sábado, 27 de setembro de 2014

A avançada Idade Média

As 10 principais razões para não considerar a Idade das Trevas tão sombria
Por Jamie Frater

Castelos históricos do mundo - Atrações Turísticas - Europa Europeu Castelos Pictures14
Nota do blog Desatracado: Compare-se a arquitetura deste castelo medieval, que não é das mais elaboradas e belas, com as do comunista Oscar Niemeyer entre outros arquitetos recentes, sugere que involuímos. 

Acredito que possamos seguramente dizer que o período da história humana de 476 a 1.000 d.C. é o mais maligno de todos. Este período, conhecido dos historiadores como Idade Média, é ainda conhecido pela maioria dos leigos como Idade das Trevas. De fato, o termo “idade das trevas” é quase tão velho quanto o próprio período – ele foi cunhado em 1330 por Petrarca, o erudito italiano, para se referir ao declínio da literatura latina. Mais tarde, ele foi usado pelos reformistas protestantes (século XVI) e então pelos membros do Iluminismo (século XVIII) como um termo depreciativo com implicações muito maiores, pois eles viam seu próprio “iluminismo” como ausente do período anterior. Dificilmente um julgamento justo do passado. Felizmente, para os modernos estudantes de história, o termo é agora oficialmente conhecido como Alta Idade Média – um nome que não tem nenhuma conotação. Assim, tendo dado a vocês um histórico dos termos empregados, aqui estão dez razões porque a idade das trevas foi, de fato, um período de grande progresso e conhecimento.

10 – As Universidades foram criadas

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A Educação Clássica (ainda hoje utilizada em algumas escolas) foi o sistema usado pelas Universidades que foram criadas na Alta Idade Média (as primeiras na história). As universidades ensinavam artes, direito, medicina e teologia (o estudo da religião). A Universidade de Bolonha (fundada em 1088) foi a primeira a conceder títulos. Além da estrutura clássica (baseada na educação grega clássica), estas universidades medievais foram fortemente influenciadas pela educação islâmica que era próspera na época. Enquanto as mulheres não eram admitidas nas universidades no início, a educação feminina existia. Os conventos da época educavam as garotas que frequentemente entravam na escola com pouca idade. Uma delas, chamada Hildegard Von Bingen, é uma das mulheres mais celebradas da era medieval e que teve grande influência no poder.

9 – Estabelecimento das Fundações da Ciência

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Enquanto o progresso da ciência era lento durante este período no Ocidente, o progresso era uniforme e de alta qualidade. A fundação foi estabelecida aqui para o maravilhoso florescimento da ciência que ocorreria na Baixa Idade Média. Pode ser dito seguramente que, sem o estudo de ciência da Alta Idade Média, estaríamos consideravelmente atrasados em nosso conhecimento científico hoje. O professor Ronald Numbers, da Universidade de Cambridge, diz:  “Noções como ‘o surgimento do Cristianismo matou a ciência’, ‘a Igreja Católica medieval criou obstáculos para o crescimento das ciências naturais’, ‘os cristãos medievais achavam que o mundo era plano’ e que ‘a Igreja proibiu autópsias e dissecações durante a Idade Média’ são exemplos de mitos populares ainda vendidos como verdade histórica, mesmo que eles não sejam apoiados por pesquisa histórica.”

8 – Renascimento Carolíngio

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O renascimento carolíngio foi o período de avanços na literatura, escrita, artes, arquitetura, jurisprudência, estudos litúrgicos e das Escrituras que ocorreram no final dos séculos oitavo e nono. Os carolíngios eram francos[1] e o mais conhecido deles foi Carlos Magno. O império carolíngio foi considerado um renascimento da cultura do Império Romano. Na época, o latim vulgar estava começando a ser substituído pelos vários dialetos como línguas faladas principais na Europa, de modo que a criação de escolas foi vital para espalhar conhecimento adiante entre o povo. Foi também o período que nos deu a fundação da Música Clássica Ocidental.

7 – Era de Ouro Bizantina

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Sob Justiniano, este período nos deu o Corpo de Lei Civil (Corpus Juris Civilis) – um enorme compêndio de Lei Romana.  A alfabetização era alta, a educação elementar era comum (mesmo no interior do país), o ensino básico estava disponível a muitas pessoas e a educação superior (como discutida acima) era também altamente acessível. No império bizantino durante este período assistimos a uma maciça efusão de livros – enciclopédias, dicionários e antologias. Apesar de não terem criado uma grande nova quantidade de informações, eles solidificaram e protegeram para o futuro muito do que já era conhecido.

6 – Unidade Religiosa

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Este é um assunto  controverso, mas o fato é que, durante a Idade Média, a Europa tinha uma única Igreja e concordava com o cânone da Bíblia, e tinha uma tradição filosófica bem desenvolvida. Isto levou (como podemos imaginar) a um grande período de paz dentro das nações ocidentais. Enquanto o Islã não estava de acordo com as doutrinas ocidentais, muito compartilhamento de informações ocorreu e a contribuição islâmica no Ocidente ainda hoje é sentida. Esta união de crenças permitiu um progresso intelectual não visto desde a época do Império Romano em seu auge. De uma certa forma, podemos considerar este período como a calmaria antes da tempestade, já que apenas cem anos depois a Primeira Cruzada haveria de ser convocada para tomar Jerusalém dos muçulmanos – um evento que terminou o compartilhamento de conhecimento entre os dois grupos.

5 – A Chegada da Álgebra

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Graças ao aprendizado do povo islâmico no oriente, o mundo recebeu seu primeiro livro de álgebra. O Compêndio sobre Cálculo por Conclusão e Balanceamento foi escrito por Al-Khwarizmi [*] (790-840) e o título árabe do livro nos deu a palavra “álgebra”. Ela vem do nome de Al-Khwarizmi. Este livro nos deu a primeira solução sistemática de equações lineares (de primeiro grau) e quadráticas (de segundo grau). Traduções posteriores de seus livros nos deram o sistema numérico posicional que ainda hoje utilizamos. Al-Khwarizmi, junto com Diofanto de Alexandria, é considerado o Pai da Álgebra.
[*]  http://www.somatematica.com.br/biograf/khwarizmi.php

4 – Arte e Arquitetura

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Durante a Alta Idade Média, a arquitetura era eclética e inovadora. Ela introduziu ideia de imagens realistas na arte e preparou o terreno para o período romanesco que viria na Baixa Idade Média. O período também incluiu a introdução e absorção de formas e conceitos clássicos na arquitetura. Pode seguramente ser dito que este período foi o primeiro de alta arte – com estilos prévios (período migratório) sendo muito mais funcional e menos “artístico”. Na Alta Idade Média presenciamos o nascimento de uma incrível e bonita história da arte e engenharia civil.

3 – Clima fantástico

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Trivial quanto pareça ser, o clima teve um papel importante nas vidas das pessoas durante a Idade Média e além. Pensamos em “Idade das Trevas” como tempestades de neve, chuvas, trovões e escuridão – tal como vimos em filmes como “O Nome da Rosa”. O fato é que, na Alta Idade Média, a região do Atlântico norte estava aquecendo -  tanto que no início da Baixa Idade Média (1100), a região estava há 100 anos em um evento conhecido como Período de Aquecimento Medieval. Este aquecimento derreteu muito gelo e permitiu aos vikings começar a colonização da Groenlândia e outras nações nórdicas. Ironicamente, da Reforma Protestante (século XVI) até o século XIX, a Europa passou por uma pequena era glacial – o período do Iluminismo era literalmente sombrio e mais frio que a idade das “trevas”. Durante este período, reformas e melhor conhecimento da agricultura forneceram um melhoramento no armazenamento de comida.

2 – A Lei se torna Justa

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A Alta Idade Média tinha um sistema complexo de leis que não eram frequentemente relacionadas entre si, mas elas eram eficientes e justas para a maioria. Para os mercadores viajando ao redor do mundo, havia a Lei Mercante (Lex Mercatoria) que evoluiu com o tempo, ao invés de ser criada. Esta lei incluía a arbitragem e promovia as boas práticas entre os negociantes. Simultaneamente, a Lei Anglo-Saxônica foi criada com foco em manter a paz na terra. Enquanto isto eventualmente levou a leis muito duras, viver sob o sistema legal na Alta Idade Média foi provavelmente a melhor época para viver – já que ele era ainda flexível e justo com a maioria. O terceiro sistema legal importante era a Lei Germânica que permitia que cada pessoa fosse julgada pelo seu próprio povo – de modo a não ser uma desvantagem pela ignorância ou diferenças culturais marcantes.

1 – Explosão Agrícola

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Se quiséssemos matar um mártir pela fome, a Alta Idade Média não era a época de fazê-lo! Como resultado do clima excelente e grande conhecimento agrícola, o Ocidente estava muito bem na foto. Ferramentas de ferro foram extensamente usadas no império bizantino, o feudalismo em outras partes do mundo introduziu um eficiente gerenciamento da terra e excedentes maciços foram criados de modo que os animais eram alimentados com grãos e não grama. A segurança pública também era garantida sob o sistema feudal e assim a paz e a prosperidade atingiu a maioria das pessoas.

