sábado, 9 de maio de 2015

Aos filhos neste dias das Mães

"Pense nisso!", um poema para as mães.


Pintura "Mãe Maria com o Menino Jesus", de Adolf Hitler.

Quando sua mãe envelhecer,
quando seus olhos queridos, fiéis,
não mais verem a vida como um dia já viram,
quando seus pés, cansados,
não mais a quiserem carregar no seu andar –

Então dê seu braço a ela em apoio,
acompanhe-a com alegria.
Chegará o momento onde, em prantos, você
deverá acompanhá-la na sua hora final.

E se ela perguntar algo,
então dê a ela uma resposta.
E se ela perguntar novamente, então converse!
E se ela perguntar outra vez, responda a ela,
não impacientemente, mas com gentileza.

E se ela não puder entender-te corretamente,
explique tudo a ela com felicidade;
pois chegará o momento, a hora amarga,
quando sua boca não mais perguntará por nada.

  Adolf Hitler - Pense ES.jpg

"Denk' es!" (“Pense nisso!”) foi escrito em 1923 por Adolf Hitler e publicado pela primeira vez no jornal Sonntag-Morgenpost de Munique em 14 de maio 1933. Este pequeno poema é um apelo à bondade e paciência para com o envelhecimento de nossas mães, mas que pode ser estendido a todos os idosos. E pelo que vemos como nossos idosos (mães, pais, avós) são tratados pelos filhos e sociedade, o texto é extremamente atual.
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Abaixo, algumas belas pinturas do famoso líder europeu e a tradução de um discurso seu dirigido às mulheres alemãs durante seu governo em 1936 que se encontravam nestes vídeos (https://www.youtube.com/watch?v=PM6jroqzoTw e https://www.youtube.com/watch?v=PiScX5LgK5E) entre outros, "democraticamente" censurados por fazer "apologia ao ódio". Apenas dois minutos de desenho animado que seu filho vê todos os dias pela televisão, contém mais violência que supostamente se alega ter o discurso. Leiamos:

"Se eu penso comigo mesmo se uma mulher deve comparecer a um julgamento, então eu tenho que dizer! Quando que uma mulher que está perto de mim, ou até mesmo se eu quisesse imaginar a minha mãe ainda viva, teria de se sentar na frente de um assassino em um tribunal e decidir o veredito? Nunca! Nunca! Nós não queremos isso. (aplausos)

      Pintura Hitler

Eu também não quero uma policial feminina fardada para andar e correr atrás de malandros ou criminosos.
Estas são todas as coisas que atualmente nós não queremos. Então eles vêm naturalmente e dizem de imediato! "Desculpe-me, mas então você também não vai deixá-las no parlamento."

Certamente, mas só porque eu também estou convencido de que o parlamento não aumentaria o valor da mulher. 
Eu tirei o homem do serviço parlamentar também.

Em outros tempos ... (aplausos)

Em outros tempos muitas vezes eu disse: "Você não acha que se você tiver a mulher presente no Reichstag, que a mulher iria aperfeiçoar as condutas do Reichstag em seguida?"

Eu não tenho interesse em aperfeiçoar o Reichstag ou aperfeiçoar suas condutas de qualquer modo, porque seja honrado, cavaleiro ou enobrecido, retórico ou não, isso é totalmente o mesmo.

Acima de tudo, eu também estou convencido, por exemplo, de que o parlamento na época, não era nada mais do que um saco de maçãs podres. (aplausos)



Agora vocês vão me dizer: "É por isso que agora você deve colocar pessoas sadias no parlamento!"
Não, eu prefiro deixar as pessoas sadias de fora, para que não apodreçam também. (aplausos e risos)

É melhor ... deixar morrer algo que já está destinado a morrer.
Quando eu olho ao redor do mundo de hoje, a imagem dos jornais que me vem a memória é, 
Um regimento na União Soviética de mulheres atiradoras! Ou ... um batalhão de mulheres granadeiras na Espanha! 

Tudo o que posso dizer para os representantes deste tipo de igualdade feminina: Eu não seria um homem, se eu tolerasse tal coisa. Eu experimentei a guerra. Eu sei como é difícil. Eu sei o quanto os nervos de muitos homens foram abalados por esta guerra. 

Vi muitas vezes retornarem dezenas deles, trêmulos, completamente arruinados e quebrados!
A ideia de que uma menina ou uma mulher tem que passar por isso ... Eu não poderia respeitar os homens Alemães então!

Ou eles assumem a responsabilidade por isso ou devem renunciar-se! (aplausos)



Enquanto temos um gênero masculino saudável, e nós nacional-socialistas vamos garantir isso, que não haja granadeiras ou atiradoras sendo treinadas na Alemanha. 

Isso não é igualdade, na realidade são direitos inferiores para as mulheres, porque é mais difícil para as mulheres que para os homens. Para ela, é muito mais terrível do que para o homem. 
Eu poderia dizer muito bem que estou armando crianças para no futuro enviá-los para a guerra. 

Nós não vamos fazr isso.

Mas tirando isso, diante dos nossos olhos, há uma imensidão de oportunidades e áreas de trabalho para a mulher, porque para nós a mulher tem feito o trabalho mais fiel e companheiro do homem em todos os momentos.

Muitas vezes me disseram: "Você deseja remover a mulher de todas as profissões!"

Em geral, eu vou dar-lhe apenas a possibilidade de ser capaz de se casar e ajudá-la a fundar uma própria família e ter filhos, porque ela faria isso - e esta é minha convicção agora - que beneficiaria a maioria do nosso povo, com certeza.
Isso é claro.  (aplausos)

E vocês precisam entender isso de mim: Se eu tiver uma advogada na minha frente algum dia, e não importa o quanto ela conquistou (profissionalmente), ao lado dela há uma mãe com cinco, seis, sete filhos em ótima saúde e bem-educados por ela, então eu quero dizer: Do eterno ponto de vista, do valor eterno do nosso povo, a mulher - que é capaz de ter crianças e tem crianças e os criou, desse modo, dá ao nosso povo a maior capacidade de viver no futuro, - Alcançou mais. Ela fez mais, (aplausos)

Ela nos ajuda a evitar a morte de nosso povo."



Abraços

Para reflexão

          

"Cultive a vontade em desenvolver o próprio pensamento."
Adolf Hitler, 1889 - 1945, citado no livro Mein Kampf (Minha Luta) de sua autoria.

Abraços

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Você quer eles de volta?



Esta justa e patriótica crítica, não é uma defesa dos governos Dilma e Lula, bem porque eles nada fizeram para reverter à Nação com os devidos ressarcimentos, esta macabra situação da "venda" desta mineradora à família judaica de Benjamin Steinbruch (1) chamada naquele trágico governo siono-tucano-maçônico de Companhia Vale do Rio Doce, criada pelo presidente Getúlio Vargas em 1942 quando encampou as reservas de ferro que pertenciam ao quacre americano Percival Farquhar. E é interessante notar que as instâncias jurídicas superiores têm em suas gavetas mofando quase absurdos dois decênios já, várias ações questionando a "venda" da mineradora e que até presente data não foram julgadas (2), enquanto que vários outros processos que deram entrada muito mais recentemente e sem a relevância nacional e econômica como neste claro crime de lesa-pátria, são estranhamente mais ágeis em analisar.

Ou será que não investigam porque é tudo em família?

[Imagem: quem_controla_presidentes.jpg]

Dizem ser Fernando Henrique Cardoso descendente de judeus expulsos de Portugal há vários séculos; Luis Inácio Lula da Silva descende de "cristãos novos" - judeus convertidos ao Cristianismo; e Dilma Vana Rousseff é declarada como filha de judeus de origem búlgara. (3)

Você acredita em coincidências recorrentes?

Notas:
(1) http://culturahebraica.blogspot.com.br/2009/10/lista-de-judeus-de-destaque-no-brasil-2.html
(2) Publicado em 27/11/2006 - Dez anos depois, a privatização da mineradora Vale do Rio Doce ainda é questionada na Justiça. Ao todo 107 medidas judiciais entre ações populares e ações civis públicas tentam reverter a venda, realizada em maio de 1997. Leia mais http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-gerais/2007/agosto-2007/dez-anos-depois-107-acoes-judiciais-questionam-privatizacao-da-vale-do-rio-doce e https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/02/16/acoes-contra-a-privatizacao-da-vale/
(3) http://judeusdobrasil.blogspot.com.br/

Vídeo diz que Dilma Rousseff, presidente do Brasil, é judia:


Parece que ao votarmos, apenas trocamos seis por meia dúzia. Ou seja, democracia de direita, centrou ou esquerda, é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Judeu, povo mais inteligente do mundo?

      Imagem relacionada

Lemos em vários lugares como jornais, livros, blogs, em redes sociais, comentários, teses e afirmações de várias pessoas - mais parecendo inocentes úteis - e principalmente daqueles que se dizem da etnia judaica, trombetearem de peito estufado serem o "povo mais inteligente do mundo", de serem o "povo eleito", serem descobridores ou inventores disso e daquilo, de serem "ganhadores de maior parte dos prêmios Nobel" racialmente contabilizados por eles próprios - não vou entrar no mérito racista da questão -, o que quero é chamar a atenção dos leitores é que sobre a saga desse povo, pairam grandes dúvidas, e uma das atuais e que os atormenta é a do alegado Holocausto que dizem ter sofrido e como sendo um evento promovido pelo nacional-socialismo no intuito de exterminá-los em escala, produtos e processos industrias.

Então, gostaria de entender por que este "povo super inteligente", "povo eleito" (portanto protegido divinamente, só não no tal Holocausto aparentemente), "ganhadores de prêmios Nobel" fogem de todos os debates, mas de todos mesmo, que já foram e são lançados por pesquisadores nacionais e estrangeiros que questionam a veracidade, depois de pesquisas racionais e sérias, do tal "mui verídico Holocausto industrial". Os fatos não fecham quando não cansam de se gabar em falar que detêm "tantos prêmios Nobel", de serem "divinos escolhidos", etc, com a curiosa e teimosa recusa ao debate aberto, honesto, sem ameças ou chiliques. Mas até hoje, realmente nenhum desses "inteligentíssimos judeus ganhadores de prêmios Nobel" ou "divinos eleitos" que se dizem sobreviventes aceitou o debate, pelo contrário, infelizmente alguns optam desavergonhadamente pelo xingamento, pela censura discreta ou grosseira, ameaças veladas ou não, polícia, confusões e trapaças semânticas e até apelando às vias de fato, ou em eternas lamúrias e exigindo leis e interpretações excêntricas e inconstitucionais que lhes privilegiam em detrimento de milhões de nacionais e inclusive das ciências exatas.

Por que são tão fujões? Por que têm tanto medo de debates ordeiros? Será que encontramos a resposta nas palavras de advertência do Apóstolo Paulo na carta a Tito 1: 14 "e não deem atenção a lendas judaicas nem a mandamentos de homens que rejeitam a verdade." 

E terminando, deixo ainda estes dois axiomas bem populares para reflexão: "Onde há fumaça, há fogo" e "Quem não deve, não teme".

Abraços

As olivas terroristas

O significado das oliveiras para os palestinos vai muito além de mero meio de subsistência comercial e fonte de alimento.



Há tempos a colheita da azeitona deixou de ser uma época alegre nos territórios palestinos: o muro que impede os agricultores de terem acesso a suas terras, os ataques de colonos judeus e a destruição de oliveiras transformam a coleta em um momento de tristeza a cada ano.

A oliveira para os palestinos é muito mais do que uma fonte de renda, é um símbolo de sua ligação com a terra e uma parte fundamental de sua cultura, de suas milenares tradições e rica história, já que o azeite de oliva nunca falta na mesa.


Quase metade do território palestino cultivado é ocupado por oliveiras, de cujos frutos vivem cerca de cem mil famílias, que enfrentam uma verdadeira corrida de obstáculos para realizar a colheita que lhes é um direito básico, humano e cultural.

O muro construído por Israel na Cisjordânia impede a passagem de centenas de palestinos à suas terras e os deixa à mercê dos colonos judeus que arrancaram, cortaram e queimaram 7.500 oliveiras entre janeiro e setembro de 2011, segundo dados das Nações Unidas. Em 91% dos casos denunciados, ninguém foi acusado. Além dos coletores palestinos servirem de alvos como se estivessem numa ou fossem uma estande de tiros.

             

Israel, ao extirpar estas centenárias árvores de forma tão cruel e impune, visa não somente destruir completamente a cultura, os costumes, os sonhos, direitos e crenças do povo palestino para que não lhes sobre quaisquer resquícios materiais ou espirituais de que alguma vez estiveram nesta região, mas também percebe-se a clara intenção de humilhar, de puro achincalhamento a este povo tão sofrido, assaltado, assassinado e caluniado através destas agressões aviltantes e vultosas às suas crenças e direitos à existência, à paz, justiça e um lar soberano. É um claro crime de etnocídio (destruição de uma etnia no plano cultural), além do já muito bem provado crime de genocídio (destruição de uma etnia no plano físico).

