quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Secularismo é satanismo

O verdadeiro motivo para Secularismo é o Satanismo

       

Páscoa não é apenas a festa mais antiga e importante da cristandade, também é uma festa alegre. Trata-se da coragem de viver e da alegria, pois a crença na ressureição traz a esperança que nos fornece suporte através dos percalços e receios da vida.

Páscoa não anuncia apenas a primavera e a chegada da “mais bela estação do ano”, mas se trata aqui da vitória do Bem contra o mal, pois “para isso se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo” [1ª João 3,8].

Sobre isso, disse Jesus: “O diabo foi homicida desde o princípio…, porque é mentiroso e pai da mentira” [João 8,44]. Nosso mundo é uma imensa mentira e tudo está de pernas para o ar. Guerra é paz, o mau é o bom, perversão é a nova moral. Claro, DEUS nos concedeu o livre arbítrio, mas do abuso desta liberdade surgiu o mal, que se torna cada vez mais visível.

A ressureição que é celebrada na Páscoa significa o resgate das pessoas da prisão de satanás, libertação das almas de sua tirania e salvação delas para a vida eterna. Assim que satanás tomou conhecimento da encarnação de DEUS neste mundo, ele planejou destruir seu trabalho de redenção e seus frutos. Desde então ele conduz uma guerra contra a humanidade, que com aproximação do “fim dos tempos”, torna-se cada vez mais intensa.

O poder de satanás foi vencido definitivamente por Jesus, todavia, nós nos encontramos em uma luta entre o Bem e o mal, tudo o que acontece de morte, sofrimento e miséria neste mundo não é obra do acaso, mas sim obra de satanás, conduzidas em seu nome por seus seguidores.

A esta altura, já nos devia estar claro que a elite global é composta em sua grande maioria por satanistas. Para muitos isso pode soar um absurdo, mas somente assim é possível explicar a destruição e perversão que acontece a todos os níveis da sociedade. É óbvio, nós vivemos em mundo onde…

o sistema de saúde destrói a saúde,
a indústria alimentícia destrói os alimentos,
o sistema jurídico destrói a justiça,
o sistema educacional destrói o conhecimento,
o Estado destrói a liberdade,
a mídia destrói a informação,
o sindicato destrói os direitos trabalhistas,
a elite financeira destrói a economia,
os bancos centrais destroem o poder de compra
e as religiões destroem a fé.

Todas as instituições fazem exatamente o contrário do que deviam fazer. Por quê? Porque elas foram usurpadas, distorcidas e servem apenas aos satanistas.

Eles assassinam milhões sem o menor escrúpulo e ainda apresentam isso como boa ação. Eles dizem que em suas guerras, trata-se da proteção da população oprimida por tiranos. Mas aqui eles matam justamente as pessoas que deveriam proteger e colocam seus tiranos no poder.

Eles dizem que o terrorismo deve ser combatido e eles próprios produzem-no!
Eles dizem que bombas atômicas devem ser combatidas e eles próprios as possuem!
Eles dizem que ditaduras devem ser combatidas e eles próprios são uma!
Eles dizem que a democracia deve ser disseminada e eles destroem-na em casa!
Eles dizem que querem a paz e espalham a guerra!
Eles dizem que lutam pelos direitos humanos e torturam sem remorso!

Vocês devem conhece-lo pelos seus atos! [1ª João 2, 1-6]

A definitiva transformação da sociedade acontece com a introdução do Secularismo, ou seja, com a separação da Igreja e Estado. Aqui também é uma ilusão, pois na realidade os satanistas desejam a separação da espiritualidade e do Estado. As igrejas ou as religiões são instituições mundanas que têm pouco ou praticamente nada a ver com espiritualidade.

Por isso devemos manter as religiões fora do Estado, mas não a verdadeira espiritualidade, ou seja, a fé em DEUS e, com isso, a intrínseca busca pelo amor, verdade, justiça, paz e reconhecimento de como é bela – a criação.

Tudo que fazemos e cada palavra que proferimos é uma expressão de nossa espiritualidade. Nossa própria “ordem moral” ou “cultura ética” define fundamentalmente nossos atos. Ela controla tudo que fazemos. O mesmo serve ao Estado, pois ele é a manifestação de nossa identidade coletiva.

Nós somos condicionados a acreditar que a separação entre Igreja e Estado seja algo bom, mas o Estado e sua espiritualidade não podem ser separados, não importa o que pensamos. Um é a representação do outro.

Há apenas 50 anos ou menos, a grande maioria dos europeus descrevia sua cultura como “cristã”. Hoje ela é explicada através de termos como “secularismo”, “liberalismo”, “pluralismo” ou “humanismo”.

Parece que estamos olhando o passado histórico, o período da Idade Média e anterior, e especialmente o que aconteceu nos últimos 100 anos, a ideologia do Estado pode ser descrita da melhor possível como satanismo. Guerras desencadeadas e conduzidas pela Elite assassinaram milhões e até hoje pertencem à ordem do dia.

Outrora a igreja e, hoje em dia, o tal “humanismo”, sempre forneceram o aparente motivo “moral” para o massacre de inocentes. Com isso, tudo que era contrário daquilo, que reconhecemos naturalmente como a verdadeira espiritualidade, vem forjando a humanidade.

Nós vemos diariamente na Síria, onde o ocidente apoia os terroristas radicais e lhes fornecem armas para introduzir a “paz” e a “democracia” na Síria. E assim promovem os mais repugnantes massacres da população civil.

As igrejas católicas têm apoiado este satanismo do Estado (e continuam), embora o evangelho e a palavra de Jesus os envergonhem. “Dar a outra face”, “a superação do mal pelo bem” e “ame seu inimigo” é uma condenação continua e estorvante da mentalidade de judas da igreja.

Por isso Jesus deve ser afastado da consciência coletiva. Por isso as aulas de religião realizam quase que apenas a doutrinação do politicamente correto do ocidente e nada tem a ver com a mensagem de Cristo. E por isso aquilo que Jesus defende é jogado na lama, vulgarizado e ignorado pela mídia.

Vamos deixar claro que aquilo que DEUS Jesus e sua mensagem revelou à humanidade, foi a perfeição divina no amor e na verdade etc. Satanás é o contrário disso… ou seja, mentiras, guerras, injustiça, ódio e indiferença frente ao sofrimento de outros.

Satanás quer se tornar o “Príncipe do mundo” e o secularismo, liberalismo, humanismo, pluralismo e materialismo são o caminho para isso.

Nós temos humanismo porque conduzimos guerras intermináveis para disseminá-lo.

Nós temos pluralismo para que não haja mais união exceto junto aos governantes satanistas.

Nós temos secularismo para expulsar de nossas mentes a mensagem de Cristo e principalmente que existe um DEUS.

Nós temos liberalismo para que não tenhamos mais consciência e possamos seguir as ordens de satanás sem qualquer escrúpulo.

Nós temos materialismo para que possamos satisfazer nossos impulsos animais e para desviar os pensamentos de nossa espiritualidade interior.