  Jamie Frater

Fonte: http://listverse.com/2008/06/09/top-10-reasons-the-dark-ages-were-not-dark/

Nota:

[1] Os francos formavam uma das tribos germânicas que adentraram o espaço do Império Romano a partir da Frísia como federados e estabeleceram um reino duradouro na área que cobre a maior parte da França dos dias de hoje e na região da Francônia na Alemanha, formando a semente histórica de ambos esses países modernos.

Fonte:  http://epaubel.blogspot.com.br/2014/06/as-10-principais-razoes-para-nao.html
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Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro "Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental". Legenda em português por Canal de Kandungus (https://www.youtube.com/user/kandungus).

Thomas Woods graduou-se na Universidade de Harvard e é doutor em História pela Universidade de Columbia.

             

Episódio 1
Introdução: Desmentindo mitos sobre a Igreja Católica e seu impacto na Civilização Ocidental.

Episódio 2
Igreja e Ciência: A Ciência deve muitas de suas descobertas a sábios monges e padres católicos.

Episódio 3
Padres como pioneiros da ciência: Os principais pioneiros da astronomia, geologia e sismologia foram padres católicos.

Episódio 4
O caso Galileu: Uma leitura crítica do caso.

Episódio 5
O Sistema Universitário: A Igreja Católica tem sido há muito defensora do conhecimento e da ciência.

Episódio 6
Deus existe?: Estudiosos da Igreja usam a razão para propor a existência de Deus.

Episódio 7
Os monges: Os monges foram os guardiões do ensino e do conhecimento durante as invasões bárbaras e na Idade Média.

Episódio 8
A Caridade Católica: um vislumbre da imensidade de atos de caridade católica ativa e altruísta, praticados por fiéis de todos os séculos. Mesmo os anticatólicos mais inflamados assombraram-se ante semelhante generosidade.

Episódio 9
A Moralidade Ocidental: a Igreja Católica foi absolutamente crucial à formação dos padrões ocidentais de moralidade.

Episódio 10
O Conceito de Direito: os sistemas legais modernos são como que um resíduo secular das atitudes conformes aos ritos e doutrinas da Igreja, como também do próprio entendimento católico do direito.

Episódio 11
As origens do Direito Internacional: a descoberta do Novo Mundo impeliu alguns teólogos católicos ao estudo e formulação de princípios gerais ao direito e tratamento dos povos. Esse estudo lançou as bases do Direito Internacional.

Episódio 12
Atrocidades anticatólicas: No decorrer da história, muitos católicos sofreram por sua fé. Alguns desses eventos não são muito comentados. Outros estão praticamente esquecidos, como os Afogamentos de Nantes e a Guerra dos Cristeros.

Episódio 13
Recapitulação: revisão das influências católicas na cultura e sociedade ocidental.

Vídeo completo e legendado de "A Igreja Católica: Construtora da Civilização":


Livro "Como A Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental":

             

Se perguntarmos a um estudante universitário o que sabe do contributo da Igreja Católica para a sociedade, a sua resposta talvez se resuma a uma palavra: "opressão", por exemplo, ou "obscurantismo". No entanto, essa palavra deveria ser "civilização".

O autor destas páginas, Thomas Woods, doutorado pela Universidade de Columbia, mostra como toda a Civilização Ocidental nasceu e se desenvolveu apoiada nos valores e ensinamentos da Igreja Católica. Em concreto explica, entre muitas outras coisas:

- Porque o milagre da ciência moderna e de uma filosofia que levou a razão à sua plenitude só puderam nascer sobre o solo da mentalidade católica;
- Como a Igreja criou uma instituição que mudou o mundo: a Universidade;
- Como ela nos deu uma arquitetura e umas artes plásticas de beleza incomparável;
- Como os filósofos escolásticos desenvolveram os conceitos básicos da economia moderna, que trouxe para o Ocidente uma riqueza sem precedentes;
- Como o nosso Direito, garantia da liberdade e da justiça, nasceu em ampla medida do Direito canônico;
- Como a Igreja criou praticamente todas as instituições de assistência que conhecemos, dos hospitais à previdência;
- Como humanizou a vida, ao instituir durante séculos nos direitos universais do ser humano - tanto dos cristãos como dos pagãos - e na sacralidade de casa pessoa.

Num momento em que se propaga uma imagem da igreja como inimiga dos progressos da ciência e da técnica, e da liberdade do pensamento, este é um livro que desfaz preconceitos, corrige clichês e ensina inúmeras verdades teimosamente omitidas no ensino colegial e universitário.

ÍNDICE

I. A IGREJA INDISPENSÁVEL

II. UMA LUZ NAS TREVAS
"Idade das trevas"
A conversão dos primeiros bárbaros
A Renascença Carolíngia
A lenta reconquista do conhecimento

III. COMO OS MONGES SALVARAM A CIVILIZAÇÃO
Inícios do monaquismo
As artes práticas
Os monges como consultores técnicos
Obras de caridade
A palavra escrita
Centros de educação

IV. A IGREJA E A UNIVERSIDADE
Uma instituição única na história
Cidade e toga
Vida acadêmica
A idade Escolástica
Um "rio de ciência"

V. A IGREJA E A CIÊNCIA
Galileu
Deus "dispôs todas as coisas com medida, quantidade e peso"
O problema do momento inercial
A Escola Catedral de Chartres
O sacerdote cientista
Conquistas cinentíficas dos jesuítas
As catedrais como observatórios astronômicos

VI. A ARTE, A ARQUITETURA E A IGREJA
O ódio às imagens: iconoclasmo
A Catedral
O Renascimento
Arte e ciência

VII. AS ORIGENS DO DIREITO INTERNACIONAL
Uma voz no deserto
Francisco de Vitória
Igualdade segundo a lei natural
Bartolomé de las Casas
Direito internacional versus Estado moderno

VIII. A IGREJA E A ECONOMIA
Os fundadores da ciência econômica
A teoria do valor subjetivo
Católicos e protestantes

IX. COMO A CARIDADE CATÓLICA MUDOU O MUNDO
Uma atitude assombrosa
Os pobres e os doentes
Os primeiros hospitais e os cavaleiros de São João
Assistência eficaz

X. A IGREJA E O DIREITO OCIDENTAL
A separação entre Igreja e o Estado
A doutrina da expiação
As origens dos direitos naturais

XI. A IGREJA E A MORAL NO OCIDENTE
Moral católica e morais não-católicas
O duelo
O tema da guerra justa
Castidade e dignidade da mulher
A vida virtuosa

CONCLUSÃO
A "condescendência" divina
Um mundo sem Deus

AGRADECIMENTOS

BIBLIOGRAFIA


Fonte: http://igreja-civilizacao.blogspot.com.br/p/livro-como-igreja-catolica-construiu.html

Abraços

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Graham Bell, ladrão e mentiroso?

Ensinaram-nos muitas mentiras na escola. Uma das mais famosas foi que o judeu-escocês Alexander Graham Bell foi o inventor do telefone. Foi não! Foi um humilde italiano chamado Antônio Meucci. A jornalista gaúcha Lurdete Ertel no caderno INFORME ECONÔMICO do Jornal Zero Hora, Porto Alegre, de 14 de outubro de 2000 na pág.16, afirma:

''Mais uma parte da história está prestes a ser reescrita. Provas cruciais recentemente escavadas reconhecem que o inventor do telefone foi Antonio Meucci e não o consagrado Alexander Graham Bell. Segundo estudos, Meucci definiu pela primeira vez em 1849, os princípios básicos do que mais tarde se chamaria 'teletrófono'. A pioneira transmissão da voz humana através de impulso elétrico por cabo teria sido feita no Teatro Tacon, atual sede da Ópera de Havana/Cuba, onde o inventor trabalhou como engenheiro-chefe. As provas finais, afirmam os estudiosos, estão compiladas nos autos de uma ação judicial em 1887 pelo governo dos EUA contra a Companhia Bell & Graham Bell, acusados de distorção para obter as patentes do telefone. Na época, a empresa conseguiu suspender o julgamento.''



A História do Telefone

A história do telefone começou com uma grande complicação. Em fevereiro de 1876, o senhor Graham Bell depositou, na Seção de Patentes de Washington, a descrição e os desenhos de um aparelho eletromagnético que permitia a duas pessoas falarem e ouvirem-se a grande distância. Algumas horas depois dele, apresentou-se à mesma seção, o senhor Lisha Gray, que consignou a descrição e os desenhos de um aparelho idêntico ao de Bell. A coincidência era muito estranha para não se pensar que um tinha furtado a ideia do outro. E como ambos afirmavam que a invenção era fruto do seu próprio engenho, o caso foi parar nos tribunais.

    
                Selos comemorativos a Antonio Meucci.

Aquele pequeno aparelho não era coisa banal: a ideia valia vários milhões de dólares. Realmente, se o telégrafo já estava difundido e, como ele, os sistemas para comunicação à distanciam já tinham dado um grande passo a frente, o telefone constituía uma novidade de enorme importância, porque permitiria comunicações imediatas e diretas entre os habitantes e os escritórios de uma mesma cidade. Gray acusou Bell de fraude; no tribunal, Bell jurou que a ideia era sua e acreditaram nele. Foi constituída uma poderosa sociedade para a exploração da patente: a Bell's Telephone. Mas, durante o processo, que se arrastou por 8 anos, alguns italianos intervieram na pendência, sustentando que o telefone nascera muitos anos antes, graças a um pobre imigrante italiano: Antonio Meucci. Assim, tanto Bell como Gray teriam-no conhecido e, talvez, apenas aproveitado a ideia do inventor.