             

Se isso não é terrorismo ou desumanidade, então pouco coisa restou para assim ser designado.

Palestina é dos palestinos! Participe, divulgue e chame seus conhecidos para o abaixo-assinado do movimento popular mundial pela criação imediata do Estado Palestino livre e soberano. Participe, divulgue e chame seus conhecidos. Obrigado.

http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=P2011N14597

Abraços

domingo, 3 de maio de 2015

Uma boa aula de História

Por gentileza, assistam com atenção a este pequeno vídeo até o final. Obrigado.


Que sirva de alerta e reflexão.

Abraços

sábado, 2 de maio de 2015

Estupradores, assassinos, ladrões, desertores ... o que mais?

Os Desertores
por Laura Collins, Dailymail.

             

Nas semanas seguintes à libertação dos nazistas, Paris foi atingida por uma onda de crimes e violência (não tinha isso durante a ocupação alemã?) que transformou a cidade na Nova York e a Chicago da época da Lei Seca. E a causa foi a mesma: gângsteres americanos.

Enquanto os Aliados lutavam contra as forças de Hitler na Europa, policiais lutavam contra os criminosos que ameaçavam aquela vitória (realmente drástica a situação). Homens que abandonaram o “bem maior” em troca do auto-interesse, lucros do mercado negro e a luxúria dos cafés e bordéis de Paris: os desertores.

A existência de tais gangues é uma das muitas revelações em um novo livro constrangedor, “Os Desertores: Uma história secreta da Segunda Guerra Mundial”.

Altamente organizados, armados até os dentes e impiedosos, estes desertores usaram seus uniformes americanos como outra ferramenta de seu negócio junto com as vastas quantidades de armas roubadas, passaportes falsos e veículos roubados que eles tinham à sua disposição.

Entre junho de 1944 e abril de 1945, o Departamento de Investigação Criminal do Exército Americano (CBI) envolveu-se com 7.912 casos (*). Quarenta por cento envolviam apropriação indébita de material americano.

Maior ainda era a proporção de crimes de violência – estupros, assassinatos, homicídio involuntário e assalto que respondeu por 44% da força de trabalho. Os restantes 12% foram crimes tais como roubo, invasão doméstica e baderna.

Antigo correspondente-chefe da ABC News, o autor do livro, Charles Gass, havia se interessado pelo tema há muito tempo. Mas tudo começou somente quando ele teve a chance de se encontrar com Steve Weiss – combatente veterano condecorado da 36ª. Divisão de Infantaria e antigo desertor.

             Steve Weiss, à esquerda, na foto com o autor Charles Glass, em Paris, onde foi tribunal marcial por deserção.  Ele tinha 19 anos e achava que sua vida tinha acabado.
          Steve Weiss, à esquerda, com o autor Charles Glass. 

Glass estava dando uma entrevista para divulgar seu livro anterior, “Americanos em Paris: Vida e Morte sob a Ocupação Nazista” quando o americano começou a fazer perguntas. Ficou claro, Glass reconta, que o conhecimento do entrevistador da Resistência Francesa era mais profundo que o seu próprio.

Eles marcaram um café e Weiss perguntou a Glass no que ele estava trabalhando. Glass relembra: “Disse-lhe que era um livro sobre os desertores americanos e britânicos na Segunda Guerra Mundial e perguntei se ele sabia algo sobre isso. Ele respondeu: ‘Fui um desertor.’”

Este outrora garoto idealista do Brooklyn, que se alistou aos 17 anos, lutou na praia de Anzio e através da perigosa foresta das Ardennas, ele foi um dos poucos soldados regulares americanos a lutar com a Resistência em 1944. E ele desertou.

Sua história era, Glass percebeu, tanto secreta quanto emblemática de um grupo de homens, envoltos sob uma bandeira de vergonha que os classificava como covardes. Mesmo assim, a verdade era muito mais complexa.

Muitos tinham medo. Eles haviam atingido um ponto além do qual eles não poderiam voltar e decidiram pela desgraça ao invés do túmulo. Alguns relembraram acordar, como se estivessem em um sonho, para constatar que seus corpos os haviam deixados longe do campo de batalha.

Outros, como Weiss, lutaram até que sua fé em seus comandantes imediatos desapareceu (por quê?!). Foi uma forma de loucura ou uma lucidez repentina que os levou a desertar? Glass não afirma ser capaz de responder (medo de represálias depois de tantas décadas?) esta questão para a qual o próprio Weiss dedicou seus últimos anos sem nenhum sucesso.

Outros desertaram ainda para ganhar dinheiro, roubando e vendendo suprimentos militares que seus camaradas no front precisavam para sobreviver. Oportunistas e cafajestes, certamente, mas não covardes – a vida que escolheram era tão violenta e sanguinária quanto a da guerra.

50.000 soldados americanos e 100.000 britânicos desertaram (*) durante a Segunda Guerra Mundial. Contudo, de acordo com Glass, o fato surpreendente não é que tantos homens tenham desertado, mas que tão poucos o tenham feito. (?!)

Somente um foi executado por isso, Eddie Slovik. Ele foi, até aquela época, por sua própria avaliação, o homem mais azarado vivo.

Ele nunca lutou uma batalha sequer. Ele jamais fugiu como a maioria dos desertores o fizeram. Ele simplesmente deixou claro que preferia a prisão ao campo de batalha.

Dos 49 americanos sentenciados à morte por deserção durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi o único cujo apelo para comutação da pena foi rejeitado. Seu grande pecado, como nos conta Glass, foi o momento. Seu apelo foi feito em janeiro de 1945, justamente quando a contraofensiva alemã, a Batalha das Ardenas, estava no seu auge. As forças aliadas estavam quase em seu ponto de ruptura. Não era tempo, pensou o Comandante Supremo Aliado, general Dwight Eisenhower, para perdoar deserções.

             O Homem unluckiest no Mundo: Eddie Slovik, à esquerda, era o único homem tiro por deserção, executado em 1944 depois que o general Dwight Eisenhower, direito, decidiu que não podia arriscar a aparecer suave sobre o crime
Nascido em 1920, Michigan, EUA, o soldado Edward Donald Slovik foi acusado de deserção pelo governo e executado em 31 de janeiro de 1945, em Sainte-Marie-aux-Mines, França. Ele foi o único estadunidense a ser morto por deserção durante a 2ª Guerra Mundial, e o primeiro desde a Guerra de Secessão.

Ele foi então enviado à remota vila francesa de Sainte-Marie-aux-Mines e a verdade foi escondida mesmo de sua esposa, Antoinette. Ela foi informada que seu marido tinha morrido no Teatro Europeu de Operações. Sua identidade foi finalmente revelada em 1954 e vinte anos depois Martin Sheen o interpretou no filme televisivo, “A Execução do Soldado Slovik”. Nele, Sheen recita as palavras que Slovik disse diante do pelotão de fuzilamento: “Eles não estão me fuzilando por ter desertado do Exército dos Estados Unidos. Eles apenas precisam de um exemplo para os outros e estou nessa porque sou um ex-preso. Costumava roubar quando era garoto, e este é o motivo pelo qual vão me fuzilar. Vão me fuzilar por causa do pão e da goma de mascar que roubei quando tinha 12 anos.”

O soldado Alfred T. Whitehead teve uma história diferente. Ele era um garoto do interior do Tennesse que se alistou para escapar de uma vida miserável e violência que sofria nas mãos de seu padrasto. Ele acabou como um gângster apavorando as ruas de Paris.

Whitehead lutou na Normandia e afirma ter enfrentado o inferno das praias nos desembarques do Dia-D. Ele considerava-se um soldado profissional “duro-na-queda” e o resto de sua piedade na infância evaporou no calor da batalha. Ele esteve em combate contínuo contra os alemães do Dia-D até 30 de dezembro de 1944. Ele foi condecorado com a Estrela de Prata, duas Estrelas de Bronze, a medalha do combate de infantaria e uma citação de distinção de sua unidade.

Quando ele foi considerado inválido para Paris por causa de uma apendicite, ele pensou que voltaria para sua unidade, a 2ª. Divisão, para se recuperar. Ao invés disso, foi enviado para o 94º. Batalhão de Reforço, um grupo de substituição em Fontainbleau. Quando um jovem oficial forneceu a Whitehead um fuzil da Primeira Guerra Mundial para montar guarda, ele disse ao oficial para pegar a “espingarda de chumbinho” e enfiá-la no rabo. Ele exigiu as armas com as quais estava acostumado – uma pistola .45, uma submetralhadora Thompson e uma faca de trincheira.

Sua deserção real foi medíocre. Whitehead procurava por uma bebida. O Clube de Serviço Americano recusou-lhe a entrada porque ele não tinha passe e, assim, ele vagou em busca de uma cama num bordel. Ele a encontrou. Pela manhã, ele foi declarado Ausente sem Licença Oficial (AWOL). No dia seguinte, uma garçonete de um café ficou com pena dele e acrescentou ovos fritos e batatas ao seu pedido de sopa e pão. Quando a Polícia Militar chegou e começou a fazer perguntas, ela deu a Whitehead a chave do seu quarto em um hotel barato e lhe disse para esperar por ela.

De soldado condecorado ele moveu-se sem problemas para uma vida de criminoso no submundo de Paris. Uma chance de encontro o levou para tomar seu lugar como membro de uma das muitas gangues de ex-soldados aterrorizando Paris.

Comandada por um ex-sargento paraquedista, os assaltos eram planejados como operações planejadas. O próprio Whitehead admitiu, “roubávamos caminhões, vendíamos o que eles carregavam, e usávamos os caminhões para roubar armazéns.” Eles usavam táticas de combate, roubando suprimentos que eram destinados às tropas da linha de frente. Seus crimes se espalharam, inclusive, na Bélgica. Eles atacavam civis e alvos militares indiscriminadamente. Suas atividades criminais deram a Whitehead “uma excitação maior que a guerra.” Citando a memória do ex-soldado, Glass reconta suas vanglórias: “Roubamos cada café de Paris, em todos os setores, exceto o nosso, enquanto os policiais ficavam loucos.”

Eles roubavam caixas de conhaque e champagne, jipes e invadiam casas cujos lençóis e rádios eram “fáceis de passar adiante”. Eles roubavam gasolina, cigarros, licor e armas. Em seis meses, Whitehead conseguiu acumular U$ 100 mil com a pilhagem.

Não é de estranhar que quando a vitória na Europa foi anunciada em 7 de maio de 1945, Whitehead admitiu que “aquele dia, todos em Paris e no resto da Europa estavam celebrando, mas eu apenas fiquei em meu apartamento pensando sobre tudo.” Isto porque a deserção do soldado Whitehead não encerrou sua guerra – era uma parte dela. Assim como era parte das muitas guerras dos soldados que há muito tempo não foram registradas.

No final, Whitehead foi capturado e julgado. Ele foi dispensado desonradamente e passou um tempo no Campo de Treinamento Disciplinar Delta no sul da França e em penitenciárias federais em Nova Jersey.

Muitos anos depois, ele teve a “dispensa desonrosa” convertida em uma geral ao invés de ser processado por falsidade ideológica.

Em tempos de paz, as aparências importavam mais a Whitehead do que a presença deles na guerra. Desde então, ele admitiu: “Jamais soube o que o future me reservava, logo tinha todo dia como se fosse o último. A guerra faz coisas estranhas às pessoas, especialmente em relação à sua moral.” (faz ou revela? “As causas não determinam o caráter da pessoa, mas apenas a manifestação desse caráter, ou seja, as ações.”Schopenhauer)

Aquelas “coisas estranhas” mais do que os extremos falsos de coragem e covardia são as verdades revelados neste relato da guerra e de seus desertores.          

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2332814/The-wartime-TRUTH-Army-tried-hide-How-gangs-U-S-deserters-terrorized-WWII-Paris-reign-mob-style-violence.html, via http://epaubel.blogspot.com.br/2015/04/sgm-os-desertores.html.

Abraços

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Derrota kosher

Entrevista Com Um Grego Negador do Holocausto.

Uma versão condensada e editada de uma entrevista com o grego Konstantinos Plevris negador do Holocausto, o primeiro negador do Holocausto na história a ser julgado em um tribunal de direito e declarado "Inocente" - tanto para a ira e alarme da  judiaria organizada.

A entrevista completa pode ser lida na Barnes comentário sob o título "Entrevista Com Um Corajoso Patriota Grego" (http://barnesreview.org/pdf/TBR2009-no5.pdf).

