terça-feira, 5 de novembro de 2019

Justiça x Judiciário

Justiça às avessas




De facto, o mundo moderno conservou todas as partes do trabalho policial que são realmente opressivas e ignominiosas: a perseguição dos pobres, a espionagem dos infortunados. E abandonou a sua obra mais digna: o castigo de poderosos traidores contra o Estado e de poderosos heresiarcas contra a Igreja. Os modernos dizem que não podemos punir os heréticos. A minha única dúvida é se teremos o direito de punir mais alguém.

G. K. Chesterton in «O homem que era Quinta-Feira», 1908.


Abraço

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Sobre alienação e comodismo

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Primeiro levaram os revisionistas
Mas não me importei com isso
Eu não era revisionista

Em seguida levaram alguns editores de livros do tema
Mas não me importei com isso
Eu também não era editor nem leitor do tema

Depois prenderam os negadores do Holocausto
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou negador

Depois agarraram uns nacional-socialistas
Mas como tenho meu partido constitucional
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém, até ajudei
Ninguém se importa comigo.

https://www.pensador.com/frase/NTczNjMz/

Abraços

sábado, 19 de outubro de 2019

Um abolicionista europeu

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Léon Degrelle (1906-1994), oficial da Waffen-SS Wallonie de Voluntários, tornou-se o oficial mais condecorado (Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro[*]) dos 400.000 voluntários não alemães na Frente Oriental da Waffen-SS! Anteriormente, fora um político fascista brilhante, fundador do grande partido Rexist (um partido operário de muito sucesso e inspiração cristã apoiado pelos Nacional-Socialistas), líder humano carismático e palestrante na Bélgica. Os valões são em parte celtas, mas em parte germânicos, embora seus ancestrais parassem de falar alemão (holandês) na Idade Média.

Ele e seus Waffen-SS Wallonie salvaram mais de 100.000 soldados alemães em 1944. Isso ocorreu em duas situações de grande perigo de morte, ao contrário de todas as expectativas de surtos bem-sucedidos do cerco soviético das divisões Waffen-SS (pelo poderio superior do cruel siono-maçônico capitalista Exército Vermelho) 1º] em Tcherkássi/Ucrânia e 2º] na Estônia. Sem Degrelle, a frente oriental teria entrado em colapso duas vezes e o sionista maçom Stalin teria levado toda a Europa Ocidental até Portugal, com milhões de alemães, franceses, belgas, holandeses e italianos morrendo como resultado de tortura, fuzilamentos sumários, fome e gulag.

[*] Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro é uma variante da Cruz de Ferro. Era a mais alta condecoração concedida pela Alemanha como reconhecimento por atos de bravura em combate ou por uma liderança bem-sucedida e decisiva durante a Segunda Guerra Mundial.


Aqui Degrelle com outro grande herói Waffe-SS, o ainda jovem Otto Skorczeny. 
Fonte: https://www.johndenugent.com/german-merkel-plant-nun-groste-migrations-invasion-aller-zeiten-warum-kann-sie-das-und-krebserfolge/

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Cartaz de recrutamento com o slogan "Venha até nós!" para a 28ª Divisão SS "Wallonie", composta por belgas de língua francesa.

Abraços

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Programa espacial nacional e nacionalista virou um mito

Alcântara, acordo indigno

Em dias, Congresso votará cessão da Base de Lançamentos aos EUA. Tratado bloqueia desenvolvimento tecnológico do país, impede-o de buscar certos parceiros e permite que Washington armazene, no Maranhão, até mesmo armas nucleares e químicas.

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Por Roberto Amaral | Imagem: Dario Castillejos

O governo Temer assinou, à socapa, um acordo chamado de “Salvaguardas Tecnológicas” com o governo dos EUA, mediante o qual cedemos nossa Base de Lançamentos de Alcântara, de localização privilegiada, e assumimos compromissos que alienam nossa soberania. O texto reproduz, quase ipsis litteris, aquele negociado pelo governo FHC e rejeitado pelo governo Lula e pelo Congresso Nacional. A assinatura de agora se fez e a tramitação no Congresso se faz, mais uma vez, sem debate com a sociedade ou audiência à comunidade científica. A grande imprensa não se motivou. E o governo do capitão tem pressa em sua aprovação, pois pretende apresentá-lo como oferenda a Trump, antes de seu filho Eduardo assumir a prometida embaixada em Washington – cargo para o qual suas qualificações são um mistério. Com o acordo o Brasil terá jogado a última pá de cal no seu programa espacial, com graves e irrecuperáveis prejuízos para sua soberania, sua economia, seu desenvolvimento e suas responsabilidades diante do Atlântico Sul.

