segunda-feira, 11 de junho de 2018

Democracia, o 'evangelho' da degeneração

O novo evangelho do mundo está sendo escrito em um presídio



“Os governos não são competentes para impor uma pena ao homem senão na qualidade de delegados de Deus. Só em nome de Deus podem ser justos e fortes. E quando começam a secularizar-se ou apartar-se de Deus, afrouxam na penalidade, como se sentissem que diminui seu direito. As teorias laxas dos criminalistas modernos são contemporâneas da decadência religiosa, e seu predomínio nos códigos é contemporâneo da secularização das potestades políticas. Os racionalistas modernos chamam ao crime desventura: dia virá em que o governo passe aos desventurados; e, então, não haverá outro crime senão a inocência. O novo evangelho do mundo se está escrevendo em um presídio. O mundo não terá senão o que merece, quando for evangelizado pelos novos apóstolos”.
(Juan Donoso Cortés, Ensayo sobre el Catolicismo, el Liberalismo y el Socialismo)

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2018/05/o-novo-evangelho-do-mundo-esta-sendo.html

Democracia, correto é Vulgocracia (de direita, centro ou de esquerda) é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante. Alguma dúvida?

Abraços

domingo, 10 de junho de 2018

A mentira dos valores comuns judaico-cristãos

Bento XV sobre a situação na Palestina



Certamente recordam-se todos que aqui mesmo, em 10 de Março de 1919, Nós nos mostramos muito preocupados com o desenrolar dos acontecimentos, depois da guerra, na Palestina; numa terra tão cara a Nós e a todo coração cristão, porque tornada sagrada pelo próprio Redentor Divino na sua vida mortal. Além de que, longe de diminuir, aquela Nossa apreensão vai, infelizmente, a cada dia se agravando.

De facto, se Nós naquela época nos lamentávamos pela obra nefasta ali desenvolvida por seitas não-católicas, que querem simplesmente vangloriar-se do nome de cristãs, também agora devemos lamentar-nos ao ver que estas seitas, munidas que são abundantemente de meios, mantêm a sua obra sempre cada vez mais ativa, aproveitando-se da imensa miséria em que os seus habitantes estão mergulhados depois desta guerra monstruosa. De Nossa parte, conquanto não tenhamos deixado de socorrer as debilitadas populações palestinas, impulsionando ou dando vida a várias instituições de beneficência (o que continuaremos a fazer enquanto tivermos força), não podemos, todavia, prover um socorro adequado àquelas necessidades, especialmente porque com os recursos colocados à Nossa disposição pela Divina Providência devemos atender aos gritos de dor que chegam de toda parte, pedindo ajuda à Sede Apostólica. Consequentemente, somos obrigados a assistir com grande pena à progressiva ruína espiritual de almas tão caras a Nós e por cuja salvação trabalharam tantos homens de zelo apostólico, antes de mais os filhos do seráfico Patriarca de Assis.

Quando os cristãos, através das tropas aliadas, retomaram a posse dos Lugares Santos, Nós de coração nos unimos à alegria geral dos bons; mas aquela Nossa alegria não era separada do temor expresso na referida Alocução Consistorial, ou seja, que a tão magnífico e feliz acontecimento, os israelitas viessem, em seguida, encontrar-se na Palestina numa posição de preponderância e de privilégio. A realidade atual comprova que aquele temor era justificado. De fato, na Terra Santa a condição dos cristãos não só não melhorou, mas, ao contrário, piorou logo depois das novas leis e dos ordenamentos ali estabelecidos, os quais visam – não digamos que por vontade dos legisladores, mas certamente de fato – a expulsar a Cristandade das posições que tem ocupado até agora, para substituí-la pelos israelitas. Não podemos, também, não deplorar o trabalho intenso que muitos fazem para retirar o carácter sagrado dos Lugares Santos, transformando-os em ponto de encontro com todos os atrativos da mundanidade: o que, se já é de todo reprovável, muito mais o é onde encontram-se a cada passo as mais augustas memórias da Religião.

Tendo em conta que a condição da Palestina não foi ainda definitivamente regulada, Nós, a partir de agora, devemos levantar a nossa voz a fim de que, quando chegar o tempo de dar a ela um ordenamento regular, sejam assegurados à Igreja Católica e a todos os cristãos os seus direitos inalienáveis. Nós não queremos certamente que sejam reduzidos os direitos do mundo hebraico; entendemos, porém, que esses não devam de modo algum se sobrepor aos sacrossantos direitos dos cristãos. E, para tanto, exortamos firmemente todos os governos das Nações cristãs, inclusive as não-católicas, a que insistam e mantenham-se vigilantes junto à Liga das Nações, que, como foi anunciado, deverá submeter a exame o regulamento do mandato inglês na Palestina.

Papa Bento XV in discurso «Sobre a situação do Catolicismo na Palestina», 13 de Junho de 1921.

Fonte: http://accao-integral.blogspot.com.br/2018/05/bento-xv-sobre-situacao-na-palestina.html

Abraços

sábado, 9 de junho de 2018

A farsa que é a Democracia

Partidos políticos



Para a Democracia, a Pátria não existe organicamente: só há os partidos políticos, agrupamentos numéricos de indivíduos-eleitores, lutando em nome do interesse público para utilidade dos associados. Desconhece-se, ou logicamente se renega, a tradição, para que tudo comece no dia em que a Democracia começou. Os partidos, em geral dois, três ou mais, nas sociedades em decomposição, representam, um, tendências conservadoras, outro, tendências avançadas ou radicais, como fórmulas de equilíbrio e correção. Teoricamente, o princípio é uma falsidade, porque não há princípios conservadores, nem avançados: há ideias que matam e ideias que salvam; mentiras políticas e verdades políticas; ideologias e realidades.

A alimentar a corrupção dos partidos, há ainda a considerar as influências internacionais da maçonaria, que combate a ideia de Pátria, e a pressão dos interesses das plutocracias, por meio da venalidade de políticos sem escrúpulos nem convicções, que formulam programas e fazem promessas que antecipadamente sabem não poder cumprir.

Adaptado de «Cartilha Monárquica», 1916.

Fonte: http://accao-integral.blogspot.com.br/2018/05/partidos-politicos.html 

Democracia (de esquerda, centro ou de direita) é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Para reflexão

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Quem provocou a 1ª Guerra Mundial?
Foram os próprios vencedores dela.

Quem provocou a 2ª Guerra Mundial?
Os vencedores da 1ª Guerra Mundial.

Quem governa o mundo hoje?
Os vencedores da 1ª Guerra Mundial.

Percebe por que nada muda?

E quem está preparando o caos para o Apocalipse?

"Sabemos que somos de Deus, e que o mundo todo jaz sob o Maligno."
1 João 5:19

Abraços

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Os judeus têm alguma culpa pela morte de Jesus?



Vemos que Jesus foi entregue aos romanos pelos judeus:

“ Desde então Pilatos procurava soltá-lo. Mas os judeus gritavam: Se o soltares, não és amigo do imperador, porque todo o que se faz  rei se declara contra o imperador. "
(João 19: 12)

Mesmo Pilatos não encontrando crime algum em Jesus e querendo soltá-Lo, os judeus insistiram para que o condenasse, coagindo-o usando o nome de César:

“ Pilatos disse aos judeus: Eis o vosso rei! Mas eles clamavam: Fora com ele! Fora com ele! Crucifica-o! Pilatos perguntou-lhes: Hei de crucificar o vosso rei? Os sumos sacerdotes responderam: Não temos outro rei senão César!”
(João 19: 14-15)

Pilatos lavou as mãos, e por isso a culpa recaiu sobre ele e os guardas romanos, entretanto, culpa maior possui os judeus, por terem entregado Jesus aos romanos e pedindo sua morte.

Nosso Senhor afirma que quem O entregou aos Romanos possui pecado maior. Quem entregou Nosso Senhor foram os judeus. Portanto, a culpa maior recai sobre eles:

“ quem me entregou a ti tem pecado maior. ”
(João 19: 11)

Quando fala-se "judeus", referem-se aos que praticam o Judaísmo. Portanto, os judeus possuem culpa pela morte de Jesus, e maior culpa que a dos romanos. Os judeus que rejeitam Jesus Cristo e continuam praticando o Judaísmo, tomam parte nessa culpa, visto que, ao persistirem no Judaísmo, estão negando que o Messias prometido já veio, e, se negam que o Messias veio, negam que Jesus é o Messias que Deus enviou, portanto, tomam-O por impostor e digno da morte que sofreu.

Fonte: https://catholiciromani.blogspot.com/2018/06/os-judeus-tem-alguma-culpa-pela-morte.html

Aos que creem numa suposta herança ou cultura judaico-cristã em comum, lembremo-nos do que Paulo escreveu: 
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”
2ª Coríntios 6: 14

Abraços

quarta-feira, 7 de março de 2018

O Anticristo marcha

2011 SEGUNDA FASE ‘MUNDIALISTA’ DA MUTAÇÃO JUDEU-CRISTIANIZANTE

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               Avan-propósito

·   Antes do Vaticano II a distinção e contraposição entre Cristianismo e Judaísmo talmúdico ou pós-bíblico era pacífica.

Infelizmente a distinção não só se enfraqueceu devagar (com João XXIII) mas foi revertida com Nostra Aetate e pelo ensinamento de João Paulo II e Bento XVI. Assim, da distinção se passou a confusão e a homologação doutrinal e teológica dos opostos (Cristo e Anticristo).

·   Todavia restava um passo ulterior a cumprir. A ilustração deste segundo nível é o coração do presente artigo. A declaração do rabinato e do alto clero são de uma gravidade inaudita, mas são reais e necessitam tomada de atitude. Depois do nivelamento doutrinal nunca cumprido, era necessário alcançar aquele prático: especialmente politico (1948, Estado de Israel/1923, seu reconhecimento da parte do Vaticano) e econômico-financiário (crise do Dólar e do Euro). A partir de 2001 e até 2011 temos assistido ao constante e progressivo aumento (quase mascarado e não alardeado explicitamente  da "Torre de Babel" da "Nova Ordem Mundial" com uma "República Universal" (EUA/Israel) e um "Templo Universal" (Assis I-III, 1986–2011). Somente nos últimos meses se fala aberta e explicitamente de uma segunda fase da ação conjunta hebraico-cristã (não mais só dos colóquios), que devem preludiar a uma Nova Ordem Mundial econômico/política, e tudo a luz da shoah e Nostra Aetate, que são correlativamente pai e filho. Eu ofereço ao leitor as seguintes considerações com a esperança que os cristãos abram os olhos e não caiam vítimas da globalização religiosa e econômico/política, a qual é a pior tirania, mascarada de "democracia", que se possa imaginar.

·   O artigo que segue é um comentário a está segunda fase, partindo de Orwel e chegando a Benson para mostrar como da shoah e Nostra Aetate se atingiu agora a fase final do desenvolvimento econômico-financiário da Nova Ordem Mundial querida pelos rabinos e pelos eclesiásticos neo-modernistas.

               II. O CUMPRIMENTO DA GLOBALIZAÇÃO: 2011 SEGUNDA FASE “MUNDIALISTA” DA MUTAÇÃO JUDEU-CRISTIANIZANTE

               Globalização financiária liberalista ou “República universal”

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·   João Paulo II no Discurso ao Corpo diplomático de 24 de fevereiro de 1980 havia explicitamente começado a colocar as bases da construção da Nova Ordem Mundial dizendo: ”Justiça e desenvolvimento andam de mãos dadas com a paz. São partes essenciais de uma Nova Ordem Mundial ainda a edificar. São uma estrada que conduzem a um futuro de felicidade e de dignidade humana”.

·   Bento XVI na sua encíclica Caritas in veritate n. (200*) começou a colocar em prática o desenho público de seu predecessor. De fato escreveu: “Para o governo da economia mundial, para restaurar a economia ferida pela crise, […] urge a presença de uma verdadeira Autoridade Política Mundial”.

·   Em 24 de outubro de 2011 o Documento do Pontifício Conselho Justiça e Paz em nome de Bento XVI auspiciou a criação de uma Banca Central Mundial escrevendo:”Existem as condições para a definitiva superação de uma ordem internacional na qual os Estados sentem a necessidade da cooperação. […] Certo, está transformação se fará com o preço de um transferimento gradual e equilibrado de uma parte das atribuições nacionais a uma 'Autoridade mundial'”.

