terça-feira, 26 de agosto de 2014

Sobre as utópicas liberdade e igualdade

Pio VI: A liberdade religiosa é um direito monstruoso

         

"O efeito necessário da Constituição decretada pela Assembleia é aniquilar a religião católica e, com ela, a obediência devida aos reis.

Com este propósito ela estabelece como um direito humano na sociedade essa liberdade absoluta, que não só assegura o direito de permanecer indiferente às opiniões religiosas, como também concede plena autorização para livremente pensar, falar e escrever, e até mesmo imprimir tudo o que qualquer um queira em matéria religiosa, inclusive as mais desordenadas ideias.

Não obstante, é um direito monstruoso, o que a Assembleia reivindica como resultado da igualdade e da liberdade natural do homem.

Mas o que poderia ser mais insensato, do que estabelecer entre os homens essa igualdade e essa liberdade sem limites, que reprime a razão – o mais precioso dom natural dado ao homem e que o distingue dos animais?

Depois de haver criado o homem em um lugar provido com coisas deleitáveis, Deus não o ameaçou com a morte se comesse a fruta da árvore do bem e do mal? E com essa primeira proibição Ele não estabeleceu limites para a sua liberdade? Depois que o homem desobedeceu a ordem, incorrendo por meio disso em culpa, Deus não lhe impôs novas obrigações, por meio de Moisés? E apesar de deixar ao homem o livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal, Deus não lhe forneceu os preceitos e mandamentos, que poderiam salvá-lo "se ele os observasse"?

De onde, então, é a liberdade de pensamento e ação, que a Assembleia outorgou ao homem na sociedade, como um indiscutível direito natural? A invenção desse direito não é contrária ao direito do Supremo Criador, a quem nós devemos nossa existência e tudo o que temos? Podemos ignorar o fato de que o homem não foi criado apenas para si próprio, mas para ser útil ao seu próximo? ...

O homem deve usar sua razão antes de tudo para mostrar-se agradecido ao seu Soberano Criador, para honrá-lo e admirá-lo, e para submeter toda a sua pessoa a Ele. Para isso, desde a sua infância, deve ser submisso àqueles que são superiores a ele em idade; deve ser educado e instruído por suas lições; deve ordenar sua vida de acordo com as leis da razão, da sociedade e da religião.

Essa exageração da igualdade e da liberdade, portanto, são para ele, desde o momento em que nasce, não mais do que sonhos imaginários e palavras sem sentido." 

(Pio VI, Breve Quod Aliquantum)

Fonte: http://speminaliumnunquam.blogspot.com.br/2014/08/pio-vi-liberdade-religiosa-e-um-direito.html

Abraços

Por que Israel mente tanto?

Um proeminente jornalista americano rompe com a ordem: Admite que os meios de comunicação de massa dos EUA mentem para o público sobre Israel.



Um dos principais jornalistas americanos – um veterano de reportagens internacionais e sobre o Oriente Médio – Chris Hedges, tem finalmente quebrado a ordem com sua profissão e tem admitido abertamente que os meios de comunicação de massa americanos deliberadamente mentem sobre Israel para o público dos EUA.

A surpreendente admissão está contida em um artigo de reconhecimento de falha publicada em um site de notícias de esquerda Truthdig. Hedges passou mais de vinte anos como um correspondente exterior na América Central, Oriente Médio, África e Balcãs, trabalhando para The Christian Science Monitor, NPR, The Dallas Morning News e The New York Times, onde ele foi um correspondente exterior por quinze anos (1990 – 2005).

Em sua “confissão” – intitulada “Why Israel Lies” [Porque Israel Mente http://www.truthdig.com/report/item/why_israel_lies_20140803 ], Hedges revelou como os judeus supremacistas afirmam mentiras, distorcem e torcem a realidade como nenhum outro governo na Terra – e como estas mentiras e distorções são então deliberadamente inseridas nas “notícias” das emissoras americanas, mesmo quando jornalistas em questão sabem muito bem que as notícias são mentiras.

“Israel se engaja nos tipos de mentiras de cair o queixo que caracterizam regimes despóticos e totalitários. Ela não deforma a verdade, ela inverte a verdade. Ela rotineiramente pinta um quadro para o mundo exterior que é diametralmente oposto à realidade,” escreveu Hedges.

“E todos nós repórteres que têm coberto os territórios ocupados temos adentrado nas narrativas de Alice nos País das Maravilhas de Israel, a qual nós de modo compromissado inserimos em nossas histórias – exigidas sobre as regras do jornalismo americano – embora nós sabemos que elas não são verdadeiras.”



Hedges então passa a listar um número de pertinentes exemplos do tipo de mentiras ditas pelos sionistas-fanáticos as quais são então transmitidas para o público americano como as chamadas notícias dos fatos:

“Eu vi pequenos garotos ludibriados e mortos por soldados israelenses no campo de refugiados Khan Younis em Gaza. Tais incidentes, no dicionário israelense, tornam-se crianças atingidas em fogo cruzado."

“Eu estava em Gaza quando caças F-16 soltaram bombas de fragmentação com 1000 libras de ferro nos superlotados barracos na cidade de Gaza. Eu vi os cadáveres das vítimas, incluindo crianças. Isto tornou-se [no dicionário israelense] um ataque cirúrgico numa fábrica de bombas."

“Eu tenho observado Israel demolir lares e apartamentos inteiros para criar largas zonas de tampão entre as tropas palestinas e as tropas israelenses que cercam gaza. A destruição [no dicionário israelense] torna-se a demolição de lares dos terroristas."

“Eu tenho ficado nos restos das escolas – Israel atingiu duas escolas das Nações Unidas nos últimos seis dias, causando no mínimo 10 fatalidades em uma escola em Rafah na segunda-feira e no mínimo 19 [fatalidades] em [uma escola] no refúgio de Jebaliya na quarta-feira – assim como clínicas médicas e mesquitas."

“Eu tenho ouvido Israel alegar que misseis errantes ou ataque de morteiros dos Palestinos causaram estas ou outras mortes, ou que os pontos atacados estavam sendo usado como depósito de armas ou locais de lançamento [de ataques].”

Hedges então revela que ele, “juntamente com todos os outros repórteres que ele conhece,” não tiveram nunca visto alguma evidência que o Hamas usa civis como escudos humanos. Esta narrativa é, todavia, vastamente reportada nos meios de comunicação de massa controlados pelos sionistas que alimentam o ocidente todo o tempo.

Hedges continua a dizer que a lógica de Israel para usar esta técnica de “Grande Mentira” é “suscitar racismo entre seus apoiadores e terror entre suas vítimas.” 

Ele ressalta que, “pintar um quadro de um exército que nunca ataca civis, que na verdade sai de seu caminho para proteger eles, a Grande Mentira diz que os israelenses são civilizados e humanos, e os oponentes palestinos são monstros inumanos."

“A Grande Mentira serve a ideia que o massacre em gaza é um choque de civilizações, uma guerra entre a democracia, decência e a honra de um lado e o barbarismo islâmico em outro."

“E nos casos incomuns quando notícias de atrocidades penetram o vasto público, Israel acusa a destruição e casualidades sobre o Hamas.”

Hedges continua a salientar que George Orwell em sua novela “1984” chamou essa forma de propaganda de “duplo sentido”, a qual é “lógica contra lógica” a qual “repudia a moralidade enquanto alega ser moral.”

Embora Hedges não diga isso, o significado verdadeiro desta confissão é que existe de fato não mais moralidade “ocidental” nos meios de comunicação de massa – é apenas moralidade judaica agora.

Hedges cita “o pai das relações públicas americanas”, o supremacista judeu Edward Bernays (um bem conhecido racista judeu que era sobrinho de Sigmund Freud) enquanto explica a técnica da Grande Mentira como sendo “limitada somente pela capacidade dos propagandistas para entender e aproveitar  o subconsciente da psicologia individual e das massas."

“E desde que a maioria dos apoiadores de Israel não têm um desejo de conhecer a verdade, a verdade que forçaria eles examinar o próprio racismo deles e auto-ilusões sobre a superioridade moral ocidental e sionista, como uma martilha de cães esfomeados eles absorvem as mentiras atiradas a eles pelo governo israelense.”