Mas quem era Antonio Meucci? Nascido em Florença, em 13 de abril de 1808, foi, a princípio, empregado na alfândega e depois, maquinista teatral. Meucci era um patriota que, pelas suas ideias liberais, ficou na mira da polícia do Grão-Ducado da Toscana. Teve que fugir para a América, seguido pela esposa, Ester Mochi. Na ilha de Cuba, encontrou serviço, como maquinista-chefe, num grande teatro da capital.

Oito anos depois estava em Nova York, onde viviam muitos italianos. Para viver, Meucci fez um pouco de tudo e, afinal, instalou uma fábrica de velas. Nesse ínterim, tivera a ideia do telefone e dedicava tempo e dinheiro às numerosas tentativas para realiza-la. O dinheiro não era muito e, freqüentemente, para adquirir o material necessário para as experiências, recorria aos pequenos empréstimos do amigo Bandelari, que o auxiliava nas pesquisas.

Em 1857, Meucci conseguiu, finalmente, fabricar um aparelho que funcionava de maneira satisfatória; estudara com enorme empenho durante cinco anos, mantendo-se em dia com todas as novas descobertas no campo das correntes elétricas; provara e tornara a provar o aparelho, superando todos os obstáculos. Houve uma tentativa de constituir uma sociedade para explorar a invenção, mas os capitais, que deviam ser inteiramente italianos, alcançaram uma quantia irrisória. Os patrícios emigrados ou eram gente pobre ou não tinham muita confiança na iniciativa.

   
                       Meucci com seu aparelho telefônico. 

Meucci já depositara na Seção de Patentes de Washington uma descrição do aparelho, acompanhada do desenho, feito por um amigo, o pintor Corradi. Mas, depois, tudo lhe aconteceu de errado. Teve que fechar sua fabriqueta e tentar em vão outras atividades, ficando porém reduzido à miséria. Todavia, continuou a aperfeiçoar o telefone e aborrecia-se porque não podia sozinho, realizar provas a grandes distâncias. Dirigiu-se então ao Diretor da Western Telegraph Company. A princípio, recebeu promessas e encorajamentos mas, depois, tudo cessou. E até, ao solicitar a devolução dos desenhos, responderam-lhe que não mais se achavam ali. Teriam sido perdidos realmente ou alguém deles se apoderara com a intenção de estuda-los e torna-los seus? Nunca se soube ao certo.

Para cúmulo do azar, em 1871, quando trabalhava perto de uma caldeira, ficou ferido. E aí veio a miséria extrema: Ester, sua pobre mulher, vendeu também os aparelhos em que Meucci se exercitava.

Em 1876, como dissemos, surgiram Bell e Gray e seu telefone foi apresentado na Exposição de Filadélfia. Tratava-se de um rudimentar aparelho, onde o órgão receptor podia ser confundido com o órgão transmissor. Contudo, o aparelho triunfou e Graham Bell recebeu até os cumprimentos do Imperador D. Pedro II do Brasil, que muito o encorajou. Mas, alguns anos depois, o inventor foi acusado de falso juramento e fraude. A acusação provocou forte clamor, acenderam-se polêmicas. O presidente dos Estados Unidos mandou abrir inquérito, descobrindo-se que a Western Telegraph, à qual Meucci entregara seus desenhos, participava dos dividendos de Bell e de sua companhia. Afinal, a Corte Suprema declarou que cabia a Meucci a prioridade da invenção do telefone. Mas todos os direitos de exploração ficariam com Bell, porque o pobre Meucci não havia encontrado a quantia suficiente para pagar a taxa de renovação e já fazia dez anos que sua patente caducara.

O infeliz inventor, velho e doente, vivia na casinha onde tantos anos estivera hospedado Giuseppe Garibaldi. Um alemão de bom coração, um tal Bachmann, comprara-a e quisera que Meucci ali pudesse terminar seus dias em paz.

O telefone difundiu-se rapidamente pelo mundo todo. Cientista e técnicos como Hughes e Edison, inventor do microfone e muitos outros aparelhos, aperfeiçoaram-no e nos dias de hoje, o telefone se tornou indispensável companheiro de nossa vida diária.

Fonte: Enciclopédia Juvenil/tradução de Jacob Penteado. São Paulo, Lisa, 1972 pág.19-21.

A Pequena Grande Invenção Feita Por Um Pobre Imigrante.

A história do telefone merece ser narrada. Está inserida num período de extraordinárias invenções que mudaram a nossa vida. É uma descoberta legada à imigração e não a colocar em relevo de modo significativo a sua vulnerabilidade.

Antonio Meucci era uma anárquico florentino que havia se refugiado em Havana após os motins de 1831. Era chefe dos mecânicos no ''Tacon Opera House''. Ali, ele teve a ideia de um aparelho que lhe permitisse comunicar rapidamente com os funcionários que estavam sob suas ordens, dizendo quando fariam a montagem e desmontagem das cenas: na prática uma parelho para transmitir à distância a própria voz.



O teatro foi destruído por um incêndio e Meucci transferiu-se então para os Estados Unidos. Vivia pobremente fabricando velas (na sua pequena fábrica trabalhou durantes três anos com Garibaldi) e enquanto isso, aperfeiçoava seu projeto. Em 1857, finalmente conseguiu falar desde sua fábrica com a sua residência, graças a uma linha telefônica verdadeira e própria. Nascia o telefone.

Meucci não tinha meios para patentear sua esplêndida invenção. Só conseguiu em 1871, mas não teve condições de renovar o pagamento da taxa. Depois de cinco anos, a patente caducou.

Em 1876, um certo Graham Bell, entendido em problemas de comunicação vocal, apresentou no Escritório de Patentes, um projeto de aparelho telefônico. Duas horas depois, no mesmo Escritório, apresentou-se o professor Elisha Gray, um físico, com outro projeto telefônico. Foi uma encenação, não só porque os dois projetos eram possivelmente iguais, mas sobretudo porque eram estranhamente semelhantes aos do projeto de Meucci, agora não mais válido.

          
Foi atribuído ao Alexander Graham Bell a invenção do telefone por muitos anos, porém o Congresso dos Estados Unidos reconheceu através da resolução 269, de 15 de junho de 2002 que o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo italiano Antonio Meucci, que o chamou “telégrafo falante”.

Gray contestou Bell, processando-o Bell desfrutou com grande habilidade a invenção e fundou uma sociedade, a ''Bell Telephon Company'' que, em pouco tempo, se tornou uma das maiores sociedades dos Estados Unidos.

O clamor suscitado pelo processo, mobilizou um grupo de imigrantes italianos que queriam que fosse reconhecido em Meucci, o mérito da invenção. Mas também esses era pobres e não tinha condições de enfrentar as despesas de um processo.

Foram dois americanos que tomara a iniciativa: acusaram Bell, não tanto por haver ''roubado'' a invenção do italiano, mas por ''ter conscientemente jurado falso'' ao escritório de Patentes, afirmando que a invenção era sua. Era um acontecimento clamoroso, porque o sistema americano aceita com notável tolerância o roubo, mas considera gravíssimo a falsidade nos atos públicos.

O eco da denúncia foi então enorme. Interveio também o Governo, mas a sociedade de Bell já era então muito potente, obrigando o Presidente dos Estados Unidos a suspender o inquérito.

Mas enfim, o acontecimento tornou-se político; estava em jogo o respeito das regras democráticas, isto é, a igualdade dos cidadãos perante a Lei, forte ou fraco que fosse.

     
Hoje, você pega o telefone e digita o número com quem quer falar, simples assim. No passado, porém, todas as ligações deveriam passar por uma central. As pessoas pegavam o telefone e falavam com a operadora, solicitando-lhe a ligação para determinada pessoa (Imagem do livro “De Electriciteit”, de P. van Capelle / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)

O inquérito foi retomado. Descobriu-se que Meucci, em 1871, com os desenhos no bolso, apresentou-se a uma sociedade, a Western Telegraph Company, que tinha dito estar interessada no invento, mas depois não deu mais satisfação. Os desenhos não foram mais restituídos, alegando que tinha sido perdidos ... Meucci, ingênuo, resignou-se. Não se resignou, ao contrário, a Suprema Corte dos Estados Unidos, que representava o processo. Descobriu-se que a firma Bell, pagava grande soma à Western Telegraph Company, pelo aproveitamento dos desenhos de Meucci, os mesmo que tinham sido perdidos ... Brevemente, a Suprema Corte reconhece, em 1886, o direito da invenção, ao italiano. A invenção era sua: o ''Telefone Bell'' deveria ser chamado de "Telefone Meucci". A Bell, além disso, foi condenada a pagar ao italiano um modesto valor.

