domingo, 23 de maio de 2021

Reparem que a defesa da Pátria e da Nacionalidade estão virando crime

Tradução: “Meu crime é querer que a Alemanha continue sendo a pátria dos alemães!”


Toda a coragem da pequena Hungria desmoronou quando Horst Mahler, um grande nacional-socialista, fugiu para lá em busca de refúgio da perseguição ditatorial siono-maçônica. Eles o entregaram, doente com diabetes e com um pé amputado, em sua cadeira de rodas (doença comprovada), de volta aos neo-alemães e aos anos de prisão.

Fonte: https://www.johndenugent.com/no-retreat-not-to-new-zealand-or-anywhere-else-my-last-blog/

Abraços

quinta-feira, 22 de abril de 2021

França e Europa toda

 A desfiguração da França


“A França pode morrer progressivamente no início do século XXI, e o pode fazer muito mais rápido do que demorou a nascer. Deve-se restabelecer uma verdade incessantemente escarnecida: o território francês das Gálias não conheceu até a metade do século XX nenhuma imigração de importância e as únicas imigrações provinham de populações européias aparentadas. Sempre se havia preservado uma homogeneidade étnica. Agora a ruptura se produziu, como em outras partes da Europa ocidental durante as décadas catastróficas dos 60 e dos 70, quando começou um fluxo migratório ininterrupto e massivo (algo nunca visto na história desde milênios) junto com um decréscimo dramático da natalidade dos franceses e europeus de pura cepa. Essa imigração trouxe consigo o milenário islã, totalmente incompatível com a civilização européia e em conflito com ela desde o século VII. Frente a esse fenômeno invasor, as elites francesas e européias não só se têm mostrado passivas, mas o têm favorecido. As elites européias colaboram com a invasão. Isto é absolutamente incompreensível para um chinês, um japonês, até um africano.

Vejam os filmes e as fotos da França dos anos 60. A paisagem humana mudou. E o processo está em seus inícios. Um fotógrafo amigo meu fez uma brincadeira: montou uma exposição sobre a vida diária na África equatorial e no Magreb. Na verdade, as fotos foram tiradas na região parisina.

Em numerosas zonas já não se trata de “minorias” mas de uma maioria. Se nada muda, demograficamente, serão os franceses autóctones (ou seja, de origem européia) os que podem tornar-se minoritários. Já o estamos vendo: com o fracasso da integração, são os autóctones os que devem adaptar-se. Isso vai-se agravar. Os sintomas clínicos do desaparecimento da identidade francesa européia, ou seja da mesma França, já estão presentes. 

Assistimos ao apequenamento do substrato humano dos franceses de pura cepa, daqueles que se sentem étnica, histórica e afetivamente franceses e europeus. O sistema educativo já não ensina a história do país como fazia antes a “educação republicana”. Está em ação um movimento geral de “desfrancesação”, tanto étnico como cultural. Os que protestam contra a americanização se equivocam totalmente. O problema real é a submissão às culturas dos novos imigrantes, muçulmanos, africanos...

Salvo exceções e minorias, não se vê nenhum sinal de integração à nação francesa entre as massas de jovens das novas populações imigradas. Pelo contrário, nota-se uma rejeição massiva, associada a uma secessão, a um princípio de reações insurrecionais, sob todos os pretextos. O islã é o principal combustível desse fenômeno. Trata-se de um processo de destruição viral do organismo, a partir do interior mais que do exterior. Não há integração nem assimilação, logo não há aculturação das minorias à maioria, já que essas minorias estão se tornando maiorias, e são mais jovens que os autóctones. São estes últimos os que se aculturam. É o movimento inverso o que tem lugar. Os que se querem integrar e se sentem franceses não representam mais que uma minoria, apenas os 5%. Os demais: os indiferentes (asiáticos e outros, imigração econômica) e os hostis, que são uma grande maioria, para os quais o islã é o motor central da revanche e da conquista.

A nova França, Françarábia, será uma simples prolongação do mundo árabe-muçulmano ao final de um processo invasivo por baixo? A mudança de idioma, de religião, de cultura está em marcha e as elites cobrem os olhos. A verdade é demasiado simples para ser entendida pelo espírito intelectual que prefere a complicação da escolástica e sua sábia organização de mentiras e erros. O intelectual é incapaz de adivinhar o futuro. Ademais, uma ideologia presentista, que nega o enraizamento, é incapaz de prever o futuro.”

(Guillaume Faye, ¿Puede Francia morir en el siglo XXI?)

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2017/12/a-desfiguracao-da-franca.html

O texto denuncia apenas a parte visível, os agente verdadeiros que estão nos bastidores nunca são citados.

Veja também "A poligamia e suas vantagens”:

https://desatracado.blogspot.com/2013/09/sobre-poligamia.html

Abraços

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Os Protocolos dos Sábios de Sião são verdadeiros ou falsos?

Afinal, os Protocolos dos Sábios de Sião são verdadeiros ou falsos? Uma análise histórica.


Os protocolos normalmente são apresentados como tendo sido obra da polícia do Czar russo (Okrana) para justificar os pogrons contra a judiaria russa de antanho. Por outro lado o livro é marcado negativamente pela sua associação com o nazismo visto como base da propaganda antissemita de Hitler. De modo que com frequência os órgãos de mídia, assim como professores de história costumam apresentar o texto como falsificação grosseira satanizando qualquer um que se ponha a ler a obra ainda que por mera curiosidade histórica. O objetivo aqui é mostrar que os protocolos, na verdade, gozam de autenticidade e que se conectam com a forma mentis judaica tal como expressa no Talmud, por exemplo e que a divulgação da obra não tem caráter racista mas sim política na medida em que chamava a atenção para um projeto de poder político que punha em xeque o princípio das nacionalidades.

Para isso situemos a questão: em 1934-35 um tribunal reunido em Berna, julgou que os protocolos eram falsos e que, portanto, não havia nenhum plano de elites sionistas para o domínio através do uso das instituições democráticas liberais do ocidente assim como pelo uso do comunismo marxista, com base no exposto pelo documento. A decisão ocorreu num contexto em que jovens foram acusados de espalhar literatura imoral e julgada por um juiz de primeira instância, de alinhamento marxista, portanto alguém diretamente interessado na sentença. Inicialmente essa operação judiciária contra a obra foi tentada no Cairo, Egito, mas o tribunal não concedeu a sentença desejada pelos sionistas. O movimento sionista, então, pagou os melhores advogados para assegurar a sentença e o jornal judeu “Jewish Daily Post” de 28 de abril de 1935, um dia antes do julgamento, decretava que o “ não se trata mais de provar ou refutar as acusações, ESTE CASO JÁ ESTÁ RESOLVIDO O QUE SE TRATA AGORA É PREPARAR UMA PUBLICIDADE ENORME SOBRE A REFUTAÇÃO... O QUE SE PODE CONSEGUIR COM O APOIO DAS ORGANIZAÇÕES JUDAICAS”.

Cabe dizer que os sionistas puderam apresentar quantas testemunhas quiseram no processo enquanto os rapazes, embora tenha arrolado 36 só puderam apresentar uma! Uma das testemunhas do lado sionista foi o hebreu Trebish Lincoln que tinha sido parlamentar inglês expulso da câmara inglesa por ter enriquecido de forma escusa no setor petrolífero; depois acabou preso nos EUA e solto foi parar na URSS donde foi mandado para a China onde deveria fomentar o movimento comunista. Isso revela bem a qualidade das testemunhas do lado judeu!

A tese da falsidade dos protocolos tomou corpo com uma matéria publicada pela revista Times dos USA em 1921. A revista alegava que um correspondente em Constantinopla recebera dum russo refugiado um panfleto intitulado “Diálogo nos infernos entre Maquiavel e Montesquieu” de autoria dum tal de Maurício Joly que teria servido de base aos protocolos. Joly, segundo alguns era um republicano e não poderia estar envolvido na produção dos protocolos de modo que a Times bateu o veredicto: foram três policiais russos os autores dos protocolos plagiando a obra de Joly. Porém Joly não era seu verdadeiro nome e sim Moses Joel, como informam as memórias de René Mareuil, que mostra como ele se envolveu com Isaque Cremieux, chefe da Aliança Israelita Universal, depois com os comunistas, tendo se suicidado em 1878. Foi o judeu Gambetta que fez sua oração fúnebre. Portanto os diálogos de Joly foram a prévia da qual a judiaria sionista se valeu porque já era um documento que circulava nestes meios.

Em 1935 como noticiado pelo jornal dinamarquês Berlingske Tidende, de 8 de dezembro, houve uma festa na sede da sociedade do artesanato promovida pela fundação sionista Keren Hajesod, no qual o judeu Samuel Besekow, recitou o poema “o judeu pacificador” escrito pelo judeu Luiz Levy. O poema traz o seguinte:

Os tempos chegaram e só uma coisa importa

Que manifestemos o que somos

Uma Nação entre as nações

Os príncipes do Ouro e da Inteligência

...As multidões estremecerão ouvindo a sabedoria dos judeus

...Os judeus e fixaram nas glândulas da moderna comunhão dos povos…

As glândulas são as bolsas, os ministérios, os jornais, as comissões...

Jerusalém será nosso papado

Jerusalém será como uma aranha tecedeira

Seus fios de ouro envolverão o mundo!

Esse poema contém, em resumo, o que dizem os protocolos e constitui prova cabal da sua autenticidade. As escusas das elites judaicas sobre tais planos são farrapos intelectuais: intolerância racial e religiosa. Mas perguntem se o judeu se mistura, se cruza racialmente com outros povos? Via de regra não. Os judeus seguem o preceito da pureza do sangue e condenam casamentos mistos. Em Israel – que se define como Estado Judaico – se pratica a franca discriminação religiosa e racial. Os sionistas consideram a identidade judaica como algo à parte do resto da humanidade. Na universidade de Tel Aviv, há laboratórios que pesquisam desesperadamente o DNA judeu para provar que os judeus são um povo-raça superior que partiu há dois mil anos da terra que se chama Israel, passando por Moscou e fazendo outros percursos até retornar à Palestina. Os sionistas definem o Estado israelense não como o Estado de seus cidadãos mas dos cidadãos judeus. Nem por isso jornalistas ou historiadores mainstream pedem uma condenação internacional, boicote ou embargo ao Estado de Israel.