Após três décadas de investimentos e muitas perdas humanas, o Brasil se prepara para o réquiem de seu programa espacial, no qual investe desde 1961. Sem falar nas grandes potências espaciais, fomos seguidamente superados por países emergentes que iniciaram seus projetos em tempos contemporâneos ao nosso, como China, Índia, Israel, Coreia do Sul, Coreia do Norte e Irã.

O Brasil não tem programa espacial completo: não domina as tecnologias nem de fabricação de satélites estacionários nem de foguetes de lançamento, e a rigor não tem base de lançamento. Na verdade, o que nos resta é uma área favorecida geograficamente que, ao preço de banana, cedemos aos interesses estratégicos dos EUA.

Diferentemente do que crê o senso comum, mantido desinformado, programa espacial não é sinônimo de ficção científica, tampouco necessidade exclusiva de um restrito grupo de nações endinheiradas: as comunicações civis e militares, a vigilância das fronteiras terrestres e marítimas, o sensoriamento geral do território, a pesquisa do subsolo, a vigilância ambiental, a previsão do tempo, tudo isso hoje depende de programa espacial. Quem não o tem, é obrigado a alugar os serviços de terceiros e assim pagar pela espionagem de si mesmo. Hoje nosso programa de satélites é desenvolvido em parceria com a China, sem notícia de transferência de tecnologia. Os satélites (programa CBERS) partem de base de lançamento chinesa e levados ao espaço por foguete chinês. A China, que iniciou seu programa em 1956, já em 2002 levava o homem ao espaço.

O objetivo dos EUA, nesse acordo, dito simplesmente de “Salvaguardas Tecnológicas”, mais do que dispor de uma base de lançamentos (de que não carecem), é impedir que o Brasil tenha seu próprio programa espacial, pois isso não é permitido em seu “quintal”, e somos seu “quintal” hoje, também por decisão do atual governo, subalterno aos seus interesses.

As razões para o veto ao nosso programa são de ordem geopolítica. Faça-se justiça às autoridades americanas: elas jamais negaram esse intento. Quando das negociações do Brasil com a República da Ucrânia, visando à criação da Alcântara Cyclone Space – binacional destinada à produção conjunta de um foguete lançador, o Cyclone-4 – e seu lançamento a partir de Alcântara, os EUA informaram àquele país que não se opunham ao projeto, desde que não houvesse transferência de tecnologia, mas que continuavam entendendo que o Brasil não deveria ter programa espacial. Era um veto explícito, com todas as consequências óbvias. Quando a binacional Alcântara Cyclone Space – ACS, da qual fui diretor brasileiro, se instala e começa a funcionar, o Departamento de Estado comunica a prévia proibição de lançamento, de nossa base, de satélite (e este era o objetivo da joint venture) contendo qualquer sorte de equipamento de origem estadunidense, o que, de saída, nos afastava de algo como 60% do mercado internacional de lançamentos.

Pelo acordo, ao fim e ao cabo, o Brasil não adquirirá tecnologia, não produzirá tecnologia e não disporá seja de veículos lançadores, seja de satélites. Sua única riqueza é a localização privilegiada de Alcântara, cedida.

Tudo isso está documentado em telegramas que o Departamento de Estado enviou à sua embaixada em janeiro de 2009 e vazados pelo WikiLeaks em 2011.