Foi uma vitória de princípios, sem conseqüência prática, pois a patente de Meucci não era mais válida e Bell ficou livre para desfrutar comercialmente a invenção. Bell ficou muito rico; Meucci resultou escandalosamente pobre. Não tinha nem mesmo dinheiro para pagar o aluguel.



Foi seu senhorio que teve piedade. Aquele velho octogenário, com uma comprida barba branca e aspecto patriarcal, que não suportava sua desventura sem reagir porque não tinha meios para faze-lo, era verdadeiramente a imagem da injustiça.

O senhorio renunciou a pedir o dinheiro do aluguel. No fim, doou a casa a um comitê de imigrantes italianos, na condição de que o velho inventor vivesse tranqüilamente seus últimos dias. O prédio foi depois transformado em Museu, para recordar o gênio desafortunado.

Essa aventura de um emigrado que poderia ter sido milionário em dólares, morreu ao invés disso, na miséria, provavelmente vítima do primeiro e mais clamoroso caso de espionagem industrial da história.

Fonte: VILLA, Deliso. Storia dimenticata. Porto Alegre, Sagra-Luzzatto, l993 pág.190-1.

Fonte: http://www.fotonadia.art.br/ameucci/

A farsa do telefone - A invenção do telefone ganha nova versão nos Estados Unidos

Por Cristiano Dias da Agência Jornal do Brasil.

Há duas semanas (15 de junho de 2002), o Congresso americano corrigiu um erro histórico. A pedido de Vito Fossela, um deputado de origem italiana, os parlamentares reconheceram o florentino Antonio Meucci como o verdadeiro inventor do telefone. Nessa nova versão da história, o escocês Alexander Graham Bell vira um oportunista que se aproveitou do trabalho de Meucci, um imigrante miserável que não tinha um tostão para pagar o registro de patente de seu invento. O governo do Canadá — onde Bell passou boa parte da vida — contra-atacou, jurando fidelidade ao famoso cientista escocês e trazendo à tona mais um bate-boca sobre quem inventou o quê. Quase um século depois de o avião ter sido inventado, brasileiros e americanos ainda discutem se a paternidade cabe a Santos Dumont ou aos irmãos Wright. O padre brasileiro Roberto Landell de Moura teria feito a primeira transmissão radiofônica dois anos antes do italiano Guglielmo Marconi e há quem diga até que Samuel Morse não inventou o telégrafo. Ainda assim, a quizila entre Meucci e Graham Bell é um capítulo a parte.

          

Antonio Meucci era desses garotinhos que explodiam o próprio quarto misturando líquidos esfumaçados em potes de vidro colorido. Passou a juventude estudando engenharia mecânica e trabalhou como eletricista em vários teatros de Florença. A vida ficou dura após 1830, quando as revoluções nacionalistas sacudiram a Europa. A violência tinha chegado à Itália e Meucci decidiu mudar-se com a mulher para a América. Na época, assim como vários outros imigrantes proibidos de entrar nos Estados Unidos, ele acabou desembarcando em Cuba, onde conseguiu emprego de eletricista na Ópera de Havana. Para engrossar a receita no fim do mês, montou um consultório nos fundos do teatro e virou médico, cuidando de enfermidades com choques quase imperceptíveis. Um dia, tratando a dor de cabeça de um cliente, levou um susto. Ele havia colocado um eletrodo ligado a um fio de cobre na boca do doente e caminhado até outra sala para acionar o aparelho que liberaria a descarga elétrica. Foi quando escutou o gemido do paciente e percebeu que a voz poderia caminhar por impulsos elétricos. O ano era 1849. Alexander Graham Bell tinha dois anos.

Percebendo o potencial da descoberta, Meucci fez de tudo para se mudar para os Estados Unidos, único lugar onde poderia desenvolver e comercializar o invento. E conseguiu. No ano seguinte, comprou uma casa numa cidadezinha próxima a Nova York e abriu uma fábrica de velas, de onde tirava dinheiro para aperfeiçoar o que chamou de “teletrófono”. A novidade caiu nas graças da colônia italiana. Até o revolucionário Giuseppe Garibaldi, que morou algum tempo com o amigo Meucci enquanto esteve exilado, testemunhou a maravilha. A primeira apresentação pública, em 1860, foi um sucesso. Vários jornais de língua italiana em Nova York se surpreenderam com “a voz que viajou por vários quilômetros”. Infelizmente para Meucci, os investidores não se animaram. Em parte porque muitos não viam a menor utilidade num “telégrafo que fala”, em parte porque aqueles que se interessavam não tinham dinheiro para produzi-lo em larga escala. Enquanto a saúde do italiano piorava — ele foi gravemente ferido na explosão de um navio a vapor em 1870 —, o dinheiro era cada vez mais curto. No ano seguinte, sua mulher teve de vender vários “teletrófonos” para uma loja de quinquilharias pela mixaria de US$ 6. Meucci sabia que era preciso patentear a invenção, mas o registro custava a bagatela de US$ 250. O máximo que conseguiu pagar foram US$ 10 para assegurar a intenção de patente, que preservava a descrição do invento e deveria ser renovada anualmente. Em 1873, já não tinha nem mesmo os US$ 10 para manter esse privilégio, e a patente caducou. Recorreu, então, à Western Union Telegraph, gigante das comunicações da época. Os executivos da companhia lhe prometeram estudar o produto e, em troca, Meucci entregou-lhes suas anotações e protótipos, que desapareceram nos laboratórios da empresa. Dois anos depois, o espertalhão Alexander Graham Bell, patenteou o telefone. Quando soube, Meucci quis entrar na Justiça, mas descobriu que todos os documentos sobre seu “teletrófono”, que haviam sido registrados na Agência Nacional de Patentes, em Washington, também haviam sumido. Investigações posteriores revelaram estranhas ligações entre funcionários do órgão que regula as patentes com executivos da Bell’s Company, fundada por Bell em 1877. Mais tarde, descobriu-se também que Graham Bell havia concordado em transferir, durante um período de 17 anos, 20% de todo lucro com a comercialização do telefone para a Western Union. Mesmo assim, Meucci insistiu e conseguiu fazer com que a Suprema Corte analisasse o caso. Em 1889, quando o imbróglio jurídico estava próximo do fim, ele morreu, deixando o estrelato para Graham Bell. O escocês levou seu telefone para a Exposição Internacional da Filadélfia, em 1876, quando o invento virou a cabeça de Dom Pedro II e fez com que o imperador trouxesse a novidade para cá.

Desde então, Graham Bell defendeu com sucesso sua patente em mais de 600 processos e morreu milionário em 1922. Oitenta anos depois, vira protagonista do primeiro caso de espionagem industrial da história.

Fonte: http://www2.uol.com.br/debate/1109/cadd/cadernod05.htm

A Epopéia do Telefone. 

Por Luiz Henrique da Silveira, senador e ex-governador do Estado de Santa Catarina.

Quem já ouviu falar de Antônio Meucci? Ou de Alexander Graham Bell? Do segundo, você certamente dirá: - foi o inventor do telefone. Do primeiro, não dirá nada. No entanto, por mais surpreendente que pareça, o primeiro inventou o telefone. O segundo apenas usurpou e comercializou o invento.

O ítalo-americano Meucci viveu e morreu pobre. O descendente de escoceses Graham Bell viveu e morreu rico. Mais do que isso, consagrado. Tanto que, no dia de sua morte, todos os telefones dos Estados Unidos emudeceram, em sua homenagem.

A verdadeira história do telefone começa no teatro, no Tacon Opera House, onde Meucci, um imigrante nascido em Florença, trabalhava como mecânico de palco. Para se comunicar melhor com seus subordinados, na montagem e desmontagem de cenários, inventou aquilo que se pode chamar de o primeiro telefone.

Isso foi em 1860, quando publicou uma dissertação sobre o invento em um jornal de língua italiana. Em 1871, fez a petição provisória de patente. Mas, como não tinha dinheiro, seu direito autoral caducou em 1874.

Dois anos mais tarde, o médico Graham Bell, que trabalhava no mesmo laboratório onde Meucci desenvolveu seu invento, obteve a patente. Essa patente foi objeto de pedido de anulação, mas caiu no esquecimento após a morte de Meucci, em 1890.

Só agora os Estados Unidos reconheceram a injustiça histórica, reconhecendo Antonio Meucci como o verdadeiro inventor do telefone. Transcorreram 80 anos para que surgisse uma nova e grande evolução na telefonia.

Foi em 1940 que a austríaca Hedwig Kiesler, que ficou famosa nos tempos do cinema mudo como a atriz Hedy Lamaar, criou um sistema pelo qual duas pessoas podiam se comunicar, mudando o canal, para que o diálogo não fosse interrompido.

Era a base do chamado “telefone sem fio”. A partir desse novo “ovo de Colombo”, os Laboratórios Bell, da AT&T, desenvolveram o conceito do celular, que ficou conhecido pela sigla AMPS (Advanced Móbile Phone Service). Isso foi em 1947.

Mas foi só em 1973 que o engenheiro Martin Cooper, que trabalhava para a Motorola, fez a primeira ligação de um celular. Daquele grande aparelho, que mais parecia um tijolo, ele ligou, de uma esquina de Nova Iorque, na presença de um número razoável de populares, para seu colega Joel Angel, da AT&T, que rangeu os dentes de raiva.