Por isso está claro que a palavra “secularismo”, que supostamente se ocupa em tornar a sociedade mais razoável e descarta qualquer questionamento adicional, é um engodo e uma mentira. Secularismo é satanismo.

É uma concepção que foi desenvolvida por espertos subversivos, que nos conduzem para um beco sem saída e nos distanciam do verdadeiro sentido da vida. É um instrumento para colocar a fictícia autoridade moral nas mãos de criminosos e pessoas sem consciência.

A União Democrática Cristã (CDU) é realmente cristã e democrática? E a presidente do partido, Angela Merkel? Certamente não, pois quem conduz guerra matando pessoas e promove a general um coronel que ordenou um genocídio, não pode ser cristã. Quem quer fazer uma EUDSSR, sem consultar o povo, não pode ser um democrata. Isso se contradiz totalmente! Este partido é justamente o oposto de seu nome.

Presidente George W. Bush afirmou que ele seria um cristão e DEUS teria lhe ordenado atacar o Iraque. Isso é uma mentira, pois DEUS nunca iria dar uma “ordem” dessas para matar milhões de pessoas. Se alguém ordenou, foi satanás e sabe-se que toda família Bush é composta de satanistas.

George W. Bush admitiu que ele mentiu para todo mundo, no que concerne aos motivos para a guerra do Iraque. Ele sabia que Saddam Hussein não tinha armas de destruição em massa. Mas através desta mentira, 1,4 milhões de pessoas morreram e todo Iraque é um deserto de destroços contaminados. Temos aqui exatamente o procedimento deste adorador do diabo, destruir e matar onde puder e ainda sorrir cinicamente.

Satanás é uma mentira e em seu nome mente-se no atacado e todos os valores são invertidos. Sim, guerra é paz, a mentira é a verdade e perversão é a nova moral.

Como sucessor de Bush foi colocado Obama e, com intensa propaganda mundial, anunciado como o novo “messias”. Ele iria trazer a paz e lhe foi conferido, sem ter feito coisa alguma, o prêmio nobel da paz.

E no que ele se transformou? Ele ainda é pior, mais bélico e assassino do que Bush. Ele é justamente o oposto do que nos foi anunciado. “Satanás virá em forma de um anjo” serve para ele.

Como eu declarei em entrevista à PressTV, nós vivenciamos uma guerra generalizada contra a espiritualidade. Depois que os satanistas destruíram o cristianismo em maior ou menor grau com seu secularismo, chegou a vez do Islã. Por isso o Irã é ameaçado exaustivamente.

A guerra contra o Islamismo também é levada a cabo com perversão, quer dizer, seus próprios idiotas úteis são utilizados como combatentes. Os assim chamados “guardiões da fé” são, na realidade, os destruidores dela e da espiritualidade.

Eles marcham para a guerra pela paz, pregam amor com ódio, assassinam para salvar vidas, não se sentem seguros e por isso se cercam de perigo. Como podemos criar vida baseando-se apenas na morte?

Nos martelam na cabeça que é besteira acreditar em DEUS, pois ele não existe e, por extensão, satanás também não. Mais importante é o próprio corpo e o prazer material é declarado como o mais alto objetivo de vida. Nosso cérebro, com a ajuda da ciência, sabe tudo e pode explicar tudo com lógica, sem uma dimensão espiritual. Além disso, trata-se de materialismo: riqueza, avareza e cobiça são valores almejados. Quem tem mais proveito é o vencedor e por isso ele tem que vender sua consciência e sua alma. Qual deve ser o sentido da vida?

O período de Páscoa deve servir para reflexão, para saber o que realmente acontece no mundo e por que acontece o que vemos, por que nós erramos por aí e somos mal conduzidos. Não é incapacidade o que vivemos diariamente, nenhum fracasso, nenhum acaso e também nenhum acidente, mas sim a luta do mal contra o Bem. Observemos apenas uma flor que a primavera nos traz e nós sabemos que lá se esconde muito mais e como é linda esta criação.

Original em alemão em: Alles Schall und Rauch

Tradução: www.inacreditavel.com.br

Fonte : http://alfredobragasobcensura.wordpress.com/2013/03/30/o-verdadeiro-motivo-para-secularismo-e-o-satanismo/?relatedposts_exclude=1312

Abraços

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Estupros em Monte Cassino e da imprensa

Outro inconformado.

Amigos e amigas.

Amigos e amigas.
Estava pesquisando sobre a Batalha do Monte Cassino, na Itália, e encontrei o texto abaixo. O título atenta a um detalhe da pós-batalha, mas seu autor fala de modo abrangente sobre alguns temas nevrálgicos; em especial, vitimismo e supremacismo.

Eu o traduzi do site Free Speech e dei uma pequena resumida. Vejam mais um desabafo revoltado de mais um odiado pela ADL, tachado de todos os corriqueiros adjetivos aos que contestam a verdade notória e expõem os "crimes dos bons".


FAB29

As Mulheres de Monte Cassino. 
Muitas atrocidades de guerra são totalmente ignoradas!
pelo Dr. William Pierce

(...) Eu estava lendo uma história no New York Times há poucos dias sobre um estudo que está sendo realizado na Universidade de Cambridge sobre o destino de parte dos Judeus na Alemanha e a história citou uma mulher que vivia na Alemanha na década de 1930. Sua mãe era alemã e seu pai era um judeu, e ela foi para a sede da Gestapo, em Berlim, em 1938, a queixar-se de que o governo tinha ordenado seu pai para deixar a Alemanha. Ela disse que os oficiais da Gestapo a levaram para um escritório atrás da sede e a estupraram.

Agora, eu sei que não aconteceu. Uma mulher branca pode ser estuprada em uma delegacia de polícia em Nova York, Washington ou Chicago hoje, mas a Gestapo de Berlim não estuprou ninguém. Berlim, em 1938, não era como Nova York ou Washington, DC, hoje. Era um lugar ordeiro. Era um lugar com regras. Era um lugar onde as mulheres não tinham de se preocupar em ser estuprada pela polícia. Tal comportamento era impensável. Mas faz uma bela mentira para enfeitar o "Holocausto".

Há outra razão para que esta reivindicação pelos judeus de que o mundo lhes deve a vida, porque eles são as maiores vítimas do mundo, seja torta. É trapaça porque está associada com a supressão deliberada da verdade sobre o que aconteceu com as outras pessoas: em particular, sobre o que os judeus e seus aliados têm feito para outras pessoas. Se você quer aprender sobre atrocidades, dê uma olhada no que os bolcheviques fizeram na Rússia e na Ucrânia.

Veja este vídeo sobre os crimes judaico-comunistas na Ucrânia. Neste vídeo, que deveria ser distribuido em todas as escolas, você entenderá porque das violentas manifestações hoje na Ucrânia contra uma possível aliança com os russos e do porque em muitos países bálticos existirem momentos aos soldados nazistas mortos, mas homenagens semelhantes são proibidas aos soldados soviéticos. Sabia disso ? Acho que não. E já se perguntou por que não sabia disso ? 