O objetivo do acordo é impedir que o Brasil tenho acesso à tecnologia de lançamentos – de que tanto necessita, como demonstra a frustração do projeto do VLS – e, assim, desenvolva seu próprio programa, limitadamente comercial. O acordo, que o Congresso está prestes a aprovar, não só proíbe o Brasil de ter acesso à tecnologia dos EUA, como à de qualquer país com o qual venha a estabelecer acordo. O texto que está no Congresso estabelece que o Brasil firmará (o teor é imperativo) acordos com outros países nos mesmos termos do firmado com os EUA, ou seja, impeditivos de transferência de tecnologia. Proíbe mesmo que o Brasil venha a utilizar em seu Programa recursos provenientes de acordos semelhantes. O item 2 do Artigo III determina que “O Brasil (…) não poderá usar tais recursos [provenientes da cessão da base] para aquisição, desenvolvimento, produção, teste, emprego ou utilização de sistemas da Categoria I do MTCR (…), ou seja, mísseis capazes de carregar carga útil de 500 quilos a uma distância de mais de 300 quilômetros. MTRC é a sigla inglesa de Regime de Controle de Mísseis, ou, Missels Tecnhology Central Regime.

O rol de restrições unilaterais – e eis a grande característica do Acordo, a unilateralidade de direitos norte-americanos contra obrigações, e só obrigações brasileiras – nos impede de firmar outros acordos (Artigo III) com países que uma das partes tenha designado como terrorista. Ficamos, assim, à mercê das conveniências estratégico-militares dos EUA que podem considerar quem quiser e a qualquer tempo como “terrorista”, como já consideraram o Iraque e podem amanhã considerar a China. Não param aí as restrições, e aqui não é possível arrolá-las todas. Assim, pela Alínea B do mesmo Artigo III, o Brasil se compromete a não permitir o ingresso de “equipamentos, tecnologias, mão de obra ou recursos financeiros no Centro Espacial de Alcântara oriundos de países que não sejam parceiros membros do MTCR”. Entre os muitos países ausentes do MTRC estão a China, com quem partilhamos o programa CBERS de desenvolvimento de satélites, e Israel.

Os negociadores brasileiros, que tudo aceitam, não nos resguardam do mau uso da Base pelos EUA – notoriamente, a nação mais belicosa que a humanidade já conheceu. O acordo não faz referência a prévio licenciamento ambiental, nem a salvaguardas brasileiras quanto ao conteúdo importado e embarcado pelos EUA. Não há proibição de uso militar, de transporte de ogivas nucleares ou de lançamento de gases tóxicos ou nocivos à saúde humana ou ao meio ambiente.

O Brasil não poderá inspecionar, visualmente, as cargas destinadas aos veículos lançadores dos EUA. O Artigo VII dispõe que os equipamentos lançadores dos EUA serão transportados e ingressarão no Brasil em containers fechados e lacrados; de seu conteúdo as autoridades brasileiras receberão, tão só, declaração das autoridades americanas. Caso requerido pelo Brasil, esses containers somente poderão ser abertos por participantes norte-americanos (cujo numero não é limitado) que não podem autorizar exame técnico ou inspeção visual. Que resta às nossas autoridades além de nada – nem mesmo autoridade?

Há mais limitações ao exercício da soberania brasileira em Alcântara.

São criadas as “Áreas restritas” (item 14 do Artigo II) “às quais o governo do Brasil (…) somente permitirá acesso a pessoas autorizadas pelo governo dos EUA, a fim de assegurar que de maneira ininterrupta possam monitorar, inspecionar e controlar o acesso”. O item VI ordena: “O acesso a áreas restritas deverá ser controlado pelo governo dos EUA (…) pelos licenciados norte-americanas, por meio de crachás a serem elaborados pelo governo dos EUA”.

O item 3 do Artigo VI diz que “O Brasil deverá (sempre o caráter impositivo) permitir que servidores do governo dos EUA (…) tenham acesso, a qualquer tempo, para inspecionar nas áreas Controladas, nas áreas Restritas ou em outros locais (…); tais inspeções ou verificações poderão ocorrer sem aviso ao governo do Brasil ou da representação brasileira”.

Trata-se, pois, de acordo leonino, que só interessa a uma das partes pois apenas uma assegura direitos que são exercidos sobre a renúncia da outra parte. O país é posto de cócoras. O acordo, além de humilhante, é o atestado de óbito de nosso Programa Espacial. Fiquem claras, para o registro das responsabilidades históricas, as consequências da aprovação, iminente, desse mostrengo que a diplomacia brasileira, em sua hora mais triste, acaba de ressuscitar. E fique claro o comprometimento de nossas forças armadas, com seu silêncio aprovador. O Brasil será o único país em suas dimensões e sua importância política a renunciar a ter um programa espacial.