No entanto, a primeira versão comercial - o chamado Motorola DynaTAC, que pesava 870 gramas e tinha bateria com capacidade para apenas 8 horas - só apareceu nas prateleiras das lojas de produtos eletrônicos em 1983, ao preço de quatro mil dólares. O impressionante é que, em apenas 20 anos, já haja um bilhão de portadores de celulares, ou tele-móveis, como dizem os portugueses.

A epopéia do telefone demonstra duas verdades. Primeira, cada vez se encurta mais a distância entre um invento e outro. Segunda, o preço do engenho tecnológico cai vertiginosamente com o passar dos meses e dos anos. Ninguém duvide se, dentro de 5 ou 10 anos, TV, telefone e computador estiverem congregados em um só aparelho.

É a herança benéfica de um grande e desconhecido inventor, Antonio Meucci!

Fonte: http://www.luizhenriquesenador.com.br/arquivos/artigos/f64a8b1ff2e140609b857440c368c611.pdf

Injustiça reparada: Graham Bell não foi o inventor do telefone.

Por Omar Kaminski (*)

A Itália saúda a reparação de uma injustiça histórica, pois a Câmara dos Representantes (House of Representatives) norte-americana reconheceu, recentemente, que um imigrante florentino de poucas posses, de carreira "extraordinária e trágica", fora o inventor do telefone e não Alexander Graham Bell.

O "teletrofono" do pouco conhecido gênio da mecânica, Antonio Meucci, eleva-o ao status de inventor do telefone e pai da comunicação moderna. Bell, um "escocês pérfido" que teria tido acesso a seus estudos, obteve a patente 16 anos após.

Nascido em 1808, Meucci estudou design e engenharia mecânica na Academia de Belas Artes em Florença. Entre 1830 e 1840, foi morar em Cuba, e enquanto trabalhava em técnicas para combater enfermidades com a aplicação de choques elétricos, descobriu que os sons podiam trafegar nos fios de cobre. Percebendo o potencial, mudou-se para os EUA em 1850 para desenvolver a tecnologia.

Quando a esposa de Meucci, Ester, ficou paralítica, ele criou um sistema para conectar o quarto ao seu escritório nas cercanias; e em 1860, realizou uma demonstração pública em Nova Iorque, registrada por um jornal da comunidade italiana.

Obrigado a fazer um novo protótipo após Ester ter vendido suas máquinas por $6 a uma loja de objetos usados, seus modelos foram ficando cada vez mais sofisticados. Enquanto cedia abrigo a exilados políticos, Meucci se esforçava para obter auxílio financeiro, fracassava em dominar o inglês e foi alvo de severas queimaduras, provenientes de acidente a bordo de um navio a vapor.

Não pôde pagar os $250 necessários para uma patente definitiva de seu "telégrafo falante", e três anos mais tarde não conseguiu sequer pagar os $10 da renovação anual. Enviou um modelo e detalhes técnicos à empresa de telégrafos Western Union, mas os executivos não demonstraram interesse. Exigiu a devolução dos seus projetos, em 1874, alegaram que haviam sido perdidos.

Dois anos mais tarde, Graham Bell, que havia dividido um laboratório com Meucci, registrou a patente do telefone e fez um negócio lucrativo com a Western Union.

Meucci processou Bell, e estava próximo da vitória - a Suprema Corte acolheu o caso e iniciaram-se as acusações por fraude - mas faleceu em 1889. E o processo, junto com ele.

Fonte: Rory Carroll, de Roma para o Guardian Unlimited.

(*) Omar Kaminski é advogado, diretor de Internet do Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática (IBDI), membro suplente do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e responsável pelo site Internet Legal (http://www.internetlegal.com.br).

Fonte: http://www.conjur.com.br/2002-jun-20/antonio_meucci_verdadeiro_inventor_telefone

Bell não inventou o telefone

Pouca gente sabe mas, Alexander Graham Bell (1847-1922) não foi o inventor do telefone e sim o pobre imigrante italiano Antonio Meucci (1808-1889), nascido em Florença. Este fato foi oficialmente reconhecido pelo Congresso Nacional dos EUA em 15 de junho de 2002, encerrando um longo período de 113 anos de controvérsias.

Entre 1850 e 1862, Meucci construiu cerca de 30 tipos diferentes de telefones, mas não tinha dinheiro para registrar patentes dos inventos. Na época, cada patente custava algo em torno de US$ 250. Era tão pobre que em 1870, quando ficou doente, vendeu um dos primeiros protótipos dos seus "teletrofones" por míseros US$ 6.

Em 1874, Meucci mostrou alguns dos novos modelos que concebera ao vice-presidente da Western Union Telegraphs e dois anos depois foi surpreendido ao ler nos jornais sobre a grande "criação" de Bell.

Em 1887 a justiça chegou a anular a patente de Bell mas como o único documento que citava a invenção do italiano era um modesto registro em cartório datado 1871, os juízes consideraram que a anulação não poderia ser sustentada.

Meucci, que teve tudo para ser uma das maiores fortunas dos EUA, morreu pobre na cidade de Nova Iorque.

Fonte: http://enigmasonline.xpg.uol.com.br/htm2/passado170803b.htm

Para saber mais:

          
Antonio Santi Giuseppe Meucci (Florença, 13 de abril de 1808 — Nova Iorque, 18 de outubro de 1889) foi um inventor italiano, conhecido como o criador do teletrofone. Estudou na Academia de Belas Artes da capital da Toscana, trabalhando posteriormente como empregado da alfândega e depois como técnico de cenários do histórico Teatro della Pergola de Florença, onde conheceria sua futura esposa, Ester Mochi.
       
Casa de campo em estilo neogótico em Staten Island, New York que virou Museu Garibaldi-Meucci. Nesta casa, o imigrante italiano Antonio Meucci, aperfeiçoou um sistema de telefonia e que trouxe injusta fama e fortuna para Alexander Graham Bell. Antiga casa de Meucci é agora um museu e situa-se na 420 Tompkins Avenue, meio caminho entre a balsa de Staten Island e da Ponte Verrazano Narrows. Em 1923, foi erguido o monumento à direita em homenagem ao italiano inventor do telefone que viveu nesta casa de 1850 até sua morte em 1889.
http://www.interestingamerica.com/2010-12-02_Garibaldi_Meucci_Museum_Grigonis.html

         
            Detalhe do busto em homenagem a Antonio Meucci.

Ouvindo através de fios: A Filosofia de Antonio Meucci
http://journal.borderlandsciences.org/1995/hearing-through-wires/

Antonio Meucci   Firenze 1808 - Long Island (Estados Unidos) 1889.
Desde tenra idade ele ficou interessado em fenômenos elétricos e magnéticos. Em 1845 ele se mudou para Clifter, onde abriu uma fábrica de velas. Lá, ele cumprimentou o amigo Garibaldi, que entre 1850 e 1853 tornou-se seu colaborador. Ele fez o primeiro telefone, mas não conseguiu renovar a patente para problemas financeiros. Em 1886, a Suprema Corte reconheceu, no entanto, a autoria da invenção.
http://www.imss.fi.it/milleanni/cronologia/biografie/meucci.html

Museo Storico Virtuale dll'Aei - Sala Antonio Meucci
http://www.aei.it/museo/mam_inde.htm

The Garibaldi Meucci Museum On Staten Island, New York
http://wvwv.essortment.com/guiseppegariba_obg.htm

Mas tem quem não descansa e insiste em desconhecer e tentar desacreditar os fatos reais de tudo e todos acima mencionados. Vejamos o que podemos ler neste sítio: 

"Quatro inventores, em três países diferentes, disputam o cobiçado título de "pai do telefone". Apesar de Alexander Graham Bell ser tradicionalmente creditado como o "vencedor" da corrida pela invenção do telefone, marco do final do século XIX, Johann Philipp Reis, Antonio Meucci e Elisha Gray também criaram aparelhos com semelhante finalidade.

"A descoberta de documentos, em outubro de 2003, no Museu das Ciências de Londres (Grã-Bretanha), reforçou a tese de que teria sido J. Philipp Reis, judeu alemão de descendência portuguesa, quem, 15 anos antes de Alexander Bell, criara um aparelho que transmitia e recebia sons. Os documentos encontrados pelo curador de comunicações da instituição, John Liffen, comprovam a realização, já em 1863 (Sendo que já em 1849, Meucci formulara os princípios básicos do que mais tarde se chamaria 'teletrófono' , e entre 1850 e 1862, já tinha construído cerca de 30 tipos diferentes de telefones), de testes bem-sucedidos com a engenhoca. O aparelho transmitia conversas com sinais fracos, recebendo sons de boa qualidade - mas o padrão dos sons era de baixa eficiência. Reis deu ao aparelho o nome de "telefone" - das Telephon, em alemão, termo que passaria a fazer parte do vocabulário de todo o planeta nos séculos seguintes. Essa palavra já havia sido utilizada antes em outros sentidos, como por exemplo, para descrever tubos de comunicação. O equipamento criado por Reis, no entanto, foi o primeiro "telefone" elétrico capaz de transmitir sons.