Imagens, legendas e comentários por Lasha Darkmoon (exceto esta primeira imagem abaixo).


Fonte: http://desatracado.blogspot.com.br/2014/09/outra-foto-falsa-do-holocausto.html

Lasha Darkmoon: advogado nacionalista grego e confesso antissemita, Konstaninos Plevris, autor do livro "The Jews: The Whole Truth" (Os Judeus: A Verdade Inteira), foi inicialmente considerado culpado de incitar o ódio racial contra judeus em dezembro de 2007, este veredicto se baseou inteiramente em cotações de francos encontrados em o livro de 1.400 páginas acima mencionados.

Assim, Plevris descreve Joseph Goebbels como "uma das mentes mais brilhantes do século, um filósofo com uma profunda compreensão da psicologia de massa". Ele chamou o gás ZYKLON B de ser "meramente um gás venenoso usado para fumigar os campos de concentração ... amplamente divulgado como o gás usado para colocar os judeus à morte em especial em câmaras de gás que não foram encontradas". Finalmente, o elogio à Adolf Hitler de Plevris não foi apreciado pelos judeus que consideram Hitler como o homem mais malvado na história, secundado apenas na infâmia por Jesus Cristo, é claro, que está agora a ser queimado em excrementos quentes no inferno de acordo com o Talmud. "O líder trágico do Terceiro Reich Alemão é certamente a figura de liderança mais impressionante da era moderna", entusiasma-se Plevris sobre Hitler, acrescentando com tristeza, "Ele poderia ter livrado a Europa dos judeus, mas não o fez."

Outras queixas contra Plevris é que ele subscreveu  sobre "o mito dos Protocolos dos Sábios de Sião", que ele caracterizou crianças judias nos campos de concentração como "muito gordas e bem alimentadas", e que ele considerava os judeus como "inimigos mortais" e como "sub-humanos".
(http://en.wikipedia.org/wiki/Konstantinos_Plevris#Lawsuit_over_Jews:_The_Whole_Truth)

Plevris recorreu da decisão do tribunal, e no 27 março de 2009 a Corte de Apelações anulou todas as acusações contra ele. Sua exoneração completa pelos cérebros legais mais ilustres na jurisprudência grega foi para solicitar acusações iradas de fontes judaicas que tinha havido um "erro judiciário planejado". (http://en.wikipedia.org/wiki/Konstantinos_Plevris)

No entanto, não foi fácil provar que a admiração por Adolf Hitler ou dúvidas sobre o Holocausto poderiam de forma alguma equiparar-se com a incitação à violência contra os judeus; nem que a incapacidade de amar os judeus ou mantê-los em alta estima era em si um crime.

Início da entrevista de Peter Papaheraklis do The Barnes Review (TBR): Eu estou aqui na casa do Sr. Konstantinos Plevris para entrevistá-lo e aprender sobre suas crenças. Especificamente, sobre seu livro muito grande e importante, "The Jews: The Whole Truth", que ainda não está disponível em inglês. Mr Plevris tem algumas observações introdutórias ...

         

Konstantinos Plevris (imagem acima): Três anos atrás, publiquei em Atenas meu livro "The Jews: The Whole Truth" (Ele pega o livro e mostra para a câmera.). Têm extensas 1.400 páginas. Este livro é cheio de fatos, provas, referências de 270 autores, escritores, outros livros e naturalmente fotos. Imediatamente após a publicação do meu livro, o Conselho Central dos Judeus na Grécia e o Congresso Judaico Europeu iniciaram uma campanha contra mim. Eles foram falar com o primeiro-ministro da Grécia pedindo para que fosse condenado. Eles foram ao Departamento de Justiça, e, depois de três anos de lutas legais, eu finalmente ganhei 100 por cento no Supremo Tribunal de Atenas. A justiça prevaleceu; o tribunal provou ser independente e não estar sob controle judaico.

TBR: O que você acha da hipótese do "Holocausto" judeu?

Plevris: Eu não acredito no "Holocausto". Claro que muitos judeus morreram durante a Segunda Guerra Mundial, mas não há nenhuma prova de que os alemães planejavam exterminá-los.

TBR: Nós entendemos que você não acreditam agora no "Holocausto" judeu da II Guerra Mundial. Mas você, em algum momento de sua vida acreditou?

Plevris: Não, eu nunca acreditei no "Holocausto". Essa foi a razão de examinar os números que eles deram. Em 1968, mais de 40 anos atrás, eu publiquei um livro sobre ele com o título "The Myth" (O Mito).

De acordo com as provas que temos, era impossível ter matado 6 milhões de judeus -, porque em todos os países que foram ocupados por Hitler, haviam apenas 4.200.000 judeus de acordo com as estatísticas oficiais. Mesmo que ele prendesse todos eles, não conseguiria chegar a 6 milhões.

Mas Hitler nunca planejou matar os judeus. Ele só queria transferi-los para a ilha de Madagascar ou para algum outro lugar.

De qualquer forma, quase 3.300.000 judeus receberam dinheiro da Alemanha Ocidental no passado, porque alegaram que foram presos e postos em campos de concentração. Tudo isso é explicado em detalhes no meu livro.

TBR: Alguma vez você já esteve em Auschwitz ou em outros locais relacionados?

Plevris: Claro. Estive em Dachau, Auschwitz, todos eles. Não há câmaras de gás em qualquer um deles.

TBR: É ilegal na Grécia a questionar a teoria do "Holocausto"?

Plevris: Não. Absolutamente não. Na Alemanha e na Áustria, eles se sentem culpados pelos judeus, e lá é ilegal. Aqui não. Aqui nós temos a liberdade de expressão. Você é livre para expressar suas ideias e expor a sua opinião.

TBR: Não foram os antigos gregos que criaram a liberdade de expressão?

Plevris: Sim, claro. Não se esqueça que aqui nós acreditamos no diálogo. Você fala, eu dou a minha resposta, e nós discutimos as coisas. Muitas vezes eu exortei os judeus para virem no meu programa de TV para falar num debate público, gratuito, e eles se recusaram. Por quê? Porque eles sabem que estão errados e que eu estou certo. E não é apenas sobre o "Holocausto" judeu da II Guerra Mundial. A maior parte do meu livro envolve os crimes cometidos pelos os judeus contra os gregos ao longo da história.

TBR: A Segunda Guerra Mundial foi uma época terrível. Quantos gregos morreram na guerra?

Plevris:  Meio milhão, 520 mil para ser exato.

TBR: Que outros holocaustos o povo grego sobreviveu?

Plevris: Tivemos o genocídio de 1922 em Pontus, uma área em torno do Mar Negro. Em torno da Grécia existem esses estados - Albânia, Macedônia, Bulgária, Turquia - e todos esses estados foram fundados em território grego. Eles escravizaram a população grega. Então, nós gregos tivemos genocídios. Genocídios reais!

E ninguém deu-nos nenhum dinheiro!

O "Holocausto" judeu é para mim um empresa. Ele tem um objetivo econômico. Os judeus ganham dinheiro com isso. Trinta anos atrás, eu me lembro, estava escrito que 4 milhões de judeus foram mortos em Auschwitz. Mais tarde, eles mudaram isso para 1 milhão. Mas os judeus arrecadaram dinheiro para 4 milhões.

Comentário de Lasha Darkmoon: Na verdade, os números oficiais de vítimas do Holocausto em Auschwitz foram revisadas para baixo de 4 milhões para 1,5 milhão em 1989. Por isso, foi admitido oficialmente o fato de serem necessários a substração de 2,5 milhões da cifra oficial de 6 milhões. Incrivelmente, essa subtração já ocorreu. Mas a mágica figura dos 6 milhões permanece inalterada. E apenas o fato de questioná-la é um crime com pena de prisão em dezessete países (http://en.wikipedia.org/wiki/Holocaust_denial#Laws_against_Holocaust_denial): Áustria, Bélgica, Canadá, República Checa, França, Alemanha, Hungria, Israel, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia e Suíça.



TBR: O historiador romano Dião Cássio disse no século 2 d.C., que os judeus mataram 220.000 gregos em Cirene e 240.000 em Chipre. O que você acha sobre isso?

Plevris: Sim, é não foi só Dião Cássio que disse isso. Os historiadores modernos dizem também, incluindo Edward Gibbon em seu livro "Decline and Fall of the Roman Empire" (Declínio e Queda do Império Romano). É um fato. Talvez os números tenham um ar um pouco exagerado, mas é um fato.

TBR: Que detalhes do mito do Holocausto que você põe em causa?

Plevris: Primeiro de tudo, temos que usar o bom senso. Se os judeus estão dizendo a verdade, se eles têm razão no que dizem, então não precisam punir legalmente os chamados "Negadores do Holocausto". Se você está certo sobre alguma coisa e alguém o negue, você pode provar que ele errado. Mas os judeus usam a lei penal. Isto é inacreditável para mim. Posso dizer que a Revolução Americana nunca aconteceu. Será que isso significa que eu deveria ser condenado por dizer isso? Que eu deveria ir para a cadeia porque eu expressei a minha opinião?

Se os judeus têm razão, eles são obrigados a aceitar um diálogo público. Isso eles se recusam. Não só é proibido negar que o "Holocausto" ocorrera como tal - mesmo duvidar já é um crime! Na Alemanha e na Áustria, você nem sequer está autorizado a expressar dúvidas sobre o "Holocausto". Infelizmente, não há mais qualquer Deutschland. Em vez disso, há "Judenland." Se você for à Alemanha, você vai ver monumentos e memoriais do "Holocausto" em todos os lugares.

TBR: Existem outros detalhes específicos que questiona?

Plevris: Olha, eu sempre uso tanto argumentos científicos como o senso comum. Os alemães chegaram à Grécia, em 1941. Eles foram para alguma cidade na Grécia. Lá prenderam alguns judeus. Eles são colocados em vagões de trem. São enviados para algum lugar na Polônia ou na Alemanha, onde havia um campo de concentração. Por que razão? Os judeus dizem: "para nos matar."

Estou perguntando: "Por que eles não os mataram na Grécia?"

Era necessário passar por todo aquele trabalho de organização dos acampamentos, os trens, e tudo mais para isso? Então, tudo se resume ao bom senso.

Eles simplesmente não se somam.

TBR: Como foi seu mais recente livro "The Jews: The Whole Truth" recebido pelo público grego leitor?

Plevris: Agora, depois de três anos, está em sua quarta edição.

TBR: Na verdade, é um trabalho enorme.

Plevris: Sim, ele encerra definitivamente o caso. E não se esqueça que a minha vitória no tribunal grego é final. Não há mais recursos. Além disso, esta é a primeira vez na Europa que os judeus perdem um caso.

TBR: Como você se sente sobre a maneira que os israelenses têm tratado os palestinos, libaneses e outros no Oriente Médio, como o holocausto contra o povo de Gaza?

Plevris: Tenho dentro do meu livro mais de 50 fotografias, fotos incríveis de judeus matando crianças - e eles queriam matá-las. Se você olhar, toda a prova está dentro do livro. É claro que este é um crime de guerra. Mas não há nenhuma nova Nuremberg para sionistas infelizmente.

TBR: Eu realmente fiquei impressionado com a fotografia no seu livro das duas crianças palestinas jogando pedras contra um tanque que se aproxima. Essa imagem fala mais que mil palavras.

Plevris: Sim, exatamente. E não se esqueça que de qualquer maneira, se os judeus não tivessem crucificado Jesus, ninguém saberia nada sobre eles. Ninguém iria mencioná-los .... O que sabemos com certeza sobre os judeus é que eles eram escravos: escravos dos assírios, escravos dos babilônios, escravos dos persas, escravos dos gregos, escravos dos romanos, escravos dos bizantinos, escravos dos árabes, escravos dos turcos, escravos dos alemães. E agora eles têm um Estado, não porque eles são capazes de ter um Estado por conta própria, mas porque os Estados Unidos ajudaram-os. Isso é claro. Se os Estados Unidos despejá-los, eles serão escravos de alguém!

TBR: Você está ciente dos ataques israelenses contra o navio USS Liberty em 1967 e de Rachel Corrie e outros americanos, bem como alguns outros jornalistas europeus e japoneses? Você pode comentar sobre isso?

Plevris: Sim. Para o USS Liberty tenho um capítulo no meu livro, porque os judeus não têm qualquer gratidão pela ajuda americana. Há muitos judeus condenados como espiões contra os Estados Unidos. Eu acredito que os judeus e quando eu digo "judeus", não quero dizer TODO o povo judeu, porque também há bons judeus. Refiro-me aos sionistas: os judeus sionistas. Então, se há um judeu que não acredita no Talmud, é claro que eu não tenho problemas com ele. Mas eu pessoalmente não conheço um judeu que não acredite no Talmud, e que não acreditem serem o povo escolhido.

