Deodoro, tão combalido de saúde quanto D. Pedro II, só na véspera fora convencido a aparecer como líder do golpe; e Rui Barbosa, que sempre defendera a monarquia – era Conselheiro do Império, assim como os futuros presidentes da República, Campos Salles e Rodrigues Alves – só aderiu na antevéspera. Outros, como Quintino Bocaiuva e Silva Jardim, arrependeram-se: o primeiro viria a perguntar “por que o povo não cortou a cabeça de todos que contribuíram para a República, inclusive eu”; o segundo suicidar-se-ia, atirando-se à cratera do vulcão Vesúvio, então em erupção.

Não havia queixas contra o Império, ou contra a sucessão pela princesa Isabel (foi expulsa do Brasil pelos maçons por considerarem-na "católica demais"): esta, durante os mais de quatro anos em que por três vezes exercera a regência no lugar do pai, provara ser ponderada e ativa (e por evitar os conselhos de políticos maçons). Igualmente, não havia a propalada resistência contra seu marido, o Conde d’Eu, por ser francês: este naturalizara-se brasileiro ao casar-se, abrindo mão de todas as suas prerrogativas como antigo membro da Família Real da França; e, não se intrometia em assuntos de Estado, que diziam respeito à sua mulher.

Não foi, também, por ser genro de D. Pedro II que o Conde d’Eu foi nomeado marechal: desde a juventude já provara suas qualidades militares no Marrocos, combatendo pela Espanha; a tal ponto que o general comandante das tropas espanholas, durante uma batalha, tirou do seu próprio peito a mais alta condecoração do seu país, e colocou-a no uniforme de Gastão d’Orleans. Igualmente, não foi por ser genro do Imperador que o Conde d’Eu foi nomeado comandante do exército na Guerra do Paraguai, e nem para somente entrar como vencedor em Assunção: o grande Caxias passara mal durante uma missa, pedira para ser substituído, e o Conde d’Eu comandou o exército durante os nove meses restantes da guerra.

Outras queixas, também não havia: o Império era progressista. Foi o segundo país do mundo a ter redes telefônicas, o primeiro a lançar um cabo submarino de comunicações com a Europa; construiu 10.000 quilômetros de estradas de ferro, quando os Estados Unidos sequer haviam adotado esse meio de transporte; inaugurou iluminação pública elétrica, quando Nova Iorque e Washington ainda usavam lampiões a gás ou querosene; tinha as segundas maiores frotas mercante e naval do mundo, ambas com navios construídos no Rio de Janeiro; e, durante seus últimos 40 anos, mantivera a inflação à taxa de 1,58% ao ano, com a moeda brasileira valendo 0,2% mais do que a libra inglesa, que continua valendo US$ 2,46. (A questão é que o Brasil estava se industrializando, e desde o descobrimento foi projetado por essas sociedades secretas para ser mero fornecedor de matérias primas. A Rede Globo lembra todo dia o lugar do brasileiro: na roça, "agro é pop, agro é tech". E o judeu maçom Henry Kissinger dizia: "Não permitiremos um novo Japão ao sul do Equador", tradução: não permitiremos que o Brasil se transforme em potência mundial. Ao que tudo indica, a coroação do confessado projeto de colônia parece ter chegado com Bolsonaro, vice maçom Gen. Mourão e o entreguista Paulo Guedes, todos sipaios da Doutrina Monroe)

A propósito, a diferença salarial era mínima, se comparada aos dias de hoje: o salário de um senador – o mais alto – era apenas dez vezes superior ao mais baixo, o dos balconistas do comércio. Hoje, o salário de um senador ultrapassa R$ 8.500,00, e o salário mínimo é de R$ 180,00.

Em 1889 a escravidão já tinha sido extinta, e não fora um problema brasileiro: França, Espanha, Suécia e outros, inclusive os Estados Unidos – república presidencialista – também a tinham. A propósito, o diplomata inglês Ernst Hambloch, no seu Sua Majestade o Presidente do Brasil, editado na década de 30 do século XX, afirmou que “no Império o cidadão [como tal] progredia lenta, mas seguramente.

No campo internacional, o Brasil era consagrado, incluía-se no que hoje se denomina “Primeiro Mundo”: depois do Papa, D. Pedro II era considerado a maior autoridade moral do planeta (o mundo Ocidental). Inúmeras vezes foi chamado a arbitrar questões entre Estados Unidos, França, Inglaterra e Alemanha. O próprio presidente Abraham Lincoln o convidou para mediar a questão entre o Norte e o Sul, e impedir a Guerra de Secessão, o que foi prejudicado pelo fato de o Sul haver irrompido as hostilidades antes.

Assim, não havia causas a justificar a mudança de regime. Foi acertada, foi errada? As atuais gerações devem concluir melhor. É certo que o ditador venezuelano, ao receber em 16 de Novembro a notícia pelo embaixador brasileiro em Caracas, exultou: “Graças a Deus, acabou-se a única democracia da América do Sul!”. Isto, porque o Brasil era considerado uma verdadeira democracia – o que não agradava ao ditador – e o presidente argentino Bartolomé Mitre dizia que era a “democracia coroada”.

No Equador, também, a reação foi significativa: ao receber em 16 de Novembro a notícia pelo embaixador brasileiro em Quito, o presidente daquela república (um profeta!) disse: “Com certeza, Vossa Excelência espera que eu o congratule. Infelizmente, só posso lhe dar meus pêsames: o Brasil acaba de cometer o maior erro de sua História, e levará muito mais de cem anos para corrigi-lo!”.

Enfim, quais as causas? Basicamente, duas. Em primeiro lugar, o copismo, o espírito de imitação que sempre prejudicou os brasileiros: os intelectuais republicanos o eram, porque “o Brasil era a única monarquia na América do Sul rodeado por repúblicas; logo, para se adequar – e, para seguir o modelo norte-americano, grife da época – precisava ser também uma república!”. Esqueciam-se de que o Brasil era uma ilha de paz, enquanto seus vizinhos eram exemplos de revoluções, golpes de Estado, execuções, carnificinas, guerras civis, atraso, e desprestígio internacional.

Houve a segunda causa, porém, e determinante. Deodoro era amigo de D. Pedro II, que inclusive lhe subsidiara estudos. A conspiração que levou ao golpe não era contra a monarquia, mas contra o gabinete de Ouro Preto; inclusive, o célebre quadro em que o marechal aparece montado a cavalo e com a espada desembainhada, segundo os contemporâneos e testemunhas presenciais, retrata o momento em que o marechal gritava “Viva o Imperador!“. Por isso, na tarde de 15 de Novembro Deodoro preparara uma lista com seis nomes, a fim de que o velho monarca escolhesse um novo presidente do Conselho de Ministros.

Ocorre que em todos os fatos de relevância na História, sempre houve uma mulher, uma saia. Quando Benjamin Constant viu a lista de seis nomes elaborada por Deodoro, segredou ao ouvido do velho militar: “O imperador já tem um nome, é Silveira Martins”.

O que tinha isso a ver com a situação é simples: décadas antes, quando com patente inferior Deodoro servira no Rio Grande do Sul (então São Pedro das Missões), apaixonara-se por uma jovem baronesa viúva, e pretendera conquistá-la; mas, “na parada” estava Silveira Martins, político local, insinuante, voz tronitroante e físico avantajado. Levou a melhor, ganhou a viúva, e desde então Deodoro votou-lhe um ódio de morte. Por isso, nasceu a República.