Você provavelmente já ouviu histórias muito vagas sobre o assassinato em massa de 30 milhões de kulaks, 30 milhões de agricultores ucranianos e russos e alemães, pelos comunistas na década de 1920 e 1930, mas muito poucos detalhes, tenho certeza. Isto não é ensinado nas escolas e Hollywood não faz filmes sobre isso porque a maioria dos comissários bolcheviques que supervisionaram este programa de assassinato em massa era de judeus comunistas e suas vítimas eram gentios. Qual é a razão em lembrar o mundo sobre isso? Pela mesma razão que você não ouve sobre o que a polícia secreta comunista fez em suas celas de tortura e execução na Polônia, Alemanha, Hungria, Tchecoslováquia e em outros lugares após a Segunda Guerra Mundial, quando eles estavam fazendo a Europa Oriental segura para o Comunismo. Você não ouve sobre isso, não só porque as vítimas não eram  judias, mas os torturadores e assassinos, em muitos casos, eram judeus.

Suponha que os parentes, os herdeiros, de todas estas vítimas não-judias se organizassem e começassem a exigir indenizações pelo que tenha sido feito com eles e pelo que tenha sido roubado deles 55 ou 60 ou 70 anos atrás. Mesmo que eles o fizessem, você ainda não ouviria falar deles, porque as pessoas que controlam a mídia iriam se certificar de que sua história não fosse contada.

Deixe-me lhe dizer sobre um grupo de vítimas - vítimas reais - da Segunda Guerra Mundial de que você nunca ouviu falar por esta mesma razão. Em maio de 1944, os Aliados - as forças da democracia e da igualdade, as forças anti-nazistas e pró-Judaicas - finalmente conseguiram tomar do Exército alemão o castelo de Monte Cassino, nos Apeninos da Itália central, depois de bombardear a abadia do século VI deixando-a em ruínas. Os Aliados tinham muitos soldados marroquinos com eles porque eles queriam "diversidade" em suas forças armadas. Eles queriam demonstrar sua crença na igualdade racial. Os marroquinos foram apenas medianos como lutadores, mas eles realmente se destacaram em cortar as gargantas dos prisioneiros depois da luta terminada. Eles eram muito bons em estuprar civis, também. À noite, depois que a batalha de Monte Cassino acabou e os alemães se retiraram em boa ordem, uma divisão de soldados marroquinos - 12.000 deles - deixaram o acampamento e invadiram um grupo de aldeias da montanha ao redor de Monte Cassino. Eles estupraram todas as mulheres da aldeia e meninas que poderiam ter em suas mãos, cerca de 3.000 mulheres, com idades de 11 até 86 anos. Eles assassinaram 800 homens das aldeias que tentaram proteger suas mulheres. Eles abusaram tanto de algumas mulheres que mais de 100 delas morreram no ato.

As pessoas destas aldeias de montanha são descendentes dos antigos Volsci, uma das tribos na Itália pré-romana, e suas mulheres têm a reputação de ser mais altas e mais graciosas do que outras mulheres naquela parte da Itália. Os soldados marroquinos selecionaram as meninas mais bonitas para estupros em série, com longas filas de marroquinos 'coloridos' esperando a sua vez na frente de cada um, enquanto outros marroquinos possuíam as suas vítimas. Duas irmãs, de 15 e 18 anos, foram estupradas por mais de 200 marroquinos cada. Uma deles morreu de abusos. A outra passou os últimos 53 anos em um hospital psiquiátrico. Os marroquinos estupraram até mesmo alguns dos homens jovens nas aldeias. Os marroquinos também destruíram a maioria dos edifícios nas aldeias e roubaram tudo de valor. (Eu queria saber onde estão as feministas para estes casos)

Curiosamente, não há nenhuma menção desta ação dos nossos galantes aliados 'coloridos' do Norte da África na maioria das histórias da batalha pelo Monte Cassino que foram publicadas desde a guerra. Nem mesmo a história oficial publicada pelo Departamento de Guerra dos EUA menciona o que os marroquinos fizeram a estes aldeões monteses italianos. A política judaica durante e depois da guerra tem sido a de ignorar qualquer atrocidade cometida pelas pessoas do seu lado - a menos que eles pudessem culpar seus inimigos. Por exemplo, o massacre de Katyn: mesmo muitos anos após o fim da guerra, muitos elementos da mídia controlada continuaram a repetir essa mentira sobre a culpa alemã pelos assassinatos de Katyn. O controle judeu da mídia de notícias tornou isso fácil.


Fonte da imagem: http://www.areamilitar.net/HISTbcr.aspx?N=90

Foto # 3153-796927, abadia de Montecassino, 1940
Duas imagens da Abadia de Monte Cassino antes do bombardeio dos Aliados. 
Fonte: http://www.superstock.com/stock-photos-images/3153-796927


Imagem do que sobrou do Monastério de Monte Cassino, após o bombardeio dos Aliados em junho de 1944. 
Fonte: http://www.cassinobattlefields.co.uk/page6.php

E, claro, os relatórios das atrocidades cometidas contra os alemães pelas forças soviéticas durante e depois da guerra também foram suprimidos. Os horríveis estupros em massa de mulheres e meninas alemãs e o assassinato em massa de civis e prisioneiros de guerra alemães foram incitados deliberadamente pelo comissário propaganda judeu-soviético Ilya Ehrenburg. Este comissário judeu enlouquecido de ódio explicitamente exortava o exército Vermelho a estuprar as mulheres alemãs e assassinar os civis alemães, inclusive crianças. E eles fizeram. Mas, claro, Hollywood nunca fez um filme sobre estas atrocidades horríveis. E tanto quanto eu saiba, nenhum dos herdeiros dessas vítimas poloneses, alemães, italianos ou dos aliados pró-Judeus fizeram qualquer exigência dos vários governos Aliados de restituição. (...)

Imagine uma delegação de aldeias italianas idosas da área de Monte Cassino aparecendo em Washington e reivindicando restituição do governo dos EUA para a sua horrível experiência de ter sido estuprada por marroquinos há 53 anos. Afinal, era um americano, o general Dwight Eisenhower, que estava no comando do esforço de guerra aliado e que, portanto, tinha responsabilidade pela conduta dos soldados aliados, inclusive dos marroquinos. Os marroquinos já tinham uma reputação como um bando de estupradores, selvagens sanguinários, de modo que até mesmo trazer soldados marroquinos para a Europa constituía um crime de guerra e um crime contra a humanidade.

Mas você pode imaginar qualquer um dos nossos políticos dando a essas mulheres uma hora do dia? O senador novaiorquino Alphonse D'Amato tem batido os tambores pelos judeus que estão exigindo ouro dos suíços, suecos e de todos os outros. Estou certo de que ele não seria tão útil a seus colegas italianos. Afinal, os italianos não possuem o New York Times. Não, essas mulheres italianas seriam ignoradas. Para reivindicar o status de vítima como os judeus, dessa forma roubando parte dos holofotes dos judeus, seria considerado equivalente a antissemitismo. E a queixar-se de ser estuprada por soldados 'coloridos', certamente seriam acusadas de racismo. Quando os políticos vissem essas mulheres chegando, eles correriam na outra direção e o senador D'Amato estaria correndo mais rápido do que todo o resto.

