sexta-feira, 11 de abril de 2014

Fragmento de O Poder Secreto

Trecho do livro praticamente desconhecido “O PODER SECRETO!” 

              

(Fragmento do Capítulo VIII)

“MAS O QUE É, AFINAL, UM BANCO CENTRAL PRIVADO E INDEPENDENTE, OU AUTÔNOMO?

...Já vamos compreendendo melhor, também, como as famílias iluminadas, exercendo o controle desse sistema financeiro inacreditável, crudelíssimo para o povo, através dos “organismos financeiros internacionais”, dos bancos centrais privados ou independentes e de suas espertíssimas estratégias econômico-financeiras, decidem quanto dinheiro estará disponível, em circulação.

Eles podem, assim, criar expansões ou quebradeiras. Eles podem, igualmente, criar inflação ou deflação.

Eles também podem e fazem a mesma coisa com os mercados de capitais e as bolsas de valores, que movimentam trilhões de dólares todos os dias, decidindo quanto e quando vão elevá-los aos céus ou à profundeza dos precipícios.

Mas, por que, então, haveriam de assim proceder, predatoriamente, se possuem tanto dinheiro investido nesses mercados?

Porque, simplesmente, mercados não despencam ou se elevam caoticamente, por forças naturais, espontâneas ou fortuitas. Eles são forçados a assim se comportar.

Quem possui todo o dinheiro do mundo pode escolher como, quando e onde injetar ou retirar recursos de operações financeiras ou de atividades empresariais, elevando-as ou deprimindo-as à sua inteira conveniência e vontade. Decidindo e conhecendo, antecipadamente, os momentos em que esses mercados estarão em alta ou em baixa, a elite financeira pode aumentar, maciçamente, a quantidade de seus ativos, adquirindo bens ou ações por uma fração do custo, entre uma e outra manipulação, desfazendo-se deles quando seus preços forem artificialmente sobrevalorizados.

Migrante, trânsfuga, essa massa especulativa travestida de “investimento estrangeiro”, não passa de dinheiro de engorda, solto como as cabras vadias em pastos alheios, na busca de fácil e rápido ganho de peso, sem nenhum custo para o dono.

E sua duvidosa existência no mundo material, como sabemos, é figurada apenas por brilhantes algarismos fosfóricos, sob a aparência de luzes pulsantes, ectoplasmas que transitam dia e noite, entre contas eletrônicas, de um computador a outro, ou através de operações com cheques, ordens bancárias, cartões de créditos, muitas vezes lavando os lucros mais espúrios de uma sociedade cúpida, materialista, advindos da degradação humana pelos submundos clandestinos do vício, do crime e da prostituição.

... “Quanto mais dinheiro em circulação na economia produtiva, eletrônico ou físico, maior atividade econômica, mais prosperidade e mais empregos. Um dos truques favoritos do sistema é criar uma fase de intenso crescimento, através dos incentivos aos empréstimos, com a baixa temporária dos juros e, depois, puxar a tomada, causando depressões e quebras. Economistas e jornalistas de economia, alguns muito bem nutridos, a maioria sem a menor idéia do que está ocorrendo, dirão ao seu público que expansões e recessões fazem parte dos ciclos naturais da economia. Não fazem. 

Elas não passam de sujas manobras, manipulação sistemática dos illuminati para expropriar a riqueza real do planeta. Durante períodos de expansão da economia, as pessoas, geralmente mais confiantes, tendem a contrair novas dívidas. Uma atividade econômica vibrante significa que as empresas estão tomando empréstimos para adquirir melhores tecnologias com ganhos de produtividade, de forma a que sua produção possa se igualar ao aumento da demanda. E as pessoas, em contrapartida, sentem-se encorajadas a trocar de residência, de carro, a adquirir bens duráveis e a sair de casa em busca de lazer, aumentando a freqüência aos restaurantes e casas de diversão, porque se sentem muito mais seguras quanto às perspectivas futuras. Então, em dado e oportuno momento, os bancos centrais e privados elevam as taxas de juros para interromper a rolagem das dívidas e a demanda por novos empréstimos e começam a cobrar os débitos pendentes. Isso equivale, na prática, a uma violenta retirada do dinheiro de circulação, com supressão da demanda e a queda dos níveis de emprego. As pessoas e as empresas não podem mais pagar pelos empréstimos pessoais, empresariais ou dos cartões de crédito e vão à falência. Os bancos, então, seqüestram a riqueza real dos inadimplentes, por conta de algo que nunca passou, na verdade, de impulsos elétricos em telas magnetizadas de um mundo totalmente imaginário.” 