·   Em 13 de dezembro de 2011 a Agência Sir reportou que o rabino chefe da “Congregação Hebraica Unida” da Commonweath Jonathan Saks na tarde precedente (12 de dezembro) foi recebido em privado por Bento XVI e depois em público na Universidade Pontifícia Gregoriana expôs o plano concreto de uma nova forma de parceria entre cristãos e hebreus para “uma ética econômica fundada sobre as raízes hebraico-cristãs”. Em suma ele observou que a primeira reviravolta hebraico-cristã teve lugar durante o Concílio Vaticano II e no primeiro pós-concílio, mas essa era só um reviravolta teológica; agora se trata de operar uma nova e definitiva reviravolta prática,  política-financiária similar aquela que colocaram em ato os “leader políticos da Europa afim de salvar o euro”. O rabino disse que depois do Vaticano II é chegada a hora de “iniciar um novo capítulo nas relações hebraico-cristãs”. Das relações teológicas “face a face” ocorre passar as realizações práticas político-financiárias “lado a lado”. Ele auspiciou, referindo-se a Bento XVI, que hebreu e cristãos possam ser “juntos” uma “minoria criativa” de uma Nova Ordem Mundial contra as forças radicalmente agressivas e secularizantes.

·   Como se vê (“contra o fato não vale o argumento”) estamos em plena segunda fase ou no começo da realização do mundialismo. Onde nos levará está segunda etapa? Só Deus o sabe com certeza. Todavia se pode recorrer a qualquer autor, que estudou e previu o problema. Um (Orwell) citei no início, um outro (Benson) o cito agora.

               Da shoah ao mundialismo realizado

G. H. Benson, o senhor do mundo: ”estamos quase perdidos e estamos caminhando para uma catástrofe para a qual devemos estar preparados […] até não retornar o Senhor” (Milano, Jaca Book, 2008, pág.12)

               Premissa

·   Escrevo o presente artigo, retomando – em parte – questões já tratadas neste mesmo site, para evidenciar a gravidade, agora “terminal”, da situação na qual estamos vivendo a cerca de um ano (revoltas árabes, crise do dólar e do euro somadas, confronto entre os EUA/Israel e Rússia/China/Irã na região da Síria, Palestina e Líbano).

·   A situação pode ser definida apocalíptica a partir daquilo que recentemente foi dito – como citarei abaixo – tanto por parte da autoridade rabínica como pela autoridade eclesial.

               1946 UMA PREDIÇÃO DA GLOBALIZAÇÃO: ORWELL “1984”

               Prólogo

·   George Orwell, em 1946 inicia a elaboração de seu último romance “1984” que teve vontade de intitular como “O último homem da Europa”; o termina pouco antes de morrer em Londres em 21 de janeiro de 1950. Ele intuiu que a sociedade estava caminhando em direção a uma homologação e homogeneização mundialista e globalizante. Os traços que por Orwell caracterizavam a sociedade mundialista do futuro “1984” são o totalitarismo, a perda de memória histórica, a falsificação de todo caminho histórico, a perda do contato com o real, a corrupção da linguagem através do barbarismo e neologismos de péssimo gosto, o anulamento da identidade do indivíduo, que se perde na sociedade universal. Todavia resta um último homem livre, que, porém, será destruído pelo poder anônimo da “Nova Ordem Mundial” e da massificação totalitarista.

A primeira edição italiana de seu romance remonta 1950 pela Mondadori de Milão e a última é de 2009 sempre pela Mondadori e é está que cito neste presente artigo.

               A globalização coletivista

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A primeira figura do romance é aquela do “Big Brother”, que é afixada na forma de gigantografia em toda parte do mundo e busca com seus olhos que se movem acompanhando todos os movimentos dos cidadãos. A figura é acompanhada da escrita “o Big Brother te vigia” (pág.5). Em cada casa se tem uma espécie de televisão que espia todo movimento, toda respiração de seus habitantes. Nada foge ao poder central do “Big Brother”, o qual se serve de uma “psico-policia” para perseguir sobretudo crimes de opinião também não expressos explicitamente, mas intuídas através da tela onipresente e dos “espiões” que ocupam quase todo espaço do “novo mundo”(pág. 6). A filosofia da sociedade globalizada é um hino a guerra continua, a escravatura e a ignorância, contra a paz, a liberdade e a fortaleza de ânimo (pág. 9). Todavia o personagem principal do romance, Winston Smith, ou “o último homem livre da Europa”, começa a escrever um diário, que o levará a tomar consciência da sua realidade individual, inteligente e livre. Tudo isto o conduzirá a perseguição e a destruição por parte do Partido, que quer esmagar todo homem inteligente, livre e responsável pelos seus atos, que quer manter um grão de personalidade humana, para torná-lo um robô obediente as ordens do Partido (pág. 10). O mundo é dividido, ainda por pouco, em três imensos super-Estados: a Oceania  (Estados Unidos e Império Britânico), a Eurásia (Europa e Rússia) e a Estasia (China e Índia) (e como capital mundial: Jerusalém). A Oceania  com capital em Londres, é governada pelo “Big Brother” segundo os princípios do socialismo inglês (“Socing”, na neo-língua), pelo qual tudo é aparentemente permitido, nada é explicitamente proibido, exceto pensar com o próprio cérebro. O “Big Brother” é apresentado como uma espécie de novo “Salvador” (pág. 19), mas mal, que faz pensar vagamente no Anticristo de Benson, do qual, porém, não há nenhum traço humanitarista. A característica dos personagens do “novo mundo” globalizado é a “estupidez desanimadora, o entusiasmo imbecil e a cega obediência ao Partido” (pág. 25). Só assim eles podem viver sem serem incomodados em um mundo tão plano e contraditório, que não tem como alvo a salvação eterna na outra vida, mas unicamente a instauração nesta vida de um reino messiânico terreno e material. Tentar pensar em querer ser livre e responsável pelas próprias ações é considerado um “psico-delito”, punível primeiro com a tortura psicológica  capaz de destruir a consciência pessoal e em seguida com a morte física (pág 37). Winston Smith tendo começado a escrever um diário pessoal é já um homem morto psicologicamente e fisicamente, próxima presa da “psico-policia”. A propaganda do Partido visa derrotar a memória individual para controlar a realidade e induzir o homem a uma espécie de “bi-pensamento”: acreditar firmemente e dizer a verdade, enquanto pronúncia as mentiras mais artificiais, acreditar validas duas afirmações que se contradizem e se anulam uma a outra, fazer uso sofístico da lógica contra a lógica, negar a moral propriamente no ato mesmo de afirma-lá (pág. 38). O passado e a história não foram só modificados (por isso o temor e ódio ao Revisionismo), mas destruídos completamente. A “mentira de Ulisses” é constante e contínua, sem fim. O único espaço em que podemos nos refugiar é a própria memória, a qual porém, é coloca a dura prova pelas telas onipresentes. através das quais o “Big Brother” observa cada mínimo gesto que possa refletir um pensamento autônomo: a mínima escapada dos olhos é um “face-delito” e como tal pode ser fatal (pág. 39). O importante é não pensar, ser “pessoa acima de qualquer suspeita”, uma vez que se coloca a pessoa abaixo da natureza humana, inteligente e livre. Este é o único modo de poder continuar a viver na “República universal”. Para destruir as capacidades intelectivas do homem, o Partido inventou uma “neo língua” reduzida ao osso, que ajuda a não ter opiniões próprias veiculadas, ao contrário da “arqueo-língua” muita rica de tons e então psicologicamente e socialmente perigosa. A ortodoxia do Partido significa não pensar, não ter necessidade de pensar, ou seja, total inconsciência edebetudo mentis (pág.57): “Quem entende muitas coisas, fala com muita clareza, o Partido não gosta e um dia desperecerá" (pág. 57). A ortodoxia do Partido impõem falta absoluta de auto-consciência; então é melhor não ler e calar. Em meio a um mundo lobotomizado, Winston é dominado por dúvidas pontuais: “é possível que apenas eu tenha memória? Não é isto um início de loucura?”. Em efeito, em um mundo anormal, em um mundo contrário ou de cabeça para baixo, o normal é um louco, um perigo a eliminar. Todavia Winston chega a sair desta dúvida atroz, enquanto “não o perturba o pensamento de ser louco ou excêntrico em tal mundo encoberto, seria mais horrível não sê-lo, não poder ter opinião pessoal: poder ainda pensar que 2 + 2 = 4  mesmo se o partido diz que faz 5 ou 3” (pág.. 85). O senso comum, o bom senso constituí a grande heresia, não precisa acreditar nos próprios olhos, nas próprias orelhas e nem na evidência, mas apenas na voz do “Partido” ou do “Big Brother”: “Precisa defender tudo aquilo que é óbvio, bobo” (pág. 86). Mesmo a predileção para uma certa solitude, fazer dois passos sozinho, é perigoso, é sinal de “vitimprop” (vida em si, em “arqueo-língua”), ou seja, de individualismo, excentricidade, senso de realidade (pág. 87). Na verdade, a “neo língua”, que veicula o “bi-pensamento”, deve ajudar a negar “toda realidade objetiva”; a incapacidade de compreender ajuda a viver em tranquilidade com o Partido e a falta da mais pálida idéia de coisa seja a ortodoxia ajuda a manter-se perfeitamente ortodoxo, ou seja, acéfalos; a perda do senso da realidade é propedêutica a aceitação pacífica da enormidade daquilo que vem pedido pelo “Big Brother”, para não entrar em conflito com a própria consciência é necessário a incapacidade de absorção: ai daqueles que colocam questões e pedem explicações! (pág. 163). No fim Winston é descoberto pela “psico-polícia”: ele é “o ultimo homem” (pág. 277) que buscou racionar e querer livre e racionalmente, por isso é liquidado. “Tu estas fora da história, não existe” lhe diz o chefe da “psico-polícia”, que, depois de tê-lo “psico-torturado”, o aniquila “vaporizando-o” afim de que nele não sobre nenhum traço, nenhuma recordação e nenhuma memória. A “psico-polícia” não quer fazê-lo mártir, quer aniquilar o homem livre.

               INÍCIO DA GLOBALIZAÇÃO: O PRIMEIRO DESENVOLVIMENTO ‘TEOLÓGICO’ “JUDAICO-CRISTÃO” DE 1965

                A globalização religiosa ou o ‘Templo universal’

·   Antes do Vaticano II a distinção e contraposição entre Cristianismo (que acredita na divindade de Jesus Cristo e na SS. Trindade) e Judaísmo talmúdico ou pós-bíblico (que nega a divindade de Cristo e a Trindade) era pacífica. Só para compensar os Documentos pontifícios mais recentes, no Ato da Consagração ao Sagrado Coração de Jesus escrito por Leão XIII (1900) e feito, por ordem de Pio XI, obrigatório para a Festa de Cristo Rei (1925), na parte dos sacerdotes se lê: “Sejas Rei de todos aqueles que ainda estão envolvidos nas trevas da idolatria ou do islamismo […]. Olhai com olhos de misericórdia os filhos daquele povo que um dia foi o predileto: desça sobre eles […] o Sangue que já sobre esses é invocado”. Esta oração era lida na Igreja universal até 1962. Por outro lado Pio XII na encíclica Mit Brennender Sorge de 1937 escreveu: “O Verbo tomou a carne de um povo que depois O pregou em uma cruz”. Esta era a doutrina comum da Igreja, contida nas fontes da Revelação (Tradição e Escritura) e foi ensinada constantemente pelo Magistério pontifício (v. As Bulas dos Papas Sobre o Judaísmo no site de Don Curzio Nitoglia). Infelizmente a distinção não apenas desapareceu gradualmente (com João XXIII, 1958–1963), mas foi derrubada com a Nostra Aetate de Paulo VI (1965) e pelo ensinamento de João Paulo II e Bento XVI. Assim que da distinção se passou a confusão e a homologação doutrinal e teológica dos opostos (Cristo e Anticristo).