Cemitério Militar Alemão. Fonte: http://www.cassinobattlefields.co.uk/page6.php

Você sabe, pode ser que esse negócio de judeus extorquirem alguns bilhões de dólares de vários governos e bancos e companhias de seguros que eles reivindicam há 60 anos não é um grande negócio. Afinal de contas, é apenas dinheiro. Mas não deixa de ser um bom exemplo, eu acredito, tanto da forma como os judeus trabalham e da absoluta necessidade que recuperar o controle de nossos meios de comunicação de massa. A meu ver, o que foi feito para as mulheres nas aldeias ao redor de Monte Cassino em maio de 1944 é um crime muito pior do que qualquer coisa que os judeus reivindicam ter acontecido com eles - mesmo que cada uma de suas alegações fossem verdadeiras. É também um crime que a notícia desta terrível atrocidade tenha sido suprimida. A nossas crianças, estão sendo ensinadas hoje uma falsa versão da história e estão sendo levadas a conclusões erradas, como resultado. Por isso, elas são incapazes de defender a sociedade, a sua civilização e sua raça. A elas, foram dadas falsas noções de quem são seus amigos e quem são seus inimigos. E a elas foram dadas essas falsas ideias, foram levados a estas conclusões erradas, por uma única razão, e essa é porque beneficiam os judeus.

Este é um crime terrível. Ele justificaria uma centena de julgamentos de Nuremberg e o enforcamento de todo general, todo político e cada chefe de mídia que participaram.

Se nosso povo sobreviver, temos de saber o que está acontecendo no mundo ao nosso redor. Temos de saber a verdade sobre o que nos aconteceu no passado, não mentiras projetadas para beneficiar os judeus. Você sabe, eu toco neste ponto muito, mas isso é porque é de suprema importância. Algumas pessoas evitam deliberadamente entender isso. Eles fingem que ele deve ser de nenhum interesse para nós quem controla nossos meios de comunicação. Alguém tem de controlá-los, e por isso pode muito bem ser os judeus, eles pensam. Como isso nos machuca? - eles perguntam. Nós ainda podemos obter os últimos resultados do basquete. Nós ainda podemos descobrir o que a previsão do tempo diz. Nós ainda podemos assistir ao nosso game show favorito ou série cômica. Por que devemos nos preocupar que são os judeus nos fornecendo estas coisas em vez de outra pessoa?

Deixe-me dizer-lhe mais uma vez por que devemos estar preocupados, e eu direi isto calmamente. Nós não fomos informados pelos meios de comunicação sobre o que os comunistas estavam fazendo na União Soviética nos anos 1920 e 1930, porque os judeus não queriam que soubéssemos. Poderia nos colocar contra o comunismo e, na União Soviética comunista, os judeus eram os maiorais. Os judeus não queriam que fôssemos contra o comunismo. Então, não havia filmes de Hollywood exibindo fazendeiros russos e ucranianos morrendo de fome enquanto comissários judeus comiam caviar. Em vez disso, o que temos a partir de meados da década de 1930 são filmes anti-alemães e propaganda anti-alemã nos jornais e no rádio. Os judeus queriam que fôssemos anti-alemães, porque os alemães estavam expulsando os judeus da Alemanha. Nos mentiram tanto e por tanto tempo que nós acabamos nos aliando aos comunistas a fim de destruirmos os alemães. E em 1943, quando o Exército alemão descobriu os corpos dos 15 mil oficiais poloneses e intelectuais que tinham sido assassinados pelos comunistas, a mídia judaica daqui mentiu para nós outra vez e nos disse que os alemães tinham feito isso. E foram todas estas mentiras que conduziram diretamente a todas aquelas mulheres nas aldeias da montanha ao redor de Monte Cassino, sendo estupradas por soldados marroquinos em maio de 1944. E as mesmas mentiras levaram ao estupro coletivo e o assassinato em massa de milhões de alemães nos anos depois disso. (Passou da hora também de pormos jornalista nos bancos dos réus de crimes contra a humanidade)

Mas por essas mentiras, nunca teríamos nos envolvido em uma guerra na Europa, mesmo com o ataque japonês a Pearl Harbor. Mas por essas mentiras, o Comunismo teria sido esmagado na Europa 50 anos mais cedo. Mas por essas mentiras, os crimes mais horríveis da História teriam sido evitados.

Por isso, importa muito quem controla a mídia. Importava então, e importa agora, porque ainda estamos sendo enganados. É o pior tipo de irresponsabilidade imaginar que você vai ser bom por não perceber o que os judeus estão fazendo com a mídia e educadamente aceitando todas as suas reivindicações do "Holocausto". Isso não é bom! Isso é criminoso! As pessoas que pensam assim são parcialmente responsáveis ​​por todos os crimes da Segunda Guerra Mundial. Até tomarmos a mídia dos mentirosos, vamos errar em um crime após o outro e uma catástrofe após a outra. Não podemos permitir mais.

Fonte : http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/02/outro-inconformado.html

Abraços

Abate kosher vira crime

Dinamarca proíbe abatimento de animais pelo método Halal e Kasher (ou kosher)

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Foto: RIA Novosti

Na Dinamarca, entrou em vigor uma lei que proíbe abate do gado, sem prévio choque elétrico.

Informando sobre a inovação, o ministro da Agricultura e Indústria Alimentar da Dinamarca, Dan Jorgensen, observou que evitar o sofrimento de animais é mais importante do que os costumes religiosos.

No entanto, o ministro admitiu que, na Dinamarca, existe uma demanda para o abate de animais de acordo com os métodos prescritos pelas tradições das religiões judaica e muçulmana, mas afirmou que faria todo o possível para que a lei funcionasse.

Anteriormente, uma lei semelhante, que proíbe abate ritual sem atordoamento prévio, tinha sido adotada pelas autoridades na Suécia e na Noruega.

Fonte : http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_02_17/Dinamarca-pro-be-abatimento-de-animais-pelo-m-todo-Halal-e-kasher-0073/

O abate ritual judaico está também proibido na Islândia, na Polônia e na Suíça. Falta o Brasil criminalizar esta crueldade que se pratica contra animais em nome da religião. 

Toda e qualquer proteção aos animais sem demagogia, passa necessariamente pelo banimento completo de tal insana prática. 

Abraços

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Povo alemão quer referendo sobre imigração estrangeira

NA MAIOR POTÊNCIA DA UNIÃO EUROPEIA - MAIORIA DA POPULAÇÃO SERIA CONTRA A IMIGRAÇÃO EM MASSA

A maioria dos germânicos mostra-se a favor de um referendo sobre a limitação de entradas de estrangeiros no país. Os resultados poderiam não ser muito diferentes dos obtidos na Suíça. O povo alemão tem assim uma opinião contrária à de Angela Merkel.

Uma sondagem feita pela Infratest dimap, revelou que caso a Alemanha realizasse um referendo sobre imigração, o resultado não seria muito diferente do que foi obtido na Suíça, onde a maioria aprovou a reposição de quotas para entrada de imigrantes vindos da União Europeia.