"A vida do inventor.

"Johann Philipp Reis nasceu em janeiro de 1834, na pequena cidade alemã de Gelnhausen. Seu pai, Segismundo Reis, padeiro sem maiores recursos, era filho de judeus portugueses oriundos da Beira Baixa, estabelecidos, desde fins do século 18, em Hamburgo, onde florescia uma comunidade oriunda de Portugal."


Abraços

terça-feira, 23 de setembro de 2014

ISIS: Israeli Secret Intelligence Service

ISIS: Israeli Secret Intelligence Service



Em um trecho de uma entrevista em 1990 na C-SPAN com Brian Lamb, Dan Raviv e Yossi Melman, autores do livro "Todo Espião é um Príncipe: A História Completa da Comunidade de Inteligência de Israel" (Houghton Mifflin, 1990), descreve (passagem em cerca de 2:40) como o Gabinete do Primeiro-Ministro israelense refere-se oficialmente a sua subordinada organização "Mossad" - Hebreu para "o instituto" e que denota a mais conhecida agência de inteligência de Israel como "Israeli Secret Intelligence Service" ou ISIS, "bastante curiosamente [ desenho on] tipo de modelo britânico" para fazer referência a tais entidades governamentais, comentou Raviv.


Fonte: http://www.thesleuthjournal.com/isis-israeli-secret-intelligence-service-video/

Apesar do caos reinante no Iraque pós-agressão siono-americana alegando implementar a democracia e neutralizar as armas de destruição em massa que nunca foram achadas, é estranho que os oleodutos que abastecem Israel (pseudo jurada de morte pelos muçulmanos) não são atacados por esse tal ISIS "islâmico". 

-the-chefe da-isis



        

Abraços

Energia elétrica grátis para todos

Bem isso mesmo, todos tinham energia elétrica grátis. Onde isso? Na Líbia do "ditador" Muamar Kadafi. Mas tudo mudou, agora tudo ficou mais "democrático", mais "ocidentalizado", mais "capitalista", mais "sionizado" depois que a OTAN bombardeou e "livrou" o pobre povo líbio do seu "ditador tirânico" que fornecia energia elétrica, saúde de qualidade e educação para todos gratuitamente entre outros benefícios que você, que nós do mundo civilizado, democrático, fashion capitalista, jamais tivemos ou teremos. Afinal, energia elétrica grátis é coisa de "ditador", não combina com democracia, com civilização. E o dinheiro para tais realizações vinha da venda do petróleo e gás e não de impostos cobrados "democraticamente" sobre os cidadãos, suas riquezas, bens, salários, produtos e serviços.



Civilização mesma é a nossa, onde pagamos impostos em duplicidade como o IPVA + pedágio. Governo primitivo era o de Kadafi que pagava 50%, a metade, quando um cidadão comprava um carro e o litro da gasolina custava nem 15 centavos. Esse muçulmano era um "terror".

"Na Líbia de Kadafi, os aluguéis estavam proibidos.

Os líbios que não tivessem casa, era só solicitar que o governo imediatamente providenciava a construção de uma.

Uma lei em vigor, A LEI DO COLCHÃO, determinava que, qualquer cidadão líbio que soubesse da existência de casa alugada, era só atirar um colchão no quintal que a casa passava a ser sua.

Inúmeras embaixadas sofreram com essa lei já que foram ocupadas por líbios.

Um motorista líbio que ali trabalhava informou a um amigo que ainda não tinha casa, que a embaixada do Brasil era alugada.

Imediatamente esse amigo atirou um colchão e reivindicou a propriedade( uma mansão que pertencia a um italiano que retornou à Itália apos a subida ao poder de Kadafi).

O governo líbio precisou intervir para evitar maiores dissabores.

O Brasil acabou ganhando a embaixada e o líbio uma casa nova."

Do jornalista Georges Bourdoukan, especialistas em questões do Oriente Médio e que já entrevistou Kadafi. 

A Lei do Colchão está no "Livro Verde" (The Green Book) de autoria de Muammar Kadafi, que pode ser baixado grátis no link logo abaixo. 

         


Seguem abaixo vários links sobre como as imprensa "democrática", da "civilização" ocidental, manipulou sobre o caso da invasão e consequente destruição das riquezas e soberania líbias.

Relatório da ONU sobre direitos humanos na Líbia antes dos bombardeios e da invasão da OTAN:

Testemunhas subornadas no caso Lockerbie.
Duas figuras-chave na convicção sobre o ataque terrorista do caso Lockerbie foram secretamente recompensados em até US$ 3 milhões em um acordo discutido por detetives da Escócia e do governo dos Estados Unidos, de acordo com documentos judiciais divulgados. Continue lendo na fonte: 

Estatísticas financeiras do FMI sobre a Líbia:

A Líbia em chamas, artigo de David Rothscum, 24 de abril de 2011:

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Com seus colegas da Telesur, Russia Today, o Centro de Pesquisa sobre Globalização e Rede Voltaire, Lizzie Phelan (foto acima) da PressTV, é uma das poucas jornalistas que assumiram o risco de produzir um relato factual da situação na Líbia, contrariando a propaganda vomitada pelos meios de comunicação nos países membros da coalizão. Leia na fonte: 

"Tripoli livre" - só não mencionam os cadáveres, por Lizzie Phelan.
A guerra contra a Líbia não foi apenas uma guerra que absolveu a alegação da OTAN para a força militar mais poderosa do planeta, capaz de impor sua vontade através de pura agressão sempre que lhe aprouver, mas também tem sido uma guerra que reafirmou o mainstream ocidental. O poder da mídia não de apenas fabricar eventos, mas para criar. Leia mais na fonte:

As 10 maiores na guerra contra a Líbia:

A única a matar civis é a OTAN:

A verdadeira razão para a OTAN atacar a Líbia:


Ulrich Lumpert, um engenheiro uma vez empregado pela MEBO em Zurique, deu provas no julgamento Lockerbie que um fragmento de placa de circuito supostamente encontradas entre os destroços da aeronave (e que era absolutamente crucial para a afirmação de acusação que a bomba que destruiu Pan Am 103 estava ligada à Líbia) fazia parte de um agente MST-13 cronômetro fabricado pela MEBO. Em um depoimento feito na Suíça, em julho de 2007 (disponível no site www.lockerbie.ch) Lumpert agora afirma que o fragmento produzido no tribunal era de fato parte de uma placa de circuito manifestação não-operacional que ele mesmo havia retirado das instalações da MEBO e tinha entregue a um investigador do caso Lockerbie em 22 de junho de 1989 (seis meses após a destruição da Pan Am 103). Se isso for verdade, então ele destrói totalmente a versão de acusação de como a aeronave foi destruída, bem como, é claro, como uma demonstração deliberada de fabricação de provas apresentado ao tribunal. Leia mais na fonte:

Crimes da OTAN e da grande imprensa ficam expostas:


As mulheres líbias falam sobre Kadafi:


Mídias mentem sobre a Líbia e Kadafi:


Líderes da Otan culpados sob o código dos EUA por fornecer apoio material à terroristas na Líbia, por Tony Cartalucci:

           

"Suas operações (de Chris Stevens, na foto acima) se baseavam agora em Trípoli e o embaixador se encontrava em Benghazi unicamente devido a uma viagem para entregar dinheiro a mercenários líbios que se dirigiam à Síria para promover atentados terroristas contra outro governo soberano que não se submete ao imperialismo e ao judaico sionismo."

Atentado à embaixada dos EUA em Benghazi foi na verdade um acerto de contas entre criminosos que resultou na morte de 4 americanos denominados de "embaixadores". A briga foi por causa que o bandido dito "embaixador" americano, não cumpriu com o pagamento aos mercenários e rebeldes conforme havia sido combinado. Leia mais em:
http://voltaire77.blogspot.com.br/2014/09/terror-judaico-sionista-na-libua-acerto.html

É uma história CNN não vai denunciar. Tarde da noite, há uma batida na porta em Misurata/Líbia. Soldados armados forçam jovens mulheres líbias para fora de suas camas. Colocando as mulheres e adolescentes em caminhões, os soldados obrigam-nas a participarem de gang bang com os rebeldes da OTAN, ou então estuprá-las na frente de seus maridos ou pais. Quando os rebeldes e militares da OTAN terminam o estupro coletivo, cortam as gargantas delas. Por Susan Lindauer:

         

"Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade constitui um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante de nosso país ... nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugeridas, em grande parte por homens de quem nós nunca ouvimos falar"
Edward Louis Bernays, filho de pais judeus, foi o pioneiro no campo das relações públicas e da propaganda, referenciado como "pai das relações públicas". Combinou as ideias de Gustave Le Bon e Wilfred Trotter com as ideias psicológicas de seu depravado tio Sigmund Freud (1). Nasceu em 22/11/1891, Viena, Áustria e faleceu em 09/03/1995, Cambridge, Massachusetts, EUA.

(1) http://desatracado.blogspot.com.br/2014/03/a-cabala-judaica-e-o-sexo-promiscuo.html

Outro fato, dos mais importantes, foi que o Banco Central da Líbia (2) era estatal, ou seja, não estava em poder dos judeus Rothschild como a candidata Marina Silva pretende fazer com o Banco Central do Brasil, caso vença as eleições. Aécio Neves não fica atrás.