O mesmo vem acontecendo, há séculos, em relação aos governos dos demais países espalhados pelo globo.

... “Ao invés de criarem seu próprio dinheiro, os governos tomam-no emprestado aos cartéis bancários, controlados pela linhagem familiar dos Illuminati, pagando juros (E, às vezes, pequena parte do principal), com dinheiro arrancado aos impostos, isto é, diretamente ao bolso dos contribuintes. Uma quantia astronômica de dinheiro em taxas e impostos vai, portanto, direto aos cofres dos banqueiros privados para o pagamento de empréstimos que poderiam ter sido evitados se os governos criassem seu próprio dinheiro, sem quaisquer ônus (Interest Free Money, na expressão original em inglês. N.A.). E, por que, então, eles não fazem isso? 

Os illuminati controlam os governos, da mesma forma que controlam os bancos. Aquilo que, em todo o mundo, é chamado de privatização, não passa de uma venda de ativos dos estados-nacionais, em resposta às cobranças dos débitos engenhosamente criados pelos bancos, com a conivência dos seus governos. Os países mais pobres do mundo estão cedendo o controle de seus territórios, dos recursos naturais e seu parque industrial, enfim, da sua soberania, aos banqueiros iluminados, simplesmente porque não têm como pagar esses empréstimos-armadilha, criados artificialmente para enredá-los em situação deplorável. O mundo não precisa viver na pobreza e no conflito. Ele é manipulado artificialmente para ser assim, porque isso convém à Agenda. A chamada ‘Dívida do Terceiro Mundo’, especialmente a dos países ricos em matérias primas estratégicas, foi inteiramente fabricada para substituir a antiga ocupação física, dos tempos do colonialismo, pela ‘ocupação financeira’, obrigando-os à rendição irrestrita e à entrega total dos seus negócios aos banqueiros, ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional.” 

Segundo respeitável corrente de pesquisadores, os primeiros bancos centrais teriam sido criados no começo do século XVII, cabendo a primazia ao Banco de Amsterdã, de 1609, logo seguido pelos de Hamburgo, de 1619, e o da Suécia, de 1661, todos oriundos de antigas concessões reais feitas a financistas tradicionais
mediterrâneos, de ascendência ariano-fenícia, estabelecidos secularmente em Veneza, isto é, a nata dos líderes da elite global financeira.

Conforme reza a mesma ala autoral, são essas as pessoas que ocupando, até hoje, o topo da pirâmide humana, de lá a comandam a partir de grupos familiares de escol, de ascendência iluminada que, em muitos círculos, são conhecidos e referidos como “Black Nobility” (“A Nobreza Negra).

Inicialmente formadas entre os mais antigos patriarcas e oligarcas de Gênova e Veneza (os Guelfos, cujo nome proveio do príncipe alemão Welf, também chamados de Néri ou Guelfos Negros), diz-se que tais famílias adquiriram esse apelido ao tempo em que, vivendo em Roma, formaram um partido político sob uma flâmula negra e se colocaram ao lado do príncipe Welf e do papa, lutando pelo controle do sacro império romano contra os “Brancos”, ou Gibelinos, partidários e defensores das forças do rei, sob a mesma denominação do seu castelo (Ghibellino).

Este último soberano, membro da dinastia Hohenstaufen, visava retomar domínios papais e unificar a Itália; porém, ao final dos confrontos, saiu derrotado pelos guelfos da Nobreza Negra, permitindo-lhes que consolidassem imenso poder.

Entre essa vertente de influentes homens “iluminados” da política, dos negócios e das finanças, destacaram se os Warburg, talvez os mais antigos e fiéis aliados dos Rothschild em atividades financeiras, descendentes diretos da mais poderosa clã de tradicionais banqueiros genoveses e venezianos da Nobreza Negra, a família de Abraham Del Banco, antigos migrantes fenícios pertencentes à especial linhagem da Fraternidade Babilônica (de quem trataremos adiante).