A sondagem publicada pelo semanário Bild, demonstra que 72% dos germânicos gostaria que o seu país realizasse um referendo para determinar a limitação da entrada de imigrantes. A maioria do povo germânico demonstra ser a favor da restrição à entrada de estrangeiros. E estar contra a posição assumida por Angela Merkel, que mostrou o seu desagrado pelo resultado do referendo suíço.

É o expectável - mais uma vez, e mais outra, e mais outra, e outra, e mais outra, e outra ainda, se demonstra que quanto à iminvasão a elite reinante diz sim, o povo diz não.

Fonte : http://visao.sapo.pt/maioria-dos-alemaes-tambem-defenderia-restricoes-a-imigracao=f769698#ixzz2tbpJCPg9

Trata-se pois de mais uma vitória moral democrática do Nacionalismo, mais uma demonstração de como a Democracia constitui actualmente a melhor amiga do Nacionalismo, mas do Nacionalismo adulto e coerente, obviamente.

Fonte : http://gladio.blogspot.com.br/2014/02/na-maior-potencia-da-uniao-europeia.html

Abraços

Dormindo com a Wehrmacht (3/3)

Paris, 1942: La vie en rose 
The Independent, 09 de abril de 2008

Controverso: Série de André Zucca de fotografias, como esses jovens mulheres posando em óculos de sol incomuns

Uma nova exibição de imagens coloridas descrevendo o dia-a-dia na capital francesa sob a ocupação nazista foi atacada como camuflagem histórica.

É um lindo dia ensolarado no Place de la Concorde em Paris. A cúpula de ouro do Les Invalides cintila à distância. Uma mulher bem vestida, usando um chapéu de palha espera para atravessar a rua.

A imagem poderia ter sido tirada ontem, exceto por dois ou três detalhes. A moda e a ausência de carros. E, oh sim, há um membro das hordas de ocupação nazista à paisana, que também, pacientemente, espera sua vez para atravessar a rua.

Este é, de fato, o verão de 1942, próximo do metade da ocupação nazista da capital francesa. São quase 270 fotografias - parte de uma coleção única de imagens coloridas deste tipo - tiradas em Paris durante a guerra por um fotógrafo colaboracionista francês. As imagens, a maior parte nunca vista antes em público, estão à mostra na Biblioteca histórica da Prefeitura de Paris até 1º. de julho.

As fotografias mostram, a maior parte, uma cidade incrivelmente familiar, calma, chique, feliz e amante da moda. A exibição acabou gerando descontentamento e preocupação em Paris, precisamente porque ela mostra os parisienses sendo parisienses, e levando a vida normalmente, sob o jugo nazista. Eles se sentam à mesas em cafeterias ensolaradas no Champs Elysées. Eles usam auto-confiantes óculos escuros da moda com armações brancas. Eles pescam no rio Sena. Eles vão às compras.

A Prefeitura deu um passo incomum esta semana ao editar um alerta histórico em cada bilhete de entrada para a exposição. O panfleto esclarece que o fotógrafo, André Zucca, trabalhava durante a guerra para a revista pró-nazista Signal. O panfleto diz que este trabalho "escolhe mostrar nada, ou pouco, da realidade da Ocupação e de suas terríveis conseqüências."

Há duas imagens de judeus ostentando estrelas amarelas que uma lei francesa determinou que eles as usassem em público. Há uma fotografia misteriosa da linda curva de colunata da Rue de Rivoli, parecendo como hoje, exceto pelas orgulhosas bandeiras nazistas tremulantes ao vento.

Mas, no conjunto, a exibição torna Paris sob a ocupação nazista um lugar suficientemente agradável para viver. Há poucos carros. Posters de propaganda nazista, suásticas e oficiais exibidos em uniformes alemães ocasionalmente intrometendo-se. De outra forma, as pessoas aparecem conversando alegremente nas cafeterias; crianças em patins e animais domésticos aparecem; amantes apreciam o Sena.

O assistente do prefeito de Paris para assuntos culturais, Christopher Girard, disse ontem que ele achou a exibição "embaraçosa, ambígua... e pessimamente explicada", e isto porque foi a prefeitura que imprimiu os panfletos no último momento, explicando que as fotografias de Zucca - apesar de serem um importante registro histórico - dão uma imagem deliberadamente distorcida de Paris sob a ocupação nazista.

A exibição foi mal conduzida? É tão chocante assim a maior parte dos parisiense, com relativamente poucos judeus e poucos membros ativos da Resistência, simplesmente sendo parisienses entre junho de 1940 e agosto de 1944? A noção de que a capital francesa sofreu terrivelmente sob o jugo nazista foi primeiro alardeada pelo General Charles de Gaulle em 25 de agosto de 1944, o dia que a cidade foi libertada pelos tanques americanos e franceses. Em um discurso improvisado em frente à prefeitura, com atiradores alemães e colaboracionistas ainda em atividade nos telhados, ele homenageou "Paris outragée! Paris brisée! Paris martyrisée!" (Paris violentada! Paris saqueada! Paris torturada!) Na verdade, como o historiador Jean-Pierre Azéema esclarece no livro que acompanha a exibição, Paris foi deliberadamente bem tratada com luvas de pelica pela máquina de propaganda nazista.

Em 1940, Adolf Hitler pretendeu colocar no chão a cidade, mas mudou de ideia. Seu chefe de propaganda, Joseph Goebbels, ordenou ainda em julho daquele ano que a capital francesa conquistada deveria ser encorajada a ser "animada e alegre", de modo que a vida sob os nazistas pareceria atraente para os americanos e outros povos neutros.

O filósofo Jean-Paul Sartre, em um ensaio em 1945, comentou com seus companheiros parisienses que já estavam retratando a ocupação nazista como uma miséria prolongada. "Vamos deixar de lado estas imagens simplistas," ele escreveu. "Não, é claro, os alemães não estavam vigiando as ruas a todo instante com armas em mãos..." O maior problema para a maioria dos parisienses durante a guerra, Sartre disse, foi a sensação de "má consciência" que eles não estavam fazendo nada para resistir aos invasores.

Há também um relato no livro de exibição, escrito por seu curador, do cineasta Jean Baronnet. lembrando suas próprias experiências como menino na Paris da guerra, Baronnet lembra ter visto o líder dos colaboracionistas, o regime de Vichy, Marechal Philippe Petáin, se deslocando por Paris em um Renault conversível. "Eu percebi o quão rosa era sua face e quão branco era seu bigode. Nas janelas e nas ruas, as pessoas aplaudiam e gritavam "Vive le Maréchal".

Isto aconteceu em maio de 1944, um mês antes do Dia D, e três meses antes de Paris ser libertada em cenas de imensa alegria. Tudo muito francês ou tudo muito parisiense? Não, tudo muito humano. O General de Gaulle fomentou o mito após a guerra de que todos os franceses eram ou colaboracionistas ou opositores. Na verdade, 90 % não era uma coisa e nem outra.