          
Christopher Lynn "Chris" Hedges é um jornalista estadounidense. Atualmente é colunista na Truthdig. Durante o Occuppy Wall Street foi preso durante os protestos em frente à sede da empresa bancária judaica Goldman Sachs.

A admissão de Hedges que os jornalistas deliberadamente permitem puras mentiras serem inseridos na cobertura deles sobre Israel é ainda outra indicação que o poder da internet está inevitavelmente minando o prévio absoluto estrangulador domínio judaico supremacista sobre os “fatos” os quais estavam disponíveis para o público geral.

Antes da época dos vídeos on-line, sites de notícias independentes, blogs e meios de comunicação social, o público não teria tido nenhum outros “fatos” para saber exceto aqueles das “notícias” deliberadamente manipuladas como descritas por Hedges.

Agora, todavia, esta hegemonia judaica supremacista sobra a informação tem sido quebrada – e mesmo jornalistas como Hedges podem abertamente admitir que as “notícia” deles é alterada para se encaixar nas demandas dos racistas sionistas tribalistas.

Hedge conclui seu último artigo com esta verdade dizendo: “A Grande Mentira, usada como um porrete por Israel, como talvez ela é designada para ser, ultimamente reduz todos problemas no mundo para a linguagem brutal de violência. E quando as pessoas oprimidas são comunicadas somente através da violência eles irão responder somente através da violência.”

Tradução por Tannhauser

Fonte:  http://davidduke.com/americas-leading-leftist-journalist-breaks-ranks-admits-us-media-lies-public-israel/



Sobre o autor: Dr. David Duke (foto acima) é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a auto determinação dos americanos de etnia europeia (fundando uma reformulada Ku Klux Klan em 1974) e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.

Artigos relacionados:

Golpe de Estado mundial do judaísmo e o que isso significa:
http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/02/batalha-sionista-na-internet-para.html

Vice-Presidente dos Estados Unidos reconhece influência judaica decisiva nos Estados Unidos:
http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/06/o-vice-presidente-biden-reconhece-o.html

A influência judaica em Hollywood:
http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/02/quem-manda-em-hollywood-vamos-la-por.html

Como a Hollywood judaica contribui com a "cultura" americana:
http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/03/a-agenda-de-hollywood-e-o-poder-atras.html

Prova do domínio judaico sionista na BBC - por David Duke:
http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/08/prova-do-dominio-judaico-sionista-na.html

Prova da tomada judaica sionista sobre os outros canais de TV “britânicos”:
http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/08/prova-da-tomada-judaica-sionista-sobre.html

Fonte: http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/08/um-proeminente-jornalista-americano.html

Simplesmente porque a verdade não lhe convém, lhe condena.

"Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira."
João 8:44

Israel e os sionistas têm um inimigo poderoso: a Verdade.

Abraços

domingo, 24 de agosto de 2014

Guatemaltecos decidem pela expulsão imediata dos judeus

Guatemaltecos decidem que os judeus devem ser retirados hoje.

Imagem relacionada

O Conselho de Anciãos de San Juan La Laguna, Sololá/Guatemala, realizou uma reunião na qual determinou que as 32 famílias de judeus ortodoxos (cerca de 200 judeus) que vivem nesse município há seis anos devem sair imediatamente daquele município, considerando que este grupo está tentando mudar o pensamento e da cultura dessa comunidade.

           Ultraortodoxos judíos en San Juan La Laguna (Lago Atitlán, Guatemala)

SAN JUAN LA LAGUNA - Cerca de 75 idosos que pertencem ao Conselho que representam 20 comunidades indígenas reuniram-se em San Juan La Laguna para discutir a situação que existe na cidade pela presença deste grupo religioso.

Juan González, do Conselho, disse que San Juan é uma comunidade unida , que luta para manter a paz e a harmonia social.

Pedro Vásquez, outro membro do Conselho de Anciãos, disse que estas famílias que professam o judaísmo denunciaram nas redes sociais e meios de comunicação são assediados no município.

Acrescentando que este grupo, ao qual o guatemalteco José Misael Santos Villatoro pertence, diz que a população é racista, discriminadora, antissemita, xenófoba e terrorista, e isso gerou um mal estar entre os vizinhos.

         <p>El Consejo de Ancianos durante una asamblea decidió la salida de los judíos de San Juan La Laguna, en Sololá. (Foto Prensa Libre: Archivo) <br></p>
O Conselho de Anciãos, durante a assembleia em que se decidiu a saída dos judeus. (Foto Prensa Libre: Édgar Sáenz)

Mudança cultural.

Segundo Vásquez, os judeus tentam mudar o pensamento e cultura do povo, e, portanto, decidiu-se que as pessoas em treinamento para o judaísmo, que pertence à seita Toiras Hesed, foram denunciados publicamente como racistas, especialmente Santos Villatoro. 


Acrescentando que esse grupo faz algumas práticas que são contra a convivência pacífica que sempre caracterizou o povo de San Juan La Laguna, por exemplo, que não respondem à saudação dos vizinhos e não se socializam com a comunidade.

Além disso, fazer mergulho no Lago Atitlán sem roupas, uma prática ofensiva à cultura da população nativa.

Sem endosso.

Cholotío Pedro, líder comunitário, disse que em 10 de agosto passado recebeu a visita de Moisés Beer, da comunidade judaica na Guatemala, que disse que o grupo Toiras Jesed não tem nada a ver com esta organização e que não são reconhecidos nem apoiados por eles.

Dietrich Gantenbein, judeu e morador de San Juan La Laguna, disse que Toiras Jesed não é uma comunidade reconhecida.

"Eu tenho oito anos de vida neste lugar e jamais recebi uma queixa de maus tratos dos moradores desta cidade", comentou.

Miguel Ángel Vásquez, outro líder, disse que atendendo a demanda da população decidiu que as famílias judaicas devem deixar a cidade hoje e que essas pessoas já foram informados da decisão.

Várias agências estão conscientes deste conflito, como o gabinete da Procuradoria de Direitos Humanos (PDH), em Santiago Atitlán.

          

Salvador Loarca, da PDH, disse que a população pediu publicamente que intervenham para uma solução pacífica deste grupo e evitar conflitos entre a população.

Vizinhos disseram que se Toiras Jesed não deixar o município dentro do prazo, será iniciado um processo penal contra o líder do grupo.

O prefeito Rodolfo Pérez, apontado pelos judeus como perseguidor deste grupo, disse que esta é a forma como a população sua inconformidade com as ações dos membros da Toiras Jesed.

"Eles - os judeus - nos qualificam de racistas e violadores dos direitos humanos, acusações infundadas", disse ele.

Fonte: http://www.prensalibre.com/solola/San-Juan-La-Laguna-Solola-judios-rechazo-culturas_0_1197480439.html



Veja também: http://desatracado.blogspot.com.br/2013/10/lista-parcial-de-onde-os-ja-judeus.html

Abraços

Democracia, governo da hipocrisia

E se eu lhe disser que a Democracia é uma fraude?
por Andrew Napolitano.

E se eu lhe disser que a democracia uma fraude

E se eu lhe disser que você só pode votar porque seu voto não faz diferença? E se eu lhe disser que, não importa em quem você vote, a mesma elite política, os mesmos lobistas, e os mesmos grupos de interesse sempre estarão no comando? E se eu lhe disser que o conceito de uma pessoa/um voto era apenas uma ficção criada pelo governo e por esses grupos de interesse para induzir a sua complacência?

E se você descobrir que a democracia, em seu formato atual, é extremamente perigosa para as liberdades individuais? E se você descobrir que a democracia desvirtua totalmente o conceito que as pessoas têm de direitos naturais, fazendo com que elas passem a acreditar que tomar a propriedade alheia é um "direito adquirido"? E se você descobrir que a democracia não passa de um verniz capaz de transformar as campanhas políticas em meros concursos de beleza?

E se você descobrir que, se o número de pessoas que for às urnas para votar a favor de uma medida criada pelo governo (como em um referendo) for maior do que o número que for votar contra, a democracia permite que o governo faça tudo o que ele quiser?