Aliás, mesmo os sionistas relativizam a acusação levantada nos Protocolos. No jornal judaico “American Hebrew” de 30 de novembro de 1934, página 58, temos um editorial sobre o processo de Berna nos seguintes termos:

“A questão da autenticidade dos protocolos é de mínima importância e só pode interessar aos historiadores. Se tal autenticidade se provasse o que isso significaria? Que um povo tem anseios de domínio mundial? Mas qual povo que não teve esse sonho em alguma fase de sua história? POIS BEM, ADMITAMOS QUE ALGUNS CHEFES DE ISRAEL TIVERAM ESSA IDÉIA? POR QUE NÃO? “


Na época da aparição dos protocolos era conhecida a fórmula messiânica do Rabino Kauffmann Kohler que, no seu livro “Teologia Sistemática do Judaísmo”, página 290 dizia que o título de Messias fora conferido ao Povo de Israel o que significa que caberia a ele governar o globo.

Na mesma linha o judeu Henri Barbusse escreveu o texto “Jesus” em que celebrava um Messias Hebreu que:

“apascentaria as nações com cajado de ferro, espalhando a peste e matando os ricos”

Numa Revolução que instalasse Israel na cabeceira do mundo.

Interessa lembrar que em 1935 o editor judeu da Groschen Bibliotek de Varsóvia, pôs a venda em Vilna, na Lituânia, um exemplar dos protocolos em língua ídiche. Por que os judeus que processaram os rapazes suíços não fizeram o mesmo com seus compatriotas?

Quanto as provas documentais da origem hebréia dos protocolos elas são contundentes. O judeu Bernstein, editor da Free Prees de Detroit, USA, declarou na presença de Willian Cameron que leu os protocolos em hebraico em Odessa no ano de 1895. Segundo consta foi um judeu traidor que fez chegar os protocolos na mão da Okrana via Justina Glinka, filha dum general russo que teria comprado uma cópia dele por 2.500 francos de José Shapiro, hebreu membro da Loja Maçônica Mizraim. Quem recebeu a obra foi o General Cheverin que nunca a mostrou ao Czar. O documento só foi descoberto em sua casa após sua morte. O professor Nilus é quem mandou editá-lo e publicá-lo em 1901. Provavelmente os protocolos de Nilus – que é o texto que nos chegou – são uma mistura do documento de Joly com o que circulava em Odessa junto com as conclusões do congresso sionista de 1897, na Basiléia, Suíça, onde foram lançadas as bases do movimento sionista internacional. Sukotin, marechal russo, foi quem repassou a Nilus uma brochura que teria sido roubada dos documentos sionistas que ficavam guardados num cofre da Alsácia. Sobre isso há uma reclamação feita por Herzl, na “Circular da comissão sionista”, datada de 1901, sobre o desaparecimento de papéis da organização.


Os protocolos passaram desapercebidos do debate público até que a revolução bolchevique de 1917 acontecesse. A busca por uma explicação para o fato levou muitos a ver nas táticas usadas pelos marxistas uma analogia com o que se expunha nos protocolos. Publicações dos USA como o Morning Post e a Times dos chegaram a dedicar matérias extensas ao tema. Inclusive a Times em maio de 1921 alertou para o possível caso de o mundo ter escapado duma pax germânica para cair numa pax judaica. Só em agosto do mesmo ano mudou de opinião dando a entender que o documento seria falso. A alegação da revista de que a descoberta do documento fornecido por um russo foragido se deu por acaso é completamente inverossímil: como uma descoberta dessa acontece justamente no ápice dos debates sobre os protocolos? Um acaso oportuno não é acaso nem coincidência. O fato é que o nome desse russo é desconhecido enquanto os nomes dos que receberam os pergaminhos dos protocolos são conhecidos o que permite o exame e a análise: se alguém quisesse, deliberadamente, falsificar uma narrativa o ideal seria jamais dar nomes que permitissem uma investigação desmentindo tudo. E ainda é preciso que se diga que os documentos entregues a Times são os alfarrábios de Joly, na verdade Moses Joel, que era ligado a Aliança Israelita. Para onde quer que se corra fica demonstrada a verossimilhança do documento. Aliás lembremos que o professor Nilus foi torturado pela Tcheka, polícia secreta soviética por ter publicado os protocolos e que seus exemplares foram queimados pelos bolcheviques em 1917. Um documento falso, sem bases, que demanda que seus divulgadores sejam torturados, perseguidos, calados, processados? Por que tamanha ânsia em impedir que ele venha a tona se não tem fundamento? Uma mentira com pés de barro não tem perigo algum. Alguns poderiam dizer que esta mentira é perigosa pois traria, caso fosse crida, uma renovada perseguição aos judeus. Ora, nenhuma mentira em estado puro convence. É PRECISO QUE ELA ESTEJA MISTURADA COM VERDADES. Quais seriam as mentiras e as verdades dos protocolos? As forças que controlam a sociedade não querem que isso seja examinado e para isso usam expedientes de força. Queiram ou não, todas as vezes que uma histeria coletiva toma conta de setores interessados em impedir a leitura e o exame dos Protocolos é como se ficasse provado o plano que eles expõem.

Fonte: https://catolicidadetradit.blogspot.com/2020/10/afinal-os-protocolos-dos-sabios-de-siao.html#comment-form

Já sabe a resposta?

Abraços

sábado, 2 de janeiro de 2021

A queda do homem, a queda da mulher, a queda da ... de tudo

 A queda da mulher advém da queda do homem


"Numa sociedade que não entende mais a figura do asceta e do guerreiro; em que as mãos dos mais recentes aristocratas parecem ser mais adequadas para segurar raquetes de tênis ou shakers para misturas de coquetéis do que espadas ou cetros; em que o arquétipo do homem viril é representado por um boxeador ou por uma estrela de cinema, se não pelo covarde opaco representado pelo intelectual, pelo professor universitário, pelo fantoche narcisista do artista ou pelo banqueiro ocupado e sujo, ou o político - em tal sociedade, seria apenas questão de tempo até que as mulheres se levantassem e reivindicassem uma "personalidade" e uma "liberdade" de acordo com o significado anarquista e individualista geralmente associado a essas palavras. E enquanto a ética tradicional pedia aos homens e às mulheres para serem eles mesmos ao máximo de suas capacidades, e que expressassem com traços radicais suas próprias características de gênero - a nova "civilização" visa nivelar tudo, já que é orientada para o disforme e para o estágio que não está além, mas sim desse lado do individualismo e da diferenciação dos sexos".

(Julius Evola, Rivolta contro il Mondo Moderno)

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2017/11/a-queda-da-mulher-advem-da-queda-do.html

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O feminismo não conseguiu conceber uma personalidade para as mulheres senão imitando a personalidade masculina


"O que realmente equivale a uma abdicação foi assim reivindicado como sendo um "passo à frente". Depois de séculos de "escravidão", a mulher queria ser "ela mesma" e fazer o que quisesse. Mas o assim chamado feminismo não conseguiu conceber uma personalidade para as mulheres senão imitando a personalidade masculina, de modo que as "reivindicações" da mulher escondem uma falta fundamental de confiança em si mesmas, assim como a sua incapacidade de ser e de funcionar como um mulher real e não como um homem.

Devido a tal incompreensão, a mulher moderna considerou seu papel tradicional como sendo humilhante e se ofendeu ao ser tratada "apenas como uma mulher". Este foi o começo de uma vocação errada. Por isso, ela queria vingar-se, recuperar sua "dignidade", provar seu "verdadeiro valor" e competir com os homens no mundo dos homens. Mas o homem que ela se propôs derrotar não é de todo um homem de verdade, apenas o fantoche de uma sociedade padronizada e racionalizada que não conhece mais nada que seja verdadeiramente diferenciado e qualitativo.

Nessa civilização, obviamente, não há espaço para privilégios legítimos e, portanto, mulheres que são incapazes e não querem reconhecer sua vocação tradicional natural nem defendê-la (mesmo no plano mais baixo possível, uma vez que nenhuma mulher sexualmente realizada sente a necessidade de imitar e invejar o homem) poderiam facilmente demonstrar que elas também possuem virtualmente as mesmas faculdades e talentos – tanto materiais como intelectuais – que se encontram no outro sexo e que, de modo geral, são exigidos e estimados numa sociedade do tipo moderno. O homem, por sua vez, deixou irresponsavelmente isso acontecer e até ajudou e empurrou mulheres para as ruas, escritórios, escolas e fábricas, em todos os pontos encruzilhados e "poluídos" da cultura e da sociedade modernas. Assim, o último impulso de nivelamento foi dado".

(Julius Evola, Rivolta contro il Mondo Moderno)

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2017/11/o-feminismo-nao-conseguiu-conceber-uma.html

Como restabelecer?!

Abraços

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Feliz Natal e Ano Novo!

 A crise é fabricada!

O que explica o cenário de escassez e crise que estamos vivendo, se não tivemos nenhum dos fatores que produzem crise? Maria Lucia Fattorelli explica:


Feliz Natal, povo deitado em berço esplêndido. Mas, esplêndido para quem?! Pense nisso. 

Abraços

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Isto é Anticristianismo!

As heresias de Bento XVI sobre os judeus

Com base na Escritura e Tradição, a Igreja Católica ensina infalivelmente que para salvar-se uma pessoa precisa crer em Jesus Cristo e na fé católica.

João 8:24: “... porque se não crerdes em quem eu sou, morrereis no vosso pecado.”

Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, 1439, ex cathedra: “Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. (…) é necessário para a eterna salvação crer também fielmente na encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo… o Filho de Deus é Deus e homem...”