Durante o meu julgamento, eu disse ao tribunal: "Olha, essas pessoas afirmam que eles são o povo escolhido de Deus, e eles têm a coragem de me acusar de ser um racista! Como eu posso ser racista aqui quando são eles que afirmam que eles, os judeus, são escolhidos por Deus?"

De qualquer forma, quando eu digo algo que eu sempre tento provar isso. Por esta razão, a solução de todos estes casos sobre os judeus é uma só: o diálogo público gratuito. Tudo em aberto, tudo às claras. Tudo evidente, para vermos e discutirmos. Os judeus, eles se recusam. Por esta razão, suspeito que algo está errado. Porque eles se recusam ao diálogo livre ... Eles se recusam!

TBR: Aparentemente, os judeus alegaram que estavam de alguma forma sendo difamados por seu livro. Isso está certo?

                              ♣

Plevris: O presidente (do tribunal) estava contra mim. Após o processo, eu estava condenado a uma sentença suspensa de 14 meses de prisão. Após isso, porque esse juiz agiu absolutamente de forma ilegal, fiz um contra-ataque contra ele - e agora ele foi expulso do departamento de justiça! Eu fiz o apelo, e foi em um tribunal superior de cinco juízes e um procurador. Os cinco juízes decidiram, por unanimidade, que eu não era culpado!

Nunca em meu livro disse, "Faça alguma coisa ilegal! Seja violenta contra os judeus!" Nunca! Falei apenas a verdade, e eu provei que eu falava a verdade. E se os judeus fossem capazes de discutir o meu livro e provar que eu estou errado, eles fariam isso. Mas eles não são capazes de provar isso. Eles não podem provar isso. Porque é a verdade o que falo. Então, eles moveram processos judiciais. E eles perderam - eles perderam totalmente e definitivamente!

TBR: Qual foi o papel da Sra. Andrea Gilbert, chefe do Conselho Central Judaico -

Plevris: Por favor! ... Não tenho nenhum desejo de entrar em discussão sobre uma lésbica! Uma mulher que não respeita a sua própria natureza, é improvável que tenha qualquer respeito pela verdade! Não só ela é uma lésbica, como é também a presidente da Federação das Lésbicas.

Comentário de Lasha Darkmoon: Uma marca preta adicional contra Plevris é que ele é um "homofóbico" ousado.

TBR: Então, qual é este Conselho Central Judaico da Grécia?

Plevris: O Conselho Judaico foi contra mim. Eles disseram: "Quando Plevris publicou este livro ... após a sua publicação ... alguém foi para a cidade de Patras e profanou o cemitério judaico pintando suásticas sobre os túmulos judeus".

Perguntei: "O agressor foi preso?" Ele havia sido preso, e era o filho de um rabino!

TBR: Então foi noticiado de que ele era o autor do crime?

Plevris: Absolutamente. Ele era um agente provocador!

                              ♣

TBR: Então você não sancionou ou incitou alguém a atos de violência contra os judeus? Nem você justifica práticas semelhantes que outros fizeram no passado?

Plevris: Eu não concordo com a violência. Quando você tem 100 por cento de verdade do seu lado, você não precisa de violência. Enfim, o que violência? Os judeus nos acusam de violência? Eles são os primeiros professores de violência! Olhe para o que está acontecendo na Palestina!


"O melhor entre os gentios merece ser morto." - Rabino ben Yohai citado o Talmud e na Enciclopédia Judaica.

TBR: Parece que seus inimigos são extremamente seletivos quando citam sua obra. Por exemplo, eu sei que o seu livro mais famoso contém extensas citações do Talmud. E um enorme estoque de evidência histórica de ódio judeu anti-cristão. Sobre isso, eles não disseram uma palavra. Você pode comentar sobre isso?

Plevris: Os judeus têm medo de qualquer diálogo público. Mencionei isso antes.

TBR: Como você vê o futuro político da Grécia?

Plevris: O futuro da Grécia é muito difícil, porque temos muitos problemas. Dois milhões de imigrantes vieram para a Grécia: a partir de Albânia, do Paquistão, da África, de todos os lugares. Eles vieram para a Grécia, e nós temos um grande problema. Eles mudaram a composição nacional do nosso país.

TBR: Qual é a população da Grécia atualmente?

Plevris: Nós somos 11 milhões, e quase 20% são estrangeiros. Nós não os queremos. Nós não os aceitamos. Eles têm de regressar aos seus países. Mas os partidos políticos jogam o jogo do parlamentarismo e dos direitos humanos. Os direitos humanos para os outros, não para os gregos. Há um racismo na Grécia por parte dos estrangeiros contra a população grega nativa.

                             ♣

TBR: Eu entendo que você escreveu sobre o "Holocausto", em 1968. Você pode nos dizer mais sobre esse livro?

Plevris: O título do livro, como já referi anteriormente, era "The Myth". Nele ofereci evidências e provas de que o que os judeus reivindicam sobre o Holocausto, nunca aconteceu realmente.

TBR: Então, no momento em que escreveu este livro em 1968, você foi um dos pioneiros sobre o assunto no mundo?

Plevris: Sim, isso é verdade. É claro, os judeus se queixaram. Mas eu não me importo com eles. Eu era muito forte então. Eu era Secretário-Geral do Ministério de Segurança Nacional, e eu não prestei atenção neles completamente. Também eu tinha apenas 28 anos. Quando você tem 28, você não tem medo de ninguém!

TBR: Têm livros revisionistas seus traduzidos em outros idiomas, e você tem planos para traduzi-los para o inglês?

Plevris: Não, só "The Myth" já foi traduzido para o alemão e árabe. Quero traduzir meus outros trabalhos para o inglês, mas meu trabalho cotidiano não me deu a oportunidade.

TBR: Quão bem o seu livro "The Jews: The Whole Truth" foi recebido?

Plevris: Eu acho que cerca de 20.000 a 30.000 cópias foram vendidas.

TBR: Existe alguma coisa que você gostaria de dizer para o nosso público, que é na maior parte norte-americana?

Plevris: Sim. Naturalmente, nós pertencemos a diferentes nações, mas a maioria de nós somos brancos. Mas brancos, vermelhos, amarelos ou pretos, a nossa raça é a primeira coisa que temos de manter intactas. Os judeus querem que todos os não-judeus se misturem para formar um "goy universal". Eu não sou racista no mau sentido da palavra, porque não é por minha escolha, ou a escolha de qualquer mortal, que temos pessoas sendo em sua maioria negros na África, principalmente amarelos na Ásia, e na maior parte branca na Europa e América do Norte. Pelo contrário, é a ordem natural das coisas para as raças serem separadas geograficamente. Então, a primeira coisa que temos de proteger, por todos os não-judeus, é a nossa raça: nosso direito de ser branco, amarelo, preto ou qualquer raça que sejamos.

TBR: Mr. Plevris, muito obrigado pelo seu tempo.

Fonte: http://www.darkmoon.me/2013/nterview-with-a-greek-holocaust-denier/

"Apenas a mentira precisa do apoio do poder do Estado, a verdade se mantém por si mesma.”
Thomas Jefferson (1743 - 1826), jurista e terceiro presidente dos Estados Unidos da América, escreveu a Declaração da Independência.
__________________________________________________________________

Konstantine Plevris é inocentado pelo Supremo Tribunal Federal por maioria (4 a 1) me março de 2010 pelo conteúdo de seu livro "The Jews: The Whole Truth".

                 Ebraioi-oli_h_alitheia.jpg
PDF grátis do livro "The Jews: The Whole Truth" em grego:
http://kickass.to/%CE%A0%CE%9B%CE%95%CE%A5%CE%A1%CE%97%CE%A3-%CE%91-%CE%9A%CE%A9%CE%9D%CE%A3%CE%A4%CE%91%CE%9D%CE%A4%CE%99%CE%9D%CE%9F%CE%A3-%CE%9F%CE%B9-%CE%95%CE%B2%CF%81%CE%B1%CE%AF%CE%BF%CE%B9-%CE%8C%CE%BB%CE%B7-%CE%B7-%CE%91%CE%BB%CE%AE%CE%B8%CE%B5%CE%B9%CE%B1-pdf-t7323247.html

Enquanto isso, a Casa da Aids interpretou que a Constituição e a Convenção Europeia dos Direitos Humanos afirma: "sob a proteção dos direitos constitucionais incluiu-se tanto a liberdade do cientista (História) de autoria e lançamento de projetos que deseja imprimir, interpretar e avaliar eventos históricos, bem como o direito de todos os cidadãos à liberdade de informação e sem impedimentos por meio de escritos sobre fatos históricos e avaliações feitas pelo autor."

Fonte: http://www.thermopilai.org/content/athoos-apo-ton-areio-pago-o-kostas-pleures-gia-biblio-tou-ebraioi-ole-e-aletheia

Abraços

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Para reflexão

... e que ela produza alguma mudança de comportamento.



(...) Se houve alguma vez uma civilização de escravos em grande escala, foi exatamente a civilização moderna. 

Nenhuma civilização tradicional viu alguma vez massas tão numerosas serem condenadas a um trabalho obscuro, sem alma, automatizado, a uma escravatura que nem sequer tem como contrapartida a elevada estatura e a realidade tangível das figuras de senhores e de dominadores, mas que é imposta de maneira aparentemente inofensiva pela tirania do fator econômico e pelas estruturas absurdas de uma sociedade mais ou menos coletivizada. 

E como a visão moderna da vida, no seu materialismo, retirou ao indivíduo todas as possibilidades de conferir ao seu próprio destino um elemento de transfiguração, de ver nele um sinal e um símbolo, assim a escravidão de hoje em dia é a mais tenebrosa e a mais desesperada de todas as que foram alguma vez conhecidas.”

Julius Evola em "Revolta contra o Mundo Moderno".

E assista a este impactante vídeo com a fotógrafa americana Lisa Kristine:


Abraços

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Oração rabínica em ação

No 5º ponto da "Oração Fúnebre" do rabino Raichhorn pronunciado em Praga (capital da República Checa) em 1869, podemos destacar o seguinte:

"5. O outro grande poder é a imprensa. Ao repetir sem cessar certas ideias, a imprensa consegue o fim em tê-los aceito como realidades. O Teatro nos presta serviços análogos. Em todos os lugares da Imprensa e do Teatro obedecer nossas ordens."
Fonte: http://desatracado.blogspot.com.br/2014/01/a-oracao-funebre-do-rabino-reichhorn.html

Dito e feito. Vejamos este apanhado miniaturizado sobre o mágico, ou cabalístico número dos improváveis e censuradas pesquisas sobre os 6 milhões de judeus aparecendo imodestamente 34 vezes antes e durante a Segunda Guerra Mundial, e 21 vezes no New (Jew) York Times também durante, mas sobretudo antes da guerra.



      

E têm mais,

“Perdeis o tempo a tagarelar. Enquanto não se achar em nossas mãos a imprensa do mundo inteiro, tudo o que fizerdes será infrutífero. É preciso que dominemos a imprensa universal, ou ao menos influamos nela, se quisermos iludir e escravizar os povos”.
Escreveu em 1840, Sir Moses Haim Montefiore (24/10/1784 - 28/07/1885), conhecido como Barão de Montefiore, filantropo judeu que dedicou grande parte de sua vida e fortuna à melhora da vida dos judeus, especialmente na Grã-Bretanha. Do livro "O Judeu Internacional" de Henry Ford, pág. 78.

E agora vejamos o sensato esclarecimento que Goebbels deu,

“Qualquer pessoa que ainda possua algum resíduo de honra deve ter muito cuidado em não se tornar um jornalista”.
Paul Joseph Goebbels (1897 - 1945), Ministro da Propaganda e do Esclarecimento Popular do III Reich.

Abraços

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Alemanha, uma nação agressiva?

Há décadas que trombeteiam através do cinema, de livros e documentários ditos estudos ou pesquisas históricas que a nação alemã é uma nação agressiva. Será?!

              

Mas os fatos provam o contrário. O "Study of War" do prof. Quincy Wright, mostra que no período 1480 até 1940, houveram 278 guerras envolvendo países europeus, cujos percentuais de participação foram a seguinte:

Inglaterra                                       28%
França                                           26%
Espanha                                        23%
Rússia                                           22%
Áustria                                           19%
Turquia                                          15%
Polônia                                          11%
Suécia                                             9%
Itália                                                 9%
Países Baixos                                 8%
Alemanha (incluindo a Prússia)      8%
Dinamarca                                      7%

Da mesma forma, Pitirim Sorokin no "Social and Cultural Dynamics", volume 111, part. 11, pág. 352, mostra que desde o século 12 até 1925, o percentual de anos em que as principais potências europeias têm estado em guerra é o seguinte:

Espanha            67%
Polônia              58%
Inglaterra           56%
França              50%
Rússia              46%
Holanda            44%
Itália                  36%
Alemanha         28%

Sorokin conclui, portanto, "que a Alemanha teve a menor e a Espanha teve a maior percentagem de anos na guerra". Entre os principais Estados europeus modernos, Inglaterra, França e Rússia mostram claramente duas vezes mais tendências agressivas que a Alemanha.