Continua a razia – Em mais uma ação lesiva ao funcionamento do já abalado Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, o governo prossegue em seu projeto de fundir a CAPES e o CNPq em uma só autarquia vinculada ao MEC, além de transformar a FINEP em uma carteira do BNDES. Os dois absurdos são defendidos pelo estapafúrdio ministro da Educação e contam com a aquiescência do MCTI.

Fonte: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/alcantara-acordo-indigno/

O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas - AST (entrega agora se chama "acordo") com os Estados Unidos sobre o uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) foi aprovado em votação nominal na Comissão de Relações Exteriores ("para Combate do Comunismo") e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados que "por acaso" tem como presidente o deputado Eduardo Bolsonaro. Foram votos 21 favoráveis e 6 contrários.

O projeto ainda precisa passar pelas comissões de Ciência e Tecnologia e Constituição e Justiça, além de ser aprovado no plenário da Câmara. O texto também deve passar pelo Senado.

O documento foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro durante a visita ao presidente americano Donald Trump, em março deste ano. 

Abraços

sábado, 21 de setembro de 2019

Alemanha antiga em charme fotográfico

































Fonte: https://vikinglifeblog.wordpress.com/2016/12/16/exposing-the-nazi-epithet-who-started-it-why-how-and-who-benefits/comment-page-1/

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Palácio Grão-ducal de Schwerin, Mecklemburgo

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Prefeitura de Wernigerode

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Castelo de Sigmaringen

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A costa em torno de Westerland

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Quarto, Castelo Neuschwanstein, sul de Munique

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Castelo de Heinstein perto de Trechtingshausen / Butchers 'Guild Hall, Hildesheim

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Ponte Bastei

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Ponte Frederick e a Catedral de Berlim

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Cozinha tradicional alemã

Fonte: https://www.boredpanda.com/old-color-photos-germany-around-1900-karin-lelonek-taschen/

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Estereógrafos da Rittersaal (Sala do Trono), Palácio Real, Berlim

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Estereógrafo "São Jorge e o Dragão", Palácio da cidade de Berlim, c.1875

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Estereógrafo "Os Domadores de Cavalos", Palácio da cidade de Berlim, c.1890

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Estereógrafo da Torre de Eschenheimer, Frankfurt, c.1890

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Estereógrafo da grande ponte sobre o Reno em Bonn, Alemanha, c.1900

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Estereógrafo do mercado público em Köln, Alemanha, 1889. 

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Estereógrafo da Fonte das Virtudes, Nuremberg, c.1935

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Estereógrafo do Kaiserstallung (Estábulos do Imperador), Nuremberg, c.1865

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Estereógrafo do palácio barroco de Bruchsal, em Baden-Württemberg, c.1930

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Estereógrafo do mercado e da Fonte de Netuno na Praça Frauenkirche, Nuremberg, c.1930

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Estereógrafo dos antigos estábulos reais (Der Alter Marstal), Berlim, c.1935

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Estereógrafo de Toplerhaus, Nuremberg, c.1930

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Estereógrafo da Gänsemännchenbrunnen (Fonte Homem Ganso), Nuremberg, c.1890

Veja muito mais acessando a fonte: https://andthenface2face.wordpress.com/

Abraços

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Maçonaria, conheça um pouco sobre essa Inimiga da Igreja

Maçonaria Inimiga da Igreja - Episódio 1

A Revolução Francesa (na verdade um golpe de Estado judaico-maçom) foi uma das filhas mais diletas da maçonaria. Seu pensamento, modus operandi, propósito e perseguições, foram em sua grande maioria forjadas e projetadas no seio das lojas maçônicas da França.


Maçonaria Inimiga da Igreja - Episódio 2

Neste segundo episódio da série, falaremos sobre a questão religiosa, Dom Vital, Dom Macedo e o crescimento diabólico da maçonaria no Brasil.


Maçonaria Inimiga da Igreja - Episódio 3

Neste terceiro episódio da série, falaremos sobre a perseguição maçônica aos católicos mexicanos. Mais conhecida como Cristiada (uma das várias barbáries da "augusta filantrópica").


Maçonaria Inimiga da Igreja - Episódio 4

Neste quarto episódio da série, falaremos sobre a vida de um dos maiores estadistas católicos de todos os tempos.