A Igreja Católica também ensina infalivelmente que a Antiga Aliança cessou com a vinda de Cristo, e foi substituída pela Nova Aliança. O Concílio de Florença ensina que aqueles que praticam a Antiga Lei e a religião judaica pecam mortalmente, e os declara como “estranhos à fé de Cristo” afirmando que “eles não podem alcançar a salvação eterna, a não ser que um dia se arrependam desses erros.”

Em 2001, porém, a Pontifícia Comissão Bíblica publicou um livro intitulado "O povo judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia cristã". Este livro rejeita o dogma de que a Antiga Aliança cessou. Este ensina que a Antiga Aliança ainda é válida e que a espera dos judeus pela vinda do Messias (que formou parte da Antiga Aliança) também continua a ser válida. Este diz que Jesus não tem de ser visto como o Messias que foi profetizado; que é possível vê-Lo, como os judeus o fazem, não como o Messias e não como Filho de Deus.

Na seção II, A, 5, "O povo judeu e suas Sagradas Escrituras na Bíblia cristã", afirma: “A espera messiânica dos judeus não é vã…”

Na seção II, A, 7, "O povo judeu e suas Sagradas Escrituras na Bíblia cristã", afirma: “… ler a Bíblia como o faz o judaísmo envolve necessariamente uma implícita aceitação de todos os seus pressupostos, isto é, a plena aceitação de que o judaísmo é, em particular, a autoridade dos seus escritos e tradições rabínicas, os quais excluem a fé em Jesus como Messias e Filho de Deus. (…) os cristãos podem e devem admitir que a leitura judaica da Bíblia é possível…”

Então, de acordo com este livro do Vaticano, os cristãos podem e devem admitir que a posição judaica de que Jesus não é o Filho de Deus e o Messias profetizado é válida! O prefácio deste livro totalmente herético foi escrito por não outro que Joseph Ratzinger, o atual Bento XVI.

Isto é anticristo!

1 João 2:22: “Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus seja o Cristo? Este tal é um Anticristo…”

Heresia é uma rejeição de um dogma da fé católica; apostasia é uma rejeição total da fé cristã. Este livro contém heresia e apostasia, com a plena aprovação de Bento XVI.

Bento XVI ensina que Jesus Cristo não tem de ser visto como o Messias. (Heresia casca grossa!)

Bento XVI ensina a mesma negação de Jesus Cristo em vários de seus livros:

Bento XVI, "Deus e o Mundo", 2000, pág. 209: “É claro que é possível ler o Antigo Testamento de maneira que esse não seja direcionado para Jesus; esse não aponta de forma suficientemente inequívoca para Cristo. E se os judeus não conseguem ver n'Ele o cumprimento das promessas, isso não é apenas má vontade da parte deles, mas uma posição genuína por causa da obscuridade dos textos... Existem razões perfeitamente aceitáveis para negar que o Antigo Testamento refere-se a Cristo e para dizer ‘não, não foi isso que ele disse.’ E existem também boas razões para dizer que refere-se a Ele. É nisto que se baseia toda a disputa entre judeus e cristãos.”

Bento XVI disse que há razões perfeitamente aceitáveis para não crer que o Antigo Testamento se refere a Cristo como o Messias profetizado. Ele disse que o Antigo Testamento não aponta de maneira inequívoca para o Nosso Senhor como o Messias. Esta é outra negação total da fé cristã.

O que faz esta apostasia ser ainda mais monstruosa é o fato de que o Novo Testamento está repleto de passagens que declaram que o Nosso Senhor é o cumprimento das profecias sobre o Messias contidas no Antigo Testamento. Citando apenas uma passagem de muitas, em João 5, Nosso Senhor diz especificamente aos judeus que o que está escrito no Antigo Testamento a respeito d'Ele, irá condená-los.

João 5:39, 45-46: “Examinai as escrituras, pois julgais ter nelas a vida eterna, e elas mesmas são as que dão testemunho de mim… o mesmo Moisés, em quem vós tendes as esperanças, é o que vos acusa. Porque se vós crêsseis em Moisés, certamente me creríeis também em mim; porque ele escreveu de mim.”

Mas, de acordo com o apóstata Bento XVI, todas estas declarações bíblicas que dizem que o Nosso Senhor é o cumprimento das profecias contidas no Antigo Testamento, incluindo as próprias palavras de Nosso Senhor, podem ser falsas. Para Bento XVI, a interpretação judaica de que o Nosso Senhor não é o Messias, que não é o Filho de Deus, e que não é profetizado no Antigo Testamento, é possível e válida. Isto é totalmente herético, apóstata e anticristo.

Bento XVI também nega a Jesus Cristo no seu livro "A minha Vida":

Bento XVI, "A minha Vida", 1998, pp. 51-52: “Fui compreendendo progressivamente que o judaísmo… e a fé cristã tal como é descrita no Novo Testamento, são dois modos de apropriação da Sagrada Escritura de Israel, que em definitivo depende da posição assumida para com Jesus de Nazaré. A Escritura Sagrada que nós hoje chamamos Antigo Testamento está aberta a ambas as perspectivas…”

Bento XVI declara mais uma vez que as Escrituras estão abertas para a interpretação judaica de Jesus: que Jesus não é o Filho de Deus. É precisamente por isso que Bento XVI repete frequentemente a heresia de que judeus não precisam acreditar em Cristo para se salvarem.

Bento XVI, Zenit notícias, 5 de Setembro de 2000: “Estamos de acordo que um judeu, e isto é verdadeiro para crentes de outras religiões, não necessariamente tem de reconhecer Cristo como Filho de Deus para salvar-se…”

Bento XVI, "Deus e o Mundo", 2000, pp. 150-151: “... [os judeus] ao dizerem ‘Não’ a Cristo põem os israelitas em conflito com os atos posteriores de Deus, mas ao mesmo tempo sabemos que lhes é assegurada a fidelidade de Deus. Não estão excluídos da salvação…”

Isto é uma rejeição total do dogma católico.

O ato público de apostasia de Bento XVI na sinagoga alemã. 

Tudo isto explica o porquê de, em 19 de Agosto de 2005 ― uma sexta-feira ao meio-dia, o mesmo dia e hora em que Jesus foi crucificado ―, Bento XVI ter chegado à sinagoga judaica em Colônia, Alemanha, e ter participado ativamente nos ofícios religiosos judaicos. Participar ativamente num culto não-católico é um pecado contra a Lei Divina e contra o Primeiro Mandamento, como foi sempre ensinado antes do Vaticano II.

Santo Ambrósio, Sermão 37, As Duas Barcas: “A infidelidade da Sinagoga é um insulto ao Salvador. Por isso, Ele escolheu a barca de Pedro, e abandonou a de Moisés, isto é, Ele rejeitou a Sinagoga infiel, e adotou a Igreja crente.”

Ao fazer parte de um ofício de culto judaico, Bento XVI cometeu um ato público de apostasia. Na sinagoga, Bento XVI estava proeminentemente sentado perto do frontal do altar. A sinagoga estava cheia de judeus que lá estavam para o ver. Bento XVI não foi apenas uma parte integral do ofício de culto judaico, ele foi a figura principal. Isto é, sem dúvida alguma, uma participação ativa na religião judaica.

De muito perto de Bento XVI, o chantre da sinagoga recitou e cantou orações com toda a força dos seus pulmões. Bento XVI fez gestos, tais como curvar a cabeça e bater palmas, para mostrar a sua aprovação e participação no ofício judaico. Ele juntou-se aos judeus na reza Kaddish, e música Yiddish soava ao fundo.

Quando Bento XVI levantou-se para falar (e eventualmente para rezar) na sinagoga, a sinagoga inteira pôs-se de pé e aplaudiu-o; aplaudiu-o pela sua aceitação da religião judaica. Toda a gente no mundo que viu esse evento sabe que esse teve apenas um significado: Bento XVI não tem problemas com judeus que rejeitam Jesus Cristo, e (de acordo com ele) eles não têm qualquer obrigação de aceitar Jesus Cristo para serem salvos.

Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, “Cantate Domino,” 1441, ex cathedra: “A Santa Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que estão fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá participar na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demônio e os seus anjos, a não ser que a Ela se unam antes de morrer…”

Bento XVI encoraja o rabino-chefe de Roma em sua “missão”.

Bento XVI, Discurso ao Rabino-Chefe de Roma, 16 de Janeiro de 2006: “Ilustre Senhor Rabino-Chefe, a guia espiritual da comunidade hebraica romana foi-lhe confiada há pouco tempo; Vossa Excelência assumiu esta responsabilidade, alicerçado na sua experiência de estudioso e de médico, que compartilhou alegrias e sofrimentos de muita gente. Formulo-lhe de coração os meus votos ardentes pela sua missão e asseguro-lhe a estima e a amizade cordial, tanto minha como dos meus colaboradores.”

Isto é apostasia. Bento XVI encoraja o rabino-chefe em sua “missão”! Ele também expressa a sua estima pelo Rabino e pelo seu apostolado de rejeição a Cristo.

Bento XVI, Audiência Geral, 17 de Janeiro de 2007: “Desde há quase dois decênios a Conferência Episcopal italiana dedica este Dia ao judaísmo com a finalidade de promover o seu conhecimento e estima e para incrementar a relação de amizade recíproca entre a comunidade cristã e a judaica, relação que se desenvolveu positivamente depois do Concílio Vaticano II e depois da histórica visita do Servo de Deus João Paulo II à Sinagoga Maior de Roma. (…) Convido portanto todos a dirigir hoje uma invocação insistente ao Senhor para que judeus e cristãos se respeitem, se estimem…”

Ele fala positivamente de um dia dedicado ao judaísmo. Esse dia, segundo Bento XVI, é para promover a estima pelo judaísmo (uma religião falsa que rejeita a Cristo). Isto é uma rejeição absoluta da fé católica e de Jesus Cristo.”

http://www.igrejacatolica.org

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2017/11/as-heresias-de-bento-xvi-sobre-os-judeus.html


Abraços

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Stoßtrupp 1917

"Stoßtrupp 1917" (Tropa de Assalto 1917) é um filme de guerra alemão de 1934 que mostra o cotidiano dos soldados alemães durante a Primeira Guerra Mundial nas trincheiras do front oeste, enfocando a situação de uma unidade alemã que se encontra cercada por forças britânicas e francesas. Este filme pretende transmitir as experiências dos soldados da linha de frente da batalha. As experiências vividas pela tropa de assalto mostram o que milhões de soldados passaram na Primeira Guerra Mundial, desde as privações aos milagres realizados pela coragem heróica e pelo sentido dos sacrifícios feitos para cumprir as suas tarefas. Nada sobre a guerra foi encoberto.