A esse grupo pertenceram, também, John Cabot (cujo verdadeiro nome era Giovanni Cabotto) e Cristóvão Colombo (Christopher Columbus, um sobrenome latino significando ‘a pomba’, como ele é, estranhamente, conhecido entre os de língua inglesa, apesar de haver nascido e batizado com o nome espanhol de Cristobal Colón, idioma em que a palavra ‘pomba’ traduz-se pelo vocábulo “paloma”, nada tendo, portanto, a ver com o nome adotado, mais tarde, pelo navegador), personagens que coincidentemente viveram em Gênova, um importante núcleo da Nobreza Negra, antes de haverem ‘descoberto’, no espaço de apenas quatro anos, distintas partes do continente americano.

Dessa mesma ‘pomba’ misteriosa (um símbolo babilônico para a deusa pagã Semiramis-Isis, também representada na estátua da Liberdade, derivaram outros nomes importantes nos EEUU, como o “District of Columbia”, nome oficial da capital Washington; a nave espacial Columbia; a Universidade de Columbia, em Nova York; e a pequena cidade onde houve o famoso atentado a tiros, Columbine, etc.),

Um outro Giovanni, recentemente falecido, foi aclamado por pesquisadores como importante membro contemporâneo da Nobreza Negra: Giovanni Agnelli, ex-proprietário da FIAT e seu presidente durante longo período, além de membro dos Bilderberger.

Diz-se, jocosamente, que a família Agnelli domina inteiramente a Itália e que, lá, a maior função dos primeiros-ministros é ‘polir as maçanetas’ das portas que se abrem para os seus membros.

Relatam, também, as colunas de gossips (fofocas, em bom português) internacionais que Agnelli teve uma comentada relação amorosa com Pamela Churchill, ex-nora do ex-chanceler inglês Winston Churchill, antes de ela vir a se casar com... Averell Harriman, homem-forte das Round Tables e da Skull & Bones, associado a Cecil Rhodes e aos Rothschild!

Eles também possuem laços familiares com a família real holandesa do finado príncipe Bernhard, um dos fundadores dos Bilderberg, conexões que se estendem até Londres, entre membros da rica aristocracia britânica, tradicionais donos das mais antigas fortunas e agora, também, do dinheiro novo, o produzido eletronicamente como os vírus de computadores, fruto de uma combinação de maus desígnios alheios com o nosso descaso e a nossa leniência!

Muitas cabeças coroadas européias, nobres de sangue-azul, parentes próximos dos reis britânicos, também fazem parte desse pequeno e incrivelmente poderoso mundo secreto. Membros das casas reais da Suécia, da Holanda, Dinamarca e da Espanha demonstram, freqüentemente, sua união em torno de temas e objetivos político-econômicos nas reuniões dos Bilderberg, onde costumam se juntar aos príncipes britânicos Phillip e Charles, habitués desses encontros.

Outras importantes sociedades secretas, como os Round Tables, o Royal Institute of International Affairs, Council On Foreign Relations-CFR e sua imensa rede associada (a quem retornaremos, mais detalhadamente, muito em breve) servem de discreto palco para encontros e maquinações dessa elite, permitindo também o intercâmbio entre os membros mais destacados da maçonaria, da maçonaria iluminada e dos seus níveis superiores, os Illuminati e a Nobreza Negra. 

Comprovando os privilégios de que sempre desfrutaram, ao longo dos séculos, e o valor das cartas marcadas com que tiveram assegurados, para eles, os melhores e mais influentes destinos, conta-nos o historiador americano Paul Johnson que o papa Pio XII, Eugenio Pacelli, ao assumir o papado, em outubro de 1939, era um “...Aristocrata triunfalista nascido na ‘Nobreza Negra’ de Roma e destinado, quase desde o nascimento, a ocupar o trono de São Pedro.” 

Ainda sustentam outros autores dessa mesma corrente que teriam sido Eles os líderes à frente de um fantástico plano que colocou Guilherme de Orange (Guilherme III, ou William III, da Inglaterra, um descendente da casa de Habsburgo, membro da Nobreza Negra e marido de Mary II,) no trono britânico, fez criar o Banco da Inglaterra e organizou o sistema monetário internacional como o conhecemos hoje: Formando uma rede de bancos centrais privados e independentes, totalmente interconectada e, mais recentemente, coordenada pelo BIS - Bank of Internacional Settlement (Banco Internacional de Compensações) na Basiléia, cidade Suíça à beira do Reno, tendo à frente um grupo oligárquico formado pelos treze (sempre este número!) homens da ‘comissão internacional de bancos’, em Genebra.

... ”O BIS, ostensivamente fundado e organizado em Basel, na Suíça, em 1930, para administrar as reparações de guerra imputadas à Alemanha através do Tratado de Versalhes, teve sua composição acionária inicial formada pelos felizes proprietários do First National Bank of New York (afiliado ao Morgan), do Bank of England, do Reichsbank Alemão, dos bancos centrais da Itália e da França, e de mais alguns outros entre os principais bancos centrais independentes e privados, formando uma imensa rede de interesses financeiros internacionais e de sua administração conjunta, consolidada... 

O primeiro presidente do BIS foi Gates W. McGarrah, um antigo banqueiro do grupo Rockefeller, ex-dirigente do Chase National Bank e do Federal Reserve Bank, avô do futuro diretor da CIA Richard Helms. Segundo diversos escritores e pesquisadores das conspirações, o BIS continua a ser uma importante base de lavagem do dinheiro produzido pelo tráfico de drogas e de controle mundial de operações bancárias interconectadas.” 

(Repare, então, o leitor, a razão pela qual a Suíça sempre se manteve neutra e intocada todas as vezes que a Europa foi à guerra: Ela é um dos mais importantes centros financeiros da elite global!)

E foram Eles, os da Nobreza Negra, também, a força propulsora dos normandos, liderados por “Guilherme o Conquistador”, (não confundir com o seu xará, Guilherme de Orange!) na conquista e reforma da Inglaterra, em 1066, após a batalha de Hastings.

Mais tarde, quando baseada em Gênova, a Nobreza Negra apoiou e sustentou Robert Bruce na conquista da Escócia e foi essa mesma linhagem, com a proteção de sua respectiva sociedade secreta, a Ordem da Laranja (Order of Orange), quem assegurou a Guilherme de Orange (Guilherme/William III) a ascensão aos tronos unificados da Inglaterra, Escócia e Irlanda, formando a Grã-Bretanha, base para a formação do seu futuro império mundial!

Uma vez sentado solidamente no trono britânico, Guilherme de Orange garantiria uma série de novos favores aos seus aliados da Nobreza Negra, abrindo-lhes enormes perspectivas de expansão e consolidando o seu imenso poder: Foi ele quem teria criado, não apenas, o indiscutível embrião do moderno sistema financeiro global privado, para muitos o Banco da Inglaterra e sua imensa rede mundial, como um outro poderosíssimo braço aventureiro, comercial e armado: a Companhia das Índias Orientais (britânica), herdeira e sucessora da homônima ocidental, de bandeira holandesa. 

A Companhia das Índias, desde o nascedouro sob completa influência da elite global iluminada (através da sua inteligência controladora mediterrânea, a Nobreza Negra), em tremenda e rápida expansão não apenas capturou a Ásia e o Oriente para formar o império britânico, como também passou a controlar o comércio de escravos e a maior operação de tráfico de drogas que o mundo já conhecera, culminando com o tristíssimo e trágico episódio da Guerra do Ópio, contra a China!

Como se percebe, este é, mesmo, um mundo incrivelmente pequeno para a Elite Global...

Papas e banqueiros, comerciantes, políticos, administradores e reis, cristãos, judeus e muçulmanos da Nobreza Negra, todos descendentes de ancestrais comuns (ariano-babilônicos), eles teriam mantido sua origem milenar única e se inserido em todas as atividades de relevo e nos seios das principais religiões monoteístas, dominando-as e manipulando-as!

Apesar da abundância de fatos apresentados, o veredicto sobre qual teria sido o primeiro e característico banco central da história, pelo menos entre nós, ainda não transitou em julgado.

Alinhando-me à oposição, considero que os citados Bancos de Amsterdã, Hamburgo e da Suécia, todos do século XVII, pertencentes ou sob o controle direto de membros da Nobreza Negra, foram, certamente, excelentes precursores operacionais do que se poderia denominar, hoje, de um moderno banco central.