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·   Todavia, permanecia um passo ulterior a cumprir e o veremos por extenso na segunda parte do artigo. Depois da nivelação doutrinal agora cumprida, era necessário chegar aquela prática (“vale mais a prática que a gramática”): especialmente política (Estado de Israel, 1948–1993), econômico-financeira (crise do Dólar e do Euro). A partir de 2001 até ao 2011 temos assistido ao constante e progressivo levantamento (quase mascarado e não explicitamente alardeado) da “Torre de Babel” da Nova Ordem Mundial com uma “República Universal” (EUA/Israel) e um “Templo Universal” (Assis I-III, 1986–2001). Nestes último meses, propriamente, se fala aberta e explicitamente de uma segunda fase da ação (não mais de colóquios) hebraico-cristãos, que deve preludiar uma Nova Ordem Mundial econômico/político, e tudo a luz da shoah e da Nostra Aetate, que são correlativas como pai e filho.

·   Em 26 de janeiro de 2011 no Avvenire (o cotidiano da “Conferência Episcopal Italiana”), foi publicado um artigo da professora israelense Anna Foa intitulado “No pós-guerra, a verdadeira mudança na teologia” no qual se lê: «Não há dúvida de que a mudança das relações entre Igreja e hebraísmo ocorrida com o Concílio Vaticano II e com a declaração Nostra aetate tem as suas raízes no trauma da shoah. […]. Nostra aetate foi uma mudança radical, […] que abriu estrada para uma verdadeira e própria reinterpretação teológica da relação com o judaísmo, destinada a aprofundar-se […], introduzindo a idéia, para dizê-la com João Paulo II (na sua visita a sinagoga em 1986), que a religião hebraica não é “extrínseca” mas de certo modo “ intrínseca” a religião cristã. A tomada de consciência determinada pelo extermínio de seis milhões de hebreus, tinha assim, modificado profundamente não apenas as relações entre hebreus e cristãos, mas as próprias bases teológicas sobre as quais tais relações se fundavam» (pág. 26).

·   Sempre no mesmo cotidiano, no mesmo dia e na mesma página, um artigo do Prior de Bose Enzo Bianchi “Em volta do Concílio a convergência entre crenças” nos explica que «a mudança histórica que temos assistido nestes últimos cinquenta anos, mudança que não foi certamente estranha a tragédia do “mal absoluto” é assim tão importante que «nenhum cristão poderá mais invocar a ignorância para a própria justificação: qualquer um é e será responsável em primeira pessoa por uma confirmação ou por uma contradição sobre esta mudança».

·   O pobre Mons. Richard Williamson (comparável ao personagem principal do romance de Orwell, Winston Smith, definido “o único homem livre da Europa”) já tinha feito a experiência (“torturado” pela “clero-polícia”) por ter ousado opinar, em outubro de 2008, que a “tragédia do mal absoluto” não goza de todas aquelas provas histórico-científicas de que teria necessidade para impor-se como super-dogma, o qual não admite ignorância e que não é lícito nem contradizer e nem ignorar.

·   Além disso, Bianchi continua: «João Paulo II […], em 17 de novembro de 1980 em Mongúcia pronúncia uma fórmula inédita, antes contraditória em dezenove séculos de exegese e teologia cristã, em que os hebreus são definidos “o povo de Deus da Antiga Aliança que não foi jamais revogada”. […] Pode-se notar a novidade e a audácia a respeito de todo o magistério eclesiástico precedente. […] A teologia da substituição é assim abandonada para sempre». A hermenêutica da ruptura encontra assim espaço sobre páginas do cotidiano do Episcopado Italiano, cujo Primaz é o Papa, que, porém, sustenta, mas não demonstra [1], a hermenêutica da continuidade.

               UMA VELHA PREVIDENTE DESCRIÇÃO DAQUILO QUE PODERIA ACONTECER

               O Reino do Anticristo

·   Robert Hugh Benson escreveu em 1907 “o senhor do mundo”, que foi traduzido e publicado em italiano pela primeira vez em Florença (1921). Em 1987 graças ao interesse do Card. Giacomo Biffi foi reeditado pela Jaca Book de Milão com três edições (1997 e 2008) e dezesseis reimpressões. Benson, com um estilo verdadeiramente admirável, retoma o tema desenvolvido por São Pio X na sua primeira encíclica E supremi apostolatus cathedra de 1904, na qual o Papa Sarto observava que os males que circundam o mundo e a Igreja são de tal forma graves, que fazem pensar que o Anticristo esteja já presente nele.

               Os horrores do mundialismo

·   Benson prevê que em torno dos anos Vinte-Trinta, a Maçonaria adquirirá um poder sempre mais vasto na Europa como na América e no Oriente, assim poderá unificar todo o mundo em torno de 1989 (ano em que “caiu” o mundo de Berlim) e aplanar a vinda final do Anticristo. Os males que levam a tal desastre são elencados por Benson com precisão e lucidez: crítica histórica e unicamente filológica da Bíblia não mais considerada um Texto Sagrado, divinamente inspirado e portanto, provido de inerrância; sentimentalismo religioso e liberalismo, que sob aparência de “pensamento independente” torna os homens pelo contrário, realmente escravos da mentalidade comum e das paixões; o nascimento do modernismo (pág. 7). No mundo dos anos Trinta teria permanecido apenas três tipos de imagereligião: o catolicismo, o humanitarismo filantrópico liberal-maçônico e as religiões esotéricas extremo orientais. As últimas duas formas são unidas pela tendência ao panteísmo antropocêntrico e se encontram em total oposição com o catolicismo que é teocêntrico e acredita em um Deus pessoal e transcendente ao mundo (pág.10). O catolicismo decaí sempre mais, o mundo não quer mais escutar, entender e aceitar, e o abandona, inebriado pelo delírio de onipotência dado-lhe pelo panteísmo antropolátrico e pelo “culto do Homem” (pág.11). A religiosidade vitoriosa do Vinte até ao 1989 é uma espécie de humanitarismo filantrópico: privado do sobrenatural, «sofre a influência da maçonaria: o homem é Deus» (pág. 11). A psicologia tomou o lugar do puro e simples materialismo marxista e busca substituir a espiritualidade do catolicismo com um substituto psicanalítico imanentista (pág. 12). O Autor exclama: «estamos quase perdidos e estamos nos dirigindo a uma catástrofe para a qual devemos estar preparados […] até que não retorne o Senhor» (pág. 12). Mas infelizmente hoje os profetas do otimismo irrealista e exagerado, que condenaram “os profetas de desventura”, não querem sentir a voz de Benson que, qual novo Laocoonte, colocava em guarda os católicos contra o modernismo qual “cavalo de Troia” introduzido pelo inimicus homona Cidade de Deus. Ele admite realisticamente que no mundo católico existe o mal, mas também o bem, existem conventos dissolutos, mas também observantes e vizinhos ao Senhor (pág.12). Não é um daqueles fariseus maniqueus que vêem tudo e apenas bem por uma parte e tudo e apenas mal da outra. Se o Cristianismo é a verdadeira religião divinamente revelada, nem todos os cristãos lhe são fiéis, pelo contrário. Mas mesmo o humanitarismo, que promete hipocritamente paz e cessação de “guerras de religião”, tem os seus excessos, os quais supera até mesmo aqueles dos piores cristãos. Na página 13, Benson prevê já em 1907 o “Parlamento Europeu”, o qual assinala o fim do são patriotismo e através da democracia-social funda a anti-igreja-católica. Ele também nos coloca em guarda, contra o aparente desenvolvimento técnico, que, se desordenado e desviado do Fim último, esconde muitas armadilhas que insidiaram a fé dos cristãos (pág.16).

·   O Anticristo de Benson se apresenta sob as aparências de solidarismo, de pacifismo aguerrido contra a religião cristã, que seria “portadora da espada e não da paz”, de humanitarismo naturalista, que abole a pena de morte e institui o “Ministério da eutanásia”, sendo a morte não mais o início da vida eterna, mas o retorno do indivíduo ao “Todo” (pág.36), que substituí a espiritualidade com a psicologia. O todo no quadro do mundialismo mais radical: «a unidade impessoal, o anulamento do indivíduo, da família, da nação no mundo» (pág. 25). O homem é tudo, é “Deus”; não existe um Deus transcendente, mas ele é imanente ao mundo e apenas a cooperação solidária de todos os homens pode evoluir continuamente para melhor (pág. 26).

               A perseguição física

·   Esta contra-igreja naturalista e pacifista desencadeia bem rápido uma cruenta perseguição contra o Cristianismo, que já perdeu muitos consensos a favor do humanitarismo. Benson nos descreve então, o “Corpo místico na agonia”, propriamente como Jesus Cristo, e o Homem que grita para a Igreja: ”salvou os outros, não pode salvar a si mesma?” (pág. 48). Nem mesmo do Céu desce, naqueles momentos trágicos, uma palavra para animar os fiéis perseguidos e martirizados. A maçonaria e o democratismo, mais que o comunismo agora ultrapassado pelo liberismo, são a força oculta que manobra a religião do Homem e a perseguição da Igreja de Deus (pág. 51). O estado da humanidade na “Nova Ordem Mundial” vem descrito por Benson como uma “cópia muito similar aos círculos superiores do Inferno” (pág.123). Entretanto, Roma (pág. 211) é destruída por um bombardeio comandado pelo Anticristo, o Papa e quase todos os cardeais morrem e o novo Papa se refugia em Nazareth, onde continua com apenas 12 cardeais a sua missão de governar a Igreja com Bispos, sacerdotes e fiéis espalhados em todo o mundo e prontos para o martírio, que podem pregar e celebrar os sacramentos apenas em privado, sob pena de morte. Na página 170, Benson nos descreve o “novo culto” imposto pela Maçonaria e pelo Anticristo a nova Humanidade, que ama os prazeres, as riquezas e as honras, ao contrário do Cristianismo que ensina a amar a Cruz, a pobreza e a humildade. Tal “novo culto” é uma paródia ou um substituto da Missa Católica, é o culto do Homem, que tem necessidade de certo cerimonial para professar a “Religião do Futuro”, o ‘espírito do mundo’, espoliado de toda ideia sobrenatural e da graça santificante. Como não pensar no Novus Ordo Missae, o novo culto da religião antropocêntrica do Vaticano II? É impressionante ver como 100 anos antes daquilo que estamos vivendo, seja a nível político ou religioso, Benson tivesse já intuído quase tudo e quase nos mínimos detalhes. Um dos personagens do romance de Benson (a senhora Mabel) se da conta que a nova fé pacifista e humanitarista não é melhor que a intransigência cristã, antes talvez seja carregada de maior ódio e crueldade do que aquelas manifestadas por alguns ou muitos cristãos no curso dos séculos (pág. 220). Como acreditar que «aquela besta selvagem, com sangue [dos cristãos martirizados] que saia das suas unhas sedentas de violência, fosse a Humanidade nova? Isto é, aquilo que ela chamava o seu “Deus?”?» (pág. 231). Benson distingue bem o Cristianismo dos cristãos, que nem todos sempre viveram o Cristianismo segundo o Espírito de Cristo e ofereceram ao Humanitarismo a desculpa para substituir o Cristianismo identificado-o com os maus e falsos cristãos (clero e laicato).