Zucca foi capaz de usar o filme colorido alemão Agfa, e tirar fotos livremente nas ruas, porque ele era um colaboracionista. Ele não era necessariamente um simpatizante nazista. Ele é descrito por sua família como um liberal de direita. Ele havia sido fotógrafo internacional para a revista Paris Match antes da guerra.

Após a libertação, uma tentativa foi feita para processá-lo, mas as acusações foram retiradas. Ele caiu no anonimato vendendo câmeras fotográficas em sua loja nas províncias.

Seus negativos coloridos, apagados e riscados pelo passar dos anos, foram maravilhosamente restaurados e limpos para a exibição. Eles foram convertidos para a forma digital, com 5.000 por 3.300 pixels, usando uma técnica desenvolvida (por ironia do destino) por uma empresa alemã. As cores foram ressaltadas e ajustadas para o que acredita-se ser próximo dos seus valores originais. Zucca parece ter tirado as fotografias por seu próprio interesse e divertimento. Elas não foram solicitadas, ou puplicadas, por seus empregadores nazistas.

O panfleto publicado pela prefeitura sugere que Zucca, como colaborador, deliberadamente ignorou o lado duro da vida em Paris durante a guerra. Entretanto, é mais provável que ele tenha apenas fotografado o que realmente viu.

Os mitos franceses, e a "má consciência", em relação à guerra ainda resiste. Por isso, a polêmica em torno de uma exibição que sugere que parisienses comuns levavam uma vida relativamente banal sob o domínio nazista.

Assim, a exibição deveria ser saudada por retratar um despertar, mas importante, da verdade histórica. Há uma espécie de coragem mesmo nas fotografias banais e alegres da exibição. A determinação dos parisienses em serem eles próprios, continuar suas vidas era, por si só, uma forma de resistir ao nazismo.

http://www.independent.co.uk/news/world/europe/paris-1942-la-vie-en-rose-806331.html

Fotos selecionadas da exposição:

Positivo: Os nazistas foram mostrados como integrado
Os nazistas foram mostrados como integrados na vida de Paris em fotos de Zucca. Alguns historiadores dizem que o seu trabalho é facilmente descartado como propaganda.

Demonstração de força: Stern o futuro soldados da Wehrmacht marchar por uma das grandes avenidas da cidade, que na mente dos parisienses são mais comumente associados com a passear e fruição de lazer
Soldados da Wehrmacht marchando por uma das grandes avenidas de paris, que ao nativos era mais comumente associados com passeios e momentos de lazer.

Tentando se misturar?  Oficiais superiores do exército alemão que procuram passear por uma multidão de francês apreciando a tarde em um dos cafés ao ar livre de ParisOficiais superiores do exército alemão passeando por uma multidão de frances apreciando a tarde em um dos cafés ao ar livre de Paris.

Gordura da terra: Um rico procura homem e mulher carona em um carro puxado por dois parisienses finos em uma bicicleta tandem.Um abastado casal em uma bicicleta puxada por outro casal de parisienses. Ao que parece, a ocupação nazista não mexeu na estrutura social da França.

Lembrete de ocupação: um teatro, que tem uma águia imperial pintado em sua parede, proclama-se como cinema de um soldado alemãoLembrete de ocupação: um teatro, que tem uma águia imperial pintada em sua parede, proclama-se como cinema do soldado alemão (Deutsches Soldatenkino).

     Cabeça do governo Vichy Marechal Pétain é a peça central de uma exposição da janela da loja de sapatos
No centro da vitrine de uma loja de sapatos, uma foto do marechal Philippe Pétain, herói da 1ª Guerra Mundial que se tornou o chefe do governo de Vichy durante a ocupação nazista, é a peça central na vitrine de uma loja de sapatos.

A vida continua: os parisienses vão sobre seu negócio, andando em um metrô.  A maioria das imagens do Zucca mostrar Paris como uma cidade animada prósperaOs parisienses vão fazendo seus negócios, andam de metrô e caminham normalmente. A maioria das imagens do Zucca mostram Paris como uma cidade animada e próspera.

Opondo-se ideologias: Um sinal anuncia a exposição da Europa contra o bolchevismo, realizada sob os auspícios da organização nazista frente do Comitê de Ação anti-bolchevique, em Paris, em 1942
Um cartaz anuncia uma exposição internacional de O Bolchevismo Contra a Europa, realizada sob os auspícios da organização Frente Nazista do Comitê de Ação Anti-bolchevique em Paris, em 1942.

Guerra para acabar com todas as guerras?  Mulheres em uniformes militares olhar para um memorial de guerra em comemoração dos mortos na Primeira Guerra Mundial, pouco mais de duas décadas anterioresMulheres em uniformes militares olham para um memorial em comemoração aos mortos na 1ª Guerra Mundial, ocorrida pouco mais de duas décadas anteriores.

Então, se os ônibus na hora certa?  Pendulares parisienses fila para embarcar em um ônibus em um amanhecer frio sob o jugo nazista
Parisienses tomando ônibus normalmente numa fria manhã sob domínio alemão.

Realidade?  Uma mulher idosa caminha vestindo uma estrela amarela.  Mais de 70.000 judeus foram deportados da França ocupada para os campos de extermínio nazistas
Uma mulher idosa anda pela rua normalmente, usando a estrela amarela de Davi que os judeus eram por lei obrigadas a usar.

"Se você quer ganhar mais ... vêm para trabalhar na Alemanha""Se você quer ganhar mais ... venha trabalhar na Alemanha": a França sob o regime colaboracionista de Vichy foi o único país ocupada pelos nazistas que aprovou leis para que seus cidadãos trabalhassem na Alemanha, que tinha escassez de mão de obra por causa dos combates no front soviético.

Controverso: Série de André Zucca de fotografias, como esses jovens mulheres posando em óculos de sol incomunsJovens mulheres parisienses aproveitando a vida sob o domínio alemão, posando com óculos de sol num modelo moda na época para o fotógrafo André Zucca.

Fonte: http://epaubel.blogspot.com.br/2012/08/sgm-paris-1942-la-vie-en-rose.html

Outras fotos selecionados por este blog:

Despreocupado: A série de imagens é preenchido com mulheres elegantes vestindo roupas elegantes

A série está cheia de mulheres elegantes vestindo roupas elegantes e aplicar a maquiagem
A série fotográfica de André Zucca está cheias de mulheres despreocupadas e elegantes vestindo belas roupas e aplicando a maquiagem, em contraste com as dificuldades comumente associados com o regime nazista, como nas duas imagens acima.

Propaganda: Historiadores dizem que imagens como esta de um soldado nazista (em etapas) andando livremente com os parisienses
Historiadores dizem que imagens como esta de um soldado nazista andando livremente com os parisienses, foi produzida para mostrar ao mundo que a França foi feliz sob ocupação alemã. Haja figurino para colaborar com esta propaganda.

    Luz positiva: fotos de Zucca mostram mulheres vestidas no auge da moda e cortejando jovens amantes a desfrutar do sol francês

    Luz positiva: fotos de Zucca mostram mulheres vestidas no auge da moda e cortejando jovens amantes a desfrutar do sol francês
Nestas duas fotos acima de Zucca, mostram mulheres vestidas no auge da moda e cortejando jovens amantes a desfrutar do sol francês. 

