Esta é uma canção dedicada a todos aqueles que defendem no presente passado e futuro a Igreja de Cristo Vivo. Uma homenagem também àqueles que heroicamente tombaram na ultrajante Guerra Cristera (México 1917 – 1926) movida pela religião judaico-maçônica esquerdista, e que os cristãos de hoje e sempre sejam mais motivados e seguirem em frente com fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, combatendo com a Verdade, Justiça e Virtudes o avanço das seitas e ideologias anticristãs e formar cristãos cada vez mais tementes e comprometidos com Deus que a homens.
Cena forte do filme "Cristiada" (ou "Cristeros") de Dean Wright (2012) que mostra o suplício a que foi submetido um garoto de apenas 14 anos chamado José Sánchez del Río para que negasse a fé em Cristo Jesus e por servir por um ano nessa guerra anti-judaico maçônica comunista/esquerdista:
Quanta diferença desse garoto com os pastores e padres de hoje. Se hoje ainda se pode pregar o Evangelho, muito deve-se a pessoas como esse garoto que deu sua vida e mostrpi aos inimigos de Cristo e da Humanidade que destruir a fé genuína não sairia barato. Esses massacres, torturas, queima de igrejas com fiéis dentro são mais uma mancha de sangue entre muitas nas mãos da Maçonaria e de seus arquitetos nos bastidores. Vamos ao hino "Viva Cristo Rey" (Himno del Apologista):
♪♩♪ Un grito de guerra se escucha
en la faz de la tierra y en todo lugar
los prestos guerros empuñan su espada
y se enlistan para pelear
para eso han sido entrenados
defenderán la verdad
y no les será arrebatado
el fuego que en su sangre está.
CORO:
♪♩♪ Viva Cristo Rey viva Cristo Rey
el grito de guerra que enciende la tierra
viva Cristo Rey, nuestro soberano Señor
nuestro capitán campeón, pelear por él
esto todo un honor.
♪♩♪ Sabemos que esta batalla no es fácil
y muchos se acobardarán
y bajo los dardos de nuestro enemigo
sin duda perecerán
yo tendre mi espada en alto
como la usa mi Señor
a él nada lo ha derrotado
su fuerza es la de Dios.
CORO:
♪♩♪ Viva Cristo Rey viva Cristo Rey
el grito de guerra que enciende la tierra
viva Cristo Rey, nuestro soberano Señor
nuestro capitán campeón, pelear por él
esto todo un honor.
♪♩♪ No conocemos mayor alegría
no existe mas honroso afán
que con mis hermanos estar en la línea
y juntos la vida entregar, a Él que merece la gloria
y nos reclutó por amor
ante Él las rodillas se doblan y se postra el corazón.
CORO:
♪♩♪ Viva Cristo Rey viva Cristo Rey
el grito de guerra que enciende la tierra
viva Cristo Rey, nuestro soberano Señor
nuestro capitán campeón, pelear por él
esto todo un honor.
1ª etapa: eclosão da 1ª Guerra Mundial para destruir o Império Otomano que dominava com firmeza o Oriente Médio e forte lobby para conseguir a Declaração de Balfour em troca de trazer os EUA para entrar na guerra.
2ª etapa: eclosão da 2º Guerra Mundial, promoção e endeusamento do Holocausto para grilar a Palestina dos palestinos e lançando a pedra fundamental para criação do Eretz Israel, o estado único com a extinção completa da Palestina.
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E 3ª etapa final: teremos novamente outra guerra mundial, e nuclear, para expansão física, desnudada e global, e consolidação do domínio ditatorial do Anticristo na já preparada construção do 3º Templo em Jerusalém, "o templo da abominação" conforme as palavras de Deus Altíssimo no Livro de Apocalipse.
Síria: combatentes femininas curdas contra o ISIS (exército proxy siono-maçônico). Milhares são os registros escritos que sobreviveram nas paróquias e nas cidades de muitas regiões centrais e do sul da Itália, que contam dos estupros brutais, maciços e coordenados sofrido pelas mulheres e meninas italianas. Eventos tristes conhecidos como"marocchinate" precisamente porque eram os soldados marroquinos seus principais autores e são lembrados como os mais brutais: tanto para até mesmo induzir o Papa Pio XII a escrever a Charles de Gaulle para pedir-lhe que tomasse medidas. Que, a contragosto, foi atendido. Que ninguém pense que são casos isolados, são comuns onde que que soldados de países democráticos (regime político criado por pagãos) invadam: é orgia, drogas, estupros, pilhagens, destruição por prazer, sodomia, pedofilia, roubos ...
Rainha de Castela, Isabel a Católica, pintura anônima atribuído a Antonio del Rincón. Um dos maiores empenhos que Isabel teve em seu reinado foi mover a guerra santa contra o invasor muçulmano ajudado pelos judeus. Nas várias campanhas que encetou, e sobretudo na reconquista de Granada, Isabel arrebatava seus soldados por sua energia sobre-humana, senso do dever e espírito sobrenatural. Enquanto seu marido o Rei Fernando, um dos melhores guerreiros de sua época, comandava o exército, a rainha cuidava de toda a retaguarda, como recrutamento de reforços, envio de alimentos e munições, bem como projetava os hospitais — foi ela quem instituiu o primeiro hospital militar da História, e suas enfermeiras precederam as da Cruz Vermelha em mais de trezentos anos.
Mulheres católicas mexicanas serviram de informantes, enfermeiras, forneceram esconderijo e transporte de armas, explosivos e munições aos seus maridos, irmãos e filhos que lutavam contra a Maçonaria que desejava forçar o laicismo no México. Era a Guerra Cristera. A síriaca Babylonia (acima), 36 anos, não se arrepende de ter deixado para trás seus dois filhos e seu trabalho como cabeleireira para se juntar a milícia feminina cristã "Forças de Proteção Feminina da Terra Entre os Dois Rios" para lutar o grupo siono-maçônico do Estado Islâmico na Síria. Fonte: https://www.newsmax.com/Newsfront/christian-female-fighters-join/2016/01/18/id/709888/
Mulher palestina enfrenta saqueadores e latrocidas israelenses armados em Nablus, Palestina.
Mulheres e moças alemãs que lutaram e trabalharam bravamente durante a 2ªGM por um país melhor, livre e soberano, não se desalentaram com a derrota. Terminado a guerra, se colocaram a reconstruir o que podiam de seu país saqueado, humilhado, estuprado, pilhado, ocupado, etnocidado e injuriado pelos siono-maçônicos democratas comunistas capitalistas.