Hoje, a questão não é mais de república x monarquia, até poderá voltar a ser no futuro. Mas, somente a de verdade histórica x historiografia oficial.

Artigo de Paulo Napoleão Nogueira da Silva, Doutor em Direito Constitucional pela PUC de São Paulo.
Fonte: https://imperiodobrasil.wordpress.com/2012/10/19/a-proclamacao-da-republica/

Se quiserem conhecer um pouco mais do Imperador:
http://www.miniweb.com.br/cidadania/personalidades/pedro_II.html

Então, temos desde sempre a intromissão dessa dinastia Rothschild que suga o nosso país e nos mantêm como "celeiro do mundo" cheio de dívidas.
forum.antinovaordemmundial.com/Topico-proclamação-da-república-brasileira-dos-rothschild

Fonte: https://www.noticiafinal.com.br/2016/11/proclamacao-da-republica-brasileira-dos.html

[*] A Operação Lava Jato pode ter tirado R$ 142,6 bilhões da economia brasileira em 2015, o equivalente a uma retração de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo documento da Subseção do Dieese CNM/CUT e FEM-CUT/SP, divulgado no ano passado. Isso acabou diminuindo a massa salarial, o consumo das famílias, arrecadação de impostos, sem contar as obras paradas, ou seja, impactou e continua impactando a economia como um todo.

Antes da política do desmonte comandada por Temer e dos impactos da Lava Jato na Economia, o Brasil registrou recordes de geração de emprego e renda. Edson lembra que no setor naval, “o auge da empregabilidade foi em 2014, no governo Dilma”.

“Éramos mais de 82 mil trabalhadores diretos, hoje são pouco mais de 20 mil. Ou seja, perdemos mais de 60 mil postos de trabalho depois do golpe”, resume  o dirigente.

Segundo ele, que também é secretário de Administração e Finanças da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM /CUT), a Petrobras, nos governos Lula e Dilma, foi responsável pelo aumento de demanda na construção naval, com as encomendas de fabricação de navios e sondas para atender sua produção.

Edson lembra que antes dos governos Lula e Dilma, o setor naval tinha pouco mais de sete mil trabalhadores. O cenário mudou, segundo ele, porque “Lula tinha um projeto de país, de empregabilidade”.
(...)
O Estaleiro Ecovix , no Rio Grande (RS), envolvido na Lava Jato e condenado pelo juiz Sérgio Moro, parou a construção de dois navios, é um exemplo que o dirigente cita.

“O estaleiro investiu R$ 600 milhões em aço para a construção de navios com recursos do BNDES – dinheiro nosso – e a Petrobras, ao invés de continuar a construção decide vender o aço como sucata para a Siderúrgica Gerdau por R$ 100 milhões, gerando um prejuízo de R$ 500 milhões aos cofres públicos”, diz o presidente do sindicato dos metalúrgicos de Niterói.
(...)
Outro estaleiro que é um exemplo de descaso da Petrobras é o Enseada de Paraguaçu, na Bahia, que fechou antes de abrir.

“Tem 40 pessoas lá vigiando um patrimônio de R$ 2 bilhões que está enferrujando”.
(...)
“Este é um desgoverno (pós-Dilma) que quer privatizar tudo, entregar o Brasil”.
(...)

“O valor das embarcações construídas na China é 1% mais barato que as construídas no Brasil. 1% não vale o desemprego de milhares de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros”, critica o dirigente.
Fonte: https://www.fup.org.br/index.php/ultimas-noticias/item/22727-golpe-destroi-setor-naval-e-deixa-mais-de-300-mil-trabalhadores-desempregados

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Para saber o que não ensinam nas escolas, leiam a coleção de Gustavo Barroso "História Secreta do Brasil":
https://desatracado.blogspot.com/2014/06/livros-raros-de-gustavo-barroso.html
Sugere-se que os livros sejam salvos (download) porque costumam sumir. 

Filme americano de 1934 que conta a história do império financeiro da família Rothschild:



Filme alemão de 1940 sobre a mesma temática:


Abraços

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Um Judeu Nacional-Socialista

Heinz Weichardt deixou a Alemanha em 1938 como um não-ariano indesejado, para se tornar um alienígena inimigo na América. Ele nunca vacilou em dizer a verdade sobre a Alemanha antes da guerra (então por que só publicou o livro em 2004?!) de sua perspectiva única, como filho de um influente editor de jornal, com conexões com algumas das principais personalidades da época. Esse relato franco de suas experiências destruirá muitos dos mitos sobre a vida na Alemanha de Hitler, especialmente para um judeu sob o "terror nazi".

"Nazi Terror: A Short Autobiography of a Jewish National Socialist" é um relato devastador de mitos sobre como realmente era para um judeu na Alemanha de Hitler. O pai de Weichardt era editor do Berliner Morgenpost e sua mãe era judia. Sua história contada em 54 páginas, rica em detalhes, é uma leitura emocionante e uma verdadeira surpresa.

             

Um trecho tipicamente surpreendente de "Nazi Terror" (págs. 13-16):

A próxima medida antijudaica foi o parágrafo de Arier, que eliminou os não-arianos de todas as posições do governo. Todo mundo com um quarto ou mais de origem judaica era considerado não-ariano. Isentos desta lei eram todos os judeus que haviam lutado pela Alemanha na Guerra Mundial ou haviam perdido filhos durante a guerra ou que já ocupavam cargos no governo antes dessa guerra. Certas isenções para indivíduos meritórios poderiam ser concedidas. Todos os não-arianos em cargos no governo tiveram que ser aposentados (e não demitidos!) com suas aposentadorias futuras. Empresas, grandes ou pequenas, não foram afetadas; os médicos poderiam continuar suas práticas, mas não eram compensados ​​pelo tratamento de pacientes segurados pelo plano de saúde administrado pelo governo. Muitos, muitos – incluindo altos funcionários do partido – ficaram com os médicos de família judeus que os trataram por um longo tempo. O número de estudantes universitários de ascendência de três quartos ou todos judeus era limitado à porcentagem de seus números na população. Ainda muito bom, quando comparado com a experiência de brancos merecedores sob a Ação Afirmativa imposta pelos judeus na América. Os estudantes com metade ou menos de ascendência judaica não tinham nenhuma restrição e até tinham, posteriormente, para ingressar na organização nacionalista de estudantes. Eles não tinham permissão para ingressar na SA ou SS. Juntar-se a uma organização nacionalista tornou-se, de fato, obrigatório para todos os estudantes arianos. Os estudantes com metade ou menos de ascendência judaica não tinham nenhuma restrição e até tinham, posteriormente, para ingressar na organização nacionalista de estudantes. Eles não tinham permissão para ingressar na SA ou SS. Juntar-se a uma organização nacionalista tornou-se, de fato, obrigatório para todos os estudantes arianos. Os estudantes com metade ou menos de ascendência judaica não tinham nenhuma restrição e até tinham, posteriormente, para ingressar na organização nacionalista de estudantes. Eles não tinham permissão para ingressar na SA ou SS. Juntar-se a uma organização nacionalista tornou-se, de fato, obrigatório para todos os estudantes arianos.