               Conclusão

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               O americanismo anticristão

·   Monsenhor Henri Delassus (1836 -1921) escreveu um livro inteiro sobre o Americanismo (L’Américanisme et la Conjuration antichrétienne, Lilla-Parigi, Desclée De Brouwer, 1899), onde o prelado francês explica que, entre todos os sujeitos inquietantes do mundo atual, a América do Norte não é dos menores. De fato, aquilo que a caracteriza é “a audácia nas empresas industriais, comerciais e também nas relações internacionais, pisando essa todas as leis da civilização católico-romana” (pág. 1). Infelizmente, através do americanismo, os Estados Unidos empurram a sua audácia também nas questões religiosas. O termo “catolicismo americano” ou americanismo (condenado por Leão XIII na Carta Testem Benevolentiae de 1895) não é a etiqueta de um cisma ou de uma heresia, esse é “um conjunto de tendências doutrinais e práticas, que tem sede na América e que dali se espalham no mundo cristão e especialmente na Europa” (pág. 3). O aspecto mais preocupante do Americanismo é aquele das “suas relações com as esperanças e projetos do Judaísmo, especialmente com as tendências anticristãs das leis do mundo moderno e da sociedade americana, que aspira possuir o monopólio do pensamento revolucionário” (pág. 7). Na verdade, “existe uma conjuração anticristã (conluio judaico-maçom em essência) que trabalha, através de revoluções e guerras, para enfraquecer e, se fosse possível, para aniquilar, as nações católicas, para dar a hegemonia as protestantes, como a América, a Alemanha e a Grã Bretanha” (nota n°1, pág. 7). Um dos “elementos distintivos da ‘Missão americana’ é o retorno a unidade de todas as religiões, através da destruição das barreiras e das diferenças, chegando a um Congresso da tolerância internacional das religiões, para lutarem unidas contra o ateísmo” (pág. 124). O indiferentismo ou tolerância por princípio, ao qual tende o Americanismo, consiste no equiparar “todas as religiões, como igualmente boas” (pág. 89); “A conspiração anticatólica penetra em toda parte, para destruir – se fosse possível – a Igreja e levantar em seu lugar o israelitismo liberal e humanitário” (pág. 89); “Tal conspiração se tornou universal” (pág. 90); “Entre espírito hebraico e americanista existe um ponto de contato nos princípio de 1789” (pág. 91): “A presunção ou confiança excessiva em si mesmo é a característica específica do americanismo e os hebreus esperam fazer-lhes sair o israletismo liberal e filantrópico” (págs. 92–93), isto é a neo-religiosidade da nova era. Monsenhor Henri Delassus (pág. 94) explica que o Magistério da Igreja condenou todos os falsos princípios sobre os quais se funda o espírito americanista: os direitos do homem (condenados por Pio VI); a liberdade absoluta da pessoa humana, a liberdade de pensamento, de imprensa, de consciência e de religião (por Gregório XVI e Pio IX), o separatismo entre Estado e Igreja (por Leão XIII). Ao invés, para os americanos é necessário basear-se sobre “o liberalismo largo ou latifundiarista e sobre a tolerância dogmática, evitando falar tudo aquilo que poderia desgostar aos protestantes e as outras religiões” (pág. 97); para a Igreja de Roma “o Catolicismo é a verdadeira religião, enquanto para os americanistas é apenas uma religião entre tantas” (pág. 100). Infelizmente o ideal americanista (ceca de cinquenta/sessenta anos depois da condenação de Leão XIII) se realizou, inicialmente e de forma latente, no Concílio Vaticano II e depois, abertamente, em Assis 1986/2011. Na verdade – escrevia já Mons. Delassus – “os americanistas dizem que as idéias americanas são aquelas que Deus quer para todos os povos do nosso tempo. Hebraísmo e americanismo acreditam ter recebido uma ‘Missão divina’. Infelizmente a influência da América com o seu espírito de liberdade absoluta, se estende sempre mais entre as nações, de forma que a América dominará as outras nações” (pág. 187–188); a América parece ser a “Nação do Futuro” (pág. 190). Todavia – comenta o prelado – “se tal futuro será aquele do desenvolvimento industrial e comercial, social e político, segundo os princípios de 1789, ou seja, o progresso material e a independência absoluta do homem de toda autoridade, mesmo divina; a era que veremos será a mais desastrosa jamais conhecida. Nessa era a América destruirá as tradições nacionais europeias  para fundi-las na unidade ou pax americana” (págs. 191–192). A base, o mínimo denominador comum, de tal mistura de religiões, povos, culturas, é um moralismo sentimental ou “uma vaga moral” (pág. 192) subjetiva e autônoma como queria Kant, “independente do dogma, onde cada um é livre para interpretá-lo a seu modo” (pág. 130). Essa se realizou hoje, através da união entre “teo- (ou neo) – conservadores” americanistas e cristãos, com o sionismo e elementos conservadores-liberais do catolicismo, que se unem para defender a vida, o embrião, contra o materialismo ateu (coisa boa em si), mas em detrimento da especificidade da pureza do dogma (o que é inaceitável), da tradição cultural de cada nação e das diferenças étnicas (as quais, se não são exageradas com a teoria da defesa da “raça pura”, que não existe; não devem nem sequer ser destruídas com a ofensa de raça em sentido lato ou do povo, que tem sua peculiaridade de língua, cultura, mentalidade e religião). “O movimento neo-cristão ou americanista, tende a liberar-se do dogma para fundar-se sobre a beleza ética” (pág. 60), “a substituir a fé com uma cultura ou sensibilidade moral independente, em uma vaga religiosidade superior as outras religiões positivas” (pág. 76). Segundo a doutrina católica, ao invés, “a fé sem obras é morta” (São Tiago), e “sem a fé não se pode agradar a Deus” (São Paulo). Então, não é preciso desprezar a moral, mas nem sequer reduzir a religião apenas a sua moralidade, sem ter mais em conta a integridade dogmática.

·   Monsenhor Delassus se explica ainda melhor escrevendo que “Existe um entendimento entre Hebraísmo e Americanismo, para substituir a religião católica com esta ‘Igreja ecumenista ou mundialista’, esta ‘religião democrática’, da qual a Aliança Israelita Universal prepara o advento”  (pág. 193). O americanismo é o instrumento do judaísmo liberal e filantrópico-humanitário, que substituiu a ‘fé’ do judaísmo ortodoxo (em um Messias pessoal e militante, que daria de volta a Israel o domínio sobre o mundo) com a ‘crença humana’ do hebraísmo liberal (em um ‘messias ideal’, ou seja, o mundo moderno, nascido do Humanismo, Protestantismo e Iluminismo revolucionário, inglês, americano e francês, que fará cair o mundo no relativismo e no irenismo, os quais erodirão o Credo Católico e aquilo que ainda resta da Cristandade européia), “para conduzir a humanidade, docemente, para a Nova Jerusalém” (pág. 195). O espírito do ‘Mundo Novo’ ou do americanismo, é caracterizado (segundo Delassus) pelos princípios do 1789, que são “a independência do homem de todo poder humano e também divino” (pág. 196), vale dizer, os direitos (ou o culto) do homem e a destituição de Deus e da sua Igreja.

               O americanismo tem um duplo aspecto: politico e religioso.

·   a) Politicamente: É caracterizado por certo cosmopolismo, que leva ao mundialismo e a globalização, as quais se infiltrando em cada nação a corrompem para dominá-la. Tal “República Universal” é o sonho da Aliança Israelita Universal, “centro, foco e vínculo da conjuração anticristã, a qual o americanismo traz um apoio considerável” (pág. 15). O Judaísmo talmúdico se baseia sobre a leitura material (mais que literal) das profecias do Velho Testamento. Delassus escreve: “Leia estas profecias no significado material-terreno e encontrará a resposta ao enigma, a explicação da atividade febril judaica, o sonho do hebraísmo. Esse se acredita, ainda hoje, o povo destinado por Deus a dominar, materialmente e temporalmente, sobre todas as nações através da finança, dos bancos, da imprensa e dos meios de comunicação [ou de destruição] de massa” (págs. 20–21). O ponto de encontro entre judaísmo e americanismo pode ser encontrado nos princípios revolucionários de 1789, e particularmente em duas teses: “1º) que todas as nações renunciem ao amor da Pátria e se confundam em uma ‘República universal’; 2º) que os homens renunciem, igualmente, a toda particularidade religiosa, para confundir-se em uma mesma vaga religiosidade ou ‘Templo universal’ “ (pág. 25). Estes ideais são levados adiante pela Aliança Israelita Universal, fundada em 1860 pelo hebreu Adolfo Crémineux, grão-mestre do Grande Oriente de França. A A.I.U. “não era apenas uma internacional hebraica, essa mirava mais alto: ser uma associação aberta a todos os homens sem distinção de nacionalidade, nem de religião, sob a alta direção de Israel. Essa deseja penetrar em todas as religiões, como já penetrou em todos os países, para fazer cair as barreiras que separam aquilo que um dia deverá estar unido em uma comum indiferença” (págs. 26–27). O prelado se interroga: “O que significa penetrar em uma religião? Sobretudo introduzir lhe as próprias idéias. O Judaísmo busca infiltrar as suas idéias na Igreja Católica? Sim, seus representantes o afirmam” (pág. 28). As forças politicas de que se serve o Judaísmo liberal e filantrópico (ou maçônico) são: a) a democracia, b) a liberdade como valor absoluto, c) a mudança radical (cfr. pág. 153). Esta mudança radical diz respeito também a vida espiritual, preferindo-se o primado da ação sobre a contemplação; a exaltação da iniciativa individual (própria do liberalismo econômico puritano americano), com uma excessiva autoconfiança (cfr. págs. 154–155); o Bem estar físico e corporal (diferente do bem estar comum temporal), como “transfiguração do corpo” (pág. 159); o “sensismo empirista, como radical anti-metafísica e anti-cristianismo” (pág. 161). O prelado constata que agora os novos cristãos americanistas, junto aos hebreus liberais e humanitários, “aspiram a um Messias que não é Jesus Cristo, nem sequer o messias militante e pessoal do hebraísmo ortodoxo, mas uma idéia de bem estar material e corporal que tornará o homem feliz e rico sobre esta terra” (págs. 164–165). Tal Bem estar (com B maiúscula), consiste não no possuir o necessário ou o conveniente, mas no “supérfluo” (pág. 166). Os fiéis desta nova religiosidade não são contrariados, é preciso dar a eles sempre razão, seguir a corrente, dizer a eles aquilo que lhes agrada e satisfaz os seus sentidos (cfr. pág. 167).

·   b) Do ponto de vista religioso: O Americanismo se serve do Esoterismo, do Maçonismo e do Ecumenismo, para infiltrar-se na religião católica e – se fosse possível – destruí-la. “A Maçonaria tem as próprias pretensões e as exprime com as mesmas palavras” (pág. 29). O Judaísmo liberal é ainda mais claro, quando diz que precisa tender para “uma nova Jerusalém, a qual deve substituir Roma. A estirpe hebraica quer estabelecer o seu reino sobre o mundo inteiro, na ordem temporal e naquela espiritual” (pág. 30). Também o Americanismo se serve das sociedades secretas para obter os seus fins (cfr., pág. 31), para arruinar as Pátrias e a Religião. A nova “República universal será governada pelo povo hebreu, única verdadeira tribo cosmopolita, sem pátria e universal” (pág. 33) e enfim, “pelo Anticristo, supremo ditador transformado na única deidade deste novo mundo” (pág. 42). Os Estados Unidos tem o triste “privilégio de destruir as tradições e as especificidades nacionais e religiosas europeias, para fundi-las na unidade americana” (pág. 44). O americanismo quer substituir a ‘polêmica’ (polemikós = atinente a luta e a disputa doutrinal) pela ‘irênica’ (eirenikós = que diz respeito a paz ou melhor o pacifismo, a tolerância e a conciliação dos excessos). O Americanismo é “absolutamente convicto, de que os Estados Unidos foi predestinado (exemplo claro é aquela lorota da "Doutrina do Destino Manifesto" que expressa a crença de que o povo americano foi eleito por Deus para civilizar o seu continente e o resto do mundo) a produzir um estado social, superior ao que se era vivido até agora” (pág. 130). Outro marco do americanismo é o evolucionismo religioso (cfr. pág. 101–108), segundo o qual o dogma evoluí ou muda radicalmente, substancialmente, de forma heterogênea e não homogênea; ou seja, se passa de uma verdade a outra, também diversa, segundo a necessidade e as exigências dos tempos (cfr., pág. 109), desde que a verdade não é mais a “conformidade do pensamento com a realidade”, mas “o adequar-se do pensamento com as necessidades dos tempos e a necessidade do homem moderno” (Herbert Spencer). A outra pilastra sobre a qual se baseia o Americanismo é o Ecumenismo. Monsenhor Delassus (pág. 133) nos informa que em Chicago, entre os dias 11 e o 28 de setembro de 1893 (cerca de oitenta/cem anos antes do Concílio Vaticano II e do encontro ecumênico de Assis de 1986), foi realizado um Congresso ou Concílio ecumenista de todas as religiões (exceto a católica). Onde se estabeleceu, em tal conciliábulo, que “a Igreja católica deveria fazer concessões mais generosas para as outras religiões” (pág. 134); naturalmente Roma condenou. Todavia, não se pode deixar de notar como em 1962–1965, tais idéias americanistas penetraram também o ambiente católico durante o Concílio Vaticano II.  Se desejou, já em 1893, “reunir os padres e os ministros dos cultos mais diversos, para associar-lhes em uma oração comum” (pág. 147), naturalmente sem cair (não se sabe como) no indiferentismo (propriamente como de Assis em 1986/2011). Tal congresso de Chicago foi definido por Delassus “verdadeiro concílio ecumênico dos novos tempos” (pág. 148). As analogias com o Vaticano II são, infelizmente, objetivas e impressionantes.