A partir dos anos 1815 até 1907, o registro fica da seguinte forma:

Grã-Bretanha                10 guerras
Rússia                            7 guerras
França                            5 guerras
Áustria                            3 guerras
Alemanha e Prússia      3 guerras!

A Alemanha a mais agressiva?! Como dizem: a propaganda é a lama do negócio, desculpe, a alma do negócio. E não faltam desavisados para cair nesta poça.

Abraços

Evoluímos?

Panem et circenses é a forma acusativa da expressão latina panis et circenses, que significa "pão e jogos circenses", mais popularmente citada como "pão e circo". Esta foi uma política criada pelos antigos romanos, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra os governantes.

  Resultado de imagem para me engravida neymar

  

Panem (bolsa família, cesta básica ...) et circenses (telejornais, novelas, bola, bunda ...).

Devemos nos perguntar, algo mudou deste a Roma Antiga? Evoluímos? Nem os governos, nem os jornais, nem o povo mudaram.

Abraços

terça-feira, 21 de abril de 2015

Para não deixar dúvidas

A autoconfissão de um judeu sobre o direto envolvimento de judeus na criação e direção do Comunismo.
 
        

No "The Jewish Experience" (1996, p. 364), o autor judeu Norman Cantor admite espontaneamente e se orgulha de que eram judeus os que compunham a maioria na hierarquia bolchevique na Rússia, afirmando com orgulho,

"A Revolução Bolchevique e algumas das suas consequências representadas, de um ponto de vista, a vingança judaica ... Durante o auge da Guerra Fria, publicistas judeus americanos gastaram muito tempo negando que - como em 1930 antissemitas alegaram - judeus desempenharam um papel importante na forma desproporcional do comunismo soviético e do mundo.

A verdade é que até o início dos anos 1950, judeus desempenharam esse papel, e não há nada para se envergonhar. Com o tempo, os judeus vão aprender a ter orgulho no registro dos judeus comunistas na União Soviética e em outros lugares. Era uma espécie de impressionante revide."

 
A descrição mais detalhada da influência judaica na revolução bolchevique vem de Robert Wilton, o correspondente russo do The Times. Em 1920, ele publicou um livro em francês, Les Derniers Jours des Romanofs, onde ele informou que o Comitê Central do Partido Bolchevique era composta da seguinte forma: 

NOME                             NACIONALIDADE
Bronstein (Trotsky)                  Judeu
Apfelbaum (Zinovief)               Judeu
Lourie (Larine)                         Judeu
Ouritski                                    Judeu
Volodarski                                Judeu
Rosenfeldt (Kamenef)              Judeu
Smidovitch                               Judeu
Sverdlov (Yankel)                     Judeu
Nakhamkes (Steklof)               Judeu
Ulyanov (Lênin)                        Russo (judeu e maçom)
Krylenko                                   Russo
Lounatcharski                           Russo

MINISTÉRIO                      NOME                NACIONALIDADE
Presidente                    Ulyanov (Lênin)               Russo (judeu e maçom)
Relações Exteriores     Tchitcherine                     Russo
Nacionalidades             Djugachvili (Stalin)          Georgiano (judeu e maçom)
Agricultura                     Protian                            Armênio
Conselho Econômico   Lourie (Larine)                 Judeu
Comida                         Schlichter                        Judeu
Exército e Marinha        Bronstein (Trotsky)         Judeu (e maçom em 1897)
Controle de Estado       Lander                            Judeu
Terras do Estado          Kauffman                         Judeu
Trabalho                        V. Schmidt                      Judeu
Socorro Social              E. Lelina (Knigissen)       Judia
Instrução Pública          Lounatcharsky                 Russo
Religiões                       Spitzberg                         Judeu
Interior                           Apfelbaum (Zinovief)       Judeu
Higiene                          Anvelt                              Judeu
Finanças                       Isidore Goukovski            Judeu
Imprensa                       Volodarski                       Judeu
Eleições                        Ouritski                            Judeu
Justiça                           I. Steinberg                     Judeu
Refugiados                    Fenigstein                       Judeu
Refugiados (auxiliar)     Savitch                            Judeu
Refugiados (auxiliar)     Zaslovski                         Judeu

Fonte: https://wideawakegentile.wordpress.com/2015/04/21/the-bolshevik-jewish-revolution/

Citei alguns, existem muitos outros maçons envolvimentos. E assim podemos ver que a Maçonaria (outra criação judaica) também têm envolvimento direto na existência do Comunismo e de seus inigualáveis crimes.

Para saber mais: "Holocausto e Holodomor (Origens do Antissemitismo)"
http://www.savethemales.ca/001863.html

Abraços 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Escravagismo sem véu

Transcrição do Capítulo II - O Empório do Açúcar, do livro "História Secreta do Brasil" de Gustavo Barroso, um dos mais brilhantes intelectuais brasileiros.

         

Segue:

Passaram-se muitos anos antes que a coroa portuguesa desse fé do Brasil. Monarca e povo "tinham os olhos ofuscados pelos resplendores das predarias (ou pedrarias) do Oriente (01)".

Esse pensamento repete-se de tal modo nos historiadores filo-judaicos que somos forçados a admitir o propósito por parte dos judeus em conservar as atenções voltadas para outro lado, afim de poderem, à vontade, não só tirar, sem grande trabalho, à custa de bugigangas dadas ao índio, milhares e milhares de quintais de pau-brasil, produtor de tintura, ou de canafístula produtora de mirra (02), como de preparar uma espécie de refugio para a sua raça deste lado do Atlântico. "Aconteceu que os judeus foram obrigados a emigrar, açoitados por uma perseguição feroz (1506). Seu instinto mercantil adivinhara (03) as riquezas naturais do Novo Mundo. Teriam aqui tranqüilidade e segurança, o Santo Ofício não os inquietaria (04)". Tanto assim que a ordem dos Dominicanos, à qual estava quase sempre afeto este tribunal, nunca logrou estabelecer-se no Brasil.Em todo o nosso vastíssimo país, não existe um único convento de S. Domingos. O número e a influência dos cristãos novos impediram o funcionamento da Inquisição entre nós. Houve somente visitações e quem lê seus processos fica assombrado da persistência do judaísmo nos marranos convertidos e que viviam dentro da religião católica com o simples fito de auferir vantagens. Aliás, esse sistema vem do fundo dos séculos: em Roma, já havia os cripto-judeus ou judeus ocultos (05).

Citemos dois exemplos elucidativos dessa persistência: o cristão-novo Jorge Fernandes, que veio para cá no tempo do segundo Governador-Geral, D. Duarte da Costa, e faleceu em 1567, antes de morrer pediu que lavassem e sepultassem o cadáver segundo os ritos da sinagoga; o cristão-novo Afonso Mendes, vindo com Mem de Sá, costumava, às escondidas, açoitar o crucifixo ... Até freiras claustradas judaizavam ... (06).

No Reino, as Ordenações puniam com rigor os cristãos -novos judaizantes. Num país bárbaro em vias de colonização, as leis eram, naturalmente, interpretadas com maior benevolência e liberalidade, permitindo o próprio meio, melhor defesa para os acusados, até mesmo a facilidade da fuga e da ocultação. Fechavam-se os olhos sobre muita coisa (07). "Não admira, pois, que as famílias hebréias tivessem emigrado para a América Portuguesa, onde, livres dos tribunais do Santo Ofício, viviam na mais absoluta tranqüilidade, guardando a lei de Moisés (08)". Vieram, assim, para o Brasil, nos primeiros tempos, os Guilhens, os Castros Boticários, os Mendes, os Rabelos, os Antunes, os Valadares, os Bravos, os Nunes, os Sanches, os Diques, os Cardosos, os Coutinhos, os Montearroios, os Cirnes, os Ximenes, os Peres, os Calaças, os Teixeiras, os Rodrigues, os Barros, os Siqueiras. Anos e anos deslizaram sobre muitos deles sem lhes abrandar a impenitência talmudista. Continuaram, como rezam os documentos coevos, convictos, fictos, falsos, simulados, variantes, revoltantes, impenitentes, profluentes, diminutos, confluentes, negativos e pertinazes", merecendo as penas inquisitoriais (09). Rodolfo Garcia (10), acha que "O Caramuru", João Ramalho, Francisco de Chaves, o próprio misterioso Bacharel de Cananéia aquele castelhano que vivia no Rio Grande do Norte, entre os Potiguaras, com os beiços furados como os deles, e tantos outros desconhecidos - seriam, quem sabe, desse número de judeus, colonizadores espontâneos das terras de Santa Cruz".

Com efeito, "os navios que, enviados pela coroa portuguesa, aportavam às nossas plagas duas vezes por ano traziam somente judeus e degredados, com os quais se formou o primeiro núcleo de população (11)". Isto confirma a suposição de Rodolfo Garcia, da qual só discordamos quanto a Caramuru. A religiosidade de Paraguassu, sua mulher, como que demonstra o espírito profundamente católico do marido, o que não se dá com os cristãos-novos. Vede como João Ramalho, por exemplo, se obstina em não praticar o culto católico e entra em luta contra os padres da Companhia de Jesus.

O monopólio da madeira de tinturaria, habilmente conseguido por Fernando de Noronha e seu grupo, vivia de alimentar a desatenção do rei D. Manuel quanto ao Brasil, levando-o a só dar tento aos negócios da Índia. Enquanto isso, por via da proibição do comércio do pau-de-tinta com o Oriente, o consórcio judaico ia se enchendo de ouro. Cada quintal de madeira posto em Lisboa, ficava com todas as despesas, por meio ducado. Era vendido em Flandres por dois e meio a três ducados (12). Lucro formidável! Esse lucro atraiu, naturalmente, "a cobiça dos corsários europeus", sobretudo diepeses e maloínos. Seus barcos percorreram a costa, arribaram as abras e enseadas, comercializando com o gentio e carregando o Brasil. Não era mais unicamente o judeu luso que exercia a função comercial de brasileiro. Outros a disputavam: franceses, alemães, espanhóis, ingleses, e, entre eles, muitos judeus dessas procedências.

Aí, os sócios de Fernando de Noronha e ele mesmo, de certo, compreenderam que era necessário reagir contra os piratas audazes, que vinham de Honfleur, Dieppe, Saint-Malô, San Lucar, Corunha e outros portos para a Terra dos Papagaios, considerada res nullius (expressão latina, composta de res + nullius, significando literalmente "coisa sem dono" ou "coisa de ninguém", isto é, que a ninguém pertence). Para comerciar e lucrar, os judeus do grupo Noronha estavam sempre prontos; mas, para trocar tiros mortíferos de bombarda e arcabuz de navio, no balanço das ondas, ou saltar de terçado em punho nas abordagens furiosas a bordo do barco inimigo, eles absolutamente não tinham sido feitos. Povo eleito para tudo, menos para a luta armada, o judeu segue o preceito do Talmud (livro anticristão sagrado ao Judaísmo), que diz: "Na guerra sê o último a partir e o primeiro a voltar" ... Todavia, como expelir aos piratas que prejudicavam o futuroso negócio da tinturaria? Era preciso apelar para o rei Afortunado, que perseguia o judaísmo, mas se deixava influenciar pelos conselheiros hebreus, entre os quais o sabido Gaspar da Gama. Ele, sem dar por isso, ia servir para defender os inocentes cristãos-novos que ganhavam o mínimo de dois ducados em cada quintal de pau-brasil. Era chegada a hora de entrar em cena o cristão-velho a fim de derramar seu sangue, batendo-se contra os corsários que estavam prejudicando, grandemente, os lucros opimos do kahal ... (Kahal, kahals no plural, é uma junta governamental local de comunidades judaicas espalhadas pelo mundo para administrar assuntos religiosos, legais e sociais emanados de uma matriz mundial baseados no Talmud e na Cabala - "receber/tradição", método esotérico, disciplinar e escolar de pensamento.)