E se você descobrir que o propósito da democracia moderna é o de convencer as pessoas de que elas podem prosperar não pelo trabalho e pela criação voluntária de riqueza, mas sim pela apropriação da riqueza de terceiros?

E se eu lhe disser que a única maneira moral de adquirir riqueza é por meio da atividade econômica voluntária? E se eu lhe disser que o governo é capaz de persuadir as pessoas de que é perfeitamente aceitável adquirir riqueza por meio da atividade política? E se eu lhe disser que a atividade política inclui todas as coisas parasíticas e destrutivas que o governo faz? E se eu lhe disser que o governo jamais é capaz de criar riqueza? E se eu lhe disser que tudo o que governo possui adveio do roubo de cidadãos produtivos?

E se você descobrir que a ideia de que precisamos de um governo para tomar conta de nós não passa de uma ficção que foi exitosamente perpetrada para aumentar o tamanho e o poder do estado? E se você descobrir que o objetivo dos políticos e burocratas que ocupam o governo é expandir seu controle sobre a população?

E se eu lhe disser que nossas qualidades individuais e culturais dependem não do poder do governo mas sim do quão livre somos em relação ao governo?

E se você descobrir que essa mistura de governo inchado e democracia gera dependência? E se você descobrir que, tão logo esse tal 'governo democrático' cresce, ele começa a enfraquecer as pessoas, acabando com sua auto-suficiência? E se eu lhe disser que um governo inchado destrói a iniciativa e a motivação das pessoas, e que a democracia as convence de que a única motivação de que precisam é 'votar certo' e aceitar os resultados?

E se eu lhe disser que a democracia uma fraude

E se eu lhe disser que o homicida Josef Stalin estava certo quando disse que a pessoa mais poderosa do mundo é aquela que conta os votos? E se você descobrir que os votos que realmente contam ocorrem em segredo, atrás dos bastidores?

E se eu lhe disser que o problema da democracia é que a maioria se acredita apta a 'consertar o que está errado', a criar qualquer tipo de lei, a tributar qualquer tipo de atividade, a regular qualquer tipo de comportamento, e a se apossar daquilo que mais lhe aprouver? E se o maior tirano da história estiver hoje entre nós? E se esse tirano tiver o apoio da maioria? E se ele chegar ao poder? E se a maioria não reconhecer limites ao seu poder?

E se o governo for astuto o bastante para ludibriar os eleitores, de modo que estes passem a defender e justificar tudo o que o governo quiser fazer? E se o governo comprar o apoio das pessoas por meio de benesses que ele distribui? E se o governo der assistencialismo para os pobres, universidades para a classe média e protecionismo para os empresários ricos, de modo a manter todos dependentes dele?

E se eu lhe disser que uma república vibrante depende não do processo democrático da votação, mas sim de eleitores informados e ativos, que entendem corretamente os princípios da existência humana, dentre eles a posse inalienável de direitos naturais?

E se eu lhe disser que podemos nos libertar do jugo do estado interventor, mas que os defensores do establishment não querem isso? E se eu lhe disser que o governo será o mesmo não importa quem vença as eleições? E se eu lhe disser que existe apenas um grande partido político, o qual é subdividido em duas alas, social-democrática e socialista? E se eu lhe disser que ambas as alas querem impostos, assistencialismo, protecionismo, regulamentações e crescimento contínuo do governo, diferindo apenas muito polidamente quanto aos meios para se alcançar estes objetivos? E se eu lhe disser que este partido único criou leis eleitorais que tornam praticamente impossível o surgimento e o sucesso de uma concorrência política?

E se você descobrir que o sucesso do governo depende de sua habilidade de fingir e enganar? E se eu lhe disser que nossos ancestrais acreditavam que o rei era divino? E se eu lhe disser que eles acreditavam que o rei era infalível? E se eu lhe disser que eles acreditavam que a voz do rei era a voz de Deus?

E se você descobrir que o governo é bom em fazer os outros acreditarem? E se você descobrir que o governo fez o povo acreditar que tem voz? E se você descobrir que o governo fez o povo acreditar que os políticos eleitos são o próprio povo? E se você descobrir que o governo fez o povo acreditar que os políticos são servidores do povo?

E se você descobrir que o governo fez o povo acreditar que a maioria democrática nunca erra? E se eu lhe disser que a tirania da maioria é tão destrutiva para a liberdade humana quanto a tirania de um indivíduo louco?

O que você faria?

Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1908

E se eu lhe disser que você anda a misturar alhos com bugalhos? Algumas de suas perguntas são pertinentes á Democracia, outras não.
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Porque a democracia não leva à solidariedade, prosperidade e liberdade, mas sim ao conflito social, a gastos descontrolados e a um governo tirânico.

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A democracia é amplamente considerada como o melhor sistema político que se pode imaginar. Na verdade, não é exagero dizer que a democracia tornou-se uma religião secular. A maior fé política na terra. Criticar o ideal democrático é correr o risco de ser considerado um inimigo da sociedade civilizada.

No entanto, é precisamente o que Karel Beckman e Frank Karsten se propõe fazer. Neste livro provocativo e de fácil leitura, eles enfrentam o último tabu político: a idéia de que a nossa salvação está na democracia.

Com argumentos simples e diretos, eles mostram que a democracia, em contraste com a crença popular, não leva à liberdade, à prosperidade, à civilização, à paz e ao Estado de Direito, mas sim ao contrário: à perda da liberdade, aos conflitos sociais, aos enormes gastos do governo, a um menor nível de vida e à subversão dos direitos individuais.

Em apenas 110 páginas, eles desfazem 13 grandes mitos que são geralmente usados para defender a democracia. Adicionalmente, eles oferecem uma alternativa interessante: uma sociedade baseada na liberdade individual e nas relações sociais voluntárias.

Você já se questionou porque é que o governo continua crescendo e a dívida pública está cada vez maior, enquanto a sua liberdade e prosperidade estão cada vez mais ameaçadas? Depois de ler este livro, você não vai se questionar mais - você vai saber porque é que está acontecendo e o que pode ser feito para alterar.

Além da democracia é um livro inovador e fascinante para todos aqueles que desejam compreender melhor a crise econômica e os atuais problemas sociais.

Fonte: http://alemdademocracia.com/

PDF grátis do livro:
http://www.mises.org.br/files/literature/Al%C3%A9m%20da%20Democracia%20-%20Miolo%20brochura.pdf
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Algumas citações sobre a democracia:

“A democracia são dois lobos e um cordeiro votando sobre o que comer no almoço. A liberdade é uma ovelha bem armada contestando o voto.”
Benjamin Franklin, estadista, cientista, filósofo e um dos pais fundadores dos Estados Unidos.

“A democracia nunca dura muito tempo. Ela logo se enfraquece, esgota e mata a si própria. Não há uma democracia que não tenha se suicidado.”
John Adams, segundo presidente dos Estados Unidos.

"O melhor argumento contra a democracia é uma conversa de cinco minutos com o eleitor médio." 
Winston Churchill, reconhece o maçom e grande fomentador da 2ªGM.

“A democracia não é nada mais do que a tirania da multidão, onde 51% das pessoas podem tirar os direitos dos outros 49%.”
Thomas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos.

"Há uma diferença entre democracia e liberdade. A liberdade não pode ser medida pela possibilidade de se poder votar. Ela pode ser medida pelo âmbito daquilo sobre o qual não se vota." 
John T. Wenders, professor de Economia, emérito, da Universidade de Idaho e Sênior Fellow na Fundação Commonwealth.

“Cada eleição é uma espécie de leilão antecipado de venda de bens roubados.”
H. L. Mencken (1880 – 1956), jornalista e ensaísta americano.

“Como podemos continuar a assegurar o progresso se, cada vez mais, adotamos um estilo de vida em que ninguém está disposto a assumir a responsabilidade própria e todo o mundo está à procura de segurança no coletivismo? Se essa mania continua, vamos regredir para um sistema social em que cada um tem suas mãos nos bolsos dos outros.”
Ludwig Erhard, o ex-chanceler alemão e arquiteto do milagre econômico alemão do pós-guerra.

“A democracia ilimitada, assim como a oligarquia, é uma tirania espalhada por um grande número de pessoas.”
Aristóteles.

"Se há um idiota no poder, é porque os que o elegeram estão bem representados."
Aparício Torelly - Barão De Itararé, jornalista e humorista brasileiro.

“O governo é a grande ficção, através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todos os outros.”
Frédéric Bastiat (1801-1850), teórico clássico liberal e economista político francês.

“Quando as pessoas descobrirem que elas podem votar em dinheiro para si mesmas, isso irá marcar o fim da república.”
Benjamin Franklin, estadista, cientista, filósofo e um dos pais fundadores dos Estados Unidos.

"Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido no recinto ao lado." 
Orson Scott Card, escritor de ficção científica e fantasia norte-americano.

“Aqueles que estão pedindo mais interferência do governo estão pedindo, em última instância, mais coerção e menos liberdade.”
Ludwig von Mises, economista austríaco e grande defensor do mercado livre (outro grave erro)

“Ninguém tem a vida, liberdade ou propriedade a salvo enquanto o legislador está em sessão.”
Mark Twain (1835-1910), autor americano.

"A liberdade de eleições permite que você escolha o molho com o qual será devorado." 
Eduardo Hughes Galeano foi um jornalista e escritor uruguaio.

"Se votar mudasse alguma coisa de verdade, seria proibido."
Autor desconhecido.

“A democracia é a vontade do povo. Todas as manhãs eu fico surpreso ao ler no jornal o que eu quero.”
Wim Kan, comediante holandês.

"Não faz sentido eu achar que uma candidata é melhor para o pais, mas então votar num cara que acho pior em nome de uma abstrata alternância. Não faz sentido eu achar que uma candidata é melhor para o pais, mas então votar num cara que acho pior em nome de uma abstrata alternância."
Alex Castro, blogueiro brasileiro.

Na Vulgocracia (ou Democracia, imposta unilateralmente pela Maçonaria anticristã), nenhum político pode ser uma pessoa completamente sincera. Nela, o político está sempre à procura de eleitores, e diz aquilo que esperam que diga. No caso de um discurso político, importa mais a opinião dos ouvintes que a do orador. O orador é uma espécie de espelho ou eco do que os demais pensam. Se não for assim, fracassará. Portanto, Democracia ou Vulgocracia é o regime político da hipocrisia, do cinismo, do engodo, do puxa-saquismo. 

Resumindo, em uma Democracia, o incentivo principal dos políticos é o desejo de serem reeleitos. Portanto, seu horizonte não costuma ir além das próximas eleições.

Outro fato é que ainda que 100% do eleitorado de um país democrático vote num referendo ou plebiscito favorável a uma medida do governo que seja inconstitucional, ela não poderá ser instituída porque fere a Constituição Federal. Portanto, Democracia é a ditadura da Constituição onde a adesão é obrigatória. A verdadeira comunidade deveria ser baseada na participação voluntária. Ou seja, nunca isso se realizará.

O voto colocado na urna é uma ilusão de influência que se pratica em troca da perda de liberdade, da soberania.

Quem vale mais? Um grande gênio ou 50.000 ignaros? Na Democracia, o segundo tipo vale mais. O voto é a ilusão de influência em troca da perda de liberdade.

A diferença entre o Comunismo e a Democracia, é que na Democracia nos permitem votar quem vai nos explorar, e no Comunismo eles nos são impostos.

A Democracia nunca funcionou plenamente, nem no seu berço ateniense. A Democracia é impossível. Utopia das mais bizarras, assim como o Comunismo.

Democracia (o correto é Vulgocracia) de direita, centro ou esquerda, é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

sábado, 23 de agosto de 2014

A farsa do sionismo cristão

Palestra do líder evangélico rev. Stephen Robert Sizer (nascido em 1953 em Surrey, Inglaterra, e além de seu ministério paroquial, é um autor, teólogo e evangelista), que com probidade, lucidez e vasto conhecimento geopolítico e teológico, explica que é impossível ser cristão verdadeiro - portanto salvo - e apoiar as políticas racistas e segregacionistas que o sionismo talmúdico desenvolve nos EUA, em Israel e no planeta, infiltrando-se nas mídias, nos governos e nas diversas denominações cristãs desvirtuando a Palavra de Deus e o significado da Vida e Obra do Senhor Jesus.

Nesta palestra (vídeo em duas partes) pode-se ver que não existe diferença entre entre judaísmo e sionismo. E o cristão verdadeiro deve manter-se afastado dessa nefasta "teologia."



Hebreus 8:13 refere-se explicitamente na extinção do Judaísmo já no tempo dos Apóstolos e substituída exclusivamente pelo Cristianismo:

Versão Bíblia King James Atualizada:
"Ao proclamar “Nova” esta aliança, "Ele transformou em antiquada a primeira. E o que se torna superado e envelhecido, está próximo do aniquilamento."

Versão Bíblia João Ferreira de Almeida Atualizada:
"Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer."

E versão Bíblia Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH):
"E, quando Deus fala da nova aliança, é porque ele já tornou velha a primeira. E o que está ficando velho e gasto vai desaparecer logo."

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” 
2ª Coríntios 6:14

Abaixo o PDF grátis do seu livro "Sionismo Cristão - No Rumo do Armagedom":

            9781844740505


Visite o sítio do rev. Stephen R. Sizer http://www.stephensizer.com/

PDF da dissertação de Ignacio García-Valdecasas intitulado "El lobby israelí em Washington y su influencia em el Estado de Israel":

Abraços 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Ideias por si só não se sustentam na sociedade

Nós Devemos Atacar e Desacreditar o Agente do Erro

         

Por Tradition in Action
Traduzido por Andrea Patrícia

"Ao combater o erro é errado e é falta de caridade atacar a pessoa que o sustenta”. É contra este “dogma” liberal, tão frequente em nosso meio católico, que o padre Felix Sardá y Salvani argumenta. Ele prova que é indispensável atacar aqueles que promovem o erro; de modo contrário não se defende eficientemente a causa católica.
Pe. Felix Sardá y Salvani

Apologistas católicos são frequentemente acusados de fazer ataques pessoais durante debates. E quando os liberais e aqueles contaminados pelo Liberalismo lançam essa acusação contra um de nós, eles imaginam que essa acusação é o bastante para condená-lo.

Mas eles enganam a si mesmos. Para combater e desacreditar falsas ideias, nós precisamos fazê-las abomináveis e desprezíveis para a mesma multidão que eles tentam convencer e seduzir... Acontece que as ideias não podem sustentar a si mesmas no ar, nem podem espalhar-se e propagar-se por si mesmas. Deixadas por si sós, elas nunca produziriam todo o mal que fere a sociedade. É apenas quando elas são aplicadas por aqueles que as concebem que elas tem efeito. Ideias são como flechas e balas que não machucariam ninguém se não fossem atiradas do arco ou da pistola. É o arqueiro ou o artilheiro, portanto, que deve ser o primeiro alvo em nossa mira se queremos parar este inimigo. Qualquer outro método de guerrear, seja liberal ou não, não faz sentido.

Os autores e propagadores de doutrinas heréticas são soldados com armas envenenadas em suas mãos. Suas armas são livros, jornais, discursos públicos e sua influência pessoal. Não é o bastante evitar as balas que eles disparam. A primeira coisa necessária é tornar o próprio atirador ineficaz para que ele não possa mais fazer o mal.

Portanto, nós devemos não somente desacreditar o livro, jornal ou palestra do inimigo, mas também em alguns casos desacreditar a pessoa dele. Pois na guerra o principal elemento de combate é a pessoa engajada, assim como o artilheiro é o principal fator na artilharia e não o canhão, pólvora ou bomba.
É assim lícito em certos casos mostrar publicamente a infâmia de um oponente liberal, ridicularizar seus costumes, jogar seu nome na lama. Sim, isso é totalmente admissível, admissível em prosa e verso, seja numa veia séria ou com zombaria, em caricatura, ou por quaisquer meios e métodos ao alcance no presente ou no futuro. O único cuidado que nós devemos tomar é o de não usar mentiras no serviço da justiça. Isso, nunca. Sob nenhum pretexto nós manchemos a verdade, mesmo ao colocar um pingo no i...

Os Pais da Igreja apoiam essa tese. Os próprios títulos dos trabalhos deles claramente mostram que em seus combates contra as heresias, o seu primeiro golpe era nos heresiarcas. Quase todos os títulos das obras de Santo Agostinho levam o nome do autor da heresia contra a qual ele estava escrevendo: Adversus (Contra) Fortunatum, Adversus Faustum Manichaeum, Adversus Adamanctum, Adversus Felicem, Adversus Secundinum. Ou: Quis fuerit Petriamus (Quem é Petrianus?), De gestis Pelagii (Sobre as Ações de Pelágio), Quis fuerit Julianus, etc.

Então nós vemos que a maior parte das polêmicas do grande Agostinho eram pessoais, agressivas e biográficas, bem como doutrinais, uma luta face a face com o herege bem como com a heresia. Nós podemos dizer o mesmo sobre os outros Pais da Igreja.

Que direito têm os liberais de nos impor a nova obrigação de lutar contra o erro apenas abstratamente ou abrindo grandes sorrisos e tecendo-lhes elogios? Que os Ultramontanos defendam a fé de acordo com a tradição católica como sempre vem sendo defendida na Igreja de Deus. Que a espada do polemista católico acerte direto no coração. Este é o único modo real e eficaz de combate!

(Felix Sardá y Salvani, El Liberalismo es pecado, Barcelona: 1960, p. 60-62)

Fonte: http://borboletasaoluar.blogspot.com.br/2014/08/nos-devemos-atacar-e-desacreditar-o.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/xdiPp+(Borboletas+ao+Luar)

Abraços

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Asiáticos são os mais inteligentes

Quais são os países com a população mais inteligente do mundo?

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Um grupo internacional de cientistas decidiu investigar qual é o país com os habitantes mais inteligentes. Para fazer isso, eles fizeram um estudo que lhes permitiu criar um mapamundi onde a média de QI (quociente de inteligência) de cada país é amostrado.

A psicóloga holandesa Jelte Wicherts analisou os estudos sobre quociente de inteligência (QI) em 113 países do mundo que há tempo atrás haviam sido realizados pelo psicólogo britânico Richard Lynn e pelo cientista político finlandês Tatu Vanhanen. Como resultado da investigação, concluiu que os cingapurianos são os que tem o QI mais elevado.

O 2º lugar foi para a Coreia do Sul, enquanto o Japão ficou em 3º lugar. Itália está em 4º lugar, seguido pela Islândia e Mongólia, compartilham 5º lugar. O 8º lugar é ocupado pela Bélgica, Canadá, Estônia, Alemanha,  Finlândia, Polônia, Nova Zelândia e Suécia. A Espanha fica em 9º lugar, partilhado com sete outros países europeus e os EUA.

Dos países latino-americanos, o maior QI foi alcançado pelo Uruguai, ocupando o 11º lugar. Portugal e Israel empatam em 12º e a Argentina e Bulgária em 14º lugar.

O Brasil ocupa o 20º lugar juntamente com Iraque, Bolívia, Guiana, Indonésia, Myanmar, Azerbaijão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão.

Veja a classificação toda:  http://www.photius.com/rankings/national_iq_scores_country_ranks.html

Abraços

Campanha eleitoral

Começou o horário político gratuito (para os partidos) nas TV's e rádios. E vendo as diversas opções distintas, a qualidade, a gabaritação à função, histórico de vida, moralidade e propostas dos candidatos, deixa qualquer eleitor minimamente consciencioso, receioso sobre a decisão do voto e do valor real da eleição.



Pois quem temos para escolher? Temos o candidato número 6, temos o Meia Dúzia, temos o 3+3, o 2x3, o 2+2+2. Temos ainda o 4+2, o 10-4 e o 7-1. Que dúvida cruel.

Não se esqueça, votar é delegar a outro a sua soberania.

Democracia (correto é vulgocracia) de direita, centro ou esquerda, é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Mossad judeu tenta sabotagem na Turquia

Turquia executa agentes do Mossad que buscavam desestabilizar o país.

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De acordo com o diário turco Takvim, a Inteligência turca abortou uma operação do Mossad israelense antes de ser executada. Takvim, que divulgou a história em sua primeira página no sábado, disse que um comando de 5 membros do Mossad foi enviado para a Turquia antes das eleições presidenciais em 10 de agosto. Os agentes chegaram ao país a bordo de um iate de luxo a fim de passar despercebidos entre as muitas embarcações de turistas que chegam à costa turca.

Mesmo assim, a Inteligência turca iniciou um monitoramento do comando desde que chegou à costa. De acordo com o jornal, o objetivo do comando judeu era provocar instabilidade interna na Turquia matando líderes políticos turcos antes das eleições presidenciais de 10 de agosto e destruir alguns edifícios administrativos no país para prejudicar a imagem do governo turco. O plano foi desenvolvido durante várias reuniões do Mossad em Tel Aviv, donde decidiram enviar uma unidade especializada em sabotagens e assassinatos para realizar esta missão.

O fracasso da operação, aparentemente, veio pela ação de um agente duplo dentro da Turquia, que alertou a Inteligência turca da chegada e propósito do comando israelense.

Segundo o jornal, a Inteligência turca executou os 5 membros do Mossad e seus cadáveres foram jogados numa parte de uma estrada dentro do território sírio.

As notícias deste incidente causaram choque e surpresa em Tel Aviv, donde se está tentando encontrar o informante que vazou a informação para os turcos no comando israelense. O jornal aporta também a coordenação direta entre a Inteligência turca e alguns serviços de inteligência na região, o que teria levado ao fracasso de mais de uma operação israelense para penetrar e espionar alguns países árabes, particularmente o Líbano, de onde dezenas de células e espiões que trabalhavam para Israel foram desmantelados nos últimos anos.

Israel ordenou a todos os seus meios de comunicação para não publicar notícias deste incidente.


Abraços 

Israel e o tráfico de órgãos humanos

Israel na vanguarda do tráfico internacional de órgãos



Um novo relatório lançou luz sobre o importante papel desempenhado pelos israelenses em tráfico de órgãos internacionais.

O diário estadunidense New York Times, em relatório publicou, no domingo, que os corretores de transplante em Israel embolsam enormes somas de dinheiro, organizando transplantes renais no exterior para pacientes desesperados, através de doadores desesperados estrangeiros.

Através da história de uma mulher israelense, identificado como Ophira Dorin, o relatório mostrou como é fácil comprar ilegalmente um rim através de corretores de transplantes em Israel.

Dorin disse ao jornal que ela pagou US $ 175.000 para uma cirurgia de transplante de rim que foi organizado para acontecer em Costa Rica. No entanto, um documento confidencial do Tribunal da Costa Rica mostra que o doador, que era um homem desempregado de 37 anos de idade, recebeu apenas US $ 18.500 pelo seu rim.

"Minha situação era crítica", disse ela, acrescentando: "Eu não me sintia muito bem, e minha condição foi piorando. Mesmo que eu sabia que era ilegal, eu não acho que eu teria feito nada diferente."

Com base no relatório do New York Times das  análise dos principais casos de tráfico de órgãos desde 2000, Israel desempenha um "papel desproporcional" no  tráfico de órgãos.

O Ministério da Saúde israelense disse que menos de 10 % dos israelenses são registrados como doadores de órgãos. Isso é, em parte devido a restrições religiosas sobre morte e profanação que mantêm taxas de doação tão baixas entre os israelenses.

Autoridades da Costa Rica anunciaram no ano passado que haviam descoberto uma rede internacional de tráfico de órgãos que se especializou na venda de rins para israelenses e europeus orientais.

Em 2012, pelo menos 10 cidadãos israelenses foram presos por participação em uma quadrilha de tráfico de órgãos.

Israel admitiu em 2009 que havia colhido órgãos de palestinos mortos sem permissão de seus parentes mais próximos na década de 1990.


Abraços

domingo, 17 de agosto de 2014

Desmascarando o Centro Wiesenthal

Adolf Hitler e a Carta Gemlich: A prova que se desejava exterminar os judeus?

                          A Carta Gemlich.

A Carta Gemlich. Para o Centro Wiesenthal e os meios de comunicação é a prova irrefutável de que Adolf Hitler em 1919 já visualizava o extermínio dos judeus. Mas neste artigo, demonstraremos que esta afirmação é falsa.

       
          Adolf Hitler numa foto tirada durante a Primeira Guerra Mundial.

Esta carta foi escrita por Adolf Hitler em 16 de setembro de 1919, nesta época o cabo idealista (como era chamado por Hindenburg) era um recém veterano da 1ª GM, permanecendo no Reichswehr (Exército Alemão da República de Weimar) trabalhando para o Departamento de Educação e Propaganda. Em julho trabalharia para o Comando de Inteligência  como agente para obter informações que seria o futuro do Partido Nacional Socialista, o Partido Alemão dos Trabalhadores, que estaria sob suspeita de abrigar e difundir o comunismo. Em 12 de setembro se filiaria ao partido, tornando-se o membro número 55.              
Firma de Adolf Hitler
                           Assinatura de Adolf Hitler.

A carta foi escrita e dirigida a um militar de nome Adolf Gemlich a pedido do superior de Adolf, Karl Mayr, para aclarar a posição do exército a respeito da "Questão Judaica". Posteriormente foi encontrada em 1945 nos arquivos alemães próximo de Nuremberg por um soldado americano. Depois de um processo de troca entre colecionadores, chegou às mãos do Centro Wiesenthal e por óbvias razões se deu uma ampla cobertura midiática, claro, recorrendo à manipulação e desinformação total, - os mortos não podem ter direito de réplica - com frases recorrentes como:

"Em 1919 escreveu isso. Vinte anos depois, torna-se chanceler do Terceiro Reich. Exterminou com os judeus por completo."

"Escreveu o caminho a seguir seria de pogroms (numerosos linchamentos ), referindo-se aos ataques contra a máfia organizada na Rússia e que mais tarde, pensou, poderiam aplicar-se contra os judeus na Alemanha." 

E por último ...

"Hitler deixa claro que tinha um objetivo maior em mente. 'O objetivo final deveria ser o extermínio dos judeus', escreveu."

Uma prova de manipulação e desinformação da mídia? No original aparece a frase "Entfernung der Juden", a palavra alemã Entfernung significa "distância, manter afastado, expulsão"; eles mudaram a palavra para "extermínio". Uma tremenda diferença.

La carta fue escrita el 16 de septiembre de 1919
                          A Carta foi publicada em 16 de setembro de 1919.

Diante disso, vimo-nos na necessidade de traduzir a carta em lugar de confiar na fornecida pelo Centro Wiesenthal. Como poderão ler na continuação, tem um significado totalmente diferente do que deram-lhe.

Caro Senhor Gemlich

O perigo que assume atualmente o judaísmo para nosso povo encontra sua expressão na inegável aversão de amplas camadas de nosso povo. A causa desta aversão não se deve encontrar em um claro reconhecimento do consciente ou inconsciente, sistemático ou nocivo efeito dos judeus como um todo sobre a totalidade de nossa nação, esta surge principalmente do contato pessoal e da impressão pessoal que deixa o indivíduo judeu, quase sempre desfavorável. Por esta razão o antissemitismo é facilmente caracterizado como um mero fenômeno emocional. No entanto, isso está incorreto. O antissemitismo como movimento político não deve e não pode ser definido por impulsos emocionais, mas pelo reconhecimento dos fatos. 

Os fatos são estes: Primeiro, o judaísmo é uma raça e não uma comunidade religiosa. Mesmo os judeus nunca se definem a si mesmo como alemães, poloneses, ou americanos; judeus sempre se definem como judeus alemães, judeus poloneses ou judeus americanos. Os judeus nunca adotam mais que a língua das nações estrangeiras com quem vivem. Um alemão que por necessidade faz uso do francês na França, do italiano na Itália ou do chinês na China não se converte em francês, italiano ou chinês. É a mesma coisa co o judeu que vive entre nós e que é obrigado a fazer uso de nosso idioma. Por isso não se torna alemão. Nem a fé em Moisés, tão importante para a sobrevivência dessa raça, deve estabelecer a questão se alguém é ou não judeu. Apenas existe uma raça cujos membros pertencem exclusivamente a uma só religião definida. 

Através de milhares de anos de estreita endogamia, os judeus mantiveram sua raça e suas peculiaridades bem mais íntegras que muitos povos entre os que têm vivido. Disto deriva o fato de que entre nós vive uma raça não-alemã e estrangeira que não deseja e não é capaz de sacrificar suas características raciais ou de negar seus sentimentos, pensamentos ou ambições. E como os sentimentos judeus estão limitados ao âmbito do material, seus pensamentos e ambições estão destinados a serem apenas isso ainda mais fortemente. Sua dança ao redor do bezerro de ouro está se tornando em uma luta implacável por todos esses bens que mais valoramos na Terra.  

O valor do indivíduo não se decide pelo seu caráter ou por sua relevância de suas realizações, mas exclusivamente pelo tamanho de sua fortuna, pelo seu dinheiro.

A grandeza de uma nação não será mais medida pela soma de seus poderes morais e espirituais, mas pela riqueza de seus bens materiais.

Esta atitude e luta por dinheiro e poder e os sentimentos que vão com ele, permitem o judeu ser pouco escrupuloso  na escolha dos meios e despiedado em seu uso para seus próprios fins. Nos estados autocráticos é arrastado antes da "majestade" dos príncipes e abusa de seus favores para se converter em uma sanguessuga do povo. Na democracia busca os favores das massas, se humilha perante a "majestade do povo", mas apenas reconhece a majestade do dinheiro. Mina o caráter do príncipe com bajulação bizantina e o orgulho nacional (a força do povo) com o sem vergonha e ridícula cultura do vício. Seu método de luta é essa opinião pública nunca expressada na imprensa, porém ainda dirigida e falsificada por ela. Seu poder é o poder do dinheiro que acumula fácil e infinitamente na forma de juros e com os quais impõe um jugo a nação, jugo que é mais prejudicial porque seu brilho esconde suas terríveis consequências.  

Tudo o que é para os homens um bem maior e digno de ser perseguido, se a religião, socialismo ou democracia são apenas meios para os judeus, formas de satisfazer sua cobiça por ouro e dominação.

Em seus efeitos e consequências, é como a tuberculose racial das nações.

De tudo isso resulta o seguinte: O antissemitismo baseado unicamente no emocional encontra sua última expressão na forma de pogroms. Por outro lado, o antissemitismo racional deve conduzir a uma luta sistemática e legal contra e pela erradicação dos privilégios judaicos que os distinguem dos outros estrangeiros que vivem entre nós. Mas o objetivo final dever se a irrevogável expulsão dos judeus em geral.

Para ambas finalidades, é necessário um governo de força nacional, não de debilidade nacional. A República Alemã deve sua existência não na vontade unida de nosso povo, mas na turva exploração de uma série de circunstâncias que foram expressos em uma profunda e universal descontentamento. Nestas circunstâncias, no entanto, eram independentes da estrutura do Estado e atualmente ainda estão operativos. De fato mais agora que antes. Por isso uma grande parte de nosso povo reconhece que uma mudança na estrutura do Estado não pode por si mesmo mudar a nossa situação. Isso exigirá um renascimento dos poderes morais e espirituais da Nação.

Este renascimento não pode ser iniciado por lideranças estaduais de maiorias irresponsáveis, influenciadas por certos dogmas partidários, uma imprensa irresponsável e slogans e frases internacionais. Em vez disso, exigem a implacável instalação de líderes nacionais com grande sentido de responsabilidade.

Mas estes fatos nega à República o apoio interno das forças espirituais da nação.

Os atuais líderes da nação são forçados a buscar o apoio daqueles que receberam benefícios exclusivos das novas condições de alemães e que por essa razão foram a força motriz por trás da revolução: os judeus.  Mesmo assim, como foram revelados por várias declarações dos principais personalidades, compreender os perigos do judaísmo, eles (buscando suas próprias vantagens) aceitam o apoio preparado dos judeus e lhes devolvem o favor.

Esta compensação não é apenas sobre qualquer favor ao judaísmo, mas acima de tudo para dificultar a luta do povo traído contra seus golpistas, ou seja,  a repreensão do movimento antissemita.

Respeitosamente, 
Adolf Hitler.