O efeito imediato sobre a vida privada da maioria dos judeus era, no começo, apenas mínimo. Algumas experiências pessoais mostrarão isso. Desde o começo da adolescência, eu era um ávido amante de armas. Na Áustria, onde morávamos na época, não havia efetivamente restrições à posse de armas de mão ou rifles. Se houve, eles certamente não foram cumpridos. Aos quinze anos, eu podia entrar em uma das melhores lojas de armas de Viena e comprar qualquer arma na loja, desde que tivesse o dinheiro necessário. Infelizmente não o fiz, mas depois de algum tempo reuni uma quantidade suficiente para iniciar minha modesta coleção adquirindo três revólveres de baixo preço. Pouco depois, em 1929, nos mudamos para Berlim. Na Alemanha, sob a República de Weimar, era necessário registrar cada arma na polícia. Não havia restrições à posse, exceto se você quisesse carregá-las. Nesse caso, era necessário ter uma licença de caça que exigia um longo curso de manuseio de armas, pontaria, leis de jogos e manuseio de caça em saco. A polícia não tinha absolutamente nada a dizer ou poder para recusar a propriedade de suas armas quando você ia para se registrar. Foi uma medida puramente burocrática que permitiu à polícia rastrear uma arma envolvida em uma ação criminal.

Minhas armas foram registradas em nome de minha mãe (judia), que havia contribuído com o dinheiro para a compra original, porque eu tinha apenas quinze anos e não podia possuir armas de fogo até atingir a maturidade (21 anos). Depois que Hitler chegou ao poder, nada foi alterado nos regulamentos existentes sobre armas; ninguém teve que entregar as armas registradas – ponto final. Minha mãe ainda os tinha no dia de sua imigração para os EUA (maio de 1941) e os deu a um amigo meu porque a importação de armas de fogo era proibida pela lei dos EUA.

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A negligência com que as leis sobre armas de fogo foram aplicadas foi claramente demonstrada nos dias após o incêndio no Reichstag, quando a maioria das pessoas temia um levante comunista iminente. De repente, um número incontável de veteranos ou membros de organizações patrióticas foi visto andando, exibindo orgulhosamente suas Mausers ou Parabellums militares de guerra amarrados às suas barrigas às vezes barrigudas. Depois de um tempo, depois que a ameaça comunista foi eliminada, eles foram educadamente lembrados de que carregar armas de fogo em público era contra a lei e que as armas eram colocadas em gavetas em casa. A venda de munição nunca foi restrita.

De repente, um sonho meu de longa data prometeu se tornar realidade: a propriedade de um genuíno Parabellum em boas condições. Um de meus amigos tinha ouvido falar de um acordo pelo qual membros de muitas organizações partidárias nacionalistas existentes podiam comprar pistolas do exército aposentadas em lotes de cem a um preço de quinze marcos por arma. O preço de um novo Parabellum era de cento e cinquenta marcos naqueles dias, o que equivalia à renda mensal de um trabalhador humilde, se ele tivesse um emprego. Minha busca por possíveis clientes foi frenética. Ao cobrar uma nota extra pelos meus serviços, tive que vender apenas quinze armas para ganhar dinheiro suficiente para a compra de uma arma para mim! Infelizmente, meu plano era de curta duração. Algum cidadão invejoso ou excessivamente zeloso sentiu-se obrigado a informar as autoridades do meu negócio sonhador. Foi seguido pela famosa batida na porta, e na abertura, enfrentei três agentes da polícia secreta (Gestapo). Nenhuma mão nos bolsos tateando em busca de braços ocultos, nenhuma ordem ou ameaça gritada, apenas mostrando identificações e a pergunta educada se eu tinha armas de fogo em casa e se elas podiam vê-las. Pedi a eles, peguei minhas armas e pedi a minha mãe para mostrar os recibos de inscrição. A decepção dos senhores de maneiras moderados na exibição desprezível era óbvia e eles perguntaram sobre o paradeiro dos cem Parabellums que eu suspeitava abrigar. Meu coração afundou e eu lhes contei sobre o meu grande negócio, agora certamente abortado, esperado, que ainda não havia sido concluído. Eles pareciam muito aliviados e o responsável disse que estava em ordem uma busca superficial de nossas instalações. Nenhuma gaveta foi arrancada e esvaziada, nada foi deslocado ou danificado – apenas uma breve olhada debaixo das camas, dentro de armários e armários de armazenamento. Quando estavam prontos para deixar o homem encarregado, viram uma carta na mesa com o nome do remetente que parecia judeu e, obviamente, sendo informados sobre o passado racial de minha mãe, ele gentilmente a advertiu de que, devido às novas condições prevalecentes para ser especialmente cuidadoso e não violar nenhuma das leis existentes. Com isso, pediram desculpas pelo inconveniente que causaram e deixaram-nos. Minhas armas carregadas permaneceram em cima da mesa.

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                          Mauser modelo de 1930.

Para apreciar plenamente essa história, lembre-se de que o Parabellum ainda era a arma militar mais poderosa e sofisticada do mercado europeu. O equivalente de hoje seria um MP5 ou Ingram totalmente automático. Imagine alguém informando ao governo americano “democrático” que eu estava estocando cem deles, possivelmente pretendendo vendê-los a alguns personagens obscuros que abrigavam visões racistas ou não relacionadas ao PC. Você não pode simplesmente ouvir Janet Reno gritando e ordenando seus lacaios felizes em ação? O rugido de caminhões blindados carregados com equipes da SWAT em plena batalha seria ensurdecedor e reforçado pelo barulho de helicópteros pairando no ar, caso alguma dificuldade se desenvolvesse. As manchetes gritavam: Direitista Louco Armado tem um arsenal de risco em seu bairro! O governador pode chamar a guarda nacional! Lembre-se das ações recentes do governo americano no caso de um homem que vendeu uma espingarda, supostamente um quarto de polegada a menos do que a lei permite, a um agente disfarçado, que resultou na morte de uma mãe segurando um bebê nos braços. criança desarmada, o cão da família e um marechal. Ou aquele envolvendo um louco religioso que poderia ter sido preso qualquer dia por um único policial enquanto o primeiro atendia às suas compras no supermercado local. Resultado: cerca de oitenta pessoas, principalmente mulheres e crianças, incineradas vivas. Eu acho que meu cenário imaginado acima é um eufemismo.

Meu próximo encontro com as autoridades do Terceiro Reich aconteceu cerca de três anos depois e foi um pouco mais ameaçador. Acabara de receber a notificação de que meu pedido de serviço voluntário no exército recém-recrutado havia sido definitivamente negado e eu estava compreensivelmente muito amargo porque o serviço nas forças armadas era considerado uma honra e um privilégio, não um dever oneroso. Em vez de engolir meu orgulho gravemente ferido, reclamei para todos que me ouvissem, encerrando minhas queixas com a pergunta cáustica: "Por que eu, quando mesmo o principal general da Luftwaffe, Erhard Milch, tinha um pai judeu?" Bem, não demorou muito tempo para a batida na porta ... (Quer ler mais? Terá de comprar o livro)

Fonte: http://www.heretical.com/pubs/heinz.html

Leia também "Hitler e a mentira sobre o desarmamento civil":
http://desatracado.blogspot.com/2013/11/hitler-e-mentira-sobre-o-desarmamento.html

Abraços

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Adeus, soberania

Peço que com toda a atenção e sem vieses ideológicos ou paranoias, assistam até o final o vídeo a seguir:


Irrefutável.