O filme mostra claramente como ocorreram as guerras modernas no início do século 20. A barragem de artilharia e a guerra de trincheiras acompanham o filme da primeira à última cena. E foram os soldados da linha de frente que tiveram que resistir a esse fogo extenuante por quatro longos anos. Foi um grande sucesso de bilheteria com milhões de espectadores tendo-o prestigiando.


Este poderoso filme anti-guerra, uma realização do governo Nacional-Socialista Alemão, é uma raridade cinematográfica porque seus rolos originais e a filmagem foram considerados perdidos por muito tempo e por ser um dos primeiros filmes da vida diária militar na Primeira Guerra. Com cuidadoso trabalho foi reconstruído com a ajuda do Federal Film Archive e de colecionadores particulares. Então uma versão completa de imagem e som foi elaborada e o raro filme pode ser salvo e hoje disponível ao público interessado. 

"Stoßtrupp 1917" é dirigido por Hans Zöberlein, estrelado por Ludwig Schmid-Wildy, Beppo Brem e Max Zankl, e baseado no romance "Der Glaube an Deutschland" de Hans Zöberlein.


Abraços

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

A Verdadeira Pandemia

A Verdadeira Pandemia

Como será o mundo depois desta epidemia? Por Meraldo Zisman

O jornais não cansam de dizer que estamos vivendo uma pandemia. Que surgiu um novo vírus que denominam de Covid-19 que anda a infectar e matar zilhões de pessoas pelo globo, e desgraçar vidas, profissões, sonhos e famílias diuturnamente. Sem falar nas enormes dificuldades que está criando na Economia, nas relações diplomáticas e entre casais, famílias e vizinhos. Ainda podemos notar o avanço de tecnologias 'docilmente' invasivas do tipo "o olho que tudo vê" para nosso "maior conforto e segurança". Porém, observando as sociedades atuais, ditas modernas, e digo modernas apenas cronologicamente, pois moralmente são e estão equivocadas, frustradas, sem rumo e cada vez mais canibais.

Já são décadas que os índices de todo tipo de violência não cessam de subir. Não faz muito tempo que mortes por "bala perdida" não existiam notícias, hoje elas são corriqueiras, quase diárias, fora que os linchamentos também estão aumentando. É notório que assaltos, latrocínios, estupros, pedofilia, tudo está aumentando e ninguém enxerga uma saída.

Para que mais pandemia que as drogas? Cada vez mais drogas, cada vez mais variedades de drogas, cada vez mais apreensões de carregamento, cargas cada vez mais volumosas, "mulas" inimagináveis, presídios cada vez mais lotados, casos de overdoses crescendo, etc. Chegando ao ponto que pela falta de qualquer perspectivas de melhoria ou de soluções, aventam com ares de pseudo sabedoria que o melhor é a liberação! O exemplo abaixo demonstra o absurdo dessa idéia.

Temos também as bebedeiras, os males do cigarro e de outras drogas "aprovadas" por agências governamentais totalmente irresponsáveis e descompromissadas com a saúde, o bem estar de pessoas e famílias que perdem seus entes queridos para bêbados ao volante ou brigas e cânceres tabagísticos. E tudo promovido por empresas, shows, artistas e Imprensa. Ou seja, drogas comprovadamente prejudiciais são mostradas e promovidas como mero entretenimento, lazer, status de "boa vida".

Temos as avalanches de imigração de estranhos, e não apenas "estrangeiros", que nada têm em comum com os povos anfitriões, com sua cultura, valores morais e jurídicos, religião, historiografia de conquistas, lutas e formação do país e instituições. Situação que vem causando enormes desconfortos sociais e profissionais, prejuízos econômicos e previdenciários, e já em muitos lugares, surgindo verdadeira guerra civil.

Depois de 75 anos do falso fim da "boa guerra" - não sei como chacinar mais de 60 ou 80 milhões de pessoas pode ser chamado assim -, as guerras continuam acontecendo. São décadas de guerras de todo tipo: étnicas, religiosas, econômicas, e principalmente e mais perigosa, para a implementação da Nova Ordem Mundial do Anticristo que terá por capital mundial a cidade de Jerusalém. Por isso tanto assanhamento por parte de certos grupos, pessoas e entidades, cientes ou não do verdadeiro objetivo final, para que cada vez mais governos reconheçam Jerusalém como capital unilateral e a reconstrução do Templo de Salomão.

Aborto: mais de 55 milhões por ano de pequeninhos seres humanos indefesos assassinados no mundo. Ao Covid-19 são creditados questionáveis 860.000 mortos (3-4%) até a presente data de um total de infectados de 25 milhões e 17 milhões de recuperados. No aborto, todos (100%) os 'infectados' morrem.

Mas enfim, nessa 'pequena' relação de desgraças, onde está a verdadeira pandemia? No aborto. Não. Está na falta de caráter, na ausência de bom senso e de coragem, na falta de amor a si e ao(s) próximo(s), na alienação, no falso testemunho, no cinismo, no hedonismo, na egolatria, no materialismo. "Valores" cada vez mais praticados e sempre tão veemente combatidos pela Igreja, pelo Senhor Jesus Cristo. Cristo Jesus que, além dos tradicionais inimigos seculares e espirituais, agora surge outro saído do fossário, o Neo-Paganismo.

Muitíssimo mais poderia ser escrito, mas diante do 'pouco' e sucintamente exposto, é fácil perceber e comprovar que já vivemos um longo tempo de pandemia, não uma, mas várias. De que vivemos uma era de pandemias muito piores e mais profundas do que narram os jornalistas sobre o Covid-19. Pandemias com as quais temos poucas opções e caráter adequados para nos defender, de proteger aqueles que amamos. Ou mudamos com coragem, ou seremos gado de vez. A contra gosto de muito, não encontraremos as mudanças sólidas e profundas, os verdadeiros valores e saídas corretas em nada que for secular, "democrático" ou anticristão.

Deus Vult! Viva Cristo Rei!


Se tivessem continuado nesse Santo Espírito Cristão de fraternidade e amor, a Grande Guerra teria outro rumo e seus provocadores também. Por isso tanto atacam o Cristianismo, a Igreja e o Senhor Jesus.


A verdadeira pandemia é a ausência de amor a Deus e ao Seu Filho Jesus.

Abraços

domingo, 30 de agosto de 2020

Antigentilismo ou antisemitismo, quem veio primeiro?

O autor do presente artigo disserta sobre o surgimento do antissemitismo, alegando que a ótica vulgata para entendimento da questão está inverdade. Leiamos.

Antigentilismo causa antisemitismo
Por Taxi



A primeira bala de ódio foi disparada pelos judeus.

Há cerca de três mil anos, os antigos seguidores de Moisés no deserto, que viveram na Babilônia, acumularam e compilaram seu folclore oral de 600 anos, antes de registrá-lo cuidadosamente em pergaminhos e placas. Esta coleção de escritos judeus antigos é comumente conhecida como Talmud Babilônico. E este mesmo Talmud, de acordo com a história judaica, não apenas representa a fonte primária da teologia e da lei judaica, também continua a ser a peça central da vida cultural judaica. Os escritores babilônios judeus do Talmud na época realmente galvanizaram, trabalharam e escreveram: concordando unanimemente sobre o conteúdo de todos os seus capítulos. Todos eles assinaram sua declaração de missão religiosa, que notavelmente também incluía a declaração de guerra eterna contra todos os gentios. Este decreto tribal genocida encontrado no Talmud é o primeiro caso registrado de antigentilismo judeu. Aconteceu vários milênios antes mesmo de o conceito de antissemitismo ser inventado. Na verdade, os judeus antigos haviam escrito esta declaração histórica e sombria dos Antigentios por escrito cerca de dois mil anos antes dos pogroms e perseguições religiosas aos judeus já foram registrados. Na verdade, atualmente sabemos das inclinações genocidas dos judeus de seus próprios antigos escritos talmúdicos: bastante bem escondidos dos olhos dos gentios por milhares de anos até o advento da internet revelar claramente as más intenções dos judeus para com todos os gentios.

Esta guerra judaica longa e silenciosa contra os gentios continua a persistir cerca de quatro mil anos depois; exceto hoje em dia, esta guerra 'eterna' contra os gentios é aberta e profundamente maliciosa e niilista: já causou a destruição de muitas nações gentias modernas, bem como a morte de centenas de milhões de gentios inocentes desde o final do século XIX. Aqui, estou contando as vítimas de ambas as Guerras Mundiais, a Revolução Russa, bem como as guerras devastadoras do passado e do presente no Oriente Médio - várias guerras selvagens cujos arquitetos revelaram a clara impressão digital judaica.

Quando o conteúdo e o calendário do Talmud Judaico são considerados sobriamente, não se pode deixar de concluir que o Antigentilismo se manifestou antes do Antissemitismo, portanto, o Antigentilismo é na verdade a própria fonte do Antissemitismo. Além disso, podemos até dizer que, na maioria das vezes, o anti-semitismo é uma reação ao anti-gentilismo dissimulado e aberto.

Sim, o antigentilismo é a fonte e causa primordial do antissemitismo.

É simples assim.

E é surpreendente que nem uma única peça da literatura acadêmica sobre o assunto possa ser encontrada na internet. Surpreendente também que alguns dicionários nem mesmo listam 'Antigentilismo' como uma frase ou palavra - e alguns que o fazem, na verdade dão a definição errada.

No entanto, isso por si só não é surpreendente: considerando que os judeus são mestres na obscura arte do engano e da distração em massa; considerando também que eles possuem ou administram Ministérios de Educação Ocidentais, Mídia Principal, Cultura Identitária, Censura da Internet, etc.