Porém, suas ações como banqueiros dos demais bancos, emissores exclusivos de moedas e gestores de algum tipo de política monetária imperativa, compulsória, ou de socorro a outros estabelecimentos eram intermitentes, restringindo-se ao cumprimento de instruções específicas dos monarcas de estados-clientes e, mesmo assim, por períodos muito limitados.

Os bancos de Amsterdã, Hamburgo e Suécia não possuíam, portanto, a característica fundamental, permanente, inescusável, exigida mais tarde aos bancos centrais (estatais ou privados) de todos os países devedores no mundo: Não eram verdadeiramente independentes, isto é, ainda não se haviam colocado na perspectiva de entidades aparentemente neutras, porém, nos bastidores, submissas a interesses privados!

Não obedientes aos soberanos, desvinculadas dos governos, essas entidades passavam a operar como emissoras, controladoras e defensoras exclusivas da moeda, agora não mais pertencente aos reis nem aos súditos, mas a instituições particulares, do mercado, daí o extremado zelo e cuidado com a aparente preservação do seu valor.

Em resumo, não eram bancos definitivamente desligados de quaisquer poderes ou influências diretas dos respectivos soberanos, e, indiretamente, pelo povo de Deus, muito embora devessem ser sustentados e financiados pelos tesouros públicos, inteiramente abertos às influências operacionais e às exigências fixadas pela rede privada.

Fosse por decisão política ou pela privatização, ambas as formas devidamente resguardadas por documento legal específico, ao adquirir essa suposta independência dos seus soberanos os bancos centrais teriam passado a se alinhar, incondicionalmente, aos interesses e instruções recebidos dos seus novos proprietários privados, os fazedores de reis, todos, coincidentemente, credores dos países endividados, muitos destes inadimplentes, tecnicamente quebrados, por não poderem saldar os débitos contraídos em moeda forte, de ouro ou prata.

E tanto os antigos reis, quanto os cheefes de estados contemporâneos, ao perderem a majestade de outrora, garantida pelo direito divino às monarquias, ou a soberania popular assegurada pelo direito positivo, republicano, passaram a ser considerados e tratados, pelos credores, não mais com a autoridade e a reverência devidas aos verdadeiros ‘Representantes Plenipotenciários do Povo’, porém como quaisquer administradores de empresas quebradas: Afastados do verdadeiro e integral poder, conformaram-se e se assumiram, daí em diante, como meros gerentes, síndicos de massas falidas, dóceis e cordiais aos banqueiros credores e às suas agências internacionais delegadas!

Portanto, na inadimplência estatal está o segredo da cobiçada (pelo mercado) independência dos bancos centrais: Na verdade, uma renúncia à ampla e irrestrita soberania do estado, pari passo a discreto servilismo aos interesses e manifestos desejos dos credores!

Essa, também, é a razão do grave descompasso entre promessas de campanha feitas por candidatos à suprema magistratura de seus países e aquilo que lhes é, efetivamente, concedido realizar no posto, pelo implícito dever de submissão às severas limitações impostas aos orçamentos públicos, sempre definidos pelos organismos internacionais em proveito dos seus credores associados, jamais dos povos que os elegeram, a quem caberão sobras residuais depois de computados e pagos os ônus pactuados!1

E, como todos sabemos ou, ao menos, vimos há muito intuindo, quando o povo e o estado, por seus representantes legais, delegam a terceiros uma ampla e irrestrita autonomia na emissão, no controle da moeda e na execução da política monetária ou, alternativamente, passam a aceitar ingerências e restrições na capacidade de fazê-lo livremente, isso vem a equivaler, na prática, tanto nos planos técnico, militar, político, social e econômico, a uma renúncia tácita ao próprio princípio da soberania nacional! 

E é, justamente, esse ato de renúncia que vem transferindo a antiga organização ocidental, judaico-cristã, paulatinamente, sem maiores resistências, às mãos do governo mundial e da ditadura planetária!...

Fonte : http://www.armindoabreu.ecn.br/artigos/trecho1.pdf

O livro continua, mas não disponível totalmene em PDF. Procure adquirir esta preciosidade.

Para pesquisar mais : http://www.armindoabreu.ecn.br/

Uma entrevista com o autor Armindo de Abreu : http://vencedorespelaverdade.com/docs/ebooks/O-Poder-SECRETO-ARMINDO-DE-ABREU.pdf

Abraços

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