Lembrando e homenageando também todas as mães e mulheres anônimas de perto ou longe que cuidam do lar e dos filhos, que adotam crianças ou bichinhos, que apesar de todas as dificuldades, das limitações, da pobreza, do descaso público, da enfermidade ou abandono dos maridos ou companheiros, não se venderam, não desanimaram, não se prostituíram, não abandonaram os filhos ou outras responsabilidades, evitaram, lutam ou venceram as drogas e outras tentações; essas sim são do lar, recatadas, belas e vencedoras.
Vídeo-aula explica o Sistema da Dívida no Brasil. A corrupção é intrínseca ao funcionamento desse sistema, que opera no Brasil e em diversos países, beneficiando principalmente ao setor financeiro nacional e internacional:
“Dívida pública brasileira é cheia de ilegalidade”, diz advogada da Auditoria Cidadã da Dívida. Os juros elevadíssimos praticados pelo Brasil “tem consumido ano após ano quase metade do orçamento federal. R$ 962 bilhões em 2015, são R$ 2,6 bilhões por dia: dois Itaquerões”
Um dos símbolos da “gastança da Copa” de 2014, a Arena Corinthians custou R$ 1,08 bilhão. Imagine, então, o escândalo que seria se o dinheiro de 962 Itaquerões fossem gastos de forma imprudente pela União? R$ 962 bilhões é quanto gastou o Brasil em 2015 com o pagamento dos juros de sua dívida pública. A comparação foi feita pela advogada Carmen Cecilia Bressane, integrante da Auditoria Cidadã da Dívida, em um evento sobre economia e política no centro de São Paulo. http://brasileiros.com.br/2016/07/divida-publica-brasileira-e-cheia-de-ilegalidade-diz-advogada-da-auditoria-cidada-da-divida/
Apesar de representarem 45% do rombo da Previdência dos servidores, militares ficam de fora de reforma de Temer. As mudanças nas regras de concessão de aposentadorias e pensões discutidas pelo governo Michel Temer — apontadas como uma das prioridades para dar sustentabilidade às contas públicas — não vão valer aos militares. As informações são do jornal Valor Econômico. http://www.huffpostbrasil.com/2016/06/28/apesar-de-representarem-45-do-rombo-da-previdencia-dos-servidor_a_21689692/
THE NEW YORKER: SOB TEMER, CAOS NO BRASIL PROMETE NOVAS EXPLOSÕES — "As coisas não vão bem no Brasil", escreve na revista The New Yorker desta semana o prestigiado jornalista e escritor John Lee Anderson; depois de historiar a crise dos dois últimos anos no Brasil, destacando os casos de corrupção, a Lava Jato e o impeachment de Dilma Rousseff, ele fala dos confrontos violentos nos presídios e da crise de segurança e diz que "Temer e seus aliados se movem rapidamente para desfazer o legado de 13 anos do PT, em cujos governos o país tornou-se um dos maiores exportadores de commodities no auge do boom da China (...). A maioria desses ganhos está agora em risco, com Temer instituindo medidas de austeridade e um congelamento de 20 anos em todos os gastos públicos. Com a situação social em ruínas, o Brasil tem todos os ingredientes para enfrentar novas explosões" http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/281745/The-New-Yorker-Sob-Temer-caos-no-Brasil-promete-novas-explos%C3%B5es.htm
As digitais de Israel e dos Estados Unidos no golpe brasileiro. O governo golpista de Michel Temer é comandado por Israel e Estados Unidos e tudo indica o DNA da CIA e do Mossad na derrubada de Dilma. Poucos se atentaram ao fato de que Israel passou a controlar com seus sionistas três setores-chave do governo golpista: a Defesa (Raul Jugmann), a Inteligência (Sergio Etchegoyen) e o Banco Central (Ilan Goldfajn). http://port.pravda.ru/news/mundo/20-06-2016/41204-israel_estados_unidos-0/
SIONISTAS PERSEGUEM ACADÊMICO QUE ACUSOU ISRAEL DE ATUAR NO GOLPE — Em artigo, Marcos Tenório aponta que sionistas da Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj) mobilizaram a comunidade judaica brasileira contra o professor Thomas de Toledo, que publicou artigo denunciando possíveis ações de Israel e dos EUA no golpe em curso contra o governo Dilma Rousseff; ele foi demitido da Unip. http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/239869/Sionistas-perseguem-acad%C3%AAmico-que-acusou-Israel-de-atuar-no-golpe.htm
Israel comemora o golpe de estado no Brasil
O artigo acima do Times of Israel revela os motivos do regime sionista para comemorar o golpe de estado no Brasil. Nota-se que por trás do golpe está a sombra do sionismo, operando através da CIA e Mossad israelense, orquestrando a Operação Lava Jato com o apoio da mídia e do judiciário. Uma vingança contra Dilma Rousseff, que não aceitou o embaixador terrorista nomeado pelo genocida Netanyahu.
Agora o caminho para que a máfia Rothschild possa usurpar a Petrobrás, o pré-sal e controlar diretamente o Banco Central ficou aberto. José Serra e Ilan Goldfajn são citados como nomeações importantes para Israel, ou seja, para os interesses da banca Rothschild. http://www.contextolivre.com.br/2016/06/israel-comemora-o-golpe-de-estado-no.html
"¡Vayan y privaticen a la puta madre que les parió!", diz a política nacionalista mexicana Layda Sansores:
Quanta diferença com o discurso do "nacionalista" e "herói" Bolsonaro quando diz "Nós temos que reconhecer nosso local (complexo de vira-lata?). Nossos parceiros serão a Europa, e em primeiro lugar EUA e Israel", referendo-se a entrega da Base de Alcântara aos EUA:
Essa síndrome de inferioridade e de entreguismo vem de longe. Durante o regime militar de 1964, no governo do Marechal Castelo Branco, o General do Exército Juracy Montenegro Magalhães foi nomeado embaixador brasileiro nos Estados Unidos. É desse período a sua célebre frase:
“O que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil.”
Juracy levava também uma vida secreta: fora informante do FBI (assim como os maçons FHC e Serra) durante o último governo Vargas e confidenciou a Adolf Berle que conspirara contra ele em 1945. Juracy se celebrizou por ter legalizado o jogo do bicho que passou a ser fonte de recursos para as obras assistenciais do governo. Com "nacionalistas" assim, ninguém precisa de inimigos externos.
"Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. “Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo, oculto na noite para demolir as fundações da nação infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe.”
Discurso mui atual de Cícero, tribuno romano, em 42 a.C.