Desde a Segunda Guerra Mundial, e tudo graças à implacável propaganda de Hollywood e MSM, ostensivamente, os judeus modernos são vistos como vítima e herói. (Uma contradição em termos, não?!). Os judeus têm nos dito incessantemente que o antissemitismo é o “ódio irracional aos judeus”. Pelo menos essa foi sua definição e ponto de discussão durante e após a Segunda Guerra Mundial. Cerca de setenta anos após o chamado Holocausto Alemão e a criação do estado genocida de Israel, esta velha definição agora se transformou no fascista: “crítica a Israel é o Novo Antissemitismo”. Isso significa que nem mesmo a “propriedade” judaica pode ser criticada, e cada governo judeu é sagrado. Bem aqui, caro leitor, é a sua definição clássica de 'liberdade de expressão zero' para todos os gentios, não apenas para a minoria 'supremacista branca'. Aqui, podemos ver claramente que, com cada definição judaica atualizada de 'antissemitismo', grupos maiores de gentios sofrem uma censura mais severa e um destino social mais sombrio.

Sejamos claros aqui que as armas modernas usadas pelos judeus contra as sociedades gentias são numerosas e a arma mais poderosa que eles possuem é a chamada "narrativa do Holocausto". Judeus seculares de elite e rabínicos usam o Holocausto como uma serra elétrica para silenciar e censurar os gentios. Eles também usam a narrativa do Holocausto para fazer uma lavagem cerebral em gentios desavisados, bem como nos próprios judeus. A lavagem cerebral do Holocausto é, sem dúvida, a poção mental mais poderosa que os judeus já inventaram. Além disso, é a lavagem cerebral do Holocausto que realmente transforma o esfregaço 'antissemita' em arma. Sem a lavagem cerebral narrativa do Holocausto, a mancha antissemita seria totalmente sem sentido e ineficaz.

          
"O Holocausto é uma histórica de ficção de sucesso." - Rabino Moshe Arieh Friedman

Aqui, alguém naturalmente se pergunta: por que os judeus são tão entusiastas da censura tirânica quando se trata de seus assuntos tribais? Por que os judeus estão sempre na ofensiva quando se trata da liberdade de expressão dos gentios? O que eles estão tentando esconder? Que verdades e histórias sombrias eles estão consistentemente tentando enterrar e obscurecer dos olhos dos gentios? Alguns diriam que as inconsistências da lucrativa narrativa do Holocausto explicam esse comportamento anti-social dos judeus para com os gentios inquiridores. Claro, isso é verdade - e eu chamo isso de síndrome da 'guarda do bezerro de ouro'. Mas também digo que é mais profundo do que isso. Eu digo que os judeus da elite temem que, uma vez que as fraudes na narrativa do Holocausto judaico tenham sido expostas e se tornem universalmente virais, a próxima grande revelação, ou melhor, a mãe de todos os alvos da luz solar será o conteúdo e calendário do Talmud judaico.

Em outras palavras, os judeus temem os gentios em massa descobrirem que a primeira bala de ódio está na verdade embutida e fossilizada no Talmude judaico.

Os judeus temem profundamente os gentios por desvendar a verdadeira identidade do dono da primeira bala de ódio na guerra entre gentios e judeus.

Eles temem absoluta e totalmente a descoberta de seu antigentilismo patológico e profundamente arraigado.

Claro, eles conseguiram suprimir a discussão e o debate sobre o 'Antigentio' por mais de quatro mil anos - eles até conseguiram suprimir secretamente até mesmo a mera 'menção' da frase 'Antigentilismo'. Então, não é hora agora, antes que a censura judaica fique ainda mais sufocante, de colocar direta e abertamente esse tópico crucial na mesa para que todos examinem? Não é hora de começar a perguntar aos judeus por que eles dispararam o primeiro tiro? Digo isso claramente aqui: cabe a todos os gentios agora contrariar o esfregaço 'anti-semita' viral com o 'anti-gentio' viral. Posso assegurar-lhe (por experiência) que os judeus se tornam gagos estupefatos quando um gentio traz à tona o tópico do antigentilismo judaico. Isso ocorre porque, como todos sabemos, não existe nenhum hasbará no léxico judaico que possa explicar o ódio duradouro que os judeus sentem pelos gentios há milênios.

É hora de 'tagarelar' sobre o Antigentilismo em massa.

É hora de os judeus enfrentarem sua 'criptonita'.

Fonte: https://platosguns.com/2018/08/29/anti-gentilism-causes-antisemitism/

Algumas leituras complementares:

"Como o Talmud foi descoberto":
https://desatracado.blogspot.com/2014/03/como-o-talmud-foi-descoberto.html

"Netanyahu promete que o livro anticristão do Talmud será a lei constitucional em Israel":
https://desatracado.blogspot.com/2016/06/talmud-sera-lei-em-israel.html

"Judeus quebram tabu ao denunciar casos de pedofilia. Os seguidores da 'Torá' têm como regra não acusar legalmente alguém da mesma crença e resolver os casos em um tribunal rabínico":
https://veja.abril.com.br/brasil/judeus-quebram-tabu-ao-denunciar-casos-de-pedofilia/

 "(1/2) Doutrina talmúdica: Jesus é feiticeiro":
https://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/12-doutrina-talmudica-jesus-e-feiticeiro.html

"(2/2) Doutrina talmúdica: não-judeus não são humanos":
https://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/22-doutrina-talmudica-nao-judeus-nao.html

"Talmud, onde a pedofilia é a LEI":
https://www.palestinow.com/talmud-where-pedophilia-is-the-law/

"O Talmud tem razão?":
http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2015/02/o-talmud-tem-razao.html

"A Cabala judaica e o sexo promíscuo":
https://desatracado.blogspot.com/2014/03/a-cabala-judaica-e-o-sexo-promiscuo.html

"Nova Ordem Mundial desvendada":
https://desatracado.blogspot.com/2020/04/nova-ordem-mundial-desvendada.html

"Cultura judaico-cristã em comum?!":
https://desatracado.blogspot.com.br/2016/02/cultura-judaico-crista-em-comum.html

"A pseudo tradição judaico-cristã":
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/05/a-pseudo-tradicao-judaico-crista.html

"A impossibilidade judaico-cristã":
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/06/a-impossibilidade-judaico-crista.html

"PEDOFILIA: O segredo sujo do Talmud" pelo Rev. Ted Pike:
https://desatracado.blogspot.com/2014/11/pedofilia-e-talmud.html

"Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus." 
Gálatas 5:19

Abraços

domingo, 23 de agosto de 2020

Leni Riefenstahl, ímpar e eterna

Em Memória de Leni Riefenstahl
(22 de agosto de 1902 a 8 de setembro de 2003)

    Helene Bertha Amalie "Leni" Riefenstahl | The Amazing Everything Wiki |  Fandom

Helene Bertha Amalie “Leni” Riefenstahl nasceu neste dia em Berlim em 1902. Ela morreu em Pöcking, Baviera, em 8 de setembro de 2003, logo após seu 101º aniversário. Ela era uma dançarina, atriz, fotógrafa e diretora de cinema altamente talentosa.

Até mesmo seus críticos mais teimosos admitem que Leni Riefenstahl é a maior cineasta de todos os tempos e/ou a maior documentarista de todos os tempos. Mas isso é um elogio fraco, uma vez que ambos os campos são bastante pequenos.

Na verdade, Riefenstahl é uma das maiores cineastas da história, ponto final, por seu forte senso estético e inúmeras inovações técnicas, que explicam sua imensa e duradoura influência.

Além disso, seu status como diretora repousa em uma obra muito pequena: dois filmes, “Das Blaue Licht” (A Luz Azul, 1934) e “Tiefland” (Planície, concluído em 1944, lançado em 1954), e dois documentários: “Triumph des Willens” (Triunfo da Vontade, 1934) e “Olympia” (1938), lançado em duas partes: “Fest der Völker” (Festival das Nações) e “Fest der Schönheit” (Festival da Beleza).

   Leni Riefenstahl's Olympia 2. Teil: Fest der Schönheit Part Two: Festival  of Beauty (1938) in 2020 | Leni riefenstahl, Olympische spiele, Olympia

Além disso, Riefenstahl fez três outros documentários. “Der Sieg des Glaubens” (Vitória da Fé, 1933, com 64 minutos) foi um documentário do Comício de Nuremberg de 1933 do Partido Nacional-Socialista Alemão, que foi retirado após o expurgo de 1934 de Ernst Röhm, que apareceu com destaque no filme. Os outros dois documentários eram relativamente curtos: “Tag der Freiheit: Unsere Wehrmacht” (Dia da Liberdade: Nossas Forças Armadas, 1935, 28 minutos) e “Impressionen Unter Wasser” (Impressões Subaquáticas, 2002, 45 minutos — saudado por um gênio como “o protetor de tela mais bonito do mundo”). Esses documentários, entretanto, raramente foram vistos e tiveram pouca influência na reputação de Riefestahl.

O documentário “Impressionen Unter Wasser” foi baseado na vida marinha e filmado principalmente em torno de Papua Nova Guiné, e é uma coleção de imagens dirigida por Riefenstahl entre os anos 1970 e 2000. Outros locais incluem imagens feitas nas Ilhas Maldivas, nas Seychelles, Quênia, Tanzânia, Indonésia, no Mar Vermelho, nas Ilhas Cocos (Pacífico) e no Mar do Caribe (Cuba). Riefenstahl rejeitou as alegações de que o filme foi um retorno: “Impressionen Unter Wasser certamente não é um 'retorno'. Eu sempre fui ativa e continuo sendo. Meu filme mostra a beleza do mundo subaquático. Espero que toque a consciência do espectador, pois ilustra exatamente o que o mundo perderá quando nada é feito para impedir a destruição de nossos oceanos. Certa vez, disse que sou muito fascinada pelo belo e pelo vivo. Busco harmonia e, debaixo d'água, acabei encontrando-a.” 
https://en.wikipedia.org/wiki/Impressionen_unter_Wasser
Segundo contam, Leni Riefenstahl tirou a licença de mergulho aos 70 anos (falsificando o passaporte, porque ninguém mais queria que ela fizesse o exame). E, 30 anos depois, com muita experiência em mergulho e 100 anos de experiência de vida, ela nos fez essas lindas gravações: 


O fato de a estatura de Riefenstahl como cineasta repousar em apenas quatro filmes não foi devido à falta de esforço de sua parte. Após a Segunda Guerra Mundial, Riefenstahl tentou várias vezes lançar novos projetos de filmes, todos os quais deram em nada, por um motivo ou outro. Mas não há dúvida de que uma artista com o talento de Leni Riefenstahl teria feito dezenas de filmes nos 58 anos que viveu após a Segunda Guerra Mundial, se não tivesse sido o diretor favorito de Adolf Hitler e se a indústria do cinema ocidental e a mídia em geral não o tivessem foi dominado por judeus. O estrangulamento de um talento tão grande é um dos crimes artísticos do século XX.