(2) http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2014/09/22/dez-razoes-para-votar-contra-a-independencia-do-banco-central/


Adolf Hitler, outro "ditador" conhecido e execrado pela "civilização", pela "democrática" imprensa, tinha isso sobre banco central em comum com Kadafi, além de ambos também não acreditarem na democracia parlamentar, por considerá-la incompetente, corrupta e injusta. Acha que eles estavam errados? Então observe o Congresso Nacional e o Senado em Brasília.

Esta Líbia do séc. XXI era como o Paraguai do séc. XIX, antes da guerra com o Brasil. Ou como a Alemanha ns do séc. XX. O "capital" destruiu o governo, a nação e o modelo de gestão destes 3 exemplos para não serem copiados por outros países.

"Os líbios têm tratamento médico gratuito e seus hospitais oferecem o que há de melhor, no mundo, em tratamentos e equipamentos médicos. A educação é universal e gratuita, muitos jovens recebem bolsas de estudo no exterior, pagas pelo estado. Ao casar, cada casal líbio recebe empréstimo sem juros de 60 mil dinares líbios (cerca de 50 mil dólares), como auxílio do estado para constituir família. Há empréstimos oficiais sem juros e, pelo que vimos, sem prazo. Dados os subsídios que o estado paga, o preço de carros é muito inferior ao que se vê na Europa e praticamente todas as famílias têm carro. Gasolina e pão são subsidiados e baratíssimos, e os agricultores são isentos de impostos. O povo líbio é pacífico e calmo, não é dado a beber e os líbios são muito religiosos." 
Fonte:  http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2013/05/libia-trata-se-do-petroleo-ou-do-banco.html

Resumindo: razões de sobra para invadir a Líbia. Estava fazendo aquilo que mais contraria os donos do capital.



O "terrível ditador" Kadafi na Líbia restringiu o uso de cartões de crédito (campeão de juros no mundo), mantinha todas as funções dos bancos como uma atribuição do Estado para servir ao povo e não ao "deus mercado", e ainda por cima proibia a usura, que entre os muçulmanos é denominada de riba, e para tal projeto social e nacional funcionar, vetava a entrada de bancos estrangeiros. A Líbia do "ditador" também não tinha praticamente relações com o FMI, e consequentemente não contraia mais dívidas com o FMI. E ainda o judeu Nicolas Sarkozy (que ocupava o cargo de Presidente da França) disse ao mundo "chamou a Líbia de uma ameaça para a segurança financeira da humanidade." (http://www.guardian.co.uk/commentisfree/cifamerica/2011/apr/21/libya-muammar-gaddafi)
Mas que raios é essa “segurança financeira” da Humanidade que o judeu Sarkozy se refere? Referia-se a segurança financeira destas dinastias judaicas? Então esses eram os "perigos" que Kadafi representava.

Agora vejamos como se encontra a Líbia, sua economia, qualidade de vida, segurança e seu povo depois da invasão "salvadora siono-democrática". Verificaremos pela reportagem, que a economia do país está em ruínas, os campos de petróleo e portos inviáveis, a educação e alimentação que outrora era das melhores, estão em colapso, existem guerras internas sectárias por controle dos recursos naturais, por poder, movimentos separatistas, enfim, um caos é o que vemos hoje na outrora pujante Líbia do "ditador" Kadafi.



"Noticiário e verdade não são a mesma coisa." 

Abraços 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Israel quer fechar escolas católicas

Israel pretende fechar escolas católicas 

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A comunidade católica não somente é objeto de perseguição em países onde o radicalismo maometano é imposto, mas também no outro lado da “muralha”, no lado israelense.  Ali, em meio a situações econômicas muito precárias, as autoridades judias declararam que as escolas católicas devem converter-se em “escolas do Estado”.

Este seria o preço a pagar por sobreviver em um ambiente ainda que não explicitamente, mas implicitamente hostil: Perder a especificidade e a identidade.  Desta maneira, a educação católica seria apagada em troca de seguir as diretrizes que estimaram as autoridades públicas.

Segundo a Agência Fides, a comunidade católica na Terra Santa disse que considera “a posição do governo discriminatória e inaceitável”. Primeiro, denunciam como nos últimos anos se tem reduzido as ajudas escolares e vestimentas familiares para afogar financeiramente os centros, para, depois, terminar por justificar seu fechamento total passando tudo às mãos do Estado.

A Oficina de Escolas Católicas e a Assembleia dos Padres Católicos da Terra Santa tem feito muitos pedidos para reunir-se com o Ministério da Educação de Israel, porém a resposta a todas as tentativas de comunicação sempre foram a ignorância e a ausência de resposta.

Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/09/16/israel-pretende-que-las-escuelas-catolicas-sean-cerradas/

Fonte: http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2014/09/israel-pretende-fechar-escolas-catolicas.html

Mais "diálogo judaico-cristão."

"Ai, nação pecadora, povo carregado de iniquidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao SENHOR, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás." 

(Isaías 1:4)

"Por isso, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer mal." 

(Isaías 1:15-16)

"Como se fez prostituta a cidade fiel! Ela que estava cheia de retidão! A justiça habitava nela, mas agora homicidas."
 

(Isaías 1:21)

"E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu." 

(Jeremias 3.8)

Abraço

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

17 de Setembro de 1939



Neste mesmo dia, há 75 anos, o Exército Vermelho de Estaline invadia a parte oriental da Polônia, anexando-a à União Soviética. Ficava assim ocupada a totalidade da Polônia, cuja parte ocidental já tinha sido invadida pela Alemanha a 1 de Setembro de 1939, conforme o planeado no Pacto Molotov-Ribbentrop, que definia as áreas de influência alemã e soviética na Europa Oriental. Contudo, se as conquistas alemãs deixaram a França e a Inglaterra em estado de alerta, o mesmo já não aconteceu com a URSS, que além da Polônia, também invadiu os Estados Bálticos, a Carélia e a Moldávia. À agressão soviética só escapou a Finlândia, que lutou arduamente na célebre Guerra do Inverno, com grandes perdas para o Exército Vermelho.

Para a História, fica a passividade dos Aliados perante as agressões soviéticas, em contraste com a declaração de guerra à Alemanha pela invasão da Polônia. Uma estranha dualidade de critérios.

Fonte: http://accao-integral.blogspot.com.br/2014/09/17-de-setembro-de-1939.html

Abraços

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ritual judeu de chupar pênis de crianças

Rabinos americanos já podem chupar pênis de bebês judeus.

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Só pode ser coisa de judeu. E eu que acreditava ser essa raça a mais inteligente – depois dos japoneses e alemães – do planeta. Quebrei a cara!

Rabino chupando pau do bebê. Os rabinos estadunidenses ganharam a batalha legal e agora poderão succionar o pênis dos meninos que realizaram a circuncisão como parte do ritual judeu.

Os judeus realizam um pacto com Deus cortando o prepúcio de seus bebês aos 8 dias de nascidos, embora para outras culturas isto seja algo muito estranho, o ritual em algumas ocasiões é terminado lambendo a glande dos meninos.

Não parece ser um costume muito higiênico, pois aumenta o risco de contrair herpes, entre outras infecções. De fato foi relatada a morte de dois bebês desde 2010 provocados por este costume.

Em Nova York, os rabinos ganharam a batalha legal e agora lhes permitirão sem temor a nenhuma sanção, succionar o pênis dos bebês após o corte do prepúcio.

Não obstante os riscos que representa este ritual; há pouco uma circuncisão foi mal sucedida no norte de Israel, quando o mohel responsável pelo corte do prepúcio, cortou acidentalmente um terço do pênis do menor de idade que atendia.

O menino teve que ser carregado à emergência de um hospital pois sua vida correu grave perigo. No momento não se sabe se os danos no pênis do menor serão irreversíveis.

Fonte: http://blogdevicentedepaula.com.br/2013/06/01/rabinos-americanos-ja-podem-chupar-penis-de-bebes-judeus/


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Nova York legaliza que rabinos chupem o pênis de bebês judeus.

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Os rabinos estadunidenses ganharam a batalha legal e agora poderão succionar o pênis dos meninos que realizaram a circuncisão como parte do ritual judeu.

Estados Unidos – Os judeus realizam um pacto com Deus cortando o prepúcio de seus bebês aos 8 dias de nascidos, embora para outras culturas isto seja algo muito estranho, o ritual em algumas ocasiões é terminado lambendo a glande dos meninos.

Não parece ser um costume muito higiênico, pois aumenta o risco de contrair herpes, entre outras infecções. De fato foi relatada a morte de dois bebês desde 2010 provocados por este costume.

Em Nova York, os rabinos ganharam a batalha legal e agora lhes permitirão sem temor a nenhuma sanção, succionar o pênis dos bebês após o corte do prepúcio.

Não obstante os riscos que representa este ritual; há pouco uma circuncisão foi mal sucedida no norte de Israel, quando o mohel responsável pelo corte do prepúcio, cortou acidentalmente um terço do pênis do menor de idade que atendia.