A DESTRUIÇÃO DO BRASIL E SUA DECOMPOSIÇÃO MORAL.
A consequência mais trágica do golpe (militar/jornalistas/maçons/CIA ..) é a destruição do Brasil enquanto nação e a decomposição moral das suas instituições. Se o impeachment em si representou um ataque aos fundamentos democráticos e republicanos da Constituição o trabalho de sapa do governo ilegítimo consiste em destruir de forma implacável e impiedosa o sentido social que o país vinha construindo desde a Constituição de 1988. As medidas do governo falam por si e se sintetizam na PEC dos gastos, nas propostas de Reforma da Previdência e Trabalhista e na lenta destruição de programas sociais como o Prouni, Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família, o financiamento estudantil, etc..
O governo federal, junto com governos de estados, particularmente do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, vêm destruindo a pesquisa científica e a Cultura, cortando verbas, fechando instituições e institutos de pesquisa, acabando com programas, demitindo orquestras sinfônicas, minando as universidades públicas. Há uma conjura deliberada anti-sociais, contra a ciência, a pesquisa, cultura, a educação e a saúde pública. Serão necessárias décadas de reconstrução, com perdas incalculáveis em termos de avanços, recursos e capacidades. O que está em curso é um grande desastre social, com um massacre de direitos de tal magnitude poucas vezes visto em nossa história.
Do ponto de vista econômico, em Brasília, o país está à venda. Grupos de assalto cercam o governo pronto a satisfazê-los, entregando-lhes petróleo e gás, serviços e infraestrutura, previdência e direitos sociais, perdoando dívidas do agronegócio, num devastador jogo de pirataria econômica. O resultado é uma economia paralisada com quase treze milhões de desempregados, com empresas fechando as portas e com a capacidade ociosa nas alturas. O milagre da recuperação rápida se revelou uma grande mentira.
(...)
Selvageria nas prisões, violência e desordem nas ruas, confrontos crescentes entre manifestantes e polícias, crescimento do desemprego e da pobreza, destruição das instituições do Estado é o legado (dos paneleiros com camiseta da CBF) crescente de um governo sedicioso que premia o crime com os altos cargos públicos. Ao assim proceder, sem escrúpulos e sem moral, o governo (e os paneleiros?) vai autorizando a barbárie social, a desmesura, a desordem.
[2] Lava Jato: enorme operação judicial anti-corrupção, cujos resultados mais flagrantes tem sido paralisar a economia, atacar os políticos do PT e tentar impedir Lula de concorrer às eleições presidenciais de 2018 – mas a Lava Jato extravasa seus objetivos iniciais e muitos políticos em altos cargos são indiciados (Temer é citado 43 vezes).
[3] O ministro Alexandre de Moraes passou uma noite com uma dezena de senadores – parece não importar que o Senado tivesse de ouvi-lo dali a poucos antes tendo em vista a sua nomeação para o STF – num love boat bem conhecido, um motel flutuante. [nota da versão em francês].
[5] O estado do Espírito Santo ficou 10 dias sem força policial, deixando a sua população no caos, com uma vaga de ajustes de contas e assassinatos, roubos de lojas, encerramento de escolas e estabelecimentos públicos. Note-se que no Rio de Janeiro já há cerca de 60 quartéis da Polícia Militar bloqueados pelas famílias dos polícias – pois estes não têm o direito de fazer greve… e o Carnaval vem aí [nota da versão em francês].
Quanto custaram as diligências, as investigações, perícias, deslocamento de viaturas, uso de equipamentos, coletas de documentos, horas e horas de interrogatórios e análises pra armar esse circo do triplex? Acaso o erário público será ressarcido? Ou 'não vem ao caso.'?
POLÍCIA FEDERAL ARQUIVA CASO TRIPLEX DE LULA POR FALTA DE PROVAS — O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, divulgou o relatório final sobre a fase Triplo X da Operação Lava Jato, que investigava a reforma em um apartamento no Guarujá, no litoral paulista, atribuído à família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foram indiciadas sete pessoas, entre elas, a verdadeira dona do imóvel e funcionários da Mossack Fonseca, descrita no relatório como ‘organização criminosa de caráter transnacional’, que teria usado o imóvel para cometer crime de lavagem de dinheiro. http://neldermedeiros.com/policia-federal-arquiva-caso-triplex-de-lula-por-falta-de-provas/
Sérgio Moro vira réu em Genebra e risco de prisão de Lula é página virada.
"Posto sob os holofotes da corte da ONU em Genebra, Sérgio Moro já nem em sonhos se atreverá a prender Lula. Mas, nas últimas duas semanas, começando no dia 13 de outubro, tudo parecia apontar para a prisão do ex-presidente. Videntes até previam o dia e a hora. Desde o início dessa semana, contudo, a situação começou a se reverter com a crise institucional aberta por Renan Calheiros contra a Lava Jato. E anteontem, no dia 26, deu uma virada completa com o anúncio da decisão da ONU." http://paraalemdocerebro.blogspot.com.br/2016/12/sergio-moro-vira-reu-em-genebra-e-risco.html
Como a Lava Jato foi pensada como uma operação de guerra
O vazamento torrencial de depoimentos, a marcação cerrada sobre Lula, o pacto incondicional com os grupos de mídia, a prisão de suspeitos até que aceitem a delação premiada, essas e demais práticas adotadas pela Operação Lava Jato estavam previstas em artigo de 2004 do juiz Sérgio Moro, analisando o sucesso da Operação Mãos Limpas (ou mani pulite) na Itália.
O paper "Considerações sobre a operação Mani Pulite", de autoria de Moro é o melhor preâmbulo até agora escrito para a Operação Lava Jato. E serviu de base para a estratégia montada.
No momento em que mais de mil escolas foram ocupadas ao redor do Brasil contra a MP do Ensino Médio e a PEC 241, seguidores do Movimento Brasil Livre passam a ameaçar secundaristas menores de idade pelas redes sociais, após agressões no Colégio Estadual do Paraná. No caso, os jovens acusam membros do Movimento Brasil Livre — incluindo Arthur, youtuber do Mamãefalei — de agressão, assédio sexual e exposição de menores de idade sem permissão dos pais. https://medium.com/democratize-m%C3%ADdia/seguidores-do-mbl-amea%C3%A7am-jovens-secundaristas-nas-redes-sociais-68dc1f5ef779#.7cp59gz3a
Veja e o croqui da bomba que Bolsonaro iria explodir contra a Adutora do Guandu, que abastece o Rio de Janeiro. Ele afirmou à repórter que iriam explodir bombas (que chamou de "espoletas") para “mostrar a insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro Leônidas”. http://ambicanos.blogspot.com.br/2014/12/revista-veja-denunciou-em-1987.html
Pôs em risco a ordem pública e usou da ameaça de colapsar o abastecimento de água da população do Rio como chantagem para aumento salarial?! Sem falar que está há 3 décadas na política e nada fez. E em 2013 casou-se com sua segunda esposa, e a cerimônia foi realizada pelo pastor Silas Malafaia, paladino da moralidade e que é contra o divórcio. Quanta coerência!
A Polícia Federal (PF) indiciou 49 pessoas, entre as quais, o pastor Silas Malafaia no inquérito decorrente da Operação Timóteo. Deflagrada em dezembro do ano passado, a operação investiga um esquema de corrupção na cobrança de royalties da exploração mineral. A informação foi publicada ontem (23/02/2017) pela revista IstoÉ e confirmada pela Agência Brasil.
Pelas redes sociais, Malafaia atacou a revista e disse que se tratava de “notícia requentada”. Segundo o pastor, o indiciamento ocorreu no dia 16 de dezembro. Na ocasião, Malafaia foi conduzido coercitivamente pela PF para explicar a existência de um depósito, na conta dele, de um cheque do escritório de advocacia de Jader Pazinato, um dos alvos da operação, no valor de R$ 100 mil. http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2017-02-24/silas-malafaia-indiciamento.html
Silas Malafaia diz que afastamento de Cunha pelo STF é uma "vergonha":
O IMPEACHMENT COMPRADO — O depoimento de José Yunes à Procuradoria Geral da República no dia 14 último e sua entrevista à “Veja”, que traz a chamada “Fui mula de Padilha”, é o mais contundente e isento testemunho não só de que Padilha recebeu 4 milhões de reais da Odebrecht em forma de propina, mas que ao menos 140 dos 367 votos do impeachment foram comprados http://www.marchaverde.com.br/2017/02/o-impeachment-comprado.html
O pré-sal do Brasil teria reservas de, no mínimo, 70 bilhões de barris de petróleo. Pode ter até 80 bilhões de barris, segundo estimativa de quem é muito do ramo. Isso, a preços do momento, significa uns 8 trilhões e 800 bilhões de dólares. Ou, algo como 27,4 trilhões de reais (cotação dólar de 26/02/2017: R$ 3,1122).
O ataque da Globo ao desembargador que tentou libertar o almirante Othon. O desembargador Ivan Athié, do Tribunal Federal da 2ª Região (Rio e ES), defendeu a liberdade do almirante Othon Luiz Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear e o maior físico nuclear da história do Brasil. Athié tentou usar o bom senso. O almirante, como qualquer grande cientista, vendia consultorias sobre o tema no qual era especialista. http://www.ocafezinho.com/2017/02/24/o-ataque-da-globo-ao-desembargador-que-tentou-libertar-o-almirante-othon/
A nova manipulação da Globo e do governo Temer sobre a conta de luz. A Globo agora quer tentar convencer a população do seguinte sofisma: o governo Dilma, que fez investimentos recordes em infra-estrutura elétrica, que construiu linhas de transmissão modernas, termoelétricas, hidrelétricas, eólicas, que levou adiante, finalmente, a construção de Angra III, que fez programas populares para levar energia aos rincões mais isolados do país, e que mesmo assim, ainda baixou o preço da energia elétrica para indivíduos, indústrias e lojas, este foi o governo que cometeu "erros." http://www.ocafezinho.com/2017/02/23/nova-manipulacao-da-globo-e-do-governo-temer-sobre-conta-de-luz/
Os EUA têm 761 bases militares em todo o planeta e simplesmente nunca ninguém internamente no país fala ou discute algo a respeito da sua existência. As Bases militares da América “guarnecem” o mundo de formas que são verdadeiramente sem precedentes, mas se você mora nos Estados Unidos, raramente você ouve uma palavra sobre isso. http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015_05_08_archive.html
'Dissolução oportuna da OTAN poderia ter virado uma das maiores contribuições para a paz'.
A posição agressiva da OTAN no palco intencional coloca em risco a paz no continente europeu, considera analista alemão. Jakob Reimann expressa a opinião, no seu artigo publicado na revista Der Freitag, de que, desde o fim da Guerra Fria, a Aliança "está passando por uma crise de identidade". O autor sublinha que, depois da desintegração do Pacto de Varsóvia, o bloco se tornou "um resquício do passado". Na realidade, a dissolução oportuna da OTAN poderia ter virado uma das maiores contribuições para a paz http://www.marchaverde.com.br/2017/02/dissolucao-oportuna-da-otan-poderia-ter.html
Estados Unidos: A Potência criminosa e os impossíveis sonhos de paz mundial
Eles chegam com véus sagraciais, as cabeças cobertas com turbantes, com barba muito bem tratada por histórico tradicional, uma cultura milenar esplendente; têm um historial de mais de seis mil anos e com vezo muito mais ético-humanitário e mais nobre de fundamentos do que a ideia contemporânea judaico-cristã-católico-luterana, e são tachados de fundamentalistas, terroristas, homens-bombas, perigosos, etc. e tal…
Eles, os “inimigos”, são invadidos a troco de uma bomba que não há, são tachados de terroristas cidadãos locais que são meros residentes-resistentes e que defendem seu clã e seu território invadido, e quando se descobre que milhões foram mortos, velhos, mulheres, crianças (e uma nação destruída) – inocentes – e não havendo perigo nenhum, nem bomba alguma, erro cirúrgico de suspeita espionagem falha, e então eles COBRAM altos preços para reconstruir o que destruíram a bel prazer, como parasitas do lucro, por mero engano ou jogo politico-eleitoreiro? Que democracia é essa? E o Tribunal de Haia? Ah, e ainda assim em nome de uma paz fake que nunca há, mesmo depois da chamada Guerra Fria, os bandidos mandatários com alta patentes por trás e uma anticristã indústria bélica a reboque, ainda são suspeitamente indicados ou recebem o prêmio Nobel da Paz? Paz, onde? Como? Por quê? América Cloaca das Treze Colônias de Estrelas de Sangue? http://www.marchaverde.com.br/2017/02/estados-unidos-potencia-criminosa-e-os.html
GLOBO DEFENDE PETRÓLEO SEM CONTEÚDO NACIONAL — A família Marinho, que lutou pela entrega do pré-sal a empresas estrangeiras, primeira medida executada após o golpe parlamentar de 2016, agora defende, em editorial, que as petroleiras internacionais possam trazer equipamentos sem conteúdo nacional; de acordo com trabalhadores e entidades empresariais brasileiras, pelo menos 1 milhão de pessoas serão demitidas no Brasil com essa medida http://www.brasil247.com/pt/247/economia/282234/Globo-defende-petr%C3%B3leo-sem-conte%C3%BAdo-nacional.htm
Quem guarda a justiça?
ANTES DE ANUNCIAR FIM DO CONTEÚDO NACIONAL, GOVERNO FEZ VÍDEO PARA PETROLEIRAS INTERNACIONAIS
Ministério de Minas e Energia apresentou para grande petroleiras internacionais um vídeo em que anuncia a drástica redução da política de conteúdo nacional na cadeia de produção de petróleo e gás; havia uma reunião prevista entre empresas brasileiras e representantes do governo marcada para a próxima quarta-feira, 28; antes disso, entretanto, o vídeo com declarações do ministro Fernando Coelho Filho enaltecendo a redução do conteúdo local já era transmitido para petroleiras em Houston (EUA); "Este percentual não só vai estimular o investimento na indústria de óleo e gás no Brasil, como vai possibilitar a maior contratação de empresas brasileiras no desenvolvimento econômico", diz o ministro no vídeo; petroleiros e empresários não têm dúvidas: medida será responsável por desempregar mais 1 milhão de trabalhadores, no momento em que o desemprego bate recorde, atingindo quase 13 milhões de pessoas http://www.brasil247.com/pt/247/poder/282245/Antes-de-anunciar-fim-do-conte%C3%BAdo-nacional-governo-fez-v%C3%ADdeo-para-petroleiras-internacionais.htm
PANELEIROS, POR ONDE andam? Seu cúmplice silêncio não é de hoje, mas depois que as tratativas evocadas por Romero Jucá para melar a Lava Jato naquele célebre telefonema começaram a materializar-se como um joguinho perfeito de Tetris, onde tudo se encaixa no timing exato – até a morte do relator do processo no supremo –, era de se esperar o retorno da sua fúria estridente. https://theintercept.com/2017/02/09/o-silencio-das-panelas/
TRAIDORES DA NAÇÃO. TRAIDORES DO BRASIL E DE NOSSO POVO.
Venderam-se? Trocaram seu voto por alguma vantagem?
Trocaram o seu voto pela impunidade na Justiça à Brasileira? Trocaram favores? Trocaram sacanagens?
Prostituíram-se? Não, isto não. As prostitutas vendem o corpo que é delas! Esta gente se vende e vende o povo brasileiro.
Transformaram o Brasil em um bacanal, em uma suruba. Gostem ou não, não importa, neste bacanal só o nosso ânus é que entra na roda da canalha cretina e endinheirada. Nosso ânus, esculachado, esculhambado, arregaçado.
E a quadrilha canalha gosta e se satisfaz em orgasmos infindáveis sobre os nossos corpos alquebrados e dilapidados.
E a quadrilha se diverte sobre nossa desgraça, em aeroportos privados, em conluios metropolitanos, em apartamentos em Paris, em triplex em áreas de preservação permanente, em desmatamentos, em helicópteros carregados de cocaína, em obras inexistentes, em … Em tantas e tantas sacanagens que de fato são pornográficas, virulentas.
Mas alguns oportunistas e outros anencéfalos (como alguém já me rotulou) gostam de não ver, gostam de não perceber e, pior ainda, gostam de defender. Sabe-se lá por quê.
Porém, ali no Senado da República, nós podemos até imaginar. Apenas imaginar, apenas especular, já que a Justiça à Brasileira a todos protege, a todos encobre, a todos mantem uma impunidade tão cretina e covarde como os são os réus.
Vendem a nação. Entregam, por alguns dinheiros, como antes já teria havido por mais de uma vez, o povo, a nação.
Nossa história é farta, desde Joaquim Silvério dos Reis que entregou os Inconfidentes de Minas Gerais e o Tiradentes, enforcado pelos tiranos que a nós tanto usurparam, igualzinho aos endinheirados de hoje em dia.
Houve um que entregou Jesus Cristo, um tal de Judas.
A história é farta. Houve um Calabar que nos vendeu aos holandeses no Recife, houve um músico que vendia seus colegas à ditadura.
Há uma mídia cretina, covarde e traidora a nos vender, a nos entregar diariamente, a nos entregar “horariamente”. A nos entregar, da forma sórdida e traiçoeira, “minutamente”, "segundamente”.
Desta vez foi todo um Senado Federal da República? Privatizado? Vendido?
Os EUA agradecem, penhoradamente, o fim da influência brasileira na América Latina.
Estão muito enganados aqueles que acreditam que o neo-isolacionismo dos EUA quer dizer que, sob Trump, os Estados Unidos ficarão indiferentes ao que ocorre na América Latina.
O discurso de construção do muro separando fisicamente o Texas, o Novo México, o Arizona e a Califórnia, do país dos quais foram arrancados, à ponta de fuzis e baionetas, no século XIX, e a pressão para que as fábricas - norte-americanas ou não - que estão no México, abandonem o sul do Rio Grande e levem seus empregos e instalações para os Estados Unidos, caso queiram continuar vendendo para o maior mercado do mundo, mostram que, se pudesse, o Grande Irmão do Norte gostaria de voltar a transformar, pejorativamente, os latino-americanos e caribenhos em um bando de índios semi-escravos e analfabetos, produtores e exportadores de insumos e matérias-primas que não pudessem ser obtidos nos EUA, como café e bananas, por exemplo.
Dentro dessa visão trumponiana, condizente com a aversão do topetudo líder ruivo pela globalização, e com o espírito de fazer "a América grande novamente" (que não será alcançado sem o acirramento da competição geopolítica e o apequenamento de atuais e potenciais concorrentes), o enfraquecimento de seu quintal histórico, com a sabotagem das tentativas de integração continental, principalmente na América do Sul; e o do próprio Brasil, de longe o país mais poderoso da região, devem ser vistos como uma meta estratégica que, mesmo que seja eventualmente tratada com certa discrição - o que parece não ser o caso, por arrogância e descaro - será da maior importância, para a "Nova América", nos próximos anos.
Com o fracasso do mal acabado factoide da Aliança do Pacífico, e o contínuo empobrecimento do México após a entrada em funcionamento do NAFTA, vide O MÉXICO E A AMÉRICA DO SUL (*), a diplomacia brasileira criou, depois da eleição de Lula, para além do BRICS (e do Mercosul, que já existia) - alternativas aos ditames e à influência norte-americana na região, com a implementação da CELAC, a Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe, que quebrou o isolamento de Cuba; da UNASUL, União das Nações da América do Sul, cuja belíssima sede fica em Quito, no Equador; e, principalmente, do ponto de vista estratégico, do Conselho de Defesa da América do Sul, embrião de programas de cooperação, na área bélica, entre os países do nosso continente e de uma futura força de defesa sul-americana.
Hoje, vários de nossos programas bélicos se encontram interrompidos e sob ameaça de sucateamento, assim como vários dos projetos de infraestrutura e energia iniciados nos últimos anos, dentro e fora do país, graças à vigência de uma Jurisprudência da Destruição que poderia, em seus efeitos, equiparar-se perfeitamente a uma eventual operação, teleguiada do exterior, dirigida para a sabotagem da nossa segurança externa e da engenharia e defesa nacionais.
E nossas empreiteiras, antes vistas como um exemplo da capacidade de cooperação e realização da gente latino-americana, são comparadas a covis de ladrões, originários de um país não confiável, cujo Governo e Poder Judiciário, com a suspensão dos financiamentos do BNDES para a exportação de serviços por empresas brasileiras, quebram, e não respeitam ou garantem, contratos internacionais anteriormente firmados.
Com isso, multiplicam-se as deletérias e nefastas consequências de uma operação que, em busca de recuperar 3% de dinheiro supostamente desviado de gigantescos programas e projetos de desenvolvimento, destrói e joga no lixo os outros 97% das obras, e praticamente 100% das empresas responsáveis por elas, com a imposição de multas "civis" de cunho subjetivo, paralisantes, inviabilizantes, da ordem de bilhões de dólares, não apenas no Brasil, mas, por meio de uma maré de ataques, desmanche, desemprego, crise, também em outros países, espalhados por todo o continente.
Ora, a corrupção existe, e, infelizmente, continuará existindo, em todos os países do mundo, enquanto não se investir forte e permanentemente, desde a mais tenra infância - o que é praticamente impossível, quase contraditório, nos países capitalistas - na formação ética da população.
A diferença é que há países em que existe corrupção que são bem sucedidos, em que existe planejamento e projeto de nação, tanto para o desenvolvimento e a melhora constante das condições de vida da população, quanto para o seu fortalecimento com relação a outras nações.
E há outros, em que existe corrupção, em não há um projeto nacional, e a necessidade desse projeto ou as eventuais tentativas de implantá-lo são ofuscadas e combatidas por "bandeiras" e factoides demagógicos e hipócritas - entre eles o da própria luta contra a corrupção - levantados por setores a quem falta uma visão nacional e histórica - voltados tanto para a implementação da defesa e manutenção de seus interesses e privilégios - como é o caso do Judiciário e do Ministério Público, no Brasil, neste momento - quanto para interferir na questão política, na eventual derrocada de um determinado governo, que não se consegue derrubar pelo voto, ou no sentido da ascensão ao poder de movimentos nascidos no bojo da quebra da normalidade institucional, que - como ocorreu na Alemanha e na Itália, entre as duas grandes guerras - costumam ser de tendência conservadora, autoritária e fascista.
O que distingue grandes nações das pequenas(É que nas grandes nações não tem coxinhas? Acertei?), é a existência de uma aliança entre o setor público e o privado - até mesmo em países comunistas, como a China - não apenas para assegurar o desenvolvimento interno, mas o sucesso na competição externa, na disputa de influência no mundo, por meio da implementação, em terceiros países, de projetos de cooperação e desenvolvimento.
Para isso, no plano da microeconomia, existem agências como a ABC, Agência Brasileira de Cooperação, e a famigerada USAID, norte-americana, que tão útil foi para os EUA, durante a Guerra Fria, e uma infinidade de outras organizações, de países como o Japão, a França e a Alemanha, e de instituições como a União Européia, dedicadas à cooperação técnica e à ajuda humanitária.
E, do ponto de vista macroeconômico, poderosos bancos de fomento e empresas de engenharia, capazes de viabilizar a construção de grandes projetos de infraestrutura e de desenvolvimento, que podem mudar, decisivamente, o destino de pequenos países, assegurando, se não sua amizade eterna, ao menos laços concretos, baseados no interesse mútuo, que os impeçam de se transformar em inimigos do país que está promovendo a iniciativa.
Foi isso que os EUA fizeram, com o Brasil, como forma de assegurar nosso apoio na Segunda Guerra Mundial, com a construção da Companhia Siderúrgica Volta Redonda, no Rio de Janeiro.
Ou a Alemanha fez, também conosco, no segundo governo Vargas, com a construção em Minas Gerais, da Manesmann, ou, no governo Geisel - contra a vontade dos EUA - por meio da assinatura do projeto nuclear Brasil-Alemanha.
Assim como foi isso que o governo militar fez, no contexto da competição com a Argentina, na Bacia do Prata, com a construção de Itaipu, cujas primeiras negociações começaram no governo Jango, e das quais participei, trabalhando com o embaixador Mário Palmério, na embaixada do Brasil em Assunção, na década de 1960.
O Brasil precisava da energia de Itaipu?
Sim, ninguém contesta isso.
Mas poderia ter feito uma série de barragens com igual capacidade em território nacional.
Terra e água não nos faltavam, como não nos faltam, para isso - vide aí a recente conclusão em território nacional, de Belo Monte, a terceira maior usina hidrelétrica do mundo.
Itaipu foi feita para ligar o futuro do Paraguai ao do Brasil, embora a Argentina não demorasse a adotar estratégia semelhante, com a construção de Yaciretá, sua própria usina binacional com a nação guarani.
Foi a construção de Brasília, de usinas como a de Três Marias, de rodovias como a Belém-Brasília, no Governo Juscelino Kubitscheck, seguida de um vasto programa de obras, pelo governo militar, algumas delas, em suas consequências, polêmicas e desastrosas, como a Transamazônica, que deram origem à moderna engenharia nacional.
E nos permitiram, depois, na África, em países árabes como a Mauritânia e o Iraque, no sul dos Estados Unidos, notadamente a Flórida, no Caribe - vide o Porto de Mariel, em Cuba - na África subsaariana, em países como Angola e Moçambique, e em várias partes da América Latina, do México à Argentina, projetar nossa influência e participar de projetos e programas determinantes, não apenas no interesse de cada país, como a hidrelétrica de Guri, na Venezuela, mas também em iniciativas binacionais ou multilaterais.
Estabelecendo, como o maior país da região, o papel de líder, financiador e executor da integração e cooperação continental na América Latina e, principalmente, na América do Sul.
Ora, até mesmo para não alertar nossos competidores de fora do continente, e nossos inimigos aqui dentro, não era preciso estabelecer nem divulgar aos quatro ventos essa doutrina, de evidente importância geopolítica, por meio de um manual oficial ou de guias diplomáticos.
Durante décadas, como ocorre no caso dos EUA, do Japão e da Europa em sua relação com países em desenvolvimento, trabalhamos, de fato e taticamente, da seguinte forma:
Nossas embaixadas no exterior, o Itamaraty, o Governo Federal - muitas vezes com base na diplomacia presidencial, como sempre agiram os EUA e países como a França - lembremos Sarkozy fazendo tudo para vender ao Brasil caças e submarinos durante sua última visita ao Brasil, por exemplo - negociavam os programas, o BNDES os financiava, e as grandes construtoras brasileiras, da pioneira Mendes Júnior à Andrade Gutierrez e à Odebrecht, os construíam, exportando para isso a competência nacional na execução de projetos, trabalhadores - houve época em que a Mendes Júnior International empregava vários milhares de brasileiros no Iraque - insumos, material de construção, automóveis, caminhões, máquinas e equipamentos, trazendo, à medida que eles eram pagos ao BNDES, bilhões de dólares para o Brasil em divisas.
Beneficiando não apenas seus investidores e acionistas mas toda a economia nacional, comprando e pagando uma vasta cadeia de centenas de fornecedores, e gerando dezenas de milhares de empregos para cidadãos brasileiros aqui e no exterior.
Por isso, se há uma campanha canalha, mendaz, imbecil e perversa, profundamente prejudicial ao futuro do país, realizada nos últimos quatro anos, na imprensa e nas redes sociais, pelo exército de antibrasileiros e fascistas que nelas pululam, para ajudar na derrubada do governo Dilma, essa campanha foi a do ataque à atuação das empreiteiras brasileiras no exterior, com a disseminação tácita, em uma solerte e permanente estratégia da qual não se isentaram de participar, indiretamente, nossos competidores externos, de mentiras como a de que o BNDES financiava diretamente governos estrangeiros - quando o financiamento se dava, na maioria, diretamente a empresas brasileiras para a exportação de serviços e produtos nacionais - de que esses recursos estavam indo graciosamente, ou de forma ilegalmente facilitada, para o exterior - quando eles não diferiam, em suas condições, das oferecidas por outros países e bancos de fomento semelhantes - e de que esses projetos retiravam dinheiro do Brasil, quando ele poderia estar sendo utilizado aqui dentro, como se esses investimentos não voltassem com lucro para o país, e como se os governos Lula-Dilma não tivessem poupado 410 bilhões de dólares em reservas internacionais (40 bilhões pagos ao FMI, mais 370 bilhões economizados, parte deles empregados em títulos dos EUA), sem aumentar a dívida líquida ou a bruta, que era de 80% do PIB em 2002.
Deixando, no final do governo Dilma, 100 bilhões de reais sobrando no caixa do BNDES, criminosamente “pagos” antecipadamente ao Tesouro, há poucos dias, quando poderiam estar sendo investidos - para gerar milhares de empregos em um país que está em recessão - em projetos de infraestrutura.
Com esse tipo de atitude surreal e estapafúrdia, não é de estranhar que os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tenham caído em 35% no ano passado, com relação a 2015, para apenas 1,4% do PIB, o menor nível dos últimos 20 anos, e três vezes com relação a 2010, quando somaram 4,3% do Produto Interno Bruto.
A situação chegou a um ponto tão absurdo, que se busca criminalizar a participação de ex-presidentes da República, como Lula, na obtenção de obras no exterior, depois de sair da Presidência, como não se tratasse, essa atividade, do trabalho normal de ex-presidentes em qualquer país do mundo.
Como Clinton, nos EUA, Sarkozy, que citamos mais uma vez, Gorbachev e outros, menos votados, fizeram em benefício de seus respectivos países, durante anos.
E como se essas obras não beneficiassem, como vimos aqui, milhões de compatriotas, na geração de empregos para brasileiros, dentro e fora do Brasil, e na exportação de produtos, máquinas e insumos.
A verdade é que, em um momento em que, devido à ascensão de Trump nos EUA, o nacionalismo recrudesce cada vez mais, acirrando a competição das grandes nações por influência política e institucional, mercados e consumidores para seus produtos; a projeção do Brasil na América Latina e no mundo, com base na vitoriosa exportação de grandes programas de infraestrutura e de equipamentos; e na implementação de projetos de grande porte como o da Braskem, no México, se esvanece e está prestes a desaparecer, enterrada por um governo estrategicamente inepto, se não abertamente subserviente a interesses estrangeiros, no mesmo caixão em que descansa, destruído pelas mesmas mentiras, ignorância e hipocrisia, o cadáver vilipendiado e em acelerado processo de decomposição da engenharia brasileira.
A Jurisprudência da Destruição vigente no país, dedicada não à caça de corruptos, mas à destruição de nossas maiores empresas, conseguiu não apenas inviabilizar a engenharia nacional dentro de nossas fronteiras, mas também fora delas, em associação e cooperação com a justiça de países que, como os EUA, competem diretamente com o Brasil na própria América Latina, e possuem grandes empresas nessa área, que estão de olho no Brasil e no continente latino-americano, empresas que não são e nunca foram - pelo contrário - nenhum exemplo de fairplay e de honestidade no mundo dos negócios.
A Odebrecht já teve que paralisar as obras do maior gasoduto do Peru, o governo equatoriano suspendeu a participação da empresa em obras públicas, a Colômbia e o México abriram investigações e o Panamá cancelou contratos com a empresa.
E, como e não bastasse, por pressão da AGU, a nova diretoria do BNDES acaba de suspender o financiamento de 25 contratos para a exportação de serviços de engenharia para 9 países diferentes, no valor de 7 bilhões de dólares - alguns devem ser simplesmente cancelados - embora 2,7 bilhões de dólares já tenham sido aplicados neles.(Alguém acha que cancelar contratos de obras não gera desemprego? E ainda em tal monta?)