Eis porque, logo, o soberano voltou sua atenção para o Brasil. Os hebreus a desviaram, quando assira, era preciso; agora, a solicitavam."Foi graças aos israelitas - escreve seu panegirista (13) - que Portugal começou já nos últimos tempos de D. Manuel, a perceber a importância da Terra de Santa Cruz". O rei observou também "os esplêndidos resultados colhidos pelos hebreus em prejuízo do erário" (14); e decidiu a colonização do novo país. Desde mais ou menos 1516, começou a tomar medidas nesse sentido, bem como assecuratórias do comércio do pau-brasil. Naquele ano, Cristovam Jaques vem com dois navios policiar a costa e fundar uma feitoria em Pernambuco, a qual floresce. Nela se faz a primeira experiência do plantio da cana-de-açúcar, riqueza que, em breve, vai suceder à da extração da madeira de tinturaria. O ciclo da indústria extrativa vai desaparecer e será substituído pelo da indústria açucareira, cujo empório enriquecia aos judeus e marcava o segundo período da história colonial. Em 1530, Martim Afonso de Souza dá caça aos corsários franceses, reaviva o vestígio do domínio de Portugal, distribui povoadores, bate a costa até o Prata e traça o primeiro contorno político da colônia (15). Em Cananéia, encontra servindo de língua ou intérprete, o judeu Francisco de Chaves; em São Vicente, no meio dos goianases, o judeu João Ramalho. Aí se lançam os fundamentos de uma verdadeira colônia, a primeira que se construiu à boa maneira portuguesa (16)".

A coroa dava licença a quem quisesse tentar fortuna no Brasil, com a condição de pagar-lhe o quinto dos produtos; a Casa da Índia fornecia instrumentos de lavoura a quem desejasse ir povoar a nova terra; favorecia-se com os meios necessários a quem fosse capaz de dar princípio a engenharia de açúcar (17).

No século XVI, o açúcar era raro e caro. Até o achado do caminho das índias, pelos portugueses, o pouco açúcar que chegava à Europa vinha do Oriente, trazido e distribuído pelos venezianos. As populações européias, na sua maioria, contentavam-se com o mel das abelhas para suas comidas e bebidas. Só os ricos conheciam o açúcar oriental. Imagine-se a revolução econômica produzida pela entrada à larga do açúcar nos mercados em que antes não aparecia.

Já nas ilhas de S. Tomé, Cabo Verde e da Madeira se cultivava cana; porém, na mão dos judeus, o Brasil iria ser o verdadeiro instrumento dessa revolução, cujas últimas cenas ainda estão se desenrolando em Cuba.

Morto D. Manuel, D. João III prossegue no intuito de povoar é colonizar o Brasil. Além de fazer várias doações de latifúndios a fidalgos ilustres e de confirmar outras, do seu antecessor, como a ilha de S. João ao cristão-novo Fernando de Noronha, dividiu o imenso território em doze capitanias hereditárias. Esses feudos de cinqüenta a cem léguas de litoral foram concedidos e escolhidos capitães cobertos de serviços, como Duarte Coelho, Martin Afonso, Pero Lopes, Aires da Cunha, Pero de Góis e Vasco Fernandes Coutinho; a homens ricos, como Pero de Campos Tourinho; a altos funcionários do Reino e outros, como Jorge de Figueiredo Correa, Fernando Álvares de Andrade, Antônio de Barros Cardoso e João de Barros.

A cargo dos donatários das capitanias, deixou o governo real povoação e defesa das novas terras e dos estabelecimentos que montassem, o que não era coisa fácil pois os piratas costumavam destruir o que podiam. Em 1530, um galeão francês não arrasou o primeiro engenho de açúcar da América, o do capitão Pero Capico, em Pernambuco, fundado em 1516 (18)? A fazenda real não se podia consumir nesse serviço e por isso largava em mãos dos concessionários todo o peso da colonização. Dois deles meteram ombros à empresa e suas capitanias progrediram: Pernambuco e S. Vicente. Outros abandonaram as doações. Ainda outros apelaram para os judeus ou lhes venderam suas terras.

"Não podendo recusar trabalhadores, os capitães-mores estenderam às pessoas de origem hebraica, os favores concedidos às demais. Fundados nos privilégios excepcionais que lhes davam doações e forais, trouxeram algumas famílias israelitas (19), tendo um dos donatários contratado com judeus laboriosos a montagem de engenhos em Pernambuco... Quando os capitães-mores chegaram às suas terras, aí encontraram, exercendo grande influência sobre o gentio, vários cristãos-novos, vindo durante os trinta anos em que o governo português as deixara em quase completo abandono. Qualquer perseguição contra eles provocaria o ódio dos índios, o que tornaria dificultosíssima, senão impossível, toda tentativa de estabelecimento. Para a colonização das capitanias, seu auxílio era, portanto, precioso e necessário (20)".

O exemplo de João Ramalho é, desse ponto de vista, o mais concludente possível. "Bastaria para demonstrá-lo o ódio que sempre teve pelos jesuítas, mantendo contra eles uma luta incessante, o que naquela época de fanatismo e submissão ao clero era de estranhar". O mesmo autor destas linhas, que é judeu (21), acrescenta: "Mas o que confirma incontestavelmente a origem judaica de João Ramalho deu origem a inúmeras controvérsias. Grande número de historiadores negava-lhe todo valor, achando que se tratava de um traço sem sentido; outros afirmavam o contrário, sem apresentar, porém, argumentos convincentes. No princípio deste século foi publicado um trabalho em que o Kaf (símbolo do ocultismo da Cabala e/ou letra do alfabeto judaicos) de João Ramalho era apresentado como um signo esotérico, cabalístico, o que, apesar de não se prender bem ao caso, viria indicar que João Ramalho era um estudioso da Cabala, como a maioria dos judeus daquela época (!). Hoje, porém, com os recentes estudos do Sr. Ben Israel, diretor deste almanaque (22), podemos afirmar que a questão se acha plenamente esclarecida e pela afirmativa. Trata-se de um Kaf, um verdadeiro Kaf sem sentido cabalístico e esse Kaf demonstra que João Ramalho era judeu, do mais puro sangue.

O Sr. Ben Israel demonstra que todo judeu pertencente a estirpe dos "cohannin", plural de "cohen" (descendentes de Aarão, sacerdotes hereditários do povo judeu), acrescentam; ainda hoje, à sua assinatura duas letras hebraicas, um Kaf e um Tzedek, iniciais das duas palavras: "cohen tzedek", isto é, cohen puro. Destas duas letras formou-se até um nome: Katz, que é hoje o sobrenome de muitas famílias israelitas. O cohen que por qualquer modo infringe a religião não pode ser considerado puro e não tem direito a usar o Tzedek. Deve, portanto, limitar-se a assinar com o kaf, simplesmente. Ora, João Ramalho, que tinha casado com uma gentia, a filha de Tibiriçá, infringira as regras da proibição (que racismo!) e tinha deixado de ser um cohen puro"cohen tzedek", tornando-se, um "cohen" simples, que só tinha direito a assinar com o Kaf. O sr. Israel demonstra, pois, cabalmente, que João Ramalho era um judeu, tão consciente de seu judaísmo que, apesar de isolado num mundo distante, não deixa de cumprir, na medida do possível, os preceitos de sua religião. Com isso fica afirmado que o movimento inicial para a formação da grande metrópole, que é a São Paulo de hoje, foi um movimento promovido por um judeu. Ele não foi, porém, o único. Tangidos pela inquisição, que então era rigorosa em Portugal, inúmeras famílias judaicas ou cristãs-novas, como então se chamavam, vieram estabelecer-se na Paulicéia. São de origem judaica os Pintos, Costas, Silvas, Pereiras, Castros, Salgados, Buenos, Mesquitas, etc."

A citação é um tanto longa, mas preciosa, não pelo estilo, que é horrível, sim pelo documento que representa. Vemos por ela a infiltração judaica no Sul, através de S. Vicente, subindo ao planalto piratiningano, do mesmo modo que a vimos no Norte, em Pernambuco. As duas capitanias que prosperavam, chamavam logo a judiaria. Mostra ainda essa página judaica seu racismo até em relação ao gentio, a persistência dos ritos e dos estudos cabalísticos, o ódio ao missionário jesuíta catequizador do indígena, que o judeu queria tão somente escravizar para explorar-lhe o trabalho.

A América meridional era um ótimo refúgio para os judeus convictos e para os disfarçados. Vinham aos milhares Lendo a obra de Argeu Guimarães, verifica-se o perigo social que representavam; infiltrados no próprio cerne do catolicismo. No ano de 1581, a Inquisição queimou em Lima dois padres portugueses idos do Brasil, porque os mesmos praticavam o judaísmo: frei Alvaro Rodrigues e frei Antonio Osório da Fonseca. Nos primeiros séculos da nossa história, houve um grande comércio de ouro e prata, por terra, com o Peru. Os homens que se ocupavam dessa espécie de contrabando de metais preciosos, na maioria judeus eram até denominados peruleiros (23). Muitos peruleiros judeus ou judaizantes foram pilhados pela rigorosa inquisição espanhola, em Lima, e levados à fogueira. Entre outros, Baltazar Rodrigues de Lucena e Duarte Nunes, em 1600; Gregório Dias, Diogo Lopes de Vargas e Duarte Henriques, em 1605; Diogo de Andrade, João Noronha e Manuel de Almeida, em 1625; Manuel Batista Pires em 1639.

Não se vá pensar que o judeu entrou com entusiasmo na indústria do açúcar que nascia. Do mesmo modo que veio na sombra dos descobridores, examinar a terra e ver o que nela havia de mais facilmente aproveitável - o pau-brasil esperou que o negócio do açúcar fosse desbravado por outros até chegar a um bom ponto. Eis como se explica a falência dos primeiros edificadores de engenhos. Perdido o capital inicial, o judeu adquiriu os engenhos abandonados e, como neles não invertera as somas que os cristãos haviam perdido, seus lucros teriam de ser muito grandes. Assim, agiria, mais tarde, com o ouro: o bandeirante audaz descobriria, após mil tormentos, as lavras; eles se apoderariam delas, depois, pela traição. Toda a história do Brasil é assim: uma aparência - o idealismo construtor do português, do mameluco e do brasileiro, dos cristãos; uma realidade - o utilitarismo oculto do judeu, explorando as obras do idealismo alheio. Os agricultores e os guerreiros, diz o imparcial João Lúcio de Azevedo, são os elementos produtores e construtores das pátrias. O judeu não é nem agricultor nem guerreiro.

Vejam o quadro dos desbravadores, dos bandeirantes do açúcar, pintado por Pedro Calmon (24): " ... fracassaram todas as empresas de grandes cabedais, - início do desenvolvimento mundial do comércio - que se aplicaram a explorá-los: ou porque os portugueses só sabiam trabalhar para si não para capitalistas, que, à moda da Holanda, esperavam em Lisboa o seu provento, ou porque não se antecipara aos trabalhos um reconhecimento da terra e sua efetiva ocupação. Assim, em Ilhéus, Lucas Giraldes, que comprou a capitania ao seu donatário, fez edificar oito engenhos, e tanto foi roubado pelo feitor (que depois se estabeleceu no Recôncavo com engenho próprio) como pelos Aimorés, que tudo perdeu ... Em Porto Seguro, o duque de Aveiro, que adquiriu a capitania ao seu dono, igualmente mandou construir vários engenhos que pereceram. Vasco Fernandes Coutinho donatário do Espírito Santo e homem opulento, inverteu a riqueza granjeada na Índia em engenhos poderosos, e de tal forma lhes atacou o gentio, que morreu sem lençol para mortalha. Desgraça maior ocorreu ao capitão da Bahia, que gastou numa boa frota sua fortuna, começou dois engenhos, teve-os demolidos pelos Tupinambás e acabou trucidado por eles".

A indústria do açúcar, porém, progrediu admiravelmente em duas capitanias: Pernambuco e S. Vicente. Os engenhos eram movidos por água ou por bois. A lavoura da cana era feita, primeiramente, pelos índios escravizados, depois pela escravaria africana. Maquinário simples, de fácil montagem, de mais fácil reparo e de custo relativamente baixo. Mão-de-obra abundante e barata. O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros.


Modelo de navio negreiro mostrando a forma de como eram acomodados os escravos vindo da África para as Américas.

O açúcar era negociado com os mercados das Flandres desde 1532, quando Martim Afonso de Souza se associara ao holandês (25) Erasmo Schetz, cujo engenho sessenta anos mais tarde valeria quatorze mil ducados (26). D. João III via com bons olhos essa nova fonte de riqueza ultramarina e mandava passar ao Brasil vários lavradores de cana das ilhas da Madeira e Cabo Verde (27).