Tendo na mira: Um soldado alemão olha para os ursos polares letárgicos-olhando para o Ménagerie du Jardin des Plantes, famoso jardim zoológico de Paris
Um soldado alemão olha para os ursos polares letárgicos no Ménagerie du Jardin des Plantes, famoso jardim zoológico de Paris.

Cidade Captive: Um elefante chega em frente a seu gabinete para tirar algo da mão de um jovem.  Zucca teve como objetivo mostrar uma Paris que estava feliz sob o jugo nazista
Um elefante chega perto dos visitantes para tirar algo da mão de um jovem que parece ser um militar alemão.

Engenhoso: Dois jovens elegantemente vestidas ficar por uma bicicleta em tandem reboque de um transporte de tipos
Dois jovens bem trajados ficam ao lado de sua engenhosa bicicleta com reboque para transporte de variados.

Divertimento do verão: Uma parte do Sena é pontooned fora em uma piscina, que é preenchido com centenas de parisienses agarrar a chance para se refrescar no calor do verão
Divertimento de verão: o rio Sena se transforma num espécie de piscina, que lota com centenas de parisienses tentando a chance para se refrescar no calor do verão.

Um passeio no parque: Tiro pela Zucca para a revista de propaganda alemã Signal, essas imagens mostram uma Paris que está em nítido contraste com as dificuldades comumente associados com o regime nazista
Um passeio no parque: foto de André Zucca para a revista de propaganda alemã Signal. Essas e outras imagens mostram uma Paris que está em nítido contraste com as dificuldades comumente associados com o regime nazista.

Très Chic: As imagens foram tiradas para mostrar ao mundo como a capital francesa estava prosperando após a invasão nazista
As imagens foram tiradas para mostrar ao mundo como a capital francesa estava prosperando e tranquila após a invasão nazista.

      Este cartaz, onde se lê 'Assassins sempre voltar à cena do crime', mostra Joana D'Arc ajoelhado em oração, com as mãos algemadas, enquanto que abaixo dela na cidade de Rouen queima
Chamas: este cartaz, onde se lê "Os assassinos sempre voltam à cena do crime", mostra Joana D'Arc ajoelhada em oração, com as mãos algemadas, enquanto que abaixo dela na cidade de Rouen queima. A cidade foi aproximadamente 45% destruída por bombardeios aliados durante a Segunda Guerra Mundial, quando era o local do quartel general da marinha alemã.

Jovens navegam barcos
Jovem brincando com seu barco tranquilamente em Paris durante a ocupação nazista. Quando a exposição foi realizada em Paris em 2008, Bertrand Delanoë , prefeito de Paris, ordenou notas para acompanhar as imagens que indicassem que elas não evitassem a realidade trágica da ocupação. (sic)

     Uma bela jovem posa em sua bicicleta

     Um vendedor revista falcões suas mercadorias
A maioria das imagens de Zucca, como as duas acima, mostram Paris como uma cidade próspera, animada, repleta de comida, risos e jovens famílias jovens.

Caso Basket: Zucca foi um fotojornalista sucesso antes da guerra e seu trabalho foi publicado em revistas de renome como a Paris Match
Homem com cestos. Zucca foi um fotojornalista de sucesso antes da guerra e seus trabalhos eram publicados em revistas de renome como a Paris Match.

Meninos se sentar em uma parede parque: Depois de Paris caiu para os nazistas em 14 de junho de 1940, Zucca foi contratado para trabalhar para o sinal no ano seguinte para retratar a ocupação de uma forma positiva
Meninos sentados num muro do parque: depois de Paris cair em poder dos nazistas em 14 de junho de 1940, Zucca foi contratado para trabalhar para a regista Signal no ano seguinte, para retratar a ocupação de uma forma positiva.

Demasiado jovem para entender: Meninas e meninos jogar no que parecem ser os primeiros precursores do patins como pano de fundo a Torre Eiffel em Paris central de Champ de Mars
Meninas e meninos brincam no que parecem serem os precursores dos patins e como pano de fundo, a Torre Eiffel no centro de Champ de Mars.

Símbolo do império: um soldado e civis ao redor do moinho perto Agulha de Cleópatra na Place de la Concorde, um dos três obeliscos tiradas do Egito e re-erigido em Paris, Londres e Nova York durante o século 19
Símbolo do império: um soldado e civis ao redor do moinho perto Agulha de Cleópatra na Place de la Concorde, um dos três obeliscos tiradas do Egito e re-erigido em Paris, Londres e Nova York durante o século 19.

Um vendedor de flores fica fora de sua loja em um dia ensolarado brilhante: as fotografias de Zucca são historicamente importante, não só como um exemplo de propaganda nazista, mas também porque eles foram baleados na cor
Uma vendedora de flores defronte sua loja num dia ensolarado e brilhante: as fotografias de Zucca são historicamente importantes, não só como um exemplo de suposta propaganda nazista, mas também por causa de sua qualidade.

Ambigüidade: Após a libertação da França em 1944, Zucca foi preso, mas ele nunca foi processado e continuou a trabalhar como fotógrafo de casamento, até sua morte em 1973
Ambigüidade: após a libertação da França em 1944, Zucca foi preso, mas ele nunca foi processado e continuou a trabalhar como fotógrafo de casamento, até sua morte em 1973.

Um carro equipado para funcionar com gás natural: Com mais gasolina desviada para as forças alemãs para executar seus tanques, navios e aviões, os civis foram forçados a encontrar fontes alternativas de combustível para seus veículos
Um carro equipado para funcionar com gás natural: com cada vez mais gasolina desviada para as forças alemãs para operar seus tanques, navios e aviões, os civis foram forçados a encontrar fontes alternativas de combustível para seus veículos.

Necessidades deve: Outro carro equipado para funcionar a gás natural, com modificações no motor tornando-se quase aparecer como um envenenado Wacky Racer
Outro carro equipado para funcionar a gás natural, com modificações no motor tornando-se quase parecido com um envenenado Wacky Racer.

Blindado de guerra: uma jovem família, incluindo um homem de idade recrutamento de costume, se sentar ao sol comendo uvas
Jovem família, incluindo um homem de idade de recrutamento, sentada ao sol comendo cerejas num clima descontraído.

Força Friendly: soldados nazistas são mostrados participar da vida de Paris e são vistos compras no mercado (à esquerda) e na corrida de cavalos (à direita)

Força Friendly: soldados nazistas são mostrados participar da vida de Paris e são vistos compras no mercado (à esquerda) e na corrida de cavalos (à direita)
Soldados alemães são mostrados participando da vida de Paris e são vistos em compras no mercado (à esquerda) e na corrida de cavalos, conforme as duas fotos acima.

Movimentada: Em vez de guerra rasgado ou reprimidos, Paris nas fotografias de Zucca é visto estar prosperando com lojas cheias e restaurantes

Bonito: Paris é retratada como calmo e relaxado e intocada pela devastação da Segunda Guerra Mundial que foi irado em toda a Europa
Nas duas imagens acima, vemos ao invés de uma Paris arruinada e reprimida pela guerra, ruas movimentas e properando com lojas e restaurantes cheios.