O menino teve que ser carregado à emergência de um hospital pois sua vida correu grave perigo. No momento não se sabe se os danos no pênis do menor serão irreversíveis.

Fonte: http://www.sdpnoticias.com/sorprendente/2013/04/09/legalizan-que-rabinos-chupen-penes-a-bebes-judios-en-nueva-york, visto em: Rafapal

Comentário do blog:

Esses rituais de mutilação absurdos e tribais também são praticados em outras culturas, na África por exemplo o clitóris das meninas são cortados para que ao se transformarem em mulheres não sintam prazer. É prática totalmente condenável, mas como o lobby judaico controla bancos, corporações, governos e tribunais, o assunto é tratado como “ritual” ou “costume” e não como crime.

E esse negócio de um homem colocar sua boca no pênis de um bebê é coisa de homossexual e pedófilo, além de cometer atentado violento ao pudor contra um recém nascido, sem falar no risco que a criança corre conforme publicado no artigo . Não vejo nada que justifique a mutilação e muito menos a sucção do órgão mutilado.

Aliás, seria esta a origem do lobby gay e agora “movimento pró-pedofilia” que está crescendo pelas sombras com a complacência de tribunais? É algo para se pensar.

Fonte: http://caminhoalternativo.wordpress.com/2013/04/10/nova-york-legaliza-que-rabinos-chupem-o-penis-de-bebes-judeus/


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Rabino judeu indiciado por contaminar bebês com vírus da herpes durante contato sexual em um ritual de circuncisão. Bebê morreu da doença após passar por procedimento.



Agentes de saúde da cidade está investigando a morte de um menino que foi um dos três bebês que contraíram herpes depois de terem sido circuncidados pelo rabino.

Dez dias após que o rabino Yitzhok Fischer realizou as circuncisões nos gêmeos no outubro passado, um morreu de herpes e o outro garoto testou positivo para o vírus, de acordo com uma denúncia apresentada pelo Ministério de Saúde na Suprema Corte de Manhattan.

A denúncia, relatada na edição de quarta-feira do New York Daily News, também disse que os funcionários de saúde mais tarde encontraram um terceiro bebê que havia contraído herpes após a circuncisão por Fischer em 2003.

Sob a lei judaica, um mohel - pessoa que realiza circuncisões - extrai o sangue da ferida da circuncisão. A maioria dos mohels faz uso de um dispositivo de sucção, mas Fischer usa uma prática rara fora de grupos ortodoxos estritos onde ele usa a boca para tirar sangue depois de cortar o prepúcio.

Herpes pode causar complicações potencialmente graves para as crianças devido ao seu sistema imunológico subdesenvolvido. Um estudo recente publicado na revista Pediatria descobriu que o ritual  põe os recém-nascidos em sérios riscos de contrair o vírus herpes simplex e não deve ser realizada como parte do procedimento de circuncisão.

O advogado do rabino Yitzhok, Mark Kurzmann, disse ao Daily News que Yitzhok estava cooperando com a investigação, embora o rabino foi  submetido a um exame de sangue exigido pela prefeitura de Manhattan.

"Meu cliente é conhecido internacionalmente com estima, é qualificado e consciente do trabalho", disse Kurzmann. A Associated Press contribuiu com essa reportagem.

*Atualizado em 2 de fevereiro de 2005: Fica claro aqui para esclarecer que no ritual de circuncisão no judaísmo, o rabino estranhamente chupa o pênis dos bebês para estancar o sangue e esse não é um caso isolado, mas um procedimento comum que poucos não-judeus sabem. O que preocupou a polícia foram as mortes dos bebês e não o absurdo de um sexo oral em um recém-nascido praticado em nome de uma religião que poderia ser chamado de pedofilia. Apesar de ser uma reportagem de alguns anos atrás, publico aqui para mostrar que a imprensa sionista tenta esconder seus podres.

Fonte: http://averdadeproibidanews.blogspot.com.br/2010/04/rabino-judeu-indiciado-por-contaminar.html

Cenas fortes, sugere-se moderação:




Leia também: http://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/mulher-israelense-multado-em-us-140-por.html

http://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/circuncisao-violacao-da-integridade.html

http://desatracado.blogspot.com.br/2014/07/circuncisao-crime-doloso-ou-religiao.html

"INSANIDADE MENTAL … DISFARÇADA DE RELIGIÃO":
https://gracianoconstantino.com/2015/11/01/insanidade-mental-disfarcada-de-religiao/

Abraços

Por que não de novo a Monarquia?

AGRADECIMENTO À ASSOCIAÇÃO CAUSA IMPERIAL...

            

No dia 17 de agosto, chegou ao meu endereço de e-mail a resposta de contato que fiz com a Presidente do Conselho Diretor da Associação Causa Imperial, a Senhora Margareth Ana Specialski, que gentilmente autorizou a postagem, por parte deste blog, de matérias da Revista Brava Gente Brasileira, editada pela Associação Causa Imperial, bem como de notícias divulgadas no site da referida Associação.

Ficamos, todos, muito agradecidos por esta concessão. O que mostra uma clara integração entre os monarquistas brasileiros, pois, só nossa união fará a diferença.

Divulgo, portanto um artigo disponível no site da Associação Causa Imperial (A.C.I.), que muito chama a atenção e ajuda a descrever o que busca a A.C.I.:

           

"O povo brasileiro mal sabe o quanto a História do Brasil tem sido manipulada desde o golpe de Estado de 15 de Novembro de 1889, que foi desfechado por uma minoria descontente e imposto à maioria da Nação Brasileira, pela força e pela intimidação. 

A História tem sido usada irresponsavelmente como ferramenta para o controle de opinião. O golpe republicano, para se legitimar, necessitou utilizar os mais sórdidos artifícios: colocou na clandestinidade a Monarquia, adiando por um século o plebiscito que decidiria sobre a Forma de Governo de nosso país; perseguiu e calou os monarquistas; expulsou a Família Imperial do Brasil. E durante um século, o Estado republicano incentivou a difamação dos personagens históricos do Império, procurando, ainda, imputar ao Império do Brasil a culpa por todos os problemas de nosso país - principalmente aqueles problemas causados pela má gestão, incompetência e corrupção descarada de muitos governos da República.

Agora, vemos uma reedição da prática das calúnias contra o período Imperial. Acusam o Império de iniciar as favelas. Qualquer professor de História sabe explicar a seus alunos que a favelização dos morros nas grandes cidades brasileiras ocorreu na Velha República, devido ao truncamento do projeto abolicionista do Império, o qual incluía a integração dos ex-escravos no mercado de trabalho. Antes morando em bairros pobres no meio urbano, essa população excluída foi desalojada e empurrada pela República para os morros devido à "maquilagem" republicana, que queria dar um ar de modernidade e higienismo às cidades.

Acusam o período Imperial de corrupção. Isso chega a ser fantástico, partindo de quem parte. Jamais existiu época mais corrupta na História do Brasil do que a época em que vivemos! O Brasil Império, quando nosso jovem país ainda dava seus primeiros passos no sentido da Unidade Nacional, era guiado por um Farol de Moralidade e Ética, chamado Sua Majestade Imperial, Dom Pedro II.

Dizem que a república surgiu atendendo a um apelo popular. Falso. A república não passou de uma quartelada, a que o povo "assistiu bestificado", e que se impôs pela força e pelos conchavos. De um momento para outro, as oligarquias - contrariadas pela Abolição - aderiram aos inimigos do Império, e conseguiram o poder, em um processo em que o povo não foi consultado, não foi considerado e não foi respeitado.

A calúnia contra o Império já teve um alto preço: o Brasil, injustamente envergonhado de seu passado (quando deveria orgulhar-se!) após o Golpe Republicano descaracterizou-se como Nação, perdeu a sua auto-estima, adotou um permanente sentimento de inferioridade perante os outros povos do mundo, cuja cultura passou a imitar, como se não tivesse suas próprias tradições, sua própria identidade - Imperial e Soberana.

A Associação Causa Imperial é uma entidade civil sem fins lucrativos, que visa promover estudos e divulgar a Monarquia Parlamentarista no Brasil. Move-nos o sentimento patriótico de que somente uma Nação que conhece a si mesma pode ser livre.

O Povo Brasileiro tem o direito de conhecer sua verdadeira História, e de buscar novos caminhos para encontrar a sua merecida grandeza entre as Nações do mundo. Em defesa desse direito, levantamos nossas vozes para protestar contra as calúnias lançadas sobre o Império, período áureo de consolidação da identidade Nacional, e para apontar a solução natural, óbvia, legítima, para nossa Pátria: a Monarquia Constitucional Parlamentarista".

Todos por um Brasil melhor!O blog Império Brasileiro - RS / Monarquia Já, agradece imensamente a Associação Causa Imperial.

Fonte: http://imperiobrasileiro-rs.blogspot.com.br/2009/08/agradecimento-associacao-causa-imperial.html

Tudo obra da "augusta, tolerante e fraterna" Maçonaria. Por isso ela é secreta, ou discreta, para que as pessoas não saibam de suas transgressões, abusos e crimes. 

Democracia, o correto é vulgocracia (de direita, centro ou esquerda) é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços