domingo, 17 de novembro de 2013

Comunismo e capitalismo, os mesmos donos

COMUNISMO : FINANCIADO PELO CAPITALISMO FINANCEIRO MUNDIAL.

COMUNISMO X CAPITALISMO ?

                   

Você se espanta que uma empresa capitalista financie socialistas e comunistas? Ora, o movimento socialista sempre foi financiado pelo capitalismo. Aliás, sem o financiamento dos capitalistas, o movimento socialista sequer poderia existir ou manter-se.

Vejam só esse primor do socialismo que é o Forum Social Mundial, esse importantíssimo evento progressista, orientado para mostrar que "um outro mundo é possível". Pois bem, ele só existe porque é financiado por organizações supercapitalistas, como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford e o judeu George Soros.

Aqui (http://www.forumsocialmundial.org.br/dinamic.php?pagina=apoiadores_2005_por ), você vai encontrar as entidades que pagaram o Fórum Social Mundial, entre elas:

http://www.forumsocialmundial.org.br/dinamic.php?pagina=apoiadores_2004_por

Em 2004, por exemplo, a Fundação Ford contribuiu com 2.269.000 dólares para a realização do Fórum Social Mundial (dados do prÓprio FSM). Uma contribuição milionária que o capitalismo dá ao socialismo!

                       

O Movimento dos Sem Terra é outro movimento socialista financiado pela Coroa Britânica e pela União Europeia, interessados em destruir o agronegócio brasileiro. Veja aqui a dinheirama que a União Europeia deu para o MST construir uma "universidade" em Guararema para a formação de militantes: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u51645.shtml

O curioso é que uma das principais financiadoras do MST, a Coroa Britânica, é a maior latifundiária do planeta: http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2006/nov/16/122.htm

Também é muito comentado em certos meios politicos o fato de que a fundação do Partido dos Trabalhadores foi viabilizada com dinheiro de capitalistas da Alemanha Ocidental, dinheiro esse intermediado pelo General Golbery, interessado em dividir a crescente influência que Leonel Brizola, recém-chegado do exílio, tinha sobre a esquerda brasileira. O PT, portanto, seria um "filhote da ditadura", com enxoval pago por capitalistas alemães.

Mas não é de hoje, nem de 1980, que o capitalismo financia o movimento socialista.

O filósofo Oswald Spengler, no livro “O Declínio do Ocidente”, já escrevia que "Não existe nenhum movimento proletário, nem comunista, que não tenha operado segundo os interesses do dinheiro".

A publicação da tradução inglesa do “Manifesto Comunista”, em Londres (1850), foi feita com dinheiro arrumado por dois capitalistas norte-americanos: Horace Greeley e Clinton Roosevelt. Horace Greeley era o proprietario do jornal New York Tribune, o mais influente jornal norte-americano da época, para o qual judeu Marx trabalhou como correspondente em Londres (http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/new-york-tribune.htm). Outro que sustentava Marx era o aristocrata milionário inglês Cowell Stepney. Este conseguiu ser tesoureiro da Primeira Associação Internacional dos Trabalhadores (a 1ª Internacional) e membro de seu Conselho Geral, como se vê da assinatura deste manifesto
(http://www.marxists.org/espanol/m-e/1870s/gcfran/manif1.htm). O próprio parceiro de Marx, Friedrich Engels, era de filho de um rico industrial alemão. No Museu Britânico encontram-se dois cheques de vários milhares de libras esterlinas passados a Karl Marx, com a assinatura de Nathan Rothschild. Por que o maior banqueiro internacional da época socorreria um líder comunista em dificuldades financeiras? Simples e inocente solidariedade étnica, já que ambos eram judeus.  

                   

Uma grande riqueza de documentos comprovam que a Revolução Russa nasceu de conspirações de financistas ocidentais que começaram mesmo antes da I Guerra Mundial. Conforme o historiador Edward Griffin, "Um dos grandes mitos da história contemporãnea é que a revolução bolchevique foi um levante popular das massas oprimidas contra a odiada classe dominante dos czares. Tanto o planejamento quanto os fundos para a revolução vieram de financiadores na Alemanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos" (GRIFFIN, 1964: 263).

Em janeiro de 1917, Leon Trotski vivia em Nova Iorque, trabalhando como repórter para o jornal The New World. Trotski tinha escapado da Rússia, depois da tentativa revolucionária fracassada de 1905, e fugira para a França, de onde foi expulso devido às suas ações subversivas. "Ele logo descobriu que havia ricos banqueiros em Wall Street que estavam dispostos a financiar uma Revolução na Rússia" (STILL, William T. New World Order: The Ancient Plan of Secret Societies. Los Angeles, Huntington House Publishers, 1990. p. 139).

Um desses banqueiros era Jacob Schiff, cuja família vivera com os Rothschild em Frankfurt. Outro era Elihu Root, advogado da Kuhn, Loeb & Company, de Paul Warburg. De acordo com o jornalista e historiador Gary Allen, "o neto de Jacob, John Schiff, estima que seu avô investiu cerca de 20 milhões de dólares para o triunfo final do bolchevismo na Rússia". Root contribuiu com mais 20 milhões segundo registro de 2 de setembro de 1919, do Congresso dos Estados Unidos. O milionário inglês Lorde Alfred Milner também gastou 21 milhões de rublos para financiar a Revolução Russa. Como observou Gary Allen: "Na revolução bolchevique, temos alguns dos homens mais ricos e poderosos do mundo financiando um movimento qua afirma que sua própria existência é baseada no conceito de arrancar a fortuna de pessoas como os Rothschild, Rockefeller, Schiff, Warburg, Morgan, Harriman e Milner. Mas é obvio que esses homens não têm medo do comunismo internacional. É logico presumir que, se eles o financiaram e não o temem, isso se deve ao fato de que eles o controlam. Pode existir alguma outra explicação que faça sentido?" (ALLEN, 1971: 8).

Para saber mais, ler a obra Wall Street and the Bolshevik Revolution, do economista Antony Sutton.

Por que uma empresa capitalista financiaria o socialismo?

Existem diversos motivos, mas um deles pode ser deduzido da propria economia socialista: eliminar o capitalismo produtivo nacional. As organizações que financiam o socialismo pertencem a um tipo muito específico de capitalismo: o supercapitalismo financeiro internacional. Trata-se de empresas com negócios em todas as partes do mundo, interessadas no controle da economia global. Para eles é interessante eliminar o capitalismo produtivo nacional. E isso se obtém através do socialismo, que elimina física e economicamente os empreendedores nacionais. Um país sem um empresariado nativo, fica inteiramente à mercê dos controladores globais da economia.

Um exemplo disso pode ser visto na propria União Soviética. Antes da queda dos Romanov, a Rússia estava vivendo um intenso surto de prosperidade econômica. Entre 1892 e 1914, mais de um bilhão de dòlares (equivalentes a vinte bilhões hoje) foram aplicados em diversos empreendimentos, na indústria e na mineração. Em 1914, a Rússia já era considerada a quinta economia do mundo, a maior produtora mundial de petróleo e a maior exportadora de grãos (PIPES, Richard. História Concisa da Revolução Russa. Rio de Janeiro, Record, 1997. p. 32). Todo esse surto de empreendedorismo nacional foi destruído pela Revolução Comunista, que suprimiu a propriedade privada dos meios de produção, os quais passaram todos para o controle do Estado, controlado, por sua vez, pelo supercapitalismo financeiro internacional judeu.

Uma vez suprimida a existência de capitalistas nacionais, resta aos governos socialistas somente o recurso aos supercapitalistas internacionais como fonte de crédito, comércio exterior e financiamento. Ou seja, o estabelecimento do socialismo confere aos supercapitalistas internacionais o monopólio da iniciativa empresarial (direito que é negado violentamente aos naturais do país). Isso porque necessariamente um país socialista dependerá do comércio exterior, o qual não pode ser controlado pela economia planificada (o governo socialista pode determinar os preços dos fatores econômicos dentro do país, mas não controla o que ocorre no resto do mundo). Assim sendo, um estado socialista necessariamente dependerá de empresas capitalistas que comprem as suas mercadorias, forneçam-lhe os bens de que carece e abram-lhe crédito para cobrir os déficits.

Voltemos ao exemplo soviético. Em 1926, após os bolcheviques terem tomado o poder na Rússia, a Standard Oil, dos Rockefeller, e sua subsidiaria Vacum Oil Company, através do Chase Manhattan Bank fechou um acordo para vender petróleo soviético nos países europeus. Se é fato, como dizem os filósofos, que a essência de uma coisa é o que ela enfim se torna, a Revolução Comunista foi feita para que Rockefeller assumisse o controle do petróleo russo! O mesmo Chase Manhattan Bank, também pertencente aos Rockefeller, desempenhou um papel fundamental na fundação da Câmara de Comércio Russo-Americana, em 1922. Em outras palavras, a Revolução Socialista transferiu o controle da economia russa, que estava nas mãos de centenas de milhares de capitalistas russos, para um punhado de supercapitalistas internacionais judeus!

Mesmo que os países socialistas retornem à economia de mercado, torna-se muito difícil formar um autêntico capitalismo produtivo nacional, pois parte-se quase do zero: da estatização total dos meios de produção. O que ocorre é que cupinchas da oligarquia do Partido Comunista usam de sua influência política para apropriar-se do capital e atuar como testas-de-ferro do supercapitalismo internacional. Aliás, muitos deles já faziam isso no mercado negro, durante a vigência do regime socialista. Um exemplo fácil de ser reconhecido é a própria China (citada como exemplo pelo Presidente Lula!).

Todos esses fatos já estavam previstos antes que a Revolução Russa ocorresse. Em 1906, o Senador norte-americano Frederick Howe explicou em seu livro “Confessions of a Monopolist” : "Estas são as regras dos grandes negócios : consiga um monopólio e faça com que a sociedade trabalhe para você. Enquanto acreditamos que os revolucionários e os capitalistas internacionais estão às turras, deixamos de ver um ponto crucial (...) a associação entre o capitalismo monopolista internacional e o socialismo revolucionário para um beneficio mútuo". Como descreveu o historiador Gary Allen: "Para os Rockefeller, o socialismo não é um sistema para redistribuir a riqueza (e muito menos para redistribuir sua própria riqueza), mas um sistema para controlar as pessoas e a competição. O socialismo coloca todo o poder nas mãos do governo. Como os Rockefeller controlam os governos, isso significa que eles têm o controle. O fato de você não saber não significa que eles não saibam!" (ALLEN, Gary. The Rockefeller File, cap. 9: "Building the Big Red Machine").

Existem, todavia, outros motivos para o supercapitalismo internacional financiar os movimentos socialistas:
1) a instabilidade social e politica que os movimentos socialistas provocam nos diversos países, ampliando os lucros com a especulação;
2) a corrida armamentista, que faz com que os diversos estados (mesmo os não-socialistas) registrem déficits públicos imensos e se endividem brutalmente com o sistema financeiro internacional;
3) o interesse em constituir um governo mundial (controlado pelos supercapitalistas, é claro!).

Não há tempo para desenvolvê-los todos aqui, mas espero que minha explicação seja suficiente. O que importa é considerar que a ideologia socialista é um instrumento de dominação dos controladores globais da economia.

22 de novembro / 2009 - Marcos Almeida - Comunismo Assassino

Fonte: http://ocomunismoassassino.spaces.live.com/blog/cns!F427918DA8806CC3!309.entry


Democracia ( de direita ou de esquerda ) é um circo que só palhaço acredita.

Abraços

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