É um lembrete de que a hegemonia cultural judaica é mantida não apenas promovendo artistas decadentes, independentemente de seu talento, mas suprimindo artistas saudáveis, independentemente de seu talento. É também um lembrete de que todos os outros valores da coalizão de esquerda —  feminismo, direitos dos homossexuais, ambientalismo, etc. — estão sempre subordinados quando entram em conflito com a agenda judaica predominante de degradar e destruir os povos brancos, especialmente aqueles ligados em qualquer caminho com seus defensores mais autoconscientes e militantes até agora.

Se você deseja começar a explorar a vida e obra de Leni Riefenstahl, recomendo que comece com suas próprias obras:

“Triumph des Willens” (com “Tag der Freiheit! – Unsere Wehrmacht”)
“Olympia”
“Der Sieg des Glaubens”
“Das Blaue Licht”
“Tiefland”
“Leni Riefenstahl: A Memoir” (autobiografia fascinante e muitas vezes dissimulada, que geralmente é corrigida pelas biografias listadas abaixo)
“Leni Riefenstahl: Africa” (fotos)

Riefenstahl também atua nos seguintes filmes clássicos dirigidos por Arnold Fanck:

- “Der heilige Berg”, 1926 (A Velha Montanha)
“Die weiße Hölle vom Piz Palü”, 1929 (O Inferno Branco de Pitz Palu)
“Sturm über dem Montblac”, 1930 (Tempestade sobre o Mont Blanc)
“S.O.S. Eisberg”, 1933 (S.O.S. Iceberg)

A Velha Montanha (“Der heilige Berg”) é um filme de montanha alemão de 1926 dirigido por Arnold Fanck e estrelado por Leni Riefenstahl, Luis Trenker e Frida Richard. Foi a primeira aparição da futua cineasta Riefenstahl como atriz. Escrito por Arnold Fanck e Hans Schneeberger, o filme é sobre uma dançarina que conhece e se apaixona por um engenheiro em sua cabana nas montanhas. Depois que ela dá seu lenço para um de seus amigos, o amigo apaixonado acredita erroneamente que ela o ama. Quando o engenheiro a vê confortando inocentemente seu amigo, ele acredita erroneamente que ela o está traindo.
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Holy_Mountain_(1926_film)


O Inferno Branco de Pitz Palu (“Die weiße Hölle vom Piz Palü”) é um filme mudo alemão de montanhismo de 1929, co-dirigido por Arnold Fanck e Georg Wilhelm Pabst e estrelado por Leni Riefenstahl, Gustav Diessl, Ernst Petersen e o ás do vôo da Primeira Guerra Mundial Ernst Udet. Escrito por Arnold Fanck e Ladislaus Vajda, o filme é sobre um homem que perde sua esposa em uma avalanche enquanto escala a montanha Piz Palü, e passa os próximos anos procurando o corpo dela sozinho. Quatro anos depois, ele conhece um jovem casal que concorda em acompanhá-lo em sua próxima escalada. Foi filmado em locações na cordilheira Bernina em Graubünden, Suíça.
https://en.wikipedia.org/wiki/The_White_Hell_of_Pitz_Palu_(1929_film)


Tempestade sobre o Mont Blanc (Sturm über dem Montblac”, 1930) é um filme alemão de 1930 escrito e dirigido por Arnold Fancke estrelado por Leni Riefenstahl, Sepp Riste e Ernst Udet. O filme faz parte do gênero cinematográfico alemão "montanhismo", popularizado por Fanck. A história gira em torno de um homem que trabalha sozinho na estação meteorológica de Mont Blanc, coletando dados. Seu único contato com o mundo abaixo é através de sinais de código Morse. Ele é acompanhado por uma amiga, que o ajuda a sobreviver a uma terrível tempestade na montanha. Ernst Udet é apresentado como um piloto que está envolvido em um perigoso resgate na montanha.
https://en.wikipedia.org/wiki/St%C3%BCrme_%C3%BCber_dem_Mont_Blanc


S.O.S. Eisberg (“S.O.S. Eisberg”, versão colorizada) é uma co-produção germano-americana de 1933. O drama é dirigido por Arnold Fanck e estrelado por Gustav Diessl, Leni Riefenstahl, Sepp Rist, Gibson Gowland, Rod La Rocque e Ernst Udet. O filme foi escrito por Tom Reed baseado na história de Arnold Fanck e Friedrich Wolf. S.O.S. Eisberg segue o relato da malfadada expedição polar do famoso explorador Alfred Lothar Wegener na vida real em 1929-30. Dois membros desta expedição malfadada de Wegener serviram como consultores técnicos da Universal.
https://en.wikipedia.org/wiki/S.O.S._Eisberg


Não perca as extensas análises de Derek Hawthorne de cada filme relacionadas abaixo.

Riefenstahl também aparece extensivamente no documentário de 1994 de Ray Müller, “The Wonderful, Horrible Life of Leni Riefenstahl”(*). O diretor inclui filmagens espontâneas, filmadas quando Riefenstahl não achava que estava sendo filmada. A intenção dele era fazer com que ela ficasse mal, mas na verdade ela sai 100 vezes mais que o diretor Müller. É necessário vigiar, apesar do inevitável moer do machado.

Também recomendo os seguintes artigos neste site:

- Jonathan Bowden, “Hans-Jürgen Syberberg: o herdeiro de Leni Riefenstahl?” (podcast e transcrição, artigo curto)
https://www.counter-currents.com/2013/04/hans-jurgen-syberberg-leni-riefenstahls-heir/
https://www.counter-currents.com/2011/07/hans-jurgen-syberberg/
- P.J. Collins, “Leni Riefenstahl na Memória Moderna”
https://www.counter-currents.com/2019/08/leni-riefenstahl-in-modern-memory/
- Jef Costello, “Gênio Insincero: Um Tiributo a Leni Riefenstahl”
https://www.counter-currents.com/2011/08/disingenuous-genius-a-tribute-to-leni-riefenstahl/
- Andrew Hamilton, “Filme Perdido de Leni Riefenstahl: Vitória da Fé (1933)”
https://www.counter-currents.com/2013/06/leni-riefenstahls-lost-film-victory-of-faith-1933/
- Derek Hawthorne, “A Velha Montana”
https://www.counter-currents.com/tag/the-holy-mountain-essay/ (não encontrado)
- Derek Hawthorne, “O Inferno Branco de Pitz Palu”
https://www.counter-currents.com/tag/pitz-palu-essay/ (não encontrado)
- Derek Hawthorne, “Tempestade sobre o Mont Blanc”
https://www.counter-currents.com/tag/mont-blanc-essay/
- Derek Hawthorne, “S.O.S. Iceberg”
https://www.counter-currents.com/2011/10/s-o-s-iceberg/
- Greg Johnson, “Rammstein's 'Stripped' and 'Links 2-3-4' Videos”
https://www.counter-currents.com/2011/12/rammsteins-stripped-and-links-2-3-4-videos/
- Thomas Goodrich, “Boa Guerra ... Melhor Paz”
https://www.counter-currents.com/2015/04/good-war-better-peace/

Por fim, desejo recomendar vários livros sobre Riefenstahl:

- “Leni Riefenstahl: Five Lives. A Biography in Pictures” (um magnífico livro de imagens de mesa de centro)
- Steven Bach, “Leni: The Life and Work of Leni Riefenstahl” (uma biografia tendenciosa, mas informativa de um judeu americano)
- David B. Hinton, “The Films of Leni Riefenstahl”  (informativo e principalmente justo)
- Rainer Rother, “Leni Riefenstahl: The Seduction of Genius”  (informativo, mas tendencioso, útil como crítica de sua autobiografia)
- Jürgen Trimborn, “Leni Riefenstahl: A Life” (uma biografia informativa, mas tendenciosa, de um alemão que odeia a si mesmo)

(*) "A Vida Maravilhosa e Horrível de Leni Riefenstahl"
Luis Trenker (Ator), Ray Muller (Ator, Diretor) Formato: DVD
https://www.amazon.com.br/Wonderful-Horrible-Life-Leni-Riefenstahl/dp/B00000INUB

Fonte: https://www.counter-currents.com/2013/08/erinnerung-an-leni-riefenstahl/

Abraços

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Um imperialista anticristão

                     

33º presidente americano e maçon grau 33, Harry Truman foi o maior responsável moral e político pelo lançamento das bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasaki, a 6 e a 9 de Agosto de 1945, reduzindo a pó aquelas que, tradicionalmente, são consideradas as duas cidades mais católicas do Japão, em grande parte pela influência histórica portuguesa. (1)

Co-fundador da ONU (1945) e impulsionador da criação dos Estados Unidos da Europa (2), também se deve a Harry Truman a execução do Plano Marshall (1948) e a fundação da NATO (1949), que deixaram a Europa Ocidental em dependência económica e militar dos EUA.

Inimigo da religião católica (3), Harry Truman também contribuiu para a implementação (4) do moderno Estado de Israel (1948). É pois, sem dúvida, uma figura política chave na nova ordem mundial nascida do pós-guerra em 1945 (5).