·   Delassus, concluindo o seu estudo, define o americanismo com poucas mas eficazes expressões: “Compromisso com a incredulidade, concessões ao erro, mutilação do dogma, atenuação do sobrenatural e superficialidade de toda espécie” (pág. 226).

·   Ele propõe então o remédio a tanto mal: “Evitar o desencorajamento, como atitude daqueles que sabem e conhecem a realidade, mas não tem coragem de reagir [é o mal que paralisa muitos católicos hoje]. (…) Então, nunca cruzar as mãos, renunciando a lutar; antes é preciso empenhar-las na oração, na penitência e na ação cultural e doutrinal com as consequências práticas (…). Devemos ser circunspectos para não prestar, nem sequer involuntariamente, ajuda ao judeu-americanismo. Então, não pregar o Bem estar como fim ultimo, o sucesso neste mundo, a transfiguração do corpo humano, a preocupação desordenada pelos interesses humanos, a abolição das barreiras entre religiões e culturas, a cessação da polêmica para substituir a irênica, o aniquilamento do dogma a favor de uma moralidade subjetiva, a conciliação entre o espírito de Cristo e aquele do mundo” (pg. 262–265).

Dom Curzio Nitoglia
20 de dezembro de 2011.

[1] B. Gherardini, Concílio ecumênico Vaticano II. Um discurso a fazer, Frigento, 2009.

Fonte: http://www.doncurzionitoglia.com/fase_2_giudeo_cristianesimo.htm via http://www.doncurzionitoglia.com/fase_2_giudeo_cristianesimo.htm

Abraços

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O Holocausto e seu telhado de vidro

Polônia: os judeus ajudaram os nazistas na "solução final"

Milhares de judeus participaram ativamente de ajudar os nazistas a reunir os judeus para a deportação para os territórios orientais durante a Segunda Guerra Mundial, exatamente como afirmou o primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki — e contrariamente às recusas histéricas de judeus em todo o mundo, incluindo o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.


Membros da polícia de ordem judaica no Gueto Lodz.

Os comentários de Morawiecki foram feitos em reação à objeção de Israel a uma nova lei polonesa, que considera ilegal que os poloneses sejam culpados de "ajudar os nazistas" ou a referir-se a "campos de concentração poloneses" — e provocaram uma "indignação" fingida na mídia controlada.

Falando na Conferência de Segurança de Munique, Mourawiecki foi convidado por um jornalista israelense a compartilhar se a história de perseguição de sua família na Polônia seria proscrita sob a nova legislação.

"É claro que não vai ser punível, [não] será visto como criminoso dizer que havia agressores poloneses, como havia perpetradores judeus, como havia perpetradores russos, como havia ucraniano; não apenas os perpetradores alemães ", disse Morawiecki ao jornalista do Yedioth Ahronoth, Ronen Bergman.

Em resposta a esses comentários, Netanyahu disse ter falado com Morawiecki, por telefone, e lhe dissera que "Israel não aceitou a afirmação".

"Eu disse a ele que não há base para essa comparação, entre o ato dos poloneses e os atos dos judeus durante o Holocausto", disse Netanyahu aos repórteres israelenses na sequência de um discurso na Conferência de Segurança de Munique.

"Você não pode consertar uma distorção com outra distorção", acrescentou Netanyahu.

A verdade é, no entanto, clara: milhares de judeus foram participantes ativos no que se tornou conhecido como a "Solução final", como apontado em 2013 pela Academia Polonesa das Ciências e conhecido especialista em relações polonês-judaicas, o professor Krzysztof Jasiewicz.

Jasiewicz apontou esse fato em um artigo que apareceu em uma edição especial de uma revista com foco no 70º aniversário da revolta do Gueto de Varsóvia.

Intitulado "Os próprios judeus são culpados?" Jasiewicz disse que "essa insensatez sobre os judeus sendo mortos principalmente por poloneses foi criado para esconder o maior segredo judeu. A escala do crime alemão só foi possível porque os próprios judeus participaram do assassinato de seus próprios povos".

A precisão dessas afirmações são claras a partir dos registros históricos, e apenas um mentiroso deliberado negaria que os judeus participaram do policiamento de outros judeus sob o domínio nazista.


Soldado alemão com Policial de Ordem Judeu e deportados judeus.

Em quase todas as áreas sob o controle nazista onde um grande número de judeus estavam presentes, os judeus foram organizados em destacamentos policiais conhecidos como "Polícia da Ordem Judaica" (em alemão, o Jüdischer Ordungsdienst).

A força dessas unidades da Polícia da Ordem Judaica variou, e em Varsóvia eles contaram pelo menos 2.000 homens.

De acordo com a Enciclopédia Yivo dos judeus na Europa Oriental, o estabelecimento dessas forças policiais judias foi o resultado da criação de guetos judeus, "que excluiu a população judaica da jurisdição policial geral e, assim, criou a necessidade de um sistema alternativo para garantir que a população judaica cumprisse as ordens dos ocupantes alemães".


Chefe da Polícia da Ordem Judaica em Varsóvia, Adam Czerniakow, faz pedido de deslocamento de policiais judeus no Gueto de Varsóvia.

As autoridades alemãs insistiram que os policiais judeus fossem jovens, aptos e treinados pelo exército, com pelo menos um diploma do ensino médio.

A Enciclopédia Yivo diz que "a tarefa principal da Polícia Judaica era manter a ordem pública e fazer cumprir as ordens alemãs transmitidas pelos Judenräte [os conselhos judaicos] à população judaica".

A Enciclopédia Yivo também revela que "havia judeus que consideravam o estabelecimento da Polícia Judaica positivamente; alguns círculos intelectuais até mesmo o apoiaram abertamente. Os judeus se juntaram a ele por motivos sociais e pelo desejo de ajudar a manter a ordem nos guetos e auxiliar a autonomia judaica."

"Gradualmente, os alemães expandiram a carga de trabalho da Polícia Judaica, chamando-os a combater epidemias, fazer demonstrações e lutar contra incêndios. Outras vezes, a Polícia Judaica foi encarregada de supervisionar a distribuição de produtos alimentares e controlar preços, bem como cobrar impostos".

Quando foi tomada a decisão para começar a deportar os judeus para o Oriente em 1942 - um movimento que se tornou sinônimo de reivindicações de "extermínio em massa" — a Enciclopédia Yivo diz que os alemães "ordenaram que as forças policiais do gueto ajudassem a deportar judeus e às vezes até fazer seleção. Em contrapartida, os nazistas asseguraram-lhes que eles e suas famílias não seriam deportados".


Romek Kaliski, membro da Polícia Judaica no gueto Lodz. Interessante observar que na braçadeira vemos a Estrela de Davi (estrela de Renfã, na verdade) distribuída para uso da Polícia Judaica.


Polícia de Ordem Judaica prendendo dois judeus por contrabando no gueto de Varsóvia.

      
Polícia de Ordem Judia verifica papéis no gueto de Trzebinia.


Szerynski, chefe da Polícia da Ordem Judaica, supervisionando uma ação policial (judaica) no gueto de Varsóvia.


Polícia de Ordem Judaica no serviço de remoção de neve em Lodz.

      
Um oficial da Polícia da Ordem Judaica no gueto Lodz, com esposa e filho.


Polícia de Ordem Judaica escolta judeus para deportação para o leste.

Após a guerra, o "papel da Polícia Judaica e suas ações tornou-se uma questão altamente controversa entre os sobreviventes do Holocausto", acrescentou a Enciclopédia Yivo.

"Dezenas de policiais foram julgados em tribunais de honra judaicos por conduta imprópria. Alguns foram expulsos da comunidade judaica, enquanto outros simplesmente foram impedidos de ocupar cargos públicos. Os nomes de outros oficiais anteriores foram apuradas. Levou anos para os tribunais decidissem não colocar a Polícia Judaica em julgamento formal“.

Fonte: http://newobserveronline.com/poland-jews-did-assist-nazis-in-final-solution/

Abraços

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Díspares valores judaico-cristãos

Devido ao ódio do Judaísmo Ortodoxo contra o Natal Cristão, a nenhum casal judeu ortodoxo é permitido ter relações sexuais na Véspera do Natal. 

As autoridades rabínicas estão preocupadas que os casais judeus possam conceber um monstro — e outras facetas de ódio insano dos cabalistas para as crianças judaicas nascidas no Natal.

Por Michael Hoffman, autor dos estudos "Judaism Discovered" e "Judaism’s Strange Gods" (1)

             
Evan Goldberg produziu e co-escreveu "The Night Before". Jonathan Levine dirigiu-o, e Seth Rogen (acima no centro) de hexagrama. 

Introdução: A seguinte documentação é proveniente de fontes rabínicas e outras fontes judaicas. Hollywood judaico traduz o ódio que documentaremos em filmes como "The Night Before", uma "comédia" de 2015 em que um sionista que usa um hexagrama de seis pontas em sua camisa vomita em uma igreja na Véspera de Natal.

Menorahs substituem imagens da Natividade em espaços cívicos.

Hanukkah é igual — ou superior — creditado sobre a tradicional data de nascimento do Redentor.

"Boas Festas" e outras expressões do período substituem o Feliz Natal.

A profunda alegria com que a civilização ocidental celebrou a Noite de Natal até nossos tempos pós-modernistas enfureceu e ofendeu os rabinos talmúdicos e cabalistas; particularmente os rabinos hassídicos com quem "republicanos conservadores dos valores familiares" são muitas vezes aliados.

Há uma religião na terra que considera as pessoas judias que são concebidas na véspera de Natal como traidores e apóstatas.

Quando um filho judeu nascido em setembro, nove meses após o dia 24 de dezembro, começa a agir de forma dissidente, ele ou ela é considerado como um maligno de Nittel Nacht.

Quem, exceto um irritado judeu, se recusaria a libertar outros de uma insanidade tão depravada? As principais vítimas do Judaísmo são pessoas judaicas.

É "antissemitismo" libertar judeus do Talmud e da Kabbalah?

Os rabinos ortodoxos impedem a libertação do "judeu-ódio" do Talmud e da Kabbalah, de modo a mante-los como escravos sob seus polegares?

Esta é uma pergunta que quase ninguém faz e porque colocamos essa questão no amor e em oposição ao ódio, somos perigosos para o império do mal porque agimos no mesmo espírito desarmante que Jesus Cristo.

A documentação: No Judaísmo Ortodoxo, a Noite de Natal é uma noite maldita, os rabinos talmúdicos e cabalistas se referem a ela com a Nittel Nacht ("Nittel Night"). "Nitel Nacht é a véspera dos feriados não judeus que se comemora o nascimento do Nazareno" (Divrei Yatziv O.C. 2 240:1).

             

Muitos seguidores dos rabinos hassídicos estão proibidos na Véspera de Natal de ter relações sexuais com suas esposas.

Os cabalistas rabínicos acreditam que os traidores judeus são concebidos na Véspera de Natal e, como resultado, os rabinos hassídicos proíbem casais de sexuar na Nittel Nacht.

Estudar o Talmud também é proibido, embora alguns escolham ler o notório livro de ódio, o Toledot Yeshu como alternativa, que consiste em histórias alegando que Jesus (Yeshu) era um filho ilegítimo nascido de uma prostituta; que ele praticava mágica e seduzia mulheres, e morreu uma morte vergonhosa.

A Véspera de Natal era um momento em que as forças das trevas eram difíceis, tornando-se impróprio para a pureza do estudo do Talmud. [Fonte: Forward, jornal sionista novaiorquino] (2)

A base do costume de não aprender Talmud na noite do feriado cristão é de natureza cabalística. Veja:  Shem Mishmuel Derush Chanukah 5677, e Sefer Regel Yeshara 10.

