sábado, 21 de dezembro de 2013

Os soldados judeus de Hitler

Seguem vídeos (6 partes) que contradizem o que se apregoa costumeiramente sobre a relação entre judeus e o nazismo e Hitler. Vejamos :







Os vencedores são os que escrevem a 'história'. Isso é fato incontestável.
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OS SOLDADOS JUDEUS DE HITLER

                   

Com suástica no peito e sangue judeu nas veias, milhares de soldados das Forças Armadas Alemãs foram às frentes de combate em defesa do regime nazista, afirma o historiador norte-americano Bryan Mark Rigg.

                 

Quando viajava pela Alemanha logo após ter iniciado seu curso de História na Universidade de Yale, Bryan Mark Rigg descobriu, por acaso, que sua mãe protestante tinha raízes judias. Na conversa informal com um ex-combatente das Forças Armadas Alemãs durante a Segunda Guerra Mundial, Rigg ouviu a biografia de um descendente de judeu, que lutou em defesa do regime nazista.

                  
                  O Soldado judeu Anton Mayer. Sua aparência nada germânica 
                    não o impediu de ingressar nas fileiras do Exército Alemão.

O tema, que não mais abandonou o estudante de História, foi retomado em 1996, quando Rigg terminou sua graduação com uma tese dedicada à saga dos soldados do Wehrmacht (Exército Alemão), que tinham ascendência judia. Em seguida, o historiador dedicou ao tema sua dissertação de doutorado na Universidade de Cambridge, de onde pesquisou histórias semelhantes à do velho conhecido de sua mãe.

                  
              O Soldado judeu, Werner Goldberg, que era loiro e de olhos azuis, 
              chegou a ter sua fotografia publicada em um jornal alemão, à qual 
                          aparecia escrito: "O soldado alemão ideal".

Sem saber ao certo se os destinos que analisava eram esporádicos ou um fenômeno que atingia um número representativo de pessoas, Rigg falou com testemunhas e ex-combatentes na Alemanha, Áustria e em toda a Europa Meridional. O trabalho resultou em mais de 400 entrevistas com ex-combatentes alemães de origem judia, entre eles o ex-chanceler federal alemão Helmut Schmidt e o político e jornalista Egon Bahr.

Os encontros, documentados em vídeo por Rigg, foram o ponto de partida do trabalho, que se baseia em grande parte na "história oral" relatada pelos ex-soldados. Quatro questões básicas conduziram o autor: qual alcance teve a teoria de raças nazista dentro do Exército, da Marinha e da Aeronáutica durante a Segunda Guerra?

Como as Forças Armadas lidavam com a presença dos judeus ou dos considerados "mestiços" (Mischlinge) de judeus e não judeus durante a Guerra? Segundo as respostas registradas por Rigg, alguns dos judeus que fizeram parte do Exército Alemão, cujas famílias seguiam tradições militares e nacionalistas, optaram pela defesa da Alemanha.

                  

A estimativa que resulta da tese de Rigg é de que pelo menos 100 mil combatentes da Wehrmacht teriam antepassados judeus, sendo que a maioria destes seria "assimilada" e batizada segundo costumes cristãos. Entre os envolvidos estariam não apenas soldados, mas oficiais e generais, alguns até mesmo condecorados com medalhas de reconhecimento pelos nazistas.

                  

Os comentários sobre o volume Os Soldados Judeus de Hitler delegam ao autor o mérito de ter iluminado um capítulo ainda praticamente ignorado da história da Alemanha nazista, mas também há críticas veementes devido ao fato da contradição em relação ao que supostamente ocorria nos campos de concentração, suscitando ao público ainda mais dúvidas acerca do chamado holocausto.

                
            À esquerda o judeu Erhard Milch, que foi condecorado 
          com a Ritterkreuz graças a sua campanha aérea na Noruega 
            em 1940. Ao lado encontra-se o lendário herói da aviação 
                 alemã durante a 1ª Guerra Mundial, o Barão ou 
                        General Wolfram von Richthofen.

Quando assistimos na televisão o quanto intolerante era o regime de Adolf Hitler, parece-nos uma piada de mal gosto ver alguém levantar a hipótese de poder ter havido dentro do próprio Exército Alemão, pessoas que eram vistas como uma ameaça, e que, aparentemente, tinham apenas um destino, o forno crematório. A grande diferença por trás destes homens de origem judaica que aceitaram combater pelos nazistas, é que eles sabiam o que combatiam e jamais aceitaram fazer parte da trama sionista internacional. Cabe a esta nova geração de jovens, através da leitura, a tarefa de esclarecer os dogmas que estão a quase 70 anos intocados por uma mídia manipulada, afinal, a história é escrita pelos vencedores...

Fonte : http://verdade1945.blogspot.com.br/2009/03/os-soldados-judeus-de-hitler.html

Para ler mais : http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/LIIIRSBH.pdf

O livro se encontra em português pela Editora Imago.



Parece que o autor do livro só conseguiu publicá-lo após se declarar descendente de judeus. E documentos e arquivos alemães, ingleses e americanos que não favorecem a versão de "extermínio de judeus" são censurados. Em muitos países só é lícito uma versão e/ou opinião. E pretendem fazer o mesmo no Brasil. 

"A literatura do Holocausto é um vale tudo".
Siegfried Ellwanger Castan, industrial e escritor brasileiro.

Democracia é um circo que só palhaço acredita.

Abraços

2 comentários:

  1. Esses soldados não se revelavam como Judeus caso contrario seriam exterminados , não sei qual a tentativa desse site se é propagar Anti - Semitismo ?

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"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário."
George Orwell

"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador."
Eduardo Galeano

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