Lazer: Uma mulher bem torneadas inclinando-se sobre o lado da ponte é o foco desta fotografia
Lazer: uma mulher bem torneada inclinando-se sobre o lado da ponte é o foco desta fotografia. Zucca foi dado acesso às últimas - e extremamente raras - filmes Agfacolor para mostrar Paris como uma cidade divertida e cheia de pessoas felizes. 

Uma mulher bem vestida passos de um táxi de bicicleta: Ministro da Propaganda nazista Joseph Goebbels queria Paris para manter a sua imagem de pré-guerra, pelo menos na superfície
Uma mulher bem vestida sai de um táxi de bicicleta.

Bugigangas: Duas mulheres em uniformes de estilo militar compras em uma barraca de venda de brinquedos.  Fotos de Zucca mostrar tanto as dificuldades para os civis franceses e as colaborações entre o regime de Vichy e os nazistas
Duas mulheres em uniformes de estilo militar compras em uma barraca de venda de brinquedos.

Ainda não modernos: Bicicletas são unidos nesta foto com a visão, mesmo assim, anacrônico de uma carruagem puxada por cavalos
Parte do transporte em Paris era feito por bicicletas unidas com assentos confortáveis para passageiros como táxis e ao fundo vemos uma carrugaem puxada por cavalos.

Conseguir o que eles podem: Poorer procurando parisienses em um mercado de baixo-calcanhar rua
Parisienses pegando comida em bairro de classe mais desfavorecida.

Kind of Blue: Graças ao seu acesso ao estoque filme alemão Agfacolour, Zucca foi um dos poucos fotógrafos que poderia fez um monte de fotos coloridas, embora isso parece um pouco desbotada pela idade agora
Graças ao seu estoque do filme alemão Agfacolour, Zucca foi um dos poucos fotógrafos que poderam fazer várias fotos coloridas, embora elas pareçam um pouco desbotada pela idade agora.

Azáfama: Mesmo aqueles que estão envolvidos na resistência ou colaboração que andar pelas ruas para ir às compras, desfrutar de um passeio no parque, tomar uma bebida em um bar
Parisienses transitanto pelas ruas normalmente sem sinais de ocupação alemã.

Importante registro histórico: as fotografias de Zucca ficar como um dos únicos registros coloridas de viver em Paris, no início da década de quarenta
Importante registro histórico: as fotografias de Zucca ficar como um dos únicos registros coloridas de viver em Paris, no início da década de 1940.

Nem todos os jogos e diversão: representações da Zucca da vida parisiense sob domínio nazista não só mostram uma cidade cheia ou feliz, bem de vida das pessoas, mas também as lutas diárias das pessoas tentando sobreviver da melhor forma possível
A fotos da Zucca da vida parisiense sob domínio nazista não só mostram uma cidade cheia e feliz, mas também as lutas diárias das pessoas tentando sobreviver da melhor forma possível igual como nos tempos de paz.

A vida real sob os nazistas: Uma mulher caminha por uma backstreet parisiense, em frente a um senhor mais velho que está marcado com a estrela de David insignia de que os judeus foram obrigados a usar
A vida sob os nazistas: uma mulher caminha por uma rua secundária de Paris e logo atrás um senhor com a estrela de Davi amarela também caminhando tranquilamente.

"Eles dão o seu sangue - dar o seu trabalho para salvar a Europa do bolchevismo ': Outro cartaz incentiva francês para viajar para a Alemanha para o trabalho, aludindo à ameaça da União Soviética
"Eles dão o seu sangue - dê o seu trabalho para salvar a Europa do bolchevismo": era outro cartaz que incentivava o francês para viajar para a Alemanha à trabalho, aludindo à ameaça da União Soviética e do sacrifício de soldados alemães que lutavam na Frente Oriental.

Deixando-os saber quem é que manda: Os sinais da rua anunciar locais das instalações alemãs em Paris, com os seus nomes franceses escrito em texto menor abaixo
As sinalizações de rua são bilíngues durante a ocupação em Paris, com os seus nomes franceses escritos em texto menor abaixo do alemão.

     Oficiais da Wehrmacht falar com uma mulher
Oficiais da Wehrmacht conversam com uma mulher parisiense.

Gay Paris: Uma jovem mulher verifica sua bolsa enquanto um homem senta-se caído sobre uma bengala na frente de cartazes para famoso cabaré Moulin Rouge da Cidade
Uma jovem mulher verifica sua bolsa enquanto um homem senta-se caído sobre uma bengala na frente de cartazes para famoso cabaré Moulin Rouge. 

Descontraído: Ao invés de aparecer invasores, esses soldados nazistas mexer com uma câmera como turistas e parecem ser ter um guia deitado nas proximidades
Ao invés de parecerem invasores, esses dois soldados alemães descontraídos, mexem com uma câmera como turistas e parecem ter um guia no móvel próximo.

     Em seu lazer: os parisienses são mostrados pesca
Em seu lazer cotidiano, os parisienses são mostrados pescando no rio Sena.

     ou desfrutar de tricô ou lendo no parque (à direita)
Mulheres francesas descontraídas no tricô ou lendo no parque num dia ensolarado.

Fazer o melhor possível: Uma multidão rodeia uma banda itinerante como tocar música em uma rua de Paris
Uma multidão rodeia curiosa uma banda itinerante a tocar música numa rua de Paris. As alegres representações de Zucca de Paris sob o domínio nazista permanecem controversos e profundamente angustiante para muitos franceses que viveram os quatro anos da ocupação.

     Feirantes esclarecer após um dia de trabalho
Comerciantes retratados num dia normal de trabalho.

     Grim-faced ciclo passageiros parisienses passado um outro cartaz para a exposição da Europa contra o bolchevismo
Ciclista francês passa ao lado de um cartaz nazista sobre uma exposição contra o bolchevismo. Anti-comunismo era uma pedra angular da ideologia nacional-socialista.

Sede Ocupação: Postos de guarda do lado de fora de um prédio o sinal que anuncia-lo como um local importante para o exército alemão de ocupação
Imagem da sede de ocupação do exército alemão com os postos de guarda do lado de fora do prédio.

Desconfortável legado: as fotos de Zucca ter causado controvérsia ao longo dos anos por seu retrato do francês
Desconfortável legado para muitos históriadores: as fotos de Zucca tem causado controvérsia ao longo dos anos por seu retrato do francês como colaborador com os nazistas e evitando a guerra.

Ainda vida: de Zucca propaganda quadros foram comprados pela Biblioteca Histórica da cidade de Paris em 1986
As fotos de André Zucca foram compradas pela Biblioteca Histórica da cidade de Paris em 1986.

Veja também partes 1 e 2:

http://desatracado.blogspot.com.br/2014/02/dormindo-com-wehrmacht-13.html

http://desatracado.blogspot.com.br/2014/02/dormindo-com-wehrmacht-23.html

Abraços