Abraços.

domingo, 22 de dezembro de 2019

Gaudete! Christus est natus!

Feliz Natal e Próspero Ano de 2020.

Alegremo-nos, Cristo Jesus nos nasceu.


E obrigado àqueles que contribuíram ao longo desse ano de 2019 com suas visitas, comentários e compartilhamentos. Seu apoio é fundamental para nosso sucesso e nossa capacidade de atender a esse nicho exclusivo de fornecer artigos baseados fora do senso comum. E que o ano novo que logo se inicia seja-nos abundante em vitórias e sucessos, que Cristo Jesus reine em cada vez mais mentes e lares, e que possamos levar sempre mais luz, verdade e informações a todos que desejam sem preconceitos e rancores e com coragem de se desvencilhar das amarras, dos enganos e trapaças que nos jogam diuturnamente.


Obrigado, Feliz Natal e um forte abraço.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

O Preço da Destruição na Versão da Guerra Híbrida

Militares permitem passivamente a paralisação de projetos estratégicos de defesa

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A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou, dia 15 de abril, que o desenvolvimento do projeto do Míssil Antirradiação MAR-1, foi suspenso. O MAR-1 é um míssil sofisticado ar-superfície, capaz de captar sinais de radiação de radares e atacar estes aparelhos de defesa aérea. Pouquíssimos países no mundo dominam essa tecnologia

A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou, dia 15 de abril, que o desenvolvimento do projeto do Míssil Antirradiação MAR-1, foi suspenso. Segundo a Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), da FAB, responsável pela modernização dos equipamentos da força, a suspensão do programa ocorreu em decorrência da não renovação do contrato com a empresa Mectron, responsável pelo desenvolvimento do aparelho.

A Mectron foi criada pelo grupo Odebrecht, na sua fase de diversificação, quando realizou vários investimentos em empresas de alta tecnologia. Além da fabricante de mísseis, a Odebrecht também havia direcionado vultuosos investimentos para a indústria naval de ponta, adquiriu a capacidade de fabricar submarinos e modernos meios de superfície, assim como equipamentos tecnológicos no estado da arte.

O MAR-1 é um míssil sofisticado ar-superfície, capaz de captar sinais de radiação de radares e atacar estes aparelhos de defesa aérea. Pouquíssimos países no mundo dominam essa tecnologia.

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O desenvolvimento do míssil começou em 1998, quando o governo dos Estados Unidos sinalizou que iria vetar a tentativa do Brasil de adquirir aparelhos antirradar, para equipar seus modernos caças de ataque AMX A-1, construídos no país, em parceria com empresas italianas. Quando o MAR-1 já estava em desenvolvimento, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou a recusa em transferir tecnologia avançada para os brasileiros. Quando a empresa desenvolvedora tentou comprar alguns sistemas cuja tecnologia ainda não era dominada pelos técnicos brasileiros, o governo estadunidense comunicou que "a tecnologia antirradar não é liberada por razões de segurança nacional (...) e excede o nível de capacidade aprovada para o Brasil".

A Mectron e a FAB insistiram em manter o desenvolvimento do aparelho e obtiveram impressionante sucesso. O MAR-1 não somente equipou as aeronaves AMX A-1 brasileiras, como também foi exportado para o Paquistão, que começava a sofrer bloqueios dos Estados Unidos nas suas compras militares, por causa da aproximação com a China. No país muçulmano, os MAR-1 equiparam os caças JF-17, desenvolvidos localmente, em parceria com a China e os franceses Mirage III.

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Além do MAR-1, a Mectron, em parceria com a Denel, da África do Sul, também iria fornecer à FAB os moderníssimos misseis A-Darter, que estão entre os mais avançados do mundo na sua categoria, para equipar os Gripens E/F, que foram negociados com s Suécia, no governo Dilma Rousseff, e, em breve, começam a equipar a Força Aérea Brasileira.

Todo o esforço em avançar no domínio tecnológico de ponta, tão importante para o desenvolvimento do país e a manutenção da soberania, foi abalado pela Lavajato (golpe de Estado orquestrado pela CIA e Maçonaria). Enfraquecida pela política ingênua ou má intencionada dos procuradores e juízes que compõem a operação – que visou destruir os grandes conglomerados empresariais controlados por capital nacional, ao invés de punir os bilionários criminosos, porém preservando as mais poderosas empresas do Brasil – a Odebrecht não pode manter a operação e vendeu a Mectron para a israelense Elbit Systens.

A Elbit Systens, é uma empresa concorrente da Mectron e, com a compra, removeu um competidor do mercado mundial de mísseis avançados, dominado por corporações dos Estados Unidos, Rússia, China, União Europeia e Israel.

Além da Mectron, o ramo da corporação baiana, responsável pelos investimentos em avançada tecnologia militar, a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), está sendo obrigada a vender a sua participação em todos os investimentos no setor. Um dos ativos mais importantes para o Brasil é a Itaguaí Construções Navais (ICN), que mantém uma sociedade de propósito específico com a francesa DCNS e a Marinha do Brasil, para a construção do Submarino Nuclear Brasileiro.

A ODT mantinha contratos com várias outras empresas brasileiras de ponta, como a Avibras e a Embraer, realizando investimentos bilionários, que asseguravam o desenvolvimento de inúmeros projetos estratégicos, como turbinas e sistemas de guia para mísseis e a produção de drones dotados de inteligência artificial – ambas tecnologias proibidas pelos Estados unidos, para o repasse a países como o Brasil.

Todos esses projetos se encontram atualmente semiparalisados ou avançam com extrema dificuldade.

CORROSÃO DA INDÚSTRIA ENFRAQUECE O BRASIL

O Brasil conseguiu romper a barreira dos países centrais e desenvolveu sistema avançados de defesa e tecnologia – que agora está sendo paralisado – graças às políticas que foram iniciadas por Getúlio Vargas e, depois continuadas por todos os governos do país, inclusive no ciclo militar. Essas políticas dotaram o Brasil de dois elementos centrais para o desenvolvimento: um ensino superior de classe mundial e um vigoroso parque industrial, que nos melhores tempos esteve entre os maiores do planeta.

Além de atacar diretamente a indústria de defesa, as políticas governamentais nos últimos quatro anos estão corroendo as bases industriais e do conhecimento no país. Sem entrar no mérito – se essas políticas são intencionais ou fruto de incompetência – o fato concreto é que o Brasil está sendo condenado a se manter indefinidamente como um país de terceira categoria, incapaz de avançar para o desenvolvimento, de prover sua população de condições dignas de vida e de defender suas riquezas e interesses.

A CEGUEIRA DOS MILITARES BRASILEIROS

A mais nova participação dos militares brasileiros no poder expõe de maneira vexaminosa a fragilidade da preparação estratégica dos oficiais das forças armadas do Brasil. As declarações, decisões e ações dos militares que participam do governo federal, ou foram eleitos para o Congresso Nacional, indicam que eles não conseguem compreender o mundo moderno.

Os militares brasileiros provam a cada momento que não percebem os fundamentos da guerra pós-Revolução Industrial. E não é nem mesmo a guerra cibernética moderna, que os militares brasileiros não entendem. Pelo que dizem e fazem, eles não aprenderam nada do que aconteceu, em termos estruturais, desde Guerra Civil dos Estados Unidos.