O fidalgo-agricultor, o gentilhomme-compagnard (do francês: figurativamente significa cavalheiro), o hobereau (do francês: aristocrata, nobre), riqueza social de todos os países, ligado profundamente à terra pela tradição, pela alma e pelo interesse é encontrado sempre, no Brasil colonial, encabeçando todas as iniciativas com sua coragem e seu idealismo. A sua sombra caminha agachado o judeu, negaceando, buscando o proveito de suas conquistas com o maior e menor risco possíveis. Duarte Coelho é quem manda, em 1549, buscar homens práticos, isto é, técnicos, no Reino, nas canárias e na Galiza à sua custa, para montar os engenhos (28). São homens de prol os que iniciam o plantio de cana na Bahia,vencendo todas as dificuldades (29). É o nome usual de senhor de engenho, transmitido até nossos dias, tem um sabor de titulo nobiliárquico.

Diz o "Diálogo das grandezas" que o soberano o dava em cartas e provisões (30). Assim se formou a nossa primeira aristocracia rural. A esse novo feudalismo não faltou até uma das mais comuns e interessantes instituições de caráter socialista da Idade Média: a banalidade. Havia os "engenhos reais", idênticos ao "lagar do príncipe" em Portugal ou ao "moulin (do francês: moinho, usina) banal" da França, destinados a moer a cana da gente pobre, que plantava sem ter engenho (31).

O açúcar espalhava-se por toda a Europa que o consumia com avidez, tantos e tantos séculos fora privada de coisa tão deliciosa, dependendo a sua pastelaria do mel das abelhas! Que estupendo país esta Terra dos Papagaios, ou do Brasil, surgida do seio do Mar Tenebroso! Dali vinha a madeira corante que tingia os panos flandrenses. Dali vinha mais o doce, coisa rara, cujo preço dobrava, triplicava nos mercados flandrinos, onde pontificavam, depois dos judeus do pau-brasil, os judeus do açúcar brasileiro. Os Países-Baixos, como Nova York hoje, eram a Judéia da época. Pinta o quadro um historiador que ninguém poderá taxar de antissemita, mas que conhece a documentação em que alicerça suas afirmativas: Os judeus que vendiam açúcar enriqueciam a termos de estender-se a cultura pelos Açores e Canárias, febrilmente fomentada, a ocupar grandes organizações financeiras que teciam, entre as várias praças européias, a rede de crédito (32). Duarte Coelho contou em Pernambuco com o auxilio daqueles capitalistas comissários (33); Sub-rogavam-se nas responsabilidades do governo para intensificar, criar uma economia, que lhes devolveu em altos juros os cruzados do empréstimo (34). Não houve melhor negócio na época e aos impulsos dessas cobiças resolveu João III dar ao Brasil um governo regular. Em 1549, depois de ter comprado aos herdeiros de Francisco Pereira Coutinho a capitania da Bahia, mandou Tomé de Souza fundar a capital da colônia (35).

Desta sorte, a primeira cidade e o primeiro governo resultam do comércio açucareiro, que os judeus internacionais manobram das Flandres por meio de uma rede de crédito.

A emigração israelita, que fugia à Inquisição peninsular, bifurcava-se para as Índias e para o Brasil. Estabelecido o Santo Oficio em Goa, a corrente veio toda para nós. A esse sangue judaico, que inúmeras vezes se misturou ao sangue cristão, deve quiçá a maioria dos brasileiros os defeitos que lhes são apontados: falta de fixidez no caráter, inclinação a não levar nada a sério, capacidade de deformar todas as idéias, indisciplina inata e prazer do despistamento. Muitos judeus permaneceram puros até nossos dias, fingindo-se mesmo de cristãos, mas conservando às ocultas a fé talmúdica, praticando os ritos, judaizando, como diriam os inquisitores (36). Outros se fundiram na consciência e na raça, exemplo raro, talvez único no mundo inteiro. O Brasil absorveu-os completamente. Tantos milhares de hebreus se encaminharam para nossa terra que, em 1532, D. João III proibiu a saída dos cristãos novos do Reino com mudança de casa e venda de propriedades, sob graves penas. Eles porém, continuaram a fugir para cá, forçando o governo real a novos alvarás de mais rigorosa proibição, em 1567. Dez anos mais tarde, premido pelas necessidades de dinheiro para a infeliz jornada de África, D. Sebastião revogou as proibições por duzentos e vinte cinco mil cruzados que lhe pagou o Kahal de Lisboa, o que motivou uma representação da Inquisição ao poder real, em 1578. O cardeal D. Henrique revalidou os atos de D. João III (37).

A enxurrada judaica encheu o Brasil que amanhecia, atirando-se aos negócios de mascate, de açúcar e de escravos. Dia a dia, o número de israelitas crescia nos primitivos núcleos da população. Suas sinagogas, que o povo denominava esnogas, multiplicavam-se. Havia-as em casas particulares, como a de Matuim, na Bahia, na residência do cristão-novo muito conhecido Heitor Antunes. Havia-as nos próprios engenhos, como a do cristão-novo Bento Dias de Santiago, em Camaragibe, onde, nas luas novas de agosto, em carros enramados, os judeus da terra iam celebrar o YOM KIPPUR (Dia do Perdão da religião judaica por terem adorado uma estátua dum bezerro de ouro) e outras cerimônias do rito judaico (38). As grandezas do Brasil servem aos diálogos judaicos. O Brandônio dos "Diálogos das Grandezas do Brasil" era o judeu Ambrósio Fernandes Brandão, ex-feitor do engenho sinagogal de Bento Dias de Santiago, onde também fora empregado o cristão-novo Nuno Alvares, "por ventura o interlocutor Alviano dos referidos diálogos" (39), como feitor dos dízimos reais que o seu patrão arrematava, consoante o velho hábito dos publicanos hebreus.



Essa judiaria do primeiro século do ciclo de negócio do açúcar, adorava tranquilamente, apesar de batizada, o Deus de Israel (40). Eram todos como aquele Diogo Fernandes, natural de Viana, a quem se referem os documentos, o qual, na agonia, quando lhe diziam que chamasse por Jesus "virava sempre o focinho e nunca o quis nomear" (41).

Depois de caído Portugal sob o domínio Espanhol, o número de famílias judaicas no Brasil não cessou de aumentar (42). No reinado de Filipe III, o alvará de 4 de abril de 1601, conseguido pelo Kahal a peso de ouro, e a bula papal de 23 de agosto de 1604, que custou à judiaria um milhão e seiscentos mil cruzados, permitiram aos cristãos-novos deixar as terras peninsulares e sair dos cárceres inquisitoriais. Mal se apanharam soltos, foram vendendo o que tinham e fugindo. Assim, quando veio a cobrança do que haviam prometido dar pelo alvará e pela bula, o rei não conseguiu receber nem a metade. Indignado, o soberano revogou a licença de salda e estabeleceu a obrigatoriedade de uma provisão real para cada emigrante com quitação do que a fazenda devia a cada israelita pela sua quota (43).

Nada disso impediu a emigração judaica para a América Portuguesa e Espanhola. No começo do século XVII, os judeus são quase donos do Brasil através do comércio do açúcar,  que manejam; através das profissões liberais, que exercem; através da própria Igreja, na qual se infiltram, fingindo servi-la (44); através da magistratura, que invadem, conseguindo vencer as eleições para os judaizados (45); através do professorado, no qual enxameiam, ensinando os moços, embora as desfavoráveis ausências que de alguns dos professores judeus se fazem (46). Usam-se sinais secretos para suas reuniões secretas. Um guarda do varadouro de Olinda, o judeu Tomás Lopes, vulgo Maniquete, servia, por exemplo, para um desses sinais. Quando devia haver reuniões dos roschin do Kahal na esnoga de Camaragibe, ele andava pelas ruas, com um pé descalço e um pano atado acima do artelho. Os judeus já sabiam o que isso significava (47).

Daí a necessidade das visitações do Santo Ofício desde 1593 e as proibições da coroa, em 1624, sobre negócios e ensino. De novo, o ouro judaico tilintou aos ouvidos do monarca espanhol, mundano e dissipador. Uma lei de 1629 permitiu a saída de judeus e conversos, que se derramaram pelo Brasil e Holanda. As ligações entre as comunidades de lá e as de cá vão permitir a conquista e ocupação do Nordeste pela Companhia das Índias Ocidentais e as grandes negociatas de açúcar, como veremos oportunamente. Já os holandeses eram os transportadores do açúcar graças à barateza dos fretes marítimos. "Sob a capa de negociantes de Lisboa, Porto e Viana", como diz Frei Vicente do Salvador, os judeus portugueses se entendiam com os de Flandres, também de origem portuguesa, do mesmo modo que com os dos engenhos brasileiros. Da Holanda se mandavam por ano, para o Brasil, 3 a 4 mil Bíblias em hebraico, como já vimos que eram mandadas para a Índia, o que documentam as denunciações do Santo Oficio.

Para o Brasil e para a Europa, o século XVI fora o do pau-de-tinta, das anilinas, por assim dizer; o século XVII foi o do açúcar. Nas primeiras décadas do centenário, o desenvolvimento da indústria açucareira se tornou impetuoso (48). Em 1610, segundo um viajante observador, era o único meio de vida (49). Os preços subiam ao ponto de criar nos senhores de engenho esse delírio de gastos, grandezas e luxo, que vimos contemporaneamente nos donos de seringais da Amazônia e nos fazendeiros de café ...

É o que dizem os cronistas: Cardim, Soares, Barlaeus, Frei Vicente. Segundo os estudos de J. Lúcio de Azevedo (50), em 1610, a produção de açúcar foi de 735 mil arrobas, no valor de 1.500 contos, soma respeitável para a época.

O trabalho braçal do escravo, a fortuna dos fidalgos e sua iniciativa, bem como as de outros portugueses cristãos, criaram no Brasil o Empório do Açúcar (51). Nas trevas, unidos os de Portugal, os da colônia nascente e os da Holanda pelos seus Kahals, os judeus exploram essa riqueza como intermediários, armadores, especuladores, fornecedores de capitais, onzeneiros cruéis (52). Mas isso ainda não é bastante para eles:precisam apoderar-se do empório, dominá-lo completamente, fazer pesar sua mão-de-ferro sobre os ricos e senhores de engenho, orgulhosos de sua linhagem e de sua crença, e tirar vingança dos soberanos peninsulares, arrancando precioso florão de sua coroa. Os Estados Gerais da Holanda, regurgitando de ouro judaico (53), podiam iniciar a desagregação do império colonial luso-espanhol, conquistando o Brasil, terra do açúcar, e Angola, terra do escravo que plantava a cana, aquém e além Atlântico. Que têm sido sempre o judeu senão o fermento desagregador dos impérios e das civilizações? Ele faltaria ao chamamento do seu destino, se não tentasse abocanhar o empório do açúcar (54), com expedições pagas e companhias organizadas com o dinheiro ganho com o próprio açúcar...