(1) "Nagasaki":
https://accao-integral.blogspot.com/2019/08/nagasaki.html
(2) "Harry Truman e os Estados Unidos da Europa":
https://accao-integral.blogspot.com/2016/06/harry-truman-e-os-estados-unidos-da.html
(3) "CARTA DO PRESIDENTE TRUMAN AO PAPA PACELLI ( PIO XII )":
http://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/05/carta-do-presidente-truman-ao-papa.html
(4) "Bento XV sobre a situação na Palestina":
https://accao-integral.blogspot.com/2018/05/bento-xv-sobre-situacao-na-palestina.html
(5) "Portugal e o pós-Segunda Guerra Mundial":
https://accao-integral.blogspot.com/2020/04/portugal-e-o-pos-segunda-guerra-mundial.html

Fonte: https://accao-integral.blogspot.com/2020/08/harry-truman.html
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Hiroshima: “Ainda bem que os bons venceram a guerra, não?”
Escrito por Alberto Martin
6 de agosto de 2020

Hoje faz aniversário um dos eventos mais trágicos e destrutivos da história da humanidade, uma das maiores hecatombes já empreendidas por mãos humanas: o bombardeio nuclear de Hiroshima, um alvo civil, militarmente irrelevante. Ao contrário do que diz a historiografia ocidental, sua finalidade não era fazer o Japão se render. Na verdade, o governo japonês já havia decidido pela rendição antes do ataque. O objetivo era assustar a URSS, que havia recém declarado guerra ao Japão, e ameaçava tomar o arquipélago.



Setenta e seis anos atrás, os Estados Unidos cometeram crimes de guerra contra os japoneses em uma escala inimaginável na história da humanidade.

É quase impossível falar em público sem ser submetido a um coro de objeções tediosamente bem ensaiadas e mal compreendidas aprendidas nas salas de aula, nos filmes de Hollywood e na cultura atual dos gurus da mídia. A forma comum dessas respostas é que, longe de serem atos de assassinatos em massa patrocinados pelo Estado, os bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki foram missões humanitárias destinadas principalmente a salvar vidas: se não fosse o massacre instantâneo de cerca de 220 mil pessoas (uma estimativa conservadora), principalmente civis, a guerra teria sido desnecessariamente prolongada. Foi muito melhor, supondo que os números projetados de baixas, que desde pelo menos 1947 foram rotineiramente estimados em alta após o fato, matariam algumas centenas de milhares de civis em vez de arriscar um número igual ou maior de soldados americanos e japoneses sendo mortos. Principalmente americanos e britânicos.

Se esta razão estivesse por trás dos atentados, teria sido uma surpresa para o Presidente Harry Truman (judeu e maçom) e para o povo americano na época. Nada poderia ser mais sombriamente esclarecedor do que as palavras com as quais Truman deu a notícia de Hiroshima ao povo americano, com um discurso digno de um vilão de Guerra nas Estrelas, no qual deixou claro que considerava o ataque, e sua sequência, uma missão de vingança e falava com entusiasmo da “maravilha” que ele havia desencadeado sobre os japoneses e do “feito de cérebros científicos” que o havia tornado possível:

“Há 16 horas, um avião americano lançou uma bomba em Hiroshima, uma importante base do exército japonês. Aquela bomba tinha mais de 20 mil toneladas de T.N.T. Ela tinha mais de 2 mil vezes a potência de explosão do ‘Grand Slam’ britânico, que é a maior bomba já usada na história da guerra.

Os japoneses começaram a guerra a partir do ar em Pearl Harbor. Foi-lhes devolvido muitas vezes. E o fim ainda não chegou. Com esta bomba acrescentamos agora uma nova e revolucionária onda de destruição para complementar o poder crescente de nossas forças armadas. Em sua forma atual, estas bombas estão agora em plena produção e estão se desenvolvendo de formas ainda mais poderosas.

É uma bomba atômica. É um aproveitamento do poder básico do universo. A força da qual o sol tira seu poder foi desencadeada contra aqueles que trouxeram a guerra ao Extremo Oriente”.

Harry S. Truman – Trigésimo terceiro presidente dos Estados Unidos de 1945 a 1953.

Japão na 2ª Guerra Mundial, bombas nucleares e o reerguimento | Otanix Amino
Imagens de um teste da "maravilha feita por cérebros científicos” de judeus maçom democratas.

Mas a verdade é que não importa qual tenha sido a motivação. O ataque indiscriminado a civis em guerra é sempre ruim; foi ruim quando a Real Força Aérea, em meio a quase nenhum protesto, exceto de um único bispo anglicano, bombardeou Dresden com selvageria. Foi indescritivelmente blasfemo e desumanamente maligno durante o Estupro de Nanking (se você pode ler o livro de Iris Chang sem vomitar, seu estômago é mais forte que o meu).

Uma coisa é tomar uma ação militar com pleno conhecimento do fato de que os inocentes podem ser prejudicados na busca de um fim justo (por exemplo, atacar uma base militar onde pode haver funcionários civis); isto está de acordo com um princípio que filósofos e teólogos chamam de “efeito duplo”: outra coisa é fazer do dano aos inocentes o fim em si mesmo.

Outra objeção relacionada é um ad hominem cansado que procura impedir que qualquer um que estivesse vivo e fardado no momento dos ataques emita uma opinião. O historiador Paul Fussell disse algo assim em “Graças a Deus pela Bomba Atômica”, um famoso ensaio publicado em A Nova República em 1981. Ele criticou John Kenneth Galbraith e outros que sugeriram que os bombardeios não eram nem moralmente justificáveis nem militarmente importante. Fussell aponta que “o que está em jogo em um ataque de infantaria é tão completamente impensável para aqueles sem a experiência de um, ou vários, ou muitos, mesmo que tenham uma imaginação muito ampla… a experiência é crucial.”

Como todos os argumentos deste tipo, o de Fussell está morto ao chegar. Se é o caso de pessoas que nunca combateram em um ataque de infantaria na Segunda Guerra Mundial se absterem de ter opiniões sobre a moralidade do armamento atômico, então ninguém nas ordens sagradas, nem as mulheres nem as pessoas com deficiências físicas estão autorizadas a ter opiniões sobre essas importantes questões morais. Além disso, pode-se perguntar, quem é Paul Fussell ou qualquer outra pessoa que nunca viu a pele arrancada de rostos humanos, suas características se transformarem em couro, suas vozes reduzidas a rosnados baixos, carregando com cotos carbonizados os restos negros de um bebê, para se pronunciar sobre a moralidade de Hiroshima?

Como vemos, a crueldade e a amoralidade dos Aliados não conhecem limites. E segue sem conhecer. Tal como muitos não conhecem “as mãos que movem tudo”.

Ainda bem que “os bons” venceram a guerra, certo?

Fonte: http://novaresistencia.org/2020/08/06/hiroshima-ainda-bem-que-os-bons-venceram-a-guerra-nao/
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Vídeo mostra todas as 2.153 explosões nucleares desde 1945

Foi há 70 anos, lá em 1945, que os Estados Unidos detonaram Trinity, a primeira bomba nuclear da história. O teste realizado no Novo México se converteu, um mês depois, em uma das passagens mais trágicas do século 20: o lançamento destas bombas em Hiroshima e Nagasaki, no Japão.

Desde então, foram 2.153 explosões nucleares ao redor do mundo, como é possível conferir em Trinity, vídeo criado pelo coletivo Orbital Mechanics.

O mapa permite que a gente visualize a data, localização e força de cada uma das detonações, categorizadas por cores: vermelho corresponde às explosões atmosféricas, enquanto as amarelas são as submarinas e as azuis as subterrâneas.

E caso você esteja se perguntando, é claro que o país que mais explodiu bombas nucleares no mundo foram os Estados Unidos, com 1030, seguidos pela Rússia, com 715, e Reino Unido, com 45.

Trinity from Orbital Mechanics on Vimeo.

Fonte: http://www.gobetago.com.br/2015/09/18/video-mostra-todas-as-2-153-explosoes-nucleares-desde-1945/

Harry Truman, o "augusto" genocida, foi o presidente que inaugurou a era da desgraça da Humanidade, que criou, junto a seus pares, a real possibilidade da destruição da Humanidade e de toda a vida na Terra. 

Abraços

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

De Abraão aos Senhores de Engenho (2/3)

A participação judaica no comércio de escravos



A insurreição contra a escravidão teve seu principal marco histórico não com a Lei Áurea, instituída hipocritamente (sic) pela princesa da casa monárquica brasileira, mas sim pela morte do primeiro negro a liderar uma revolta da população negra, Zumbi de Palmares.

Este Holocausto Negro iniciou-se com a vinda dos negros da África, que foram vendidos e negociados como mercadorias descartáveis, para o cultivo da terra, escravizados, espancados, marcados a ferro em brasa, assassinados, vítimas de açoite e outros atos de violência.

Os navios negreiros trouxeram pelo menos 13 milhões de pessoas da África para as Américas, na maior deportação da história mundial. Seu martírio começou no ano 1492, ano da chegada (e não descoberta) de Cristóvão Colombo às Américas. Neste final do século XV, a Espanha vivia uma época de grande prosperidade comercial e também de grande conturbação social. No mesmo ano de 1492, os reis católicos da Espanha, Isabel e Fernando, davam aos judeus a escolha entre a conversão, a morte ou o exílio.

Segundo J. P. Ney, em seu artigo “O comércio escravo”, “com Colombo viajaram 5 judeus-marranos (Luis de Torres, Marco Bernal, Alonzo de la Calle, Gabriel Sanchez e Rodrigo Triana). Estes acompanhantes convenceram Colombo a trazer 500 índios como escravos na viagem de retorno a Espanha. Com isso iniciou-se o drama”.

Ainda segundo este autor, o transporte dos negros como escravos para as Américas começou em 1520. Durante as décadas seguintes, o número de caçados e deportados chegou à cifra anual de até 50.000 pessoas, o que não deixou de ser um dos mais rentáveis negócios daquela época, talvez comparável aos rendimentos fáceis obtidos através da especulação nas bolsas de valores dos dias atuais.



“Escravidão: crime do milênio”

No estudo de Ney, surpreende a relação que este faz entre a procura desenfreada pelo lucro e o fato de que, conforme publicou a revista Der Spiegel em 1998, “O comércio de escravos estava nas mãos de judeus”.

“Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. Tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumenberg, de Hamburgo.”

Parece ser injusto culpar aqui todo um povo pelo ato de alguns de seus membros. Mesmo apesar do fato de alguns judeus terem sido protagonistas do genocídio contra os negros africanos – NR.

            

A relação secreta entre negros e judeus

Em 1991, a comunidade religiosa norte-americana composta de cidadãos negros, The Nation of Islam, publicou um estudo sobre a atuação judaica no tráfico negreiro (1). A obra levou o título de "The Secret Relationship Between Blacks and Jews" e aparenta ser bem fundamentada e documentada. Os autores do estudo deixam bem claro logo no início:

“As informações aqui contidas foram obtidas principalmente de obras judaicas. Foi dada bastante importância na obtenção das provas apresentadas somente a partir de autoridades judaicas de renome, cujas obras apareçam em revistas de história especializadas ou publicadas pelas principais editoras judaicas.”

O especialista negro norte-americano em tráfico escravo, Dr. Tony Martin (1), examinou o livro e o tornou leitura obrigatória em seus cursos.

Na introdução do livro pode-se ler:

“No fundo dos inacessíveis contornos da historiografia judaica, encontra-se provas incontestáveis de que os mais importantes “bandeirantes” judeus ultrapassavam em dimensão bem maior do que outros grupos étnicos ou religiosos da história, o uso dos escravos africanos capturados, e que eles participavam em todos os aspectos do comércio internacional de escravos.”

Como este tema gira em torno de um assunto delicado para a preservação da imagem da comunidade judaica no ocidente, o livro tem sofrido constantes ataques. Incrivelmente, tais ataques irracionais somente iluminam com mais destaque a hipocrisia da dupla moral acerca das pesquisas sobre o miserável comércio de escravos. Para pesquisadores judeus, como Bernard Lewis, é social e moralmente aceitável que livros sejam editados onde a atuação de árabes no comércio negreiro seja apresentada, e é também igualmente razoável social e moralmente que se mostre o comprometimento de europeus no comércio de escravos. Porém, é totalmente “falso, maldoso e imoral” para um pesquisador não-judeu trazer à tona a participação judaica no comércio de escravos negros.

A participação judaica no tráfico de escravos africanos foi abordada pelo historiador brasileiro Gustavo Barroso em sua obra “A História Secreta do Brasil” de 1990, Editora Revisão (2). No capítulo que trata sobre “O empório do açúcar”(volume 1, cap.  II pág. 5) Barroso escreve “O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros”.

Talvez a consciência da sociedade brasileira e ocidental irá um dia promover reparações aos cidadãos negros descendentes daqueles que foram injustiçados por tamanha crueldade. Ações para isso já estão sendo levadas a cabo por políticos como, por exemplo, a vereadora do PT, Claudete Alves. Uma vez ciente da problemática envolvendo a comunidade negra brasileira, a vereadora petista poderia procurar mover uma ação reparatória junto às grandes casas bancárias judaicas nas Citys de Londres e Nova Iorque (Israel também), que muito se beneficiaram dos lucros obtidos por seus pares no comércio de escravos africanos.

Versão resumida: http://malcomxrevolution.wordpress.com/2010/08/05/a-escravidao-no-brasil-pelos-brancos-judeos/

Fonte: https://agendaglobal21.wordpress.com/2011/06/20/a-participacao-judaica-no-comercio-de-escravos/

(1) Debate sobre o livro "The Secret Relationship Between Blacks and Jews":
https://archive.org/details/TheSecretRelationshipBetweenBlacksAndJewsVol.2HIGH

(2) Para baixar grátis a rara coleção de 6 livros de "História Secreta do Brasil" de renomado pesquisador brasileiro Gustavo Barroso. Obras raras, imperdíveis com narrativas que nunca se aprenderá em nenhuma sala de aula ou faculdade. Devido a sua peculiaridade, sugere-se salvá-los.
https://desatracado.blogspot.com/2014/06/livros-raros-de-gustavo-barroso.html
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Como a escravidão ergueu Wall Street, o distrito financeiro de Nova York
Zoe Thomas, repórter de negócios da BBC News em Nova York
7 setembro 2019

Este mês marca 400 anos desde que os africanos escravizados foram levados pela primeira vez ao que hoje são os Estados Unidos da América. A escravidão foi abolida oficialmente no país em 1865, mas os historiadores dizem que o legado da escravidão não pode ser separado de seu impacto econômico.

A apenas duas ruas do local atual da Bolsa de Nova York, homens, mulheres e crianças foram comprados e vendidos.

"Isso não é história negra", diz Damaris Obi, que lidera a turnê. "Esta não é a cidade de Nova York ou a história americana. Esta é a história do mundo."

É também uma história econômica.

Stacey Toussaint, chefe da Inside Out Tours, que administra o tour Escravidão e Ferrovias Subterrâneas de Nova York, diz que as pessoas costumam se surpreender com a importância da escravidão para a cidade de Nova York.

"Eles não percebem que as pessoas escravizadas construíram o muro ao qual a rua Wall Street deve seu nome", diz ela. "Wall", em inglês, quer dizer muro ou parede.

Segundo algumas estimativas, Nova York recebeu 40% da receita de algodão dos EUA por meio do dinheiro que suas empresas financeiras, empresas de transporte e seguradoras obtiveram. E as plantações de algodão contavam com mão-de-obra escrava.
(...)
A escravidão prosperou sob o domínio colonial. Os colonos britânicos e holandeses (sumiram com os monopolistas! É assim que se manipula a História) contavam com escravos para ajudar a estabelecer fazendas e construir as novas vilas e cidades que acabariam se tornando os Estados Unidos.

Os escravizados foram levados para trabalhar nas plantações de algodão, açúcar e tabaco. As colheitas que cultivavam eram enviadas para a Europa ou para as colônias do norte, onde eram transformadas em produtos usados também ​​para financiar viagens à África para obter mais escravos que depois eram traficados de volta para a América.

Essa rota de negociação triangular era lucrativa para os investidores.

Para arrecadar dinheiro, muitos futuros proprietários de plantações voltavam-se para o mercado de capitais em Londres - vendendo dívidas que eram usadas para comprar barcos, mercadorias e eventualmente pessoas.

Mais tarde, no século 19, os bancos dos EUA e os Estados do sul (quem realmente eram os donos desses bancos?) venderiam títulos que ajudaram a financiar a expansão de plantações onde trabalhavam escravos.

Para equilibrar o risco de trazer à força seres humanos da África para a América, apólices de seguro foram adquiridas.

Essas políticas protegiam contra o risco de um barco afundar e os riscos de perder escravos uma vez que chegassem à América.
(...)
Os bancos americanos (exemplo de fake news) aceitavam seus depósitos e contavam as pessoas escravizadas como ativos ao avaliar a riqueza de uma pessoa.

Nos últimos anos, os bancos americanos (de novo) pediram desculpas publicamente pelo papel que desempenharam na escravidão.

Em 2005, o JP Morgan Chase, atualmente o maior banco dos EUA, admitiu que duas de suas subsidiárias - Citizen's Bank e Canal Bank na Louisiana - aceitavam pessoas escravizadas como garantia para empréstimos. Se os proprietários das plantações deixassem de pagar os empréstimos, os bancos tomariam posse desses escravos.

O JP Morgan não estava sozinho. Os antecessores que compunham o Citibank, Bank of America e Wells Fargo estão entre uma série de empresas financeiras americanas conhecidas que se beneficiaram do comércio de escravos.

"A escravidão era um fato extremamente importante da economia americana", explica Sven Beckert, professor de História Americana da Universidade de Harvard em Laird Bell.

Desenho de mercado de escravos em Nova York, 1730
Mercado de escravos em Nova York, 1730.

O professor Beckert destaca que, embora cidades como Boston nunca tenham desempenhado um papel importante no comércio de escravos, elas se beneficiaram das conexões com as economias escravagistas. Os comerciantes da Nova Inglaterra ganhavam dinheiro vendendo madeira e gelo para o sul e o Caribe. Por sua vez, os comerciantes do norte compravam algodão cru e açúcar.

As fábricas de tecidos da Nova Inglaterra desempenharam um papel fundamental na revolução industrial dos EUA, mas seu suprimento de algodão veio do sul dependente de escravos.

Marcas como Brooks Brothers, a mais velha confecção de roupas masculinas nos EUA, transformaram o algodão do sul em moda de alta qualidade. A Domino's Sugar, que já foi a maior refinadora de açúcar dos EUA, processou cana-de-açúcar cultivada por escravos.
(...)
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49558733

Por conhecer fatos como esses e pelo corriqueiro hábito de mudarem de nome que entendemos porque de repente os judeus sumiram da História da Humanidade no período bíblico e só aparecendo novamente na 2ª Guerra Mundial. 

Quem vive da mentira, teme a verdade e a chama de discurso de ódio. 

Veja também: 

"De Abraão aos Senhores de Engenho (2/3)":
https://desatracado.blogspot.com/2020/07/de-abraao-aos-senhores-de-engenho-13.html

"As polacas, a história da vergonha dos judeus":
https://desatracado.blogspot.com/2013/11/as-polacas-historia-da-vergonha-dos.html

"As polacas, vergonhoso passado judeu":
https://desatracado.blogspot.com/2013/10/as-polacas-vergonhoso-passado-judeu.html

"A vida sexual secreta dos judeus":
https://desatracado.blogspot.com/2013/11/a-vida-sexual-secreta-dos-judeus.html

"Prostituídas pela máfia judaica":
https://desatracado.blogspot.com/2014/06/prostituidas-pela-mafia-judaica.html

"0 termo cafetão deriva de caftan, o longo casaco usado por judeus":
https://desatracado.blogspot.com/2014/09/0-termo-cafetao-deriva-de-caftan-o.html

Abraços