A partir da Guerra de Secessão, os conflitos em grande escala são disputas industriais. Ganha o exército que tem o apoio de uma economia vigorosa e com base industrial. Foi o que aconteceu nos Estados Unidos, o peso industrial do Norte esmagou os exércitos bem comandados do rico Sul, porém agrário, desindustrializado e dependente da importação de armamentos.

Um dos estudiosos que mais tem se aprofundaram sobre o assunto é o economista e historiador britânico Adam Tooze. No livro "O Preço da Destruição", Tooze aborda as questões econômicas envolvidas na 2ª Guerra Mundial. Ele apresenta, através de cuidadosos dados, gráficos, comparações e projeções, a economia e a força industrial dos principais países envolvidos no maior conflito da história.

          
(*) "O Preço da Destruição: Construção e Ruína da Economia Alemã" por Adam Tooze e traduzido por Sérgio Duarte.
A história do Terceiro Reich sob a perspectiva econômica. Em uma abordagem radicalmente nova sobre a Segunda Guerra Mundial, o autor coloca a economia ― ao lado das questões étnicas e políticas ― no cerne da história. Adam Tooze desconstrói a ideia de que a Alemanha nazista foi fomentada por uma economia altamente industrializada e explica que a maior tragédia do século XX na Europa teve suas raízes justamente nas fraquezas alemãs. Explica como os planos de rearmamento e militarização da Alemanha acabaram com todos os recursos do país, impedindo que ele continuasse a crescer. Um ensaio que redefinirá nossa visão da Alemanha nazista e da Segunda Guerra Mundial.
Fonte: https://www.amazon.com.br/pre%C3%A7o-destrui%C3%A7%C3%A3o-Constru%C3%A7%C3%A3o-ru%C3%ADna-economia/dp/8501080012

Segundo o historiador, a Alemanha entrou em uma guerra que não tinha a menor chance de vencer. Os estudos comparativos do pesquisador britânico revelam que o estado da economia dos países envolvidos mais diretamente na guerra era extremamente desfavorável à Alemanha, Japão e Itália, em comparação com Reino Unido, Rússia e Estados Unidos.

A União Soviética, à época, era uma das economias que mais cresciam no mundo. E, após o choque inicial da surpresa, os russos transferiram suas indústrias para além dos Montes Urais, onde giraram a sua produção de máquinas e equipamentos, para a fabricação em massa de armas.

Já na Batalha de Moscou, que muitos estudiosos consideram ser a luta decisiva da 2ª Guerra, o Exército Vermelho jogou na batalha uma força devastadora.

Para efeito de comparação, a produção dos principais tanques alemães utilizados em todas as frentes de batalha foi de 5.984 Phanters, 9.000 Panzers IV, 1.342 Tigres 1 e 492 Tigres 2. Total: 16.818 tanques de diversos modelos. Enquanto isso, a indústria soviética lançou à batalha nada menos do que 84.000 dos excelentes T-34, que se tornaram o paradigma de todos os tanques de batalha que vieram depois dele, até os dias atuais.

Enquanto isso, a indústria dos Estados Unidos entregou 50.000 Shermans na frente ocidental. Para cada Tigre ou Pantera Alemão, os estadunidenses dispunham de mais de 20 Shermans.

Nos combates aéreos e marítimos, a diferença foi ainda mais avassaladora.

Outra guerra, essa bem mais próxima do Brasil, também dá lições importante: o conflito das Malvinas.

Na louca aventura na qual os militares argentinos meteram o seu país, em 1982; quando tentaram se livrar do desgaste interno; a fragilidade industrial foi um fator decisivo, para a derrota. Na época, a Argentina possuía as mais poderosas e bem equipadas forças armadas da América do Sul. Porém, a quase totalidade dos equipamentos das três forças portenhas era importada.

Quando a disputa entre a Argentina e o Reino Unido perdeu as chances de ser resolvida via negociações diplomáticas, os fornecedores de armamentos interromperam suas entregas e se negaram a realizar as manutenções previstas em contrato. As forças argentinas viram arruinado, da noite para o dia, a maior parte do seu potencial de combate. Mesmo com demonstrações inúteis de coragem de seus pilotos e soldados, foi questão de dias, até que os britânicos expulsassem os portenhos das Malvinas.

Ao final da 2ª Guerra Mundial, a Argentina era a sexta mais rica nação do mundo. Por diversos equívocos, as lideranças que controlaram o país na maior parte do século XX nunca viram a necessidade de implantar as indústrias de base, que são o alicerce de uma potente economia fabril, como ocorreu no Brasil.

A derrota nas Malvinas é um dos exemplos mais trágicos do descaso de um país pelo desenvolvimento da economia com base na indústria.

FORMAÇÃO DOS OFICIAIS BRASILEIROS É ANTIQUADA

Os exemplos são tão contundentes, que cabe a pergunta: o que os oficiais brasileiros estão aprendendo nas academias, para não terem noção de como funciona o mundo moderno?

Há outra pergunta associada à esta primeira: o "patriotismo" dos militares brasileiros é sério ou somente marketing?

Ao assistirem passivamente a destruição do parque industrial brasileiro, inclusive da base tecnológica e de defesa, os militares brasileiros parecem não compreender o que garante a independência a força das nações após a revolução industrial.

Críticas veladas ao acordo entre a Embraer e a Boeing, feitas por oficiais brasileiros, que visitaram a LAAD 2019 – maior feira de equipamentos de defesa realizada na América Latina – não reclamaram da venda da empresa. O que esses militares criticaram foi da incapacidade do governo brasileiro, para "aproveitar" o momento da venda, para pedir ao governo estadunidense para fornecer alguns equipamentos ao Brasil. (sic!)

Segundo o site Poder Aéreo, que cobre assuntos militares, boa parte dos oficiais-generais de 4 estrelas das Forças Armadas está decepcionada com a timidez do Executivo, durante os entendimentos para a absorção, pela gigante americana Boeing, do setor de aviões comerciais da Embraer. Segundo relata o site, um dos oficiais presentes à LAAD 2019 declarou, sob a condição de anonimato que "o governo deveria ter precificado sua autorização para os entendimentos entre as duas companhias, e transformado isso no recebimento [pelo Brasil] de equipamentos militares".

"As Forças Armadas precisam de material sofisticado, e a Boeing fabrica diversos equipamentos que as nossas Forças desejam", continua o oficial. "Por que não exigir o fornecimento, a preço reduzido, de helicópteros de ataque e/ou transporte pesado para o EB e FAB? Ou a entrega de F/A-18 Super Hornet Block 3 para a MB? Ou de aviões reabastecedores para a FAB? Mísseis e outros equipamentos..."

Ou seja, os generais, brigadeiros e almirantes brasileiros aparentemente não conhecem os exemplos de todas as guerras após a revolução industrial, inclusive o doloroso exemplo da Argentina, que era equipada em 1982 com os mais modernos itens dos arsenais dos Estados Unidos e da Europa.

Na fala desse general, que reproduz o que pensa o mais alto oficialato brasileiro não há nenhuma noção da guerra moderna, muito menos preocupação com os terríveis riscos da dependência externa ou a importância de uma indústria de ponta para fortalecer o país. Parece que entre eles não foi assimilada a noção de soberania.

O PATRIOTISMO É SOMENTE MARKETING?

Opiniões como a do general, que falou no anonimato ao site Poder Aéreo, são o padrão entre os oficiais brasileiros e frequentemente repetidas, ou aceitas, nos meios militares, que hoje ocupam os mais altos cargos no governo do Brasil.

Esse ambiente de evidente fragilidade no preparo intelectual; que faz a maioria dos militares brasileiros ter imensas dificuldades de compreender a geopolítica atual; faz desconfiar profundamente da qualidade do sistema de formação das forças armadas no Brasil.

Pelo que se vê, o esquema de formação até dota os militares da capacidade de fazer complicados cálculos de balística (como o general Mourão gosta de exibir), mas não os ensina a raciocinar, preparando-os para compreender o mundo moderno, a geopolítica da atualidade, a guerra industrial e para que eles saibam reconhecer e defender os verdadeiros interesses do Brasil.

Fonte: https://www.brasil247.com/blog/militares-permitem-passivamente-a-paralisacao-de-projetos-estrategicos-de-defesa

(*) "The Wages Of Destruction The Making And Breaking Of The Nazi Economy" by Adam Tooze: https://archive.org/details/ToozeAdamTheWagesOfDestructionTheMakingAndBreakingOfTheNaziEconomy/page/n2

Abraços

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Maçonaria, a Anti-Igreja

Sinopse do livro (e filme) "Diálogos das Carmelitas"

"Diálogo das Carmelitas" conta a história do martírio de 16 monjas Carmelitas, vítimas da Revolução Francesa, no ano de 1794. Um excelente filme que retrata fielmente a realidade sangrenta da Revolução Francesa e a vida contemplativa do Carmelo.

       
Em 1794, no período da Revolução Francesa conhecido como Reino do Terror, dezesseis irmãs Carmelitas do Mosteiro de Compiègne foram condenadas à morte, sob a acusação de fanatismo, e executadas em praça pública. Aos pés da guilhotina, as freiras entoaram hinos religiosos e renovaram seus votos. Dez dias depois da execução, o Grande Terror terminou.

Partindo desse episódio, trágico e verídico, e tendo como base a novela "A Última ao Cadafalso", da escritora alemã Gertrud von Le Fort, "Diálogos das Carmelitas" foi concebido originalmente, em 1948, para o roteiro de um filme – realizado e exibido apenas em 1960. Antes disso, em 1956, o compositor Francis Poulenc usou o texto para criar o libreto de sua ópera homônima.

Esta obra é considerada o "testamento espiritual" de Bernanos: um texto brilhante sobre a renúncia, o sacrifício e o medo, escrito por ele à beira de sua própria morte e publicado postumamente.
Fonte: https://ecclesiae.com.br/dialogos-das-carmelitas

"A Última ao Cadafalso" de Gertrud von Le Fort e "Diálogos das Carmelitas" de Georges Bernanos são dois livros que narram a história do massacre de 16 Carmelitas na época da Revolução Francesa. Cheios de detalhes, estes livros nos comovem pela postura piedosa e corajosa das Carmelitas diante desta revolução que tiravam a força Deus do centro da sociedade. O "Diálogos das Carmelitas" de Georges Bernanos é um livro em forma de diálogos que se baseou no livro "A Última ao Cadafalso" de Gertrud von Le Fort. Ambos merecem nossa leitura e nos enche espiritualmente de grandes sentimentos.

Precisamos impregnar nossa alma de bons exemplos, muitos se converteram ao ver o massacre das carmelitas de Compiègne e outros decidiram mudar radicalmente de vida, tocados no âmago da alma por aquele exemplo de pureza e santidade, afinal "as palavras convencem, mas o exemplo arrasta" e, não é à toa, que a Igreja nos propõe os santos como modelo de vida a ser imitado!

"Escrita em 1931, A Útima ao Cadafalso narra a história do martírio de 16 monjas Carmelitas, vítimas da Revolução Francesa, no ano de 1794. Esta Revolução encontrava em sua bandeira os ideais de Liberdade, Fraternidade e Igualdade (Pelos frutos sereis conhecidos, e não pela plaquinha). Mas ninguém é tão fiel a seus ideais a ponto de suportar, democraticamente, o falseamento  aparente,  por terceiros, de suas intuições salvadoras. E foi isto o que se passou, também, com os propugnadores de tão altos  valores revolucionários.

A imaturidade ainda dissoluta dos que proclamavam a liberdade atropelou e levou à guilhotina os que não cantavam a 'Carmagnole' e não davam, em praça pública, vivas à Nação. O condutor da trama do livro sentencia com justiça, sem nenhuma amargura: "O trágico não foi que nossos ideais tenham sido falsos, mas apenas insuficientes."



Mais do que a história trágica de 16 monjas, inofensivas e frágeis, que sobem para o sacrifício final de suas vidas, cantando e testemunhando sua fé. Nela se retrata, cruamente, o permanente problema humano, até hoje irresolvido: O que fazer com o poder? Como usar a força? Ou, em outras palavras, quem é forte? Quem é fraco? Quem é que vence a luta pela sobrevivência? Ou quem é que permanecerá vivo na memória das gerações futuras: os tiranos que usam e abusam do poder ou o povo que, com dignidade, sobe ao patíbulo, testemunhando suas crenças e cantando seus hinos?

Gertrud von le Fort concentra suas análises em duas personagens dentro de um mosteiro carmelita: a primeira, Irmã Maria da Encarnação, é forte, goza de raro discernimento das situações, é intremível nas decisões, mostra grandeza e majestade, mesmo quando reduzida ao silêncio e à obediência É a Superiora da comunidade. A segunda, a noviça Blanche de la Force, que as coirmãs teimam em cognominar 'de la Faiblesse', é tímida e amedrontada, frágil e derrotada, trânsfuga do mosteiro e marcada pelo medo desde o útero materno. Vive angustiada, embora creia em si mesma, ou melhor, numa força que parece subjazer a capa frágil de sua personalidade Quem delas está mais preparada para o grande desafio do martírio. Quem cantará mais forte diante da guilhotina?

A pessoa é, na verdade, muito mais do que suas aparências, O seu mistério profundo a suplanta, decisivamente, para o espanto de si mesma e para a admiração dos outros sobre cada vida, quem  poderá dizer a última palavra, lavrar um juízo definitivo? Tentamos fazê-lo, superficialmente, quase todos os dias. Mas o mistério do ser humano deveria recolher-nos a um respeitoso silêncio, pois, para surpresa nossa, a última ao cadafalso pode vir a ser uma monja fraca e amedrontada. Dela pode ser o canto mais forte diante da lâmina reluzente da guilhotina e dos apupos bizarros de uma multidão imbecilizada por ideais mal digeridos. Mais do que nossas coragens, valem as forças estranhas que se escondem palpitantes no fundo do nosso ser, que, pare os cristãos, se chamam de  graça e, para todos os homens, de mistério: O insondável mistério humano, que Gertrud von le Fort tratou tão bem neste livro."

(Frei Neylor J. Tonin, O.F.M.)

Fonte: http://corecatholica.blogspot.com/2013/09/dialogo-das-carmelitas.html

Sobre o filme “O Diálogo das Carmelitas” (legendado em Português)

Um filme imperdível que conta a inacreditável história das 16 heróicas freirinhas de Compiègne, na França, hediondamente guilhotinadas por atividades “contra-revolucionárias”, enquanto entoavam o Veni, Creator Spiritus (*) a caminho do cadalfalso. Elas foram em direção aos seus carrascos com a serenidade de quem abraça o martírio sabendo que troca este miserável vale de lágrimas pela felicidade eterna junto ao Senhor Jesus. Uma história tocante, verídica, que mostra o que os adeptos da anti-Igreja são capazes contra o seu Criador e às pessoas que O amam.

A Ordem do Carmo, originalmente chamada Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, é uma ordem religiosa católica que surgiu no final do século XI, na região do Monte Carmelo — onde hoje há, desde 1892, o Mosteiro de Nossa Senhora do Monte Carmelo. A palavra "carmelo" significa jardim.

Uma passagem do filme chama a atenção: a de uma jovem que, recebendo uma Graça especial, escolhe voltar para a Ordem na hora decisiva — apenas para ir com as suas amigas ao martírio, morrer junto com elas em odium fidei.


(*) Veni Creator Spiritus ("Vinde, Espírito Criador"), é um hino da Igreja Católica usado desde os primórdios do Cristianismo.

Quanto o texto original em latim é usado, é normalmente cantado em canto gregoriano. Trata-se de uma invocação ao Espírito Santo, e é cantado nas celebrações litúrgicas da festa do Pentecostes (tanto nas Terças como nas Vésperas). Também é cantado em outras ocasiões, como na entrada dos cardeais para a Capela Sistina aquando de um conclave para escolha de um Papa, na consagração de bispos, na ordenação sacerdotal, no sacramento da Confirmação (Crisma), na dedicação de templos, na celebração de sínodo ou concílios, na coroação de reis, na profissão de fé de membros de instituições religiosas e em outros eventos solenes.


Veni Creator Spiritus
Vinde, Espírito Criador

Veni Creator Spiritus
Mentes tuorum visita
Imple superna gratia
Quae tu creasti, pectora

Vinde Espírito Criador
Visitai as almas vossas
Enchei da graça do alto
Os corações que criastes

Qui diceris Paraclitus
Donum Dei altissimi
Fons vivus, ignis, caritas
Et spiritalis unctio

Sois chamado Consolador
O dom de Deus Altíssimo
Fonte viva, fogo, caridade
E unção espiritual

Tu septiformis munere
Dexterae Dei tu digitus
Tu rite promissum Patris
Sermóne ditans guttura

Sois formado de sete dons
O dedo da direita de Deus
Solene promessa do Pai
Que inspira as palavras

Accende lumen sensibus
Infunde amórem córdibus
Infirma nostri corporis
Virtute firmans perpeti

Iluminai os sentidos
Infundi o amor nos corações
Fortalecei nossos corpos
Virtude firmai para sempre

Hostem repéllas longius
Pacemque dones protinus
Ductore sic te praevio
Vitemus omne noxium

Afastai o inimigo
Dai-nos a paz sem demora
E assim guiados por Vós
Evitaremos todo o mal

Per te sciámus da Patrem
Noscamus atque Filium
Teque utriúsque Spiritum
Credamus omni tempore

E revelai-nos o Filho
Para acreditar sempre em Vós, Espírito
Que de ambos procedeis

Amen

Fonte: https://www.letras.mus.br/catolicas/veni-creator-spiritus-latim/traducao.html

Abraço

domingo, 24 de novembro de 2019

Trans arte

A arte (?) ideológica contemporânea



A arte tradicional, na maior parte dos países, representa geralmente os quatro temas que constituem, segundo Heidegger, o “mundo” dos homens.

A divindade, os homens, a natureza, o ideal

Quando a arte representa a divindade: é o caso da arte grega clássica que tanto marcou a nossa. É o caso da arte da Idade Média, principalmente religiosa. A arte religiosa constitui a maioria das obras-primas apresentadas nos nossos museus de arte antiga. A arte que representa o Buda pertence também a essa categoria. O Islão recusa-se a representar deus mas os versos do Corão são representados de maneira decorativa.

Quando a arte representa os homens: é nomeadamente o caso da arte do retrato. O rosto humano é representado não somente nas telas mas também nos monumentos e sob a forma de esculturas. No cristianismo a representação de Deus e a representação dos homens convergem frequentemente, porque Deus encarna num homem, o Cristo. Mas o retrato pode também representar um rei, um guerreiro, um simples camponês, mulheres ou crianças.

A arte pode também representar a natureza, a terra que conduz os homens. É a arte paisagista. No século XIX a arte paisagista ganhou uma conotação patriótica. Mas a arte patriótica é mais antiga do que isso.

A arte representa, por fim, o ideal, os ideais da sociedade. Representamos nos nossos monumentos nacionais uma mulher que simboliza a justiça, a bravura ou a caridade. Algumas cenas podem representar batalhas, a caridade aos pobres, cenas realistas mas onde se encarna um ideal na ação.

Estas artes não são ideológicas, no sentido das ideologias modernas. Dizer que a arte cristã é ideológica seria abusivo.

Ideologias modernas e destruição das formas de arte da tradição

Mas as ideologias modernas destruíram, a pouco e pouco, as formas de arte saídas da tradição e que representavam o mundo dos homens, sobre a terra, sob o céu e perante a divindade. A arte do Gestell (sistema utilitarista que controla os homens ao seu serviço), para utilizar este conceito de Heidegger, destrói tudo aquilo que não se enquadra na sua lógica utilitária.

Deus deixa de ser representado porque passa a ser associado à superstição. A arte ideológica oficial elimina toda a forma de herança religiosa e de transcendência. Ela será por vezes blasfema (veja-se o “Piss Christ”, por exemplo), para chocar, porque o escândalo é mediático e isso vende.


O ideal passa a ser considerado como um utensílio da repressão, em conformidade com as ideias dos falsos profetas Marx e Freud. É por isso evacuado sem cerimônias. O homem deixa de ser representado porque são as massas que passam a ser louvadas, e as particularidades do indivíduo, da sua classe, da sua profissão, da sua raça, passam a ser coisas irritantes que é preciso fazer esquecer para que os homens se tornem perfeitamente permutáveis no processo econômico e social. A paisagem, a natureza, desaparecem porque representam elementos de enraizamento do homem na sua terra.

A arte contemporânea: inumana, abstrata e desencarnada

A arte contemporânea, que se tornou a arte oficial obrigatória (vejam-se as paredes dos ministérios, das câmaras e dos edifícios oficiais) obedece a estes imperativos ideológicos. Já não deve representar o mundo tradicional.

Rompe deliberadamente com a herança religiosa e humanista da nossa civilização. É uma arte de ruptura revolucionária.

É abstrata e desencarnada porque rejeita toda a forma de enraizamento. Não encarna nenhum ideal, em nome de um subjetivismo total. A sua tendência dominante é representar, se é que ainda representa alguma coisa, o mundo quotidiano naquilo que tem de mais insignificante, utilitário ou prosaico. Frequentemente, quer-se chocante, porque ao chocar, atrai a atenção dos Media e dos financiamentos oligárquicos.

Esta arte é inumana no sentido próprio do termo, já que nunca representa a figura humana, e se a representa, é para a desfigurar o mais possível: como escreveu Salvador Dali, “um homem normal não tem vontade de sair com as meninas de Avinhão de Picasso” (ver o seu livro “Les cocus du vieil art moderne”).

A arte moderna: uma arte autoritária que interdita toda a forma de crítica

Por fim, esta arte inumana ou desumana é de natureza profundamente autoritária, como é, na essência, toda a ideologia. Esta arte estende-se para todo o lado. Interdita toda a forma de crítica, que é menosprezada, senão mesmo diabolizada com violência. O bom conformista não ousará nunca assumir que não gosta de uma celebrada obra dita contemporânea. Esta arte autoritária é irresponsável porque não responde ao pedido de um rei, de um burguês ou de um príncipe da Igreja, como antigamente. Ela responde à procura de uma burocracia anónima: Façam um fresco para as entradas dos nossos escritórios. Ademais, esta arte contemporânea é tão sustentada pelos poderes públicos como pelas pessoas privadas. É frequentemente financiada pelo imposto, isto é, pela força, o que acentua ainda mais o seu carácter autoritário.

Arte desenraizada, ideológica, inumana e autoritária, é objeto de uma propaganda mediática constante. Reflete o inchamento do ego do artista, que pensa substituir-se ao Deus criador, favorece as especulações financeiras e é o dinheiro, frequentemente, o seu único imperativo categórico; é desenraizada, como a ideologia, porque quer ter uma vocação universal. Esta arte ideológica dificilmente tem a preferência do povo, supostamente inculto, mas é venerada pela oligarquia dominante.

A arte contemporânea versus a arte tradicional humanista e enraizada

A ideologia da arte oficial emprega o seu dinamismo em torno a quatro pólos:

O dinheiro
O ego
Os Media
Abstração (negação das raízes)

A arte tradicional, que sobrevive nomeadamente na Rússia (São Petersburgo tem hoje em dia a maior escola de arte figurativa) e nalguns meios dissidentes no Ocidente, pode ser representada pelo esquema seguinte:

Ideal (o Bem, o Belo)
Divindade
Os homens
Natureza

A arte tradicional é humanista e enraizada, tem na maior parte do tempo uma dimensão espiritual ou idealista a fim de direcionar o homem para o alto. A arte ideológica, dita contemporânea, e que parece ter o seu centro em Nova Iorque, despreza Deus e os homens para estabelecer o ego e o dinheiro, os seus fetiches, como motores do seu dispositivo autoritário. Esta arte ideológica, frequentemente financiada pela força (o imposto) não é nem humanista nem democrática, contrariamente ao discurso dos seus promotores: estamos, sim, perante uma arte ideológica oficial.
(Yvan Blot, L'art (?) Idéologique Contemporain : Inhumain, Désincarné et Abstrait)

https://ofogodavontade.wordpress.com

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2019/10/a-arte-ideologica-contemporanea.html

Veja também "Arte decadente não engrandece":
https://desatracado.blogspot.com/2013/11/arte-decadente-nao-engrandece.html

"Protestos contra a arte degenerada":
https://desatracado.blogspot.com/2013/11/protestos-contra-arte-degenerada.html

Abraços

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Não removas os antigos limites

Os bárbaros vão resolver tua existência estéril

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“Por que não poderiam os muçulmanos, africanos e indianos ser mais civilizados que as pessoas do Ocidente? Por que eles insistem em se reproduzir se suas crianças não terão a chance de frequentar uma universidade da Ivy League? Não haveria maneira de ajudá-los a ver a luz da civilização, do pensamento racional e da higiene limpa? Tais são perguntas que podes ter feito em algum momento quando olhaste de cima para os bárbaros do terceiro mundo, mas da perspectiva da natureza não são eles o problema. Nós somos o problema. Nós somos os defeitos da natureza que serão erradicados. 

A natureza não se importa com educação, descendência de “alta qualidade”, diplomas de faculdade, direitos iguais, sustentabilidade, filosofia, ou meio ambiente. Ela se importa com fertilidade e poder, e a espécie ou raça que for mais fértil e mais poderosa será recompensada com o butim que a Terra fornece. As pessoas capazes de assumir o comando do planeta em números absolutos, independentemente de sua inteligência e maneiras, virão a dominar o mundo, da mesma maneira como o homo sapiens atropelou os mais inteligentes Neandertais ao se reproduzir com uma velocidade superior. A raça mais inteligente do planeta pode usar sua inteligência para fortificar-se em cavernas enquanto os bárbaros mais numerosos assumem o controle do planeta, ainda que não sejam mais do que zumbis descerebrados.

O pensamento racional da era iluminista (cria judaico-maçônica), quando levado a suas últimas consequências ao provar que as famílias, a divindade e os padrões tradicionais não são necessários, juntamente com a idéia de que o indivíduo é Deus, ocasiona o suicídio da sociedade. A análise racional, em sua forma civilizada e tão belamente querida, leva ao fim de qualquer raça que dela participe, ao passo que bárbaros estúpidos de QI de 95 ou menos, que seguem um livro de 1.400 anos que implora que eles conquistem e cortem cabeças, continuam a se multiplicar e assumir o controle de mais terras.

Nós somos os erros da natureza. Nós somos a abominação. Nós fomos condenados a sermos substituídos, abandonados por Deus por permitirmos mais de um bilhão de abortos em apenas algumas décadas enquanto tentamos mudar as regras da natureza para declarar que homem é mulher e mulher, homem. Nosso objetivo não é iluminação espiritual, mas a aquisição das façanhas mais vis da degeneração.

Por causa da nossa esterilidade cultural e biológica, acredito que estamos fadados à destruição. Ainda que este fim nos encare de frente, o máximo que faremos será postar alguns comentários raivosos em sites da internet, enquanto os bárbaros estupram, conquistam e se reproduzem. Eu te prometo que eles vencerão. A história mostra que os bárbaros sempre vencem. Eles são a solução para um povo doente. Eles adoram fielmente seus deuses enquanto nós adoramos nossas curtidas no Facebook e nossas celebridades. Nós somos tão desanimadoramente estéreis, tão antivida, que a natureza celebrará quando formos substituídos pelos que mal podem ler. Mas eles têm em grande valia a vida dos seus, e isso basta.

Ainda que resolvêssemos todos nossos problemas políticos atuais, e neutralizássemos os mais vulgares da nossa sociedade, que restaria em nossas mãos? Uma população que encolhe e cidadãos tão atomizados que estão até mesmo perdendo a capacidade de se comunicar entre si, que têm de usar aplicativos computadorizados e álcool para fornicar enquanto a mulher usa medicação para esterilidade, que seus pais lhe forneceram quando ela fez 16 anos de idade. Nosso castigo está chegando. Terras do Ocidente serão entregues, e ainda que a horda de bárbaros possa ser derrotada com tecnologia, haverá um dia quando não haverá mais homem que os enfrente e aperte o botão de matar. Os bárbaros herdarão o novo mundo até que se tornem eles mesmos civilizados e o ciclo se renove uma vez mais, como tantas vezes no passado.

A natureza não se importa com leis igualitárias ou teu QI superior. Ela se importa com reprodução e poder, e o que os bárbaros não possuem de inteligência, eles compensam com energia de vida. Nos somos as anomalias, nós somos os erros, e a menos que redescubramos o caminho para família, tradição e Deus, devemos estar prontos para aceitar o inevitável fim, que fomos nós que nos tornamos tão fracos como povo que nem mesmo nos importamos em ter um portão, e que tudo que os bárbaros tiveram que fazer foi entrar andando.”

Original em: http://www.rooshv.com

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2019/11/os-barbaros-vao-resolver-tua-existencia.html

"Não removas os antigos limites que teus pais fizeram."
Provérbios 22:28

Abraços