Sefer Kedushat Tziyon (página 129) aponta que a Gemara (Talmud Bavli, Sanhedrin 107b), ensina que o fundador do Cristianismo era estudante do rabino Yehoshua ben Perachya. Apesar de suas realizações consideráveis ​​no estudo da Torá, ele conseguiu se tornar um blasfemador. Por isso, o Talmud (a "Torah" oral comprometida com a escrita) não é permitida na Véspera de Natal.

Por que não há sexo na Véspera de Natal? Por conta dos "muitos judeus pecaminosos (Poshei Yisrael) são concebidos naquela noite" (Véspera de Natal). Fonte: Nitei Gavriel Chanukah pág. 410; Shaareiy Halacha Uminhag 4/132; Shulchan Menachem 6/242; Igros Kodesh 4/424.

Como os judeus hassídicos "celebram" o Natal
Por Shahar Ilan, Haaretz [jornal israelense] (3)

Em Nittel Nacht — conhecido pelo mundo como a Véspera de Natal — judeus hassídicos acreditam que as inclinações para o mal estão em pleno vigor. Nesta noite, os hassidim acreditam, os vasos kelipot, ou a manifestação das forças do mal - tornam-se mais fortes. Sefer Haminhagim (O Livro dos Costumes) ensina que a maioria dos hereges que abandonaram sua fé e se converteram do Judaísmo nasceram depois do engajamento ilegal no aniversário do primeiro cristão.

"Alguns rebbes (um rabino, especialmente um líder religioso da seita hassídica) costumavam marcar os feriados dos gentios rasgando papel higiênico para cada Shabat (sábado) para o resto do ano. Este não era apenas um simples show de desprezo contra aqueles que acreditavam na Santíssima Trindade — era um show sério de desprezo. Os livros da Kabbalah tratam o Cristianismo como um lixo separado da nação de Israel.

"Lembrando de odiar o goy (qualquer pessoa não judia) ... na noite (Véspera de Natal) em que os poderes do mal estão se fortalecendo ... O Nittel Nacht é uma noite de lembrança da perseguição contra os judeus pelos cristãos e a noite em que é lembrado odiá-los ... (aos cristãos)". [Citação final, grifo do autor].

Notas: 
(1) https://truthfulhistory.blogspot.com.br/2016/02/judaica-books-and-resources.html
(2) "What Hasidic Jews Do — and Don't Do — on Christmas Eve", por Uriel Heilman:
https://forward.com/culture/327750/how-the-hasidim-observe-christmas-eve/
(3) https://www.haaretz.com/jewish/.premium-a-hasidic-christmas-eve-1.5281028

Fonte: https://revisionistreview.blogspot.com.br/2017/12/hatred-for-christmas-in-orthodox-judaism.html

Abraços

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

A Economia na metodologia de Hitler

Hitler era um esquerdista (nem esquerda, nem direita)
Políticas Econômicas de esquerda de Hitler (ele estava nem aí com essa conversinha tosca de "direita ou esquerda", sabia que ambas ideologias são corrompidas e falaciosas)

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Descrição: O autor centra-se nos principais programas de criação de trabalho nacional-socialista como a motorização, as autoestradas (AutoBahn), ajuda de emergência e rearmamento (improvável, mas como dizem: repita uma mentira mil vezes que acabarão acreditando). Ele ressalta o fato de que a maioria de criação de trabalho a partir do período 1933-1936 não foi resultado de rearmamento, e sim, um feroz ataque sobre o emprego através de alguns dos métodos mencionados acima. Além disso, o crescente controle do partido nacional-socialista sobre todos os aspectos da economia está claramente identificados em cada capítulo como esse controle cresce. O livro está repleto de informações.

Professor Silverman argumenta, como resultado de uma pesquisa impressionante nos arquivos nacional-socialistas, que eram os programas de geração de trabalho que foram os responsáveis ​​por este "milagre" e foi o Plano de 4 anos anunciado em 1936 que representou uma ênfase na autarquia e armamentos e num mercado vendedor. Os planos exigiam a motorização e as famosas autoestradas. É natural comparar conquistas de Hitler com New Deal (em português: Novo Acordo ou Novo Trato) de Roosevelt. Curiosamente Silverman não menciona a URSS (que foi um fracasso e para proteger os seus pares) como uma fonte de idéias nos anos de Hitler, embora o próprio Plano de 4 anos tenha sido inspirado pelo FYP (Five-Year Plan = plano quinquenalsoviético, o segundo dos quais estava sendo concluído pelo tempo Goebbels começou a administrar o equivalente alemão. No início (fevereiro de 1935) foram necessários os "livros de trabalho" para os empregos criados.

Hitler foi nomeado "Homem do Ano" em 1938 pela revista Time. Eles observaram as políticas econômicas anti-capitalistas de Hitler (que ironia, uma política contrária ao incensado capitalismo foi que gerou o milagre econômica e a massiva geração de empregos?):

"A mais cruel brincadeira de todos, no entanto, foi feita Hitler e companhia sobre os capitalistas alemães e pequenos empresários que apoiavam o Nacional-Socialismo como um meio de salvar a estrutura econômica burguesa da Alemanha a partir de radicalismo (e Hitler conseguiu, então, por que "cruel"?). Credo nazi de que o indivíduo pertence ao Estado também se aplica aos negócios. Algumas empresas foram confiscados completamente, em outra, o que equivale a um imposto sobre o capital foi cobrado. Lucros foram estritamente controlados. Alguma idéia do crescente controle governamental e interferência nos negócios poderia ser deduzida a partir do fato de que 80 % de todas as construções e 50% de todas as encomendas industriais na Alemanha no ano passado tiveram como origem o Governo. Com fortes pressões para gêneros alimentícios, bem como os fundos, o regime nazista assumiu grandes propriedades e em muitos casos a agricultura foi coletivizada, um processo fundamentalmente semelhante ao comunismo russo".
(Fonte: Time Magazine, 2 de janeiro de 1939)

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            Capa da Times de 1938. 

Hitler organização a Frente Trabalhista. Empregadores e os trabalhadores se juntaram a ele. De acordo com a Lei Nacional do Trabalho de 20 de janeiro de 1934, o Estado exerceria influência direta e controle sobre todas as empresas que contassem com mais de vinte empregados. Em outras palavras, empregadores e empregados foram colocados sob o controle do governo.

Resumo: Abaixo está uma análise econômica de curto da Economia alemão sob os nazistas. É evidente que correu uma economia coletivista centralizado, assim como a União Soviética. Era um partido político que atuou muito da mesma maneira que a esquerda americana faz em relação ao desemprego e tentando usar o governo para diminuir. Ele observa que os nazistas usaram as obras públicas em grande medida, o que é extremamente esquerdista (quanta bobagem), e colocar as pessoas para trabalhar para o Estado. (se esse Estado realmente representa o povo, não há nada de errado nisso)

Os nazistas começaram a promulgar outras manobras de esquerda (sujeito persistente) como o congelamento de preços e iniciar a expansão do papel do governo e destruindo qualquer liberdade deixada no Mercado. Os proprietários privados foram ordenadas pelo Estado. Claramente nazistas eram opositores do capitalismo por completo.

Notas sobre: ​​"Sobre a Teoria da Economia Administrada Centralmente: Uma Análise da Experiência Alemã", de Walter Eucken

Walter Eucken foi professor de economia na Universidade de Freiburg, na Alemanha e um arquiteto das reformas econômicas que levaram ao Milagre Econômico. Neste artigo Eucken quis explicar os problemas e fraquezas das economias centralmente administradas como a do Nacional-Socialismo da Alemanha e a da União Soviética.

O sistema econômico nazista desenvolveu de forma não intencional (não diga!). O objetivo inicial de 1932-1933 de sua política econômica era apenas para reduzir a elevada taxa de desemprego associado com a Grande Depressão. Isto envolveu obras públicas, expansão do crédito, a política monetária fácil e manipulação das taxas de câmbio. Geralmente, economias administradas centralmente (CAE) de ter pouca dificuldade para eliminar o desemprego, porque eles podem criar projetos de grande obras públicas e as pessoas são colocados para trabalhar (mas não é essa uma das finalidades duma Economia e Governo justos?), independentemente de haver ou não a sua produtividade superior a seu custo de salários. A Alemanha nazista foi bem sucedido em resolver o problema do desemprego, mas depois de alguns anos, a expansão da oferta de moeda ameaçava criar inflação.

O Governo nazista reagiu à ameaça de inflação, ao declarar um congelamento geral de preços em 1936. Desde que a ação do governo nazista foi conduzido para expandir o papel do governo no direcionamento da economia e reduzir o papel desempenhado pelas forças de mercado (que só tem compromisso com o lucro). Embora a propriedade privada não foi nacionalizada (mas Hitler não era de esquerda?), seu uso foi cada vez mais determinado pelo governo e não pelos proprietários.

Eucken usa o caso da indústria de couro. Uma fábrica de couro indivíduo produzia sob direção do Gabinete de Controle de Couro. Este Gabinete de Controle arranjava para a fábrica para obter os couros e outros materiais que necessários para a produção de couro. A exportação de couro foi eliminada de acordo com os ditames do Gabinete de Controlo de Couro. O Gabinete de Controle definia suas diretrizes através de um processo que envolvia quatro etapas:

    1. A recolha de informação estatística por uma Seção de Estatística. A Secção de Estatística tentou reunir todos os dados importantes sobre a produção passada, equipamentos, instalações de armazenamento e requisitos de matérias-primas.

    2. O planejamento da produção tendo em conta as exigências de couro por outras indústrias em seus planos, por exemplo as necessidades do Gabinete de Controlo de Calçados para o fornecimento de couro. O fornecimento disponível de peles limitou a produção de couro. Tinha que haver um equilíbrio entre oferta e demanda. O resultado do planejamento de todos os postos de controle foi um balanço patrimonial. Houve algum esforço para a criação de algum sistema para resolver o planejamento, como a produção que está sendo limitado pelo gargalo estreito, mas na prática o planejamento acabou sendo simplesmente a ampliação da produção e planejamento de representações passadas.

    3. A emissão de ordens de produção para as unidades fabris privadas.

    4. Verificar o cumprimento das ordens de planejamento.

Na prática, as autoridades dos gabinetes de controlo, muitas vezes interviam e haviam batalhas de negociação e políticas contínuas como os utilizadores de produtos tentou usar influência política para melhorar as suas atribuições. Os preços de 1936 tiveram pouco sentido econômico, especialmente depois que a Alemanha estava em guerra. Portanto, os cálculos econômicos que utilizam os preços oficiais não tinham sentido. Em particular, a rentabilidade de um produto não teve qualquer significância para determinar se deve ser produzido ou não. As perdas não resultaram numa fábrica cessando a produção, os gabinetes de controle garantiram que se obtivessem as matérias-primas e que os trabalhadores recebessem suas provisões necessárias.

No início da guerra, o Governo estabeleceu uma lista de prioridades para a alocação de recursos escassos. Atividades relacionadas com a guerra tem prioridade e produção de bens de consumo estava perto do fim da lista. Se dois usuários queria gasolina quaisquer estoques disponíveis foram para o usuário com a maior prioridade. Isso parece razoável, mas, na verdade, levou a grandes problemas. Suponha que um uso da gasolina é de caminhões para transportar matérias-primas para as fábricas. Se o Governo dá sempre a gasolina disponível para o Exército, em seguida, os caminhoneiros não pode entregar suprimentos para as fábricas e eles fecharam e, eventualmente, outras fábricas que dependem deles também desligado. No início, o governo tentou resolver o problema através da revisão da lista de prioridades e movendo-se usos, tais como gasolina para caminhões. Mas quaisquer que sejam os usos tem colocado na parte inferior gargalos eventualmente criados. No meio da guerra, o governo aboliu a lista de prioridades. Era um sistema impraticável.

No início da guerra, o Governo estabeleceu uma lista de prioridades para alocar os escassos recursos. As atividades relacionadas à guerra obtiveram prioridade e a produção de bens de consumo estavam mais perto do final da lista. Se dois usuários queriam gasolina, qualquer estoque disponível ia para o usuário com a maior prioridade. Isso parece razoável, mas, na verdade, levou a grandes problemas. Suponha que um uso de gasolina seja para caminhões para transportar matérias-primas para fábricas. Se o governo sempre dá a gasolina disponível ao Exército, então os caminhoneiros não podem entregar suprimentos para as fábricas e eles fecham e, eventualmente, outras fábricas dependentes deles também desligaram (narrativa sofismática). Em primeiro lugar, o Governo tentou lidar com o problema, revisando a lista de prioridades e subindo na lista os usos da gasolina para caminhões. Mas quaisquer que sejam os usos colocados no final acabaram criando estrangulamentos. Em meio à guerra, o governo aboliu a lista de prioridades. Era um sistema impraticável. (outro sofisma. Diante da escassez total que se encontrava a Alemanha, lista alguma resolveria, nem New Deal, nem FYP, nem água benta ...)

O problema de tomar decisões de produção sem referência à preços relevantes é que os escritórios de controle podem ditar a produção de bens que são menos valorizados para a economia (e para o povo? Povo não conta?) do que os custos de oportunidade dos recursos que se destinam à sua produção.

Devido aos erros e falhas das Economias Administradas Centralmente, amiúde existem mercados negros que operam (no capitalismo não?). Embora as autoridades normalmente persigam as pessoas para lidar com esses mercados, a realidade é que esses mercados são essenciais para evitar um colapso da Economia Administrada Centralmente.

As decisões de produção podem ser feitas com critérios políticos que são economicamente insensatas. como a localização de uma fábrica em uma região para beneficiar os partidários de alguma figura política (na democracia e capitalismo não existe isso, né?). Mesmo além da corrupção do processo de decisão, a economia administrada centralmente sofre de grandes fraquezas. A economia administrada centralmente pode mobilizar recursos rapidamente para grandes projetos de investimento, mas não há garantia de que haverá um equilíbrio de investimentos. Por exemplo, pode haver grandes programas para construir estradas de ferro, mas não trens suficientes para fazer uso dessas ferrovias. (não foi o caso, Hitler promoveu a fabricação de automóveis, trens, navios e aviões.)

Embora as economias geridas centralmente parecem ser eficientes e efetivas, inicialmente seus erros e ineficiências se acumulam e eventualmente resultam em estagnação se não entrar em colapso. Muitas vezes, os sucessos aparentes de tais economias são apenas ilusões. Os leigos que não sabem como essas economias realmente funcionam muitas vezes são enganados por essas ilusões. (colapsando volta e meia estão as economias opostas ao Nacional-Socialismo)

Fonte: Universidade Estadual de San José - Departamento de Economia Abraços

Fonte: http://jonjayray.com/id10.html

Alguns economistas gostam de comparar o plano quadrianual nacional-socialista de Hitler, conhecido honestamente por alguns como "milagre econômico", com o New Deal judaico do judeu e maçom Roosevelt ou com o FYP (Five-Year Plan) judaico-soviético. Porém, ambos últimos não deram certo, só o o programa nacional-socialista alemão vicejou. Por que só se ensina ou divulga sobre o malfadado New Deal? O New Deal só "deu certo" quando os americanos entraram sem o seu tradicional cinismo na guerra em 1941 exclusivamente devido a inigualável produção de armas (fato que alegam a Hitler), foi só então que sua economia saiu realmente das consequência da Grande Depressão. Hitler livrou os alemães da Grande Depressão já em 1936 sem beligerância. A quem interessa que você seja enganado? Pense nisso.

Abraços

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Eixo anti-Mamom

O Fascismo visto por Ezra Pound
Por Pierre Hofstetter

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"Jefferson And/Or Mussolini: Fascism as I have seen it" por Ezra Pound ( 1935):
https://archive.org/details/JeffersonAndOrMussoliniPound1935

"O Fascismo era a favor da conservação de certas liberdades e a favor da manutenção de um certo grau de cultura, de certos níveis de vida, não era uma recusa de baixar-se ao nível de vida dos ricos ou da pobreza, mas sim uma recusa de abandonar certas prerrogativas imateriais, uma recusa de abandonar um largo troço da herança cultural".

Quem escreveu isto?

Ezra Pound, decerto, o maior poeta ocidental vivo, em "Jefferson and/or Mussolini", aparecido em 1935. Uma casa editora americana, "Liverigth", de Nova Iorque, reeditou-o no ano passado, por ocasião do 85.º aniversário do célebre autor dos Cantos.

Este livro, que, como toda a obra de Ezra Pound, não é de leitura fácil, tem, no entanto, uma grande importância, porque, como o editor sublinha, "é realmente, revelador do homem por detrás da Poesia".

Comecemos por explicar o título: "Jefferson and/or Mussolini". Para Ezra Pound, a tradição política jeffersoniana continuava viva, mas não em Massachussets, nem na Virgínia, nem no Delaware, — sim na Itália de Mussolini.

Jefferson? O primeiro presidente inaugurador da nova capital federal, Washington. Um grande letrado. Um grande político. "O fundador do partido democrático", diz o Larousse. Com certeza, mas a palavra democrático tinha, então um sentido completamente diferente do de hoje, e, na Constituição americana que Jefferson redigiu, não se encontra nem uma só vez a palavra democracia.

Aliás, Ezra Pound sublinha: "Não há a mais pequena sombra de dúvida de que Thomas Jefferson nunca imaginou que os homens continuavam iguais (depois de nascerem), ou eram biologicamente iguais, ou tinham o direito à igualdade a não ser no plano das oportunidades ou perante a lei". "Como todos os dirigentes e construtores na história humana, ele tentou elevar certo número de homens a certo nível, pela eliminação de certas imperfeições".

Jefferson, explica Ezra Pound, não acreditava no privilégio hereditário, quer dizer, considerava que os homens deviam governar por causa das suas qualidades inerentes e não por serem os filhos do paizinho. "Pensava que uma nação não tem o direito de contrair dívidas que não pudessem ser razoavelmente pagas durante a vida das partes contratantes". E que, por outro lado, tudo o que pode ser feito pelo esforço individual e não-oficial deve ser feito por ele, não devendo o Estado governar senão onde e quando seja necessário.

"O melhor governo é aquele que governa menos", notava também Jefferson. Lembremos que Barry Goldwater, em 1964, proclamou a mesma coisa. Ora, para os seus adversários, os liberais, tratava-se de um fascista...

Governar o menos possível não é governar mal. Pelo contrário. Ezra Pound escreve na página 91: "Um bom governo é aquele que age conforme o que é conhecido e pensado como melhor". "E o melhor governo é aquele que traduz o mais rapidamente em ação aquilo que é melhor pensado".

Ezra Pound escreveu "Jefferson and/or Mussolini" em 1933. O seu livro é também o de uma testemunha: "O primeiro ato do Fascismo foi salvar a Itália das pessoas demasiado estúpidas para governar, quer dizer, dos comunistas-menos-Lenine. O segundo ato foi libertá-la dos seus parlamentares (da democracia), que provavelmente ainda eram piores, se bem que não fossem necessariamente mais desonestos do que os outros gangs parlamentares, mas, seja como for, libertá-la dos grupos demasiadamente imorais politicamente para governar".

O anti-Fascismo triunfante foi, evidentemente, o regresso ao poder destes gangs imorais.

Jefferson e Mussolini? Dois gênios, diz Ezra Pound. "Se procurais laços de simpatia entre Thomas Jefferson e o Duce, nota ele, reparai primeiro, que ambos detestam a maquinaria ou, em todo o caso, a ideia de arregimentar os homens e fazer deles todos unidades, unidades de produção, afogando o homem individual, reduzindo-o a simples amálgama".

Era, evidentemente, uma concepção das coisas muito diferente do que nos querem impor, nos nossos dias, os Rockfeller e os Rothschild e os seus exércitos de tecnocratas.

Jefferson e Mussolini eram homens da terra, homens ligados ao solo natal. Verdadeiros camponeses, paysans, quer dizer, homens do pays, do país.

Por que perde Mussolini a partida, finalmente? E por causa de quem?

Ezra Pound explicou-o, nos seus panfletos italianos, publicados na edição francesa em 1968, (L’Age d’Homme, Lausanne). "Desde a altura em que Mussolini adivinhou as relações entre os usurários de Nova Iorque e os instrumentos de Moscovo, foi condenado à morte pela usurocracia internacional".

Em 1944, quando as tropas americanas tomaram Pisa, Ezra Pound foi lançado como uma fera numa gaiola de ferro e levado para os Estado Unidos onde o fecharam, catorze anos num hospício de doidos.

Este denunciador da usura tinha ousado escrever: "De fato, após o assassinato do presidente Lincoln, nada de sério, foi tentado contra a usurocracia até à fundação do Eixo Roma-Berlim. A ambição italiana de conseguir a liberdade econômica, que não é senão a de não se endividar, desencadeou sobre ela as sanções de sinistra memória".

Realmente, era preciso ser doido para falar com tanto juízo!

Fonte: http://www.causanacional.net/index.php?itemid=387

Abraços

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Hitler, o anti-Mamom

Como Adolf Hitler desafiou os banqueiros?

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Tradução: "Como Hitler desafiou os banqueiros e mostrou ao mundo um caminho melhor."

Muitos povos se alegam em dizer que Wall Street e banqueiros judeus "financiaram Hitler". Há uma abundância de evidências documentadas de que Wall Street e banqueiros judeus realmente ajudaram a financiar Hitler no início, em parte porque permitiu que os banqueiros se tornassem ricos (como descreverei abaixo) e em parte para controlar Stalin. No entanto, quando a Alemanha se libertou dos banqueiros, os banqueiros declararam uma guerra mundial contra a Alemanha.

Quando olhamos para todos os fatos, a acusação de que os "judeus financiaram Hitler" torna-se irrelevante. A advogada de Los Angeles Ellen Brown discute este tópico em seu livro "Web of Debt: The Shocking Truth about Our Money System and How We Can Break Free".
(https://www.amazon.com/Web-Debt-Shocking-Truth-System/dp/0983330859)

Quando Hitler chegou ao poder, a Alemanha estava irremediavelmente quebrada. O Tratado de Versalhes impôs reparações esmagadoras ao povo alemão, exigindo que os alemães pagassem os custos da guerra por cada país. Estes custos totalizaram três vezes o valor de todas as propriedades na Alemanha.

Os especuladores de divisas privadas fizeram com que o marco alemão decrescesse, precipitando uma das piores inflações desenfreadas nos tempos modernos. Um carrinho de mão cheio de notas de 100 bilhões de marcos alemães não podia comprar uma parcela de pão. O tesouro nacional estava vazio. Inúmeras casas e fazendas foram perdidas para especuladores e bancos privados (controlados pelos judeus [e maçons]). Os alemães moravam em barracas. Eles estavam famintos.

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Tradução: "Donas de casa alemãs numa fila para conseguir de pão durante a inflação de 1923. No fundo, vê-se a página do jornal Neue Berliner que anuncia a nova taxa cambial de 1 dólar = 1 milhão de marcos. Chegou a inflacionar a quatro milhões por dólar antes da estabilização do marco."

Nada disso aconteceu antes - a destruição total da moeda nacional, além da eliminação das economias e das empresas das pessoas. Além disso, surgiu uma depressão global. A Alemanha não teve escolha senão sucumbir à escravidão da dívida sob banqueiros internacionais (principalmente judeus [e maçons]) até 1933, quando os nacional-socialistas chegaram ao poder. Nesse ponto, o governo alemão frustrou os cartéis bancários internacionais ao emitir o próprio dinheiro. Os judeus mundiais responderam declarando um boicote (e guerra) global contra a Alemanha.

Hitler iniciou um programa de crédito nacional ao elaborar um plano de obras públicas que incluiu controle de inundações, reparos de edifícios públicos e residências particulares e construção de novas estradas, pontes, canais e instalações portuárias. Tudo isso foi pago com dinheiro que já não veio dos banqueiros internacionais privados.

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Tradução: "Sistema rodoviário nacional-socialista alemão. O maior projeto de construção na Europa! — A mais magnífica rede de rodovias do mundo. Tudo criado sem empréstimos dos banqueiros de Rothschild e sem pagar juros compostos para sempre!"

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Tradução: "Ritmo 'curva'. A rota da National Motor Highways sempre foi escolhida espontaneamente e poderia ter sido construída por extensas intermináveis. Mas não! Foram incorporadas curvas graciosas para que o motorista nunca fique cansado ou adormeça ao volante devido à monotonia de uma estrada reta e direta."

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Tradução do alemão: "5 marcos que você economizar/separar por semana — você poderá dirigir seu próprio carro!"
Tradução do inglês: "Um jornal alemão de 1936 estimulando os cidadãos a economizar alguns marcos e a comprar o novo Volkswagen".

O custo projetado desses vários programas foi fixado em um bilhão de unidades da moeda nacional. Para pagar por isso, o governo alemão (e não os banqueiros internacionais) emitiram letras de câmbio, chamados de Certificados do Tesouro do Trabalho. Desta forma, os nacional-socialistas colocaram milhões de pessoas no trabalho e pagaram-lhes os Certificados do Tesouro.

Sob os nacional-socialistas, o dinheiro da Alemanha não era apoiado pelo ouro (que era de propriedade dos banqueiros internacionais). Era essencialmente um recibo de mão-de-obra e materiais entregues ao governo. Hitler disse: "Para cada marco emitido, exigimos o equivalente ao trabalho de um marco, ou produtos produzidos". O governo pagou trabalhadores em Certificados. Os trabalhadores gastaram esses Certificados em outros bens e serviços, criando assim mais empregos para mais pessoas. Desta forma, o povo alemão saiu da implacável dívida que os banqueiros internacionais lhes impuseram.

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Tradução: "Adolf Hitler e a juventude alemã — dificilmente uma imagem de um tirano ou de um povo oprimido".

Dentro de dois anos, o problema do desemprego havia sido resolvido, e a Alemanha estava de novo em pé. Ele tinha uma moeda sólida e estável, sem dívidas e sem inflação, num momento em que milhões de pessoas nos Estados Unidos e outros países ocidentais (controlados por banqueiros internacionais) ainda estavam sem emprego. Dentro de cinco anos, a Alemanha passou da nação mais pobre da Europa para uma das mais ricas.

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Tradução do alemão: "Organização de apoio à Mãe e Criança."
Tradução do inglês: "Livre da escravidão da dívida do cartel bancário de Rothschild, a Alemanha conseguiu se concentrar em Família, Agricultura e Fé — três pré-requisitos para garantir um futuro pacífico e honrado para sua nação".

A Alemanha ainda conseguiu restaurar o comércio exterior, apesar da negação de crédito estrangeiro por parte dos banqueiros internacionais à Alemanha, e apesar do boicote mundial por indústrias de propriedade judaica (e maçons). A Alemanha conseguiu isso trocando equipamentos e commodities diretamente com outros países, usando um sistema de troca que cortou os banqueiros da imagem. A Alemanha floresceu, uma vez que o troço elimina a dívida nacional e os déficits comerciais. (A Venezuela faz o mesmo hoje, quando comercializa petróleo como commodities, além de ajuda médica, e assim por diante. Daí os banqueiros estão tentando espremer a Venezuela).

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Tradução: "Veterano da Primeira Guerra Mundial com perna amputada com sua Cruz de Ferro forçado a mendigar nas ruas. Quando os Nacional-Socialistas chegaram ao poder, introduziram uma nova legislação para cuidar de veteranos e idosos e fornecer habitação e segurança para todos os cidadãos."

A liberdade econômica da Alemanha foi de curta duração; mas deixou vários monumentos, incluindo as famosas autobahn, as primeiras super-estradas extensas do mundo.

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Tradução: "Adolf Hitler vê uma de suas criações magistrais a famosa AutoBahn (auto-estradas). Hitler era um arquiteto profissional, bem como um artista e homem de talento e do povo."

Hjalmar Schacht, um agente de Rothschild que foi temporariamente chefe do Banco Central Alemão, resumiu assim: um banqueiro americano comentou: "Dr. Schacht, você deveria vir para a América. Temos muito dinheiro e isso é bancário real." Schacht respondeu: "Você deveria vir para Berlim. Nós não temos dinheiro. Isso é um banca real".

(Schacht, o agente de Rothschild, na verdade apoiou os banqueiros internacionais privados contra a Alemanha e foi recompensado por ter todas as acusações contra ele anuladas nos julgamentos [linchamentos] de Nuremberg).

Essa liberdade econômica tornou Hitler extremamente popular com o povo alemão. A Alemanha foi resgatada da teoria econômica inglesa, que diz que toda moeda deve ser emprestada contra o ouro de um cartel bancário privado e secreto - como o Federal Reserve  (consórcio de bancos privados judaico-maçons) ou o Banco Central da Europa - em vez de ser emitido pelo governo em benefício das pessoas.

O investigador canadense Dr. Henry Makow (ele próprio um judeu) diz que o principal motivo pelo qual os banqueiros organizaram uma guerra mundial contra a Alemanha foi que Hitler evitou os banqueiros criando seu próprio dinheiro, liberando assim o povo alemão. Pior ainda, essa liberdade e prosperidade ameaçaram se espalhar para outras nações. Hitler teve que ser parado!

Makow cita o interrogatório de CG Rakovsky em 1938, um dos fundadores do bolchevismo soviético e um íntimo de (judeu e maçom) Trotsky. Rakovsky foi tentado em ensaios na URSS sob (judeu e maçom) Stalin. De acordo com Rakovsky, Hitler foi financiado pela primeira vez pelos banqueiros internacionais, através do agente dos banqueiros (judeu e maçom) Hjalmar Schacht. Os banqueiros financiaram Hitler para controlar Stalin, que usurpou o poder de seu agente Trotsky. Então Hitler tornou-se uma ameaça ainda maior do que Stalin quando Hitler começou a imprimir o seu próprio dinheiro.

(Stalin chegou ao poder em 1922, ou seja, onze anos antes de Hitler chegar ao poder).

Rakovsky disse:

"Hitler assumiu o privilégio de gerar dinheiro (próprio, livre e soberano), e não apenas dinheiro físico, mas também financeiro. Ele assumiu a maquinaria da falsificação e colocou-a para o benefício das pessoas. Você pode imaginar o que teria vindo se isso tivesse infectado vários outros estados?"
(Henry Makow, “Hitler Did Not Want War", https://www.henrymakow.com/000369.html, 21 de março de 2004)

O economista Henry CK Liu escreve sobre a notável transformação da Alemanha:

"Os nazistas chegaram ao poder em 1933, quando a economia alemã estava em colapso total, com ruinosas obrigações de reparação de guerra e zero de perspectivas de investimento ou crédito estrangeiro. Através de uma política monetária independente de crédito soberano e de um programa de obras públicas de pleno emprego, o Terceiro Reich conseguiu desligar a Alemanha, despojada das colônias ultramarinas, na economia mais forte da Europa dentro de quatro anos, mesmo antes do início dos gastos com armamento."
(Henry CK Liu, “Nazism and the German Economic Miracle”, Asia Times, 24 de maio de 2005)

Em "Billions for the bankers: Debts for the people" (1984), Sheldon Emry comentou:

"A Alemanha emitiu dinheiro livre de dívidas e sem juros a partir de 1935, o que explica o surgimento surpreendente da Alemanha da depressão para uma potência mundial em cinco anos. O governo alemão financiou todas as operações de 1935 a 1945 sem ouro e sem dívidas (nem durante o apogeu da guerra houve inflação na Alemanha, e não faltam hoje países se suicidando de tanta inflação sem estarem em guerra!). Levou todo o mundo capitalista e comunista a destruir a revolução alemã e levar a Europa de volta ao calcanhar dos banqueiros".

       
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Esses fatos não aparecem em nenhum livro de texto hoje, já que os judeus possuem a maioria das editoras. O que aparece é a desastrosa inflação desenfreada sofrida em 1923 pela República de Weimar, que governou a Alemanha de 1919 a 1933. Os livros didáticos de hoje usam essa inflação para transformar a verdade em seu oposto. Eles citam a desvalorização radical do marco alemão como um exemplo do que dá errado quando os governos impõem seu próprio dinheiro, em vez de emprestá-lo contra os cartéis privados.

Na realidade, a crise financeira de Weimar começou com os impossíveis pagamentos de reparações impostos no Tratado de Versalhes. Hjalmar Schacht, o agente de Rothschild, que era comissário de moeda para a República — opôs-se a deixar o governo alemão imprimir seu próprio dinheiro ... "O Tratado de Versalhes é um modelo de medidas engenhosas para a destruição econômica da Alemanha. A Alemanha não conseguiu encontrar nenhuma maneira de segurar sua cabeça acima da água, além do expediente inflacionário de imprimir notas de banco."

Schacht faz eco da mentira do livro de texto que a inflação de Weimar foi causada quando o governo alemão imprimiu seu próprio dinheiro. No entanto, em seu livro de 1967, The Magic of Money, Schacht deixou o gato sair do saco ao revelar que o Reichsbank era de PROPRIEDADE PRIVADA, e não do governo alemão, que estava injetando a nova moeda para a economia. Portanto, foi um BANCO PRIVADO que causou a hiperinflação de Weimar.

Como o Federal Reserve dos EUA, o Reichsbank foi supervisionado por funcionários governamentais nomeados, mas foi operado para ganho privado. O que levou a inflação em tempo de guerra a hiperinflação foi a especulação de investidores estrangeiros, que vendeu o marco baixo, apostando em seu valor decrescente. No dispositivo manipulador conhecido como venda a descoberto, os especuladores emprestam algo que não possuem, vendem e depois "cobrem" comprando o preço mais baixo.

A especulação do marco alemão só foi possível porque o Reichsbank era de PROPRIEDADE PRIVADA (ainda não estava sob o controle Nacional-Socialista) imprimiu grandes montantes de moeda disponíveis para empréstimos. Essa moeda, como a moeda americana hoje, foi criada através de registros contábeis nos livros do banco. Então, o dinheiro forjado foi emprestado a juros compostos. Quando o Reichsbank não conseguiu acompanhar a voraz demanda de marcos, outros bancos privados foram autorizados a criar marcos do nada e emprestar a juros. O resultado foi uma dívida desenfreada e hiperinflação.

Assim, de acordo com o próprio Schacht, o governo alemão não causou a hiperinflação de Weimar. Pelo contrário, o governo (sob os nacional-socialistas) controlou a hiperinflação. Os nacional-socialistas colocaram o Reichsbank sob uma regulamentação governamental rigorosa e tomaram medidas corretivas imediatas para eliminar a especulação estrangeira. Uma dessas medidas era eliminar o acesso fácil a empréstimos de dinheiro forjado de bancos privados. Em seguida, Hitler conseguiu que a Alemanha voltasse a ficar de pé, tendo o governo publicamente emitido Certificados do Tesouro.

Schacht, o agente de Rothschild, reprovou o dinheiro do governo e acabou demitido como chefe do Reichsbank quando ele se recusou a emiti-lo. No entanto, ele reconheceu em suas memórias posteriores que permitir que o governo emita o dinheiro que precisava não produziu a inflação de preços prevista pela teoria econômica clássica, que diz que a moeda deve ser emprestada de cartéis privados.

O que causa hiperinflação é a especulação descontrolada. Quando a especulação é aliada à dívida (devida aos cartéis da banca privada), o resultado é um desastre. Por outro lado, quando um governo emite moeda de forma cuidadosamente medida, faz com que a oferta e a procura aumentem juntas, deixando os preços inalterados. Portanto, não há inflação, sem dívidas, sem desemprego e sem necessidade de impostos sobre o rendimento.

Naturalmente, isso assusta os banqueiros, pois elimina seus poderes. Também aterroriza os judeus, uma vez que com seu controle sobre os bancos permite que comprem a Imprensa, governos e tudo o mais.

Portanto, para aqueles que se deleitam em dizer que os "judeus financiaram Hitler", peço-lhes por gentileza que olhem todos os fatos.

Fonte: https://nationalvanguard.org/2015/08/how-hitler-defied-the-bankers/

Veja também: "Historiador francês afirma que Adolf Hitler não queria a guerra":
https://desatracado.blogspot.com.br/2013/12/adolf-hitler-nao-queria-guerra.html

Abraços