BIBLIOGRAFIA:
(01) Solidônio Leite Filho op. cit. pág. 39.
(02) "Livro de Centenário", I, 42 carta de Américo Vespúcio a Pedro Soderini.
(03) O grifo é nosso. O historiador diz adivinhara, porque não se lembrou do espião Gaspar da Gama, que veio reconhecer a terra e levou, em 1501, informações à sinagoga lisboeta. Em 1503, o pau-de-tinta já estava sendo carregado!
(04) Pedro Calmon, "História da Civilização Brasileira", ed. da Cia. Editora Nacional, S. Paulo, 1933, pág. 12.
(05) Chamberlain, "Die Grundlagen desneunzehnten Iahrhunderts". 
(06) Rodolfo Garcia, "Os Judeus no Brasil Colonial" in "Os judeus na História do Brasil", págs. 13, 14 e 41, ed. do vendedor de livros judeu Uri Zwerling. Este israelita fez o livro como propaganda judaica, mas, muito ignorante, coitado! aceitou o que lhe quiseram dar e a obra é um repositório de documentação anti-judaica.
(07) Cf. João Ribeiro, "História do Brasil", pág. 78.
(08) Solidônio Leite Filho, op. cit. pág. 46.
(09) Vide "Primeira visitação do Santo Ofício às partes do Brasil" pelo licenciado Heitor Furtado de Mendonça, ed. de Paulo Prado, 1922, 1925, 1929.
(10) Loc. cit. pág.10.
(11) Solidônio Leite Filho, op. cit. pág. 40. cf. W. Sombart "Die Juden in des Wirtchaftsleben", pág. 34.
(12) Peragalo, "Memória do Centenário", págs. 83-84.
(13) Solidônio Leite Filho, op. cit. pág. 40.
(14) Idem.
(15) Pedro Calmon, op. cit. págs. 13-15.
(16) Idem pág.14.
(17) Varnhagen, "História Geral do Brasil", pág. 145. Solidônio Leite Filho op. cit. pág. 41.
(18) Pedro Calmon, op. cit. pág. 13.
(19) Varnhagen, "Antonio José da Silva" in "Revista do Instituto Histórico", vol. IX pág. 114.
(20) Solidônio Leite Filho, op. cit. págs. 41-42.
(21) Dr. Isaque Izeckson; "A contribuição judaica na formação da nacionalidade brasileira", in "Almanaque Israelita do Brasil", 5695-96, 1935 pág. 5.
(22) "Almanaque Israelita do Brasil": O trabalho sobre o Kaf de João Ramalho a que o autor se refere com essa fingida displicência é o erudito volume de Horácio de Carvalho "O Kaf de João Ramaïho" tip. do "Diário Oficial", S. Paulo, 1903, com prefácio de Teodoro Sampaio. É uma obra admirável que revela os segredos da cabala judaica.
(23) A obra de Argeu Guimarães intitula-se: "Os cristãos-novos portugueses na América Espanhola". Sobre os peruleiros e o tráfico da prata, vide "Diálogos da Grandeza", ed. da Academia Brasileira, pág. 37 e 144; Pedro Taques, "Nobiliarquia Paulistana", ed. de Escragnolle Taunay, I, 245; Pedro Calmon, "História da Civilização Brasileira", cap. o caminho do perú, págs. 76 e 77.
(24) Op. cit. pág. 16.
(25) De acordo com a documentação reunida por Alcibíades Furtado em "Os Schetz da Capitania de S. Vicente", Rio de janeiro, 1914 creio que há um certo feitor judaico nessa dinastia de homens de negócios. Tinham casa bancária em Antuérpia sob a firma Erasmus ende Sonen, Erasmo & Filhos; Erasmo comprou as partes da capitania de S. Vicente de Martin Afonso e do piloto Francisco Lobo. Os Schetz estavam ligados ao banqueiro João Venistre ou Wenix de Lisboa. Um filho de Erasmo, Gaspar Schetz foi tesoureiro de Felipe II nos Países Baixos. O Rei o enobrecera com títulos e senhorios, o que os reis costumavam fazer com seus ecônomos judeus. Os filhos de Gaspar manejavam cabedais em Bruxelas.
(26) "Publicações do Arquivo Nacional", vol. XIV, 200; Ferrind Donnet. "Notes à L'histoire des emigrations des anversois".
(27) Pedro Calmon, "História da Civilização Brasileira", pág. 18.
(28) Capistrano de Abreu, nota a Porto Seguro, I, 230-I.
(29) Pedro Calmon, op. cit. 19. Valia a pena vencê-las. Os lucros eram convidativos. Em 1699, um quilo de açúcar valia 2 mil réis no porto da Bahia, "preço fabuloso para época". Cf. Escragnolle Taunay, "Na Bahia Colonial", separata da "Revista do Instituto Histórico Brasileiro", Imprensa Nacional, Rio de janeiro, 1925, págs. 303.
(30) Edição da Academia Brasileira, pág. 33.
(31) Frei Gaspar da Madre de Deus, "Memória para a História da Capitania de S. Vicente", ed.-Taunay, pág. 171.
(32) Data de longe o internacionalismo do capital judaico ...
(33) É bem claro, manifesto, o papel do judeu como intermediário. os grifos em toda citação são nossos.
(34) Velha e conhecidíssima técnica. A história precisa ser lida às vezes, nas entrelinhas. Quanto segredo escondido! "Fundemo-nos todos em haver dinheiro, porque, quer seja nosso, quer seja alheio, é Deus verdadeiro". Gil vicente "Obras", ed. Mendes dos Remédios, tomo I pág. 182.
(35) Pedro Calmon, op. cit. pág. 19.
(36) As visitações do Santo Ofício citadas e o livro de Mário Sáa. "A invasão dos judeus", demostram a permanência do judaísmo e do judeu dentro das populações de Portugal e do Brasil. Em 1714, o viajante Frezler observa que a devoção religiosa na Bahia servia "para capear o judaísmo," pois estava a Bahia repleta de judeus. "Havia bem pouco, depois de longos anos de falsa devoção exterior, fugira subitamente para a Holanda um vigário carregando as alfaias de sua igreja e, uma vez ali, chegado, mostrara o que era, correndo à sinagoga". Taunay. "Na Bahia Colonial", pág. 345.
(37) Solidônio Leite Filho, op. cit. págs. 47-48.
(38) Rodolfo Garcia, loc. cit. pág. 49.
(39) Idem pág. 20.
(40) Solidônio Leite Filho, op. cit. pág. 48.
(41) Rodolfo Garcia, loc. cit. pág. 18
(42) Solidônio Leite Filho, op. cit. pág. 49. Os portugueses da Bahia eram geralmente de raça judia, observou o viajante Froger, no fim do século XVII. Cf. Taunay, "Na Bahia Colonial", pág. 291. Por isso, antes dele, diz outro viajante, Pyrard de Laval, eram na maioria, criminosos ou falidos. Como a indústria judaica de falência é antiga! Cf. op. cit. pág. 251.
(43) Idem, idem.
(44) Fortunato Almeida, "História da Igreja em Portugal", tomo III, parte II, pág. 112.
(45) Códice dos séculos XVI e XVII, in "Revista da Faculdade de Direito" nº 103, pág. 11.
(46) Rodolfo Garcia, loc. cit. pág. 21.
(47) Idem pág. 25. Como coxeasse quando assim andava, até hoje em Pernambuco e na Paraíba o povo chama aos coxos cohens ...
(48) Pedro Calmon, op. cit. pág. 79.
(49) Pyrard de Laval, "Voyages", Paris, 1615, pág. 580.
(50) "Épocas de Portugal Econômico", pág. 271.
(51) Pedro Camon, op. cit. pág. 81: "Tornava-se o porto do Recife o maior emporium do açúcar em todo o mundo".
(52) Vide as acusações do judeu João Nunes: "Largo de consciência", me matéria de usura, in Rodolfo Garcia, loc. cit pág. 17.
(53) Pedro Calmon, op. cit. pág. 52.
(54) "A influência dos negociantes israelitas estendia-se ao engenho produtor, à firma embarcadora, ao intermediário de Lisboa a quem era consignada a mercadoria, às praças consumidoras do centro e do sul da Europa. Quando a Espanha se colocou de permeio entre os engenhos do Brasil e os compradores flamengos, estes imaginaram a organização de uma companhia-mercantil de conquista e empreendem a guerra de 1624-1654". Pedro Calmon, "Espírito da Sociedade Colonial". Companhia Editora Nacional São Paulo, 1935, pág. 36. Cf. Frei Vicente do Salvador, História do Brasil, 3ª ed. pág. 404.

Fonte: http://www.defenderlapatria.com/historia%20secreta%20do%20brasil%201.pdf, págs 37 a 53.

Veja também:
           
             

Os Judeus e o Tráfico de Escravos Transatlântico.
Qual o papel dos judeus na escravidão dos "negros" (hebreus)? Aqui estão algumas fontes judaicas que nos dão a resposta.

Leia tudo em:
http://yahshurun.blogspot.com.br/2012/07/os-judeus-e-o-trafico-de-escravos.html
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Um legado genocida do tráfico humano descoberto.

Novo livro oferece provas pictóricas maciça de envolvimento judeu no comércio de escravos e suas conseqüências. Não há mais qualquer debate. Tem sido mostrado conclusivamente que o povo judeu realizou um papel fundamental no comércio transatlântico de escravos e do desenvolvimento de uma sociedade de apartheid nos Estados Unidos da América.

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Leia mais http://www.finalcall.com/artman/publish/Perspectives_1/article_7217.shtml

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Modelo de um navio negreiro. Os escravos são embalados em em uma plataforma colocada sobre os depósitos no porão, que incluem presas de marfim. Este navio está armado, mas a maioria dos traficantes de escravos invocado velocidade para escapar perseguir navios de guerra.


Retrato de uma caravana de escravos capturados na África.

As duas principais fontes de receita da empresa no Brasil foram imposições sobre a produção das usinas de açúcar e direitos sobre a importação de escravos negros, e em ambas as esferas empresários judeus estavam ativos. Em 1638, por exemplo, Monsea Navarro comprou o direito de “farm” o imposto sobre o açúcar do distrito de Pernambuco para cinqüenta e quatro mil florins. Especuladores judeus compravam escravos por dinheiro pronto a partir da holandesa Companhia das Índias Ocidentais e revendeu-os para os plantadores em três ou quatro vezes o preço de compra, uma vez que teve de aceitar o pagamento em prestações e muitas vezes em espécie. (Embora este não é o lugar para contar as péssimas condições de trabalho dos escravos africanos no século XVII no Brasil, os vendidos aos plantadores judeus parecem ter sido um pouco melhor do que os comprados pelos colonos portugueses ou holandeses, uma vez que não só descansou no sábado judeu, mas também pelo estatuto, no domingo.)

"From Aspects of Jewish History", pág. 274, Marcus Arkin, Diretor-geral da The South African Zionist Association, publicado por The Jewish Publication Society of America, Philadelphia, 1975, pág. 202.

Leia tudo em:
http://www.jewwatch.com/jew-atrocities-slaves.html
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Imperdível també é o livro "The Secret Relationship Between Blacks and Jews", volume 1, por The Nation of Islam, Boston 1991.

              

"O Relacionamento Secreto Entre Negros e Judeus" é um livro que afirma que os judeus dominaram o comércio atlântico de escravos. O livro tem 334 páginas, 1.275 notas de rodapé e mais de 3.000 fontes, incluindo revistas judaicas, enciclopédias, jornais e outras publicações; citações de estudiosos judeus e rabinos, registros judiciais, transporte e imobiliários registros, avisos de quilombos, avisos de leilões, sermões publicados, os dados do censo, contas de escravos de venda e registros fiscais são citados.

PDF grátis do livro "The Secret Relationship Between Blacks and Jews", volume 1:
http://www.radioislam.org/islam/english/books/secrrel1/The%20Secret%20Relationship%20between%20Blacks%20and%20Jews.pdf

http://noirg.org/wp-content/uploads/2012/04/TSR.HighlightsKeyPoints1.pdf

Volume 2 foi publicado em 2010, com o título "How Jews Gained Control of the Black American Economy".

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Leia http://www.finalcall.com/artman/publish/Perspectives_1/article_7230.shtml
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              Amsterdam musicians dressing up as Black Pete, the slave of the Dutch Santa Claus, Sinterklaas. (photo credit: Cnaan Liphshiz/JTA)
Foto de polêmica tradição tirada numa movimenta rua perto do Parlamento na Holanda: a festa do "Zwarte Piet" - Pedro Preto, em português. Ele seria o ajudante negro do Papai Noel, sendo representado por pessoas com a cara pintada de preto, lábios de vermelho e peruca black power, que desfilam no dia 5 de dezembro à deliciar transeuntes com músicas. O costume é acusado de ter caráter essencialmente racista possuindo já milhares de assinatura num abaixo-assinado para coibi-lo.

Quão culpados eram os judeus holandeses no comércio de escravos?
Um rabino ortodoxo dissidente holandês acha que é tempo para a sua comunidade, em grande parte em silêncio, discutir seus laços sólidos que a atavam.

Leia tudo em:
http://www.timesofisrael.com/how-culpable-were-dutch-jews-in-the-slave-trade/
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A transformação de Zumbi dos Palmares (pintura acima) em um herói nacional é uma das maiores falácias da História do Brasil. A imagem de que Zumbi foi um líder revolucionário movido por “grandes sentimentos de amor” — como declarou ironicamente, séculos mais tarde, o argentino Ernesto “Che” Guevara — e que o Quilombo dos Palmares era um paraíso de igualdade e justiça social é uma imagem que em nada condiz com a realidade. Zumbi era um líder autocrático que governava o quilombo com mão-de-ferro. Exigia ser tratado como um rei e que, de fato, recebia a deferência de um estadista não apenas de seus súditos, mas igualmente de representantes do governo colonial. Era sobrinho de Ganga Zumba (“Grande Senhor”), o primeiro Rei de Palmares.

Um fato meticulosamente mantido fora dos registros históricos oficiais é o de que Zumbi dos Palmares enviava esquadrões de ataque para fazendas vizinhas não com o intuito de libertar seus irmãos negros do jugo escravista, mas para roubar escravos dos senhores de terra em seu próprio proveito. Sim, Zumbi dos Palmares foi um dos maiores senhores escravistas de seu tempo. E não se engane: aqueles que ousavam fugir do “paraíso” quilombola de Palmares eram perseguidos por experientes capitães-do-mato e, uma vez recapturados, eram torturados e mortos em praça pública — menos de 100 anos depois, algo semelhante foi conduzido em Paris durante a Revolução Francesa, período conhecido como “O Terror”. Para saber mais, recomendamos a leitura do “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, de Leandro Narloch.

Leia tudo em:
http://unbconservadora.blogspot.com.br/2011/11/zumbi-dos-palmares-heroi-de-que.html

Abraços