Maçonaria, condenada pela Igreja - Episódio 5

Neste último episódio da série, "Maçonaria inimiga da Igreja", queremos demonstrar que não há em hipótese alguma a possibilidade de um católico se filiar à maçonaria sem se desligar da Santa Igreja.


Viva Cristo Rei!

Abraços

Sobre o reino da hipocrisia

Discurso de ódio, ou a atribuição ao acusado do ódio sentido pelo acusador

       

“Em todas as causas às quais os otimistas inescrupulosos aderem há uma tendência de acusar os oponentes de ‘ódio’ e de ‘discurso de ódio’, embora esses oponentes sejam eles próprios o alvo desse ódio, e não a sua fonte. Os opositores do casamento gay na América regularmente recebem e-mails ameaçadores denunciando-os pelo ‘ódio’ que eles estão propagando. Duvidar da equivalência entre o sexo gay e o casamento heterossexual é evidenciar ‘homofobia’, o equivalente moral do racismo que levou a Auschwitz. Da mesma forma, a crítica pública ao Islã e aos islamitas é um sinal de ‘islamofobia’, agora transformada em crime no direito belga; e leis contra discursos que incitem o ódio fazem parte dos livros estatutários de muitos países europeus, tornando a mera discussão de questões que são da maior importância para o nosso futuro um crime. O ponto importante aqui não é o acerto ou engano das atitudes denunciadas, e sim o hábito de atribuir ao acusado o ódio sentido pelo acusador. Esse hábito encontra-se profundamente arraigado na psique humana e pode ser testemunhado em todas as caças às bruxas documentadas por Mackay e outros.”
(Roger Scruton, As Vantagens do Pessimismo)

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com/2019/09/discurso-de-odio-ou-atribuicao-ao.html

Abraços

domingo, 8 de setembro de 2019

Como os EUA planejaram a Segunda Guerra Mundial

Segue resenha do livro "A primeira vítima da guerra é a verdade - como os EUA planejaram a Segunda Guerra Mundial" e impactante entrevista com o seu autor, Edgar Dhal.

            

Resenha do livro "Das erste Opfer des Krieges ist die Wahrheit - Wie die USA den Zweiten Weltkrieg planten" (173 págs.) de Edgar Dahl:

Por mais monstruosa que pareça, a Segunda Guerra Mundial não foi planejada por Adolf Hitler, mas por Franklin D. Roosevelt (judeu e maçom). Como mostram os documentos históricos, desde o outono de 1938, a Casa Branca exerceu pressão política sobre a Polônia, França e Inglaterra, forçando-os a travar uma guerra contra a Alemanha. Por este meio, de acordo com a mensagem principal deste livro, os EUA foram culpados de amarrar indiretamente a guerra.

Entrevista do autor a uma emissora alemã:


O motivo que Roosevelt buscou não foi de forma alguma libertar o mundo da "praga do nacional-socialismo". Tampouco frustrar os supostos planos de Hitler para uma "conquista do mundo" ou uma "extinção dos judeus". O motivo, como em quase todas as guerras, era puramente econômico. Roosevelt falhou com sua nova política econômica, o New Deal. Como Hitler, Roosevelt havia prometido em sua eleição trazer seu povo de volta aos negócios. Ao contrário de Hitler, Roosevelt não pôde cumprir sua promessa. Dos 14 milhões de desempregados em 1933, 1938 ainda tinham 10 milhões de desempregados. Como a Primeira Guerra Mundial, agora a Segunda Guerra Mundial deve impulsionar a economia, eliminar o desemprego e permitir lucros enormes para as indústrias financeira e de defesa. De fato, a entrada dos EUA na guerra em 1943 trouxe pleno emprego. Além disso, os Estados Unidos assumiram bases geopolíticas importantes do Império Britânico. E, finalmente, a guerra fez com que os Estados Unidos da América se tornassem a maior potência mundial do mundo.

Adquira o livro acessando: https://www.alitheia-verlag.de/Politik/Das-erste-Opfer-des-Krieges-ist-die-Wahrheit-Wie-die-USA-den-Zweiten-Weltkrieg-planten-Edgar-Dahl::7.html

Livro interessante e ímpar para estudantes e curiosos em geral, e professores de História, Administração, Economia, etc, bem como para redigir monografias. 