Fonte: http://www.elministerio.org.mx/blog/2013/04/hitler-gemlich-carta/

Abraços

sábado, 16 de agosto de 2014

Será que usam os animais também como escudo?

Nem mesmo os animais estão seguros em Gaza

KHAN YUNIS - GUETO DE GAZA - "Nós não somos um desses países de luxo, somos pessoas simples agrícolas que usam alguns burros muito, em nossas vidas, e sempre tem."


Um burro está dentro de uma loja destruída no norte da Faixa de Gaza em 05 de agosto (AFP)

Ali Alommor, 34 anos, é um palestino que dependia de seus burros para a agricultura. Agora eles estão mortos; mortos por ataques aéreos israelenses. Sua casa ainda está de pé, mas seus burros estão todos mortos.

Um burro é crivado de balas; mais parece que um trator passou por cima dele, enquanto  tentava fugir. Alommor teve de fugir de sua casa, com uma arma de Israel, buscando qualquer abrigo seguro para sua esposa e filhos.

         

Sua fazenda parece que foi atingido por um terremoto e ele ainda não consegue entender por que Israel é tão desesperada para alvejar animais, destruir a agricultura e os produtos agrícolas de Gaza.

"Nós escapamos da morte quase certa deixando camelos, burros, vacas e aves - os bombardeios dos tanques atingiram as árvores, as pedras e até mesmo os animais", disse ele enquanto inspecionava os danos causados nas suas colheitas, cercado pelo fedor da carne em decomposição de animais mortos ao redor.

Alommor vive em uma área agrícola, e ele, assim como muitos de seus vizinhos também sofreu grandes danos à propriedade. Agora, os bulldozers não podem chegar à área para limpar os escombros. Ainda há corpos de quatro pessoas desaparecidas, que se acredita estarem se deteriorando sob os escombros. Ninguém sabe qual prédio que poderiam estar debaixo.


Buldozer da IDF (forma militar de agressão de Israel) chega a pesar 60 toneladas e é usado contra populações civis e indefesas em Gaza.

"Estamos acostumados a ser invadidos por tropas israelenses, como vivemos perto de cerca de Israel em torno de nós - esta é uma área que não recebe muita atenção da mídia - apesar das forças especiais israelenses invadirem uma ou duas vezes por semana", disse ele.

Ele reconheceu que os animais que tiveram a sorte de evitar mísseis israelenses ou tratores bulldozers na fazenda acabaram por morrer de fome; alimentos e água estavam disponíveis quando a família teve que fugir de sua casa.

         

"Tropas israelenses atiram em tudo que se move, mesmo quando eles podem ver que é só um camelo, jumento ou frango, mantidos ao ar livre no verão, ou seja, os animais são muito visíveis."

Ele contou como ele viu o cachorro de seu vizinhos atingido diretamente por um míssil israelense, espalhando-o em pequenos pedaços. Médicos especialistas em Gaza dizem que deixar esses animais mortos entre as culturas agrícolas poderia causar contaminação humana e uma crise ambiental de longo prazo.

          

Sami Abu Hadaeid, 36 anos, não tinha outra opção a não ser fugir quando os bombardeios de tanques começaram a cair sobre a sua terra, mas ele se entristeceu deixando suas 30 ovelhas para trás. Quando o cessar-fogo de cinco dias foi anunciado, ele voltou para sua casa.

Ele chegou em casa para testemunhar que todas as 30 ovelhas foram barbaramente assassinadas.

"Eu gostaria de saber que não tivessem sofrido", mas seu irmão e vizinhos duvidam disso. Alguns foram crivados de bala. Uma tinha a cabeça cortada, e todas estavam cobertas de moscas e vermes - entre mais animais mortos ao redor foram alguns mortos por ferimentos causados por minúsculos estilhaços. Todos estavam mortos - outros não tinham ferimentos fisicamente, mas provavelmente morreram de medo, fome e sede, com a terra ao redor destruída, a água poluída e escavadeiras israelenses demolindo tudo à vista. Outros vizinhos viram as mesmas lesões em seus animais mortos.

          Médio Oriente Israel palestinos

"Venha ver o interior, alguns estão até mesmo enterrados sob uma monte de areia fazenda demolida - Deixei-os vivos, agora eles estão todos mortos."

Abu Hadaeid caminhou para o outro lado de sua fazenda para encontrar mais ovelhas esmagadas por tratores bulldozers - "Você se sente muito triste ver um animal que você criou e cuidou durante há anos abatida assim. Imagine como se sente ao perder um irmão ", disse ele, enquanto segue as pistas do bulldozer, pois achatada sua terra e quaisquer que sejam os animais ficaram no caminho.

         Animais mortos cercam um menino palestino como ele cuida de um cavalo ferido fora da escola Abu Hussein das Nações Unidas no campo de refugiados de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza depois que a área esta manhã.  MAHMUD HAMS / AFP / Getty Images

Ele cavou mais animais mais próximas horas - aqueles que não conseguiram escapar. "Duvido que eu vou encontrar algum vivo", disse. O prejuízo financeiro é estimado em cerca de 12.000 dólares.

Ele caminhou até enormes filas de cactos, todos quebrados e esmagados - as escavadeiras israelenses parecem ter evitado usar as ruas, esperando por artefatos explosivos, de modo que o único caminho para os tratores foi passar direto pelas fazendas e casas para chegar às estradas.

Ele continuou andando pela sua fazenda - bulldozers vieram direto através das salas, em cima de colchões, móveis e até mesmo achatamento um bule de chá e a lareira.

Um de seus vizinhos chegaram a ver a fazenda - ou melhor, o que restou dela - carcaças de ovinos e destruição apenas.

"Este carneiro pertencia a outra fazenda próxima, agora está morto aqui", disse.

Bombardeios israelenses também atingiram o zoológico de Isaad al-Tifola (Gaza), onde vários animais foram mortos. Mohammed Abu Ajwwa, 37 anos, olhou para suas vacas mortas, "Mesmo elas pagaram o preço dos ataques de Israel", disse ele, ao inspecionar os danos durante o cessar-fogo.


Um menino olha como uma carcaça de um jumento morto no início do dia, quando um ataque atingiu uma escola da ONU no campo de refugiados de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza, é removido em 30 de julho de 2014 Pelo menos 76 pessoas morreram em ataques israelenses em toda Gaza, incluindo 16 mortos quando os reservatórios atingiu uma escola da ONU, e 17, quando um ataque militar atingiu um mercado lotado, enviando o pedágio palestino de 23 dias de luta acima de 1300. AFP PHOTO / MARCO LONGARI (Crédito da foto deve ler MARCO LONGARI / AFP / Getty Images)
Fonte: http://www.e-novine.com/fotogalerija/fotogalerija-svet/107228-Izraelsko-palestinski-rat-njegove-rtve.html

"Bombardeios de tanques israelenses mataram mais de 500 de nossas vacas, as quais abasteciam o mercado Gaza com leite", disse. 60 membros de sua família faziam de suas vacas leiteiras seu sustento de vida.

Ele tentou trazer as vacas para um local seguro quando viu fumaça saindo de lugares perto de sua fazenda em Shejaiya. Sua perda é estimada em cerca de 500 mil dólares. Enquanto isso, o Ministério da Agricultura diz que não pode chegar a todas as áreas para contabilizar os prejuízos a menos que o cessar-fogo se mantenha.

          gaza-vacas-073114

O tio de Sami, Hamad Abu Hadaeid, 80 anos de idade, sofreu ainda mais danos do que o seu sobrinho - há anos ele tem cuidado de seu gado de leite e carne e ganhava a vida fazendo isso.

"É espantoso que até mesmo as ovelhas são abatidas pelas máquinas de Israel", disse ele, dando graças por um pequeno milagre - o seu jumento sobreviveu aos ataques aéreos.

          Link permanente da imagem incorporada

"Meu burro deve estar aterrorizada - o seu comportamento mudou - ele está nervoso e só quer fugir daqui", disse.

Ele mencionou os grupos dos direitos dos animais - "se o abuso dos nossos direitos humanos não é condenado pelo mundo, então eu espero que, pelo menos, grupos de direitos dos animais tenham algo a dizer sobre isso."

Fonte: http://www.middleeasteye.net/news/not-even-animals-are-safe-gaza-1796662583


Abraços

Estranhos deuses do judaísmo

"Estranhos Deuses do Judaísmo" é um livro de Michel A. Hoffmann II desconhecido do público brasileiro e é mais uma obra que não será traduzida e vendida normalmente nas livrarias do Brasil.

Leitura interessante não só para todos os cristão, mas de todas as religiões e também de geopolítica mundial e nova ordem.

         ponto

Prefácio:

     Este escritor sustenta neste livro que o Judaísmo não é a religião do Antigo Testamento ou do Deus de Israel, mas sim que os deuses do Judaísmo consistem no Talmud, na Kabbalah e na racial auto-adoração.
     Ainda afirmar que o Cristianismo é a única religião que representa o credo do Antigo Testamento do Senhor, sendo a continuação e o cumprimento profético do Antigo Testamento no Evangelho do Messias de Israel.
     Este livro é destinado para o benefício de toda a humanidade, mas devido ao poder temporal exercido pelos adeptos da ideologia que desmascaro, pode se tornar alvo de proscrição e difamação.
     Peço aqueles que queiram suprimi-la ou sujeitar seu autor ao descrédito, a questão levantada por Paulo quando perguntou em Gálatas 4:16 "Tenho-me, pois, tornado vosso inimigo, porque vos disse a verdade?"

Michael A. Hoffman II

          

Prefácio (acima)                           5
O Talmud                                      6
A Kabbalah                                  81
O Desafio ao Cristianismo        103
Glossário                                    117
Bibliografia                                  121
Índice                                          135

Para baixar em PDF grátis: http://downloads.umu.nu/Books/Hoffmanstrange.pdf

Abraços

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O jeitinho brasileiro

O mal que a cultura da sonegação faz ao Brasil.

        Stellan

Stellan Skarsgard (imagem acima) é um ator sueco.

Aos 63 anos, um dos favoritos do cineasta Lars von Trier, tem uma carreira vitoriosa que lhe trouxe fama e dinheiro.

Recentemente, ele concedeu uma entrevista na qual reafirmou seu amor pela Suécia.

“Vivo na Suécia porque o imposto é alto, e assim ninguém passa fome. A saúde é boa e gratuita, assim como as escolas e as universidades”, disse ele.

“Você prefere pagar imposto alto?”, lhe perguntaram.

“Claro. Se você ganha muito dinheiro, como eu, você tem que pagar taxas maiores. Assim, todo mundo tem a oportunidade de ir para a escola e para a universidade. Todos têm também acesso a uma saúde pública de qualidade.”

Skarsgard nasceu e cresceu numa cultura que valoriza o pagamento de impostos. Por isso a Suécia é tão avançada socialmente.

Impostos, como lembrou ele, constroem hospitais, escolas, universidades. Pagam professores e médicos da rede pública, além de tantas outras coisas positivas para qualquer sociedade.

Essa cultura vigora também na Alemanha. Recentemente, o presidente do Bayern foi para a cadeia por sonegar imposto.

Quando o caso eclodiu, as autoridades alemãs fizeram questão de puni-lo exemplarmente sob um argumento poderoso: nenhum país funciona quando as pessoas acreditam que podem sonegar impostos impunemente.

Agora, vejamos o Brasil.

Há anos, décadas a mídia alimenta uma cultura visceralmente oposta.

Imposto, você lê todo dia, é um horror. O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo (o que é mentira). Imposto é uma coisa injusta.

Bem, a mensagem é: sonegue, se puder. Parabéns, caso consiga.

Não poderia haver coisa mais danosa para os cidadãos do que esta pregação diuturna da mídia.

Você os deforma moralmente. Tira-lhes o senso de solidariedade presente em pessoas como o ator sueco citado neste artigo.

Além de tudo, a cultura da sonegação acaba chancelando os truques praticados pelas grandes companhias de mídia para escapar dos impostos.

Considere o caso célebre da sonegação da Globo na compra dos direitos de transmissão da Copa de 2002.

Nestes dias, vazou toda a documentação relativa ao caso. Uma amostra já tinha vindo à luz – na internet, naturalmente – algum tempo atrás, num furo do site Cafezinho.

Só a cultura da sonegação pode explicar o silêncio sinistro que cerca este escândalo fiscal.

Até aqui, a Globo não deu uma única satisfação à sociedade. Não se desculpou, não se justificou. É como se nada houvesse ocorrido.

Também a Receita Federal, até aqui, não disse nada. Mais uma vez, é como se nada houvesse ocorrido no âmbito da receita.

Nenhuma autoridade econômica, igualmente, se pronunciou. De novo, é como se nada houvesse ocorrido numa área tão vital para a economia como a arrecadação de tributos.

E a mídia?

Bem, a mídia finge que não está acontecendo nada.

Contei já: quando o Cafezinho publicou os documentos, falei com o editor executivo da Folha, Sérgio Dávila.

Ponderei que era um caso importante, e ele aparentemente concordou porque logo a Folha fez uma reportagem sobre o assunto.

Uma e apenas uma. Em seguida, a sonegação da Globo sumiu da Folha para nunca mais retornar.

Se conheço as coisas como funcionam nas redações, um telefonema de um Marinho para um Frias – as famílias são sócias no Valor — pôs fim à cobertura.

Volto a Stellan Skarsgard.

Em todo país socialmente desenvolvido, pagar impostos é uma coisa sagrada. E sonegá-los é um ato de lesa sociedade, passível de punição exemplar.

O Brasil sofreu uma lavagem cerebral da mídia.

Uma das tarefas prementes de uma administração sábia é desfazer essa lavagem.

Quando as palavras do ator sueco encontrarem eco no Brasil, seremos uma sociedade desenvolvida.

Fonte: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-mal-que-a-cultura-da-sonegacao-faz-ao-brasil/

O problema não é o volume de impostos pagos, mas o seu péssimo retorno e a não cobrança do que é sonegado. 

Muitos países tem índice maior de arrecadação que o Brasil; porém, o retorno é proporcional e o povo vive feliz e não reclama de pagar estes seus altos impostos.

Outro fator é o corpo mole para cobrar dos sonegadores que até a presente data já ultrapassa os 300 bilhões de reais em sonegação. Minimizando a sonegação, haveria possibilidades de diminuir percentuais em alguns impostos ou até a extinção de outros. Mas o jeitinho brasileiro e outros interessados não nos permitem isso.

País nenhum existe sem impostos. E país com baixos impostos resulta num Estado fraco. É o que parece ser o escopo de certas forças ocultas e, se formos olhar o histórico de intromissões e sabotagens que o Brasil já sofreu das grandes potências e de certos organismos apátridas, deixa de ser teoria da conspiração.

Independente se a atual presidente se reelege ou não, esta situação não mudará. Que ninguém se iluda. Acaso vemos algum presidenciável nesta corrida eleitoral falar sobre fazer a auditoria dívida pública que consome 50% destes impostos?! Não, né?! Então, que ninguém se iluda que mudando de presidente mudará a situação nevrálgica do país.

Esse é o caminho que se deve trilhar: exigir o retorno destes impostos e fazer a auditoria, conforme reza a Constituição Federal, da dívida pública que consome praticamente a metade destes impostos que vão para bancos. Sobre isso ninguém fala nada. Por que? Desinteresse e ignorância sobre o tema.

Abraços

Al Nakba, a catástrofe palestina

AL NAKBA (PARTES 1 e 2) é um documentário produzido pela Al Jazeera. Foi primeiro transmitido em árabe no 60º aniversário da catástrofe do povo palestino. Foi traduzido para o inglês em 2009 e depois em outros 4 idiomas (francês, alemão, espanhol e italiano).

Al Nakba ganhou prêmio de melhor longa documentário sobre a Palestina em Al Jazeera Fifth International Film Festival (Doha/Qatar) e prêmio de público no Festival de Cinema de Amal Nona Euro-Árabe (Santiago/Espanha). Participou de outros festivais de cinema no Brasil, Argentina, Itália, Jordânia, Egito e Palestina.

Assista, você não verá isso nas grandes emissoras de televisão.



Israel e Palestina, introdução em animação:


Abraços