Abraços

Trump seria um enviado do Anticristo?

Donald Trump imortalizou a 'Moeda do Templo' judaico em Israel


O chefe do Centro Educacional Mikdash, Rabino Mordecahi Persoss, segura uma moeda que eles cunharam com a imagem do presidente dos EUA, Donald Trump, para homenagear seu reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, em Tel Aviv, Israel, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018. Sebastian Scheiner)

JERUSALÉM - Uma organização israelense disse quarta-feira (fevereiro de 2018) que cunhou uma moeda com a imagem do presidente Donald Trump para homenagear seu reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

O Centro Educacional Mikdash disse que a "Moeda do Templo" apresenta Trump ao lado do rei Cyrus, que há 2.500 anos permitiu que judeus retornassem a Jerusalém de seu exílio na Babilônia.

O rabino Mordechai Persoff disse que Trump, como Ciro, fez uma "grande declaração de que Jerusalém é a capital do povo santo".


O chefe do Centro Educacional Mikdash, rabino Mordecahi Persoss, à esquerda, inspeciona moedas com as imagens do presidente dos EUA Donald Trump e do rei Cyrus, para homenagear o reconhecimento de Trump de Jerusalém como capital de Israel, em uma instalação privada de cunhagem, em Tel Aviv, Israel. 28 de fevereiro de 2018 (AP Photo / Sebastian Scheiner)

Sua organização cunhou 1.000 moedas bíblicas de meio shekel que podem ser compradas com uma doação mínima de US $ 50. A moeda não pode ser usada como moeda.

Mikdash se apresenta como uma organização educacional e religiosa sem fins lucrativos. As doações "ajudarão a espalhar a luz de Jerusalém e o espírito do Templo Sagrado em todo o mundo", disse o documento.


Moedas com as imagens do presidente dos EUA Donald Trump e do rei Cyrus, para homenagear o reconhecimento de Trump de Jerusalém como capital de Israel, são dispostas em uma instalação privada de cunhagem, em Tel Aviv, Israel, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018. Sebastian Scheiner)

Israel saudou calorosamente a decisão de Trump, que enfureceu os palestinos.

A moeda de Trump provavelmente irritará os iranianos, que respeitam uniformemente o rei Cyrus como um antigo herói persa.

Fonte: https://winnipegsun.com/news/world/donald-trump-immortalized-on-jewish-temple-coin/wcm/c8a373bb-6ec1-4947-b27d-768deaf2ce31

Leituras adicionais sugeridas:

O Anticristo marcha:
https://desatracado.blogspot.com/2018/03/o-anticristo-marcha.html

"Luz" para as Nações:
https://desatracado.blogspot.com/2019/09/luz-para-as-nacoes.html

Nova Ordem Mundial será regida pela Torá
https://desatracado.blogspot.com/2016/10/nova-ordem-mundial-sera-regida-pela-tora.html

Estado de Israel, a farsa teológica:
https://desatracado.blogspot.com/2015/06/estado-de-israel-farsa-teologica.html

A mentira dos valores comuns judaico-cristãos:
https://desatracado.blogspot.com/2018/06/a-mentira-dos-valores-comuns-judaico.html

Protocolos dos Sábios de Sião, ONU, Nova Ordem Mundial:
https://desatracado.blogspot.com/2016/02/protocolos-dos-sabios-de-siao-onu-nova.html

A inconsistência de se afirmar "valores judaico-cristãos":
https://desatracado.blogspot.com/2016/12/a-inconsistencia-de-se-afirmar-valores.html

Terror judeu em Castela no século XIV:
https://desatracado.blogspot.com/2016/03/terror-judeu-em-castela-no-seculo-xiv.html

O Anticristo marcha (1/3):
https://desatracado.blogspot.com/2017/06/o-anticristo-marcha-13.html

O Anticristo marcha (2/3):
https://desatracado.blogspot.com.br/2017/06/o-anticristo-marcha-23.html

O Anticristo marcha (3/3):
https://desatracado.blogspot.com.br/2017/06/o-anticristo-marcha-33.html

Os sócios do Comunismo:
https://desatracado.blogspot.com/2016/06/os-socios-do-comunismo.html

Abraços