São cinco obras em Angola, incluindo o Pólo Agroindustrial de Capanda, usina também construída por empresas brasileiras; duas na Argentina, incluído o Aqueduto del Chaco; o Aeroporto de Havana em Cuba (imaginem se essa obra ia ficar, com a atual onda de fascistização no Brasil o mais provável é que acabe sendo executada, com lucro, por alguma construtora espanhola ou italiana); uma grande rodovia em Gana; um complexo rodoviário na Guatemala; uma hidrelétrica em Moçambique; várias obras rodoviárias na República Dominicana; linhas de metrô, uma siderúrgica e um estaleiro na Venezuela (um dos maiores compradores de produtos brasileiros nos últimos anos) que, embora em crise, poderia nos pagar em petróleo ou combustíveis, por exemplo).
Seguindo essa absurda lógica da fantástica Jurisprudência da Destruição vigente no Brasil, para se economizar 7 bilhões de reais supostamente ameaçados de envolverem irregularidades, interrompem-se e cancelam-se obras no valor de quase a metade desse total, ou cerca de 2.7 bilhões de dólares - quase 10 bilhões de reais - jogando esse dinheiro no lixo, e quebrando, no processo, centenas de empresas, mandando milhares de trabalhadores para o olho da rua, não apenas no Brasil, mas em vários outros países, gerando um tremendo prejuízo financeiro e social, e um incalculável, irrecuperável, dano para a imagem do Brasil no exterior, que fica com fama de nação instável e irresponsável, à deriva, com instituições não confiáveis que não honram sua palavra e seus compromissos.
Thank you, Jet Wash, thank you, mister Moro! Poderiam dizer as empresas norte-americanas, agora, agradecendo, penhoradamente, o fim da influência brasileira na América Latina.
Nos EUA, elas continuarão trabalhando, sem ser incomodadas, devido, entre outros fatores, à regulamentação do lobby, na concepção e construção de porta-aviões, caças-bombardeios, blindados e de novas armas, como canhões de munição cinética, a serviço da modernização da doutrina militar norte-americana – há poucos dias os Estados Unidos testaram uma nova espécie de ataque, tipo Guerra nas Estrelas, com a uso de nuvens maciças de drones.
E a eleger, também sem ser incomodadas, deputados e senadores, ligados a “grupos de apoio” financiados por elas, no Congresso, para proteger livremente seus interesses, em benefício de setores como os de infraestrutura e defesa, enquanto, no Brasil, suas congêneres, que para correr o risco de ver seus dirigentes ser detidos basta que seu nome seja encontrado na agenda de alguma autoridade governamental - estão vendo suas obras serem interrompidas e sabotadas e inviabilizadas não apenas aqui, mas também no estrangeiro.
Tudo isso, infelizmente, devido à desinformação "estratégica" de praticamente toda uma geração de juízes e procuradores do Ministério Público, que parece não ter a menor ideia do que, a médio e longo prazos, representam coisas como interesse nacional, influência e liderança continental, espaço de projeção regional, programas de "softpower", cooperação para o desenvolvimento, integração construtiva, formação de mercados, exportação de "know-how", técnicos, serviços, insumos, matérias-primas, equipamentos; financiamento e fomento, nos moldes do que fazem os bancos públicos europeus, japoneses e norte-americanos como o Eximbank, o KFW Bankengrouppe, da Alemanha, o JBIC, do Japão, por exemplo.
Tudo isso, para viabilizarem, com sucesso, esses países, projetos que, em última instância, tem o objetivo de cooptação e propaganda, no sentido da conquista dos corações e mentes de aliados e até mesmo de ex-adversários ou de potenciais inimigos, como fez os EUA com o Plano Marshall, na Europa, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Mas é claro que um projeto nacional dessa natureza, um trabalho de décadas de investimento estratégico e diplomático, para não falar do desenvolvimento e construção de uma imagem de excelência em engenharia de infraestrutura, energia e defesa, no valor de dezenas de bilhões de dólares em projetos, dentro e fora do país, não pode ser mais importante que uma campanha corporativa, mendaz e hipócrita, voltada para inflar, junto a uma opinião pública majoritariamente formada por idiotas, o gigantesco ego de quem a conduz; incapaz de comprovar os supostos (e a nosso ver, irrisórios, irrelevantes, marginais) 3% de desvios que, afirma-se, teriam ocorrido no caso da Petrobras e que por isso funciona na base de multas punitivas gigantescas de justificativa fantasiosa e subjetiva como “danos morais coletivos”.
Campanha essa que se baseia em uma operação tão ignorante, do ponto de vista estratégico, quanto inútil e destrutiva, que arrebentou com a governabilidade do país e já acarretou mais de 140 bilhões de reais em prejuízo para a economia.
Uma máquina ininterrupta de moer empresas, riqueza, projetos, investimentos, acionistas, investidores, trabalhadores, reputações, que no final, não dará em quase nada, do ponto de vista histórico, como ocorreu com a Operação Mãos Limpas, na Itália.
A não ser promover a morte e desnacionalização de nossas maiores empresas de engenharia e ajudar na interrupção, implosão, atraso e quebra de projetos fundamentais para a segurança nacional, como a construção do submarino atômico da Marinha, dos caças bombardeios da Aeronáutica, de nosso projeto de enriquecimento de urânio, da construção dos novos mísseis ar-ar da Força Aérea, entre outros.
Levando ao surgimento de uma massa e de um partido fascista no Brasil, que poderá resultar na eventual eleição, baseada na “anti-política” estupidamente fomentada no país nos últimos três anos, de um energúmeno qualquer também fascista (ou assemelhado, como ocorreu com Berlusconi, na Itália) para a Presidência da República em 2018.
A corrupção, ao contrário do que defendem os teóricos das “10 Medidas...” e da Operação Lava-Jato, superestimando ao infinito a importância do que estão fazendo, ou melhor, desfazendo, não acabará no Brasil, como, aliás, em nenhum país do mundo, por obra e graça de uma operação jurídico-policial que pode se esticar ad aeternum, artificialmente, até que caía na banalização e no esquecimento, por obra e graça de sua própria, evidente e original, insignificância. do ponto de vista histórico, e do que realmente interessa, no longo prazo, para o país.
Se repressão à corrupção resolvesse alguma coisa, não haveria, como já dissemos aqui, corrupção na China, onde corruptos são condenados à morte e executados com uma bala na nuca.
Nem nos EUA, onde o lobby - uma maneira "elegante" de designar a adequação de interesses de empresas, partidos e "políticos" - é regulamentado e todo mundo sabe que negócios não se fazem sem contatos, a ponto de o genro do presidente eleito Donald Trump, estar sendo investigado por suas relações com um “executivo” chinês que é casado com a neta do Presidente Xi Jinping.
Ou na Espanha, onde a família real foi acusada, e o genro do Rei ganhava salários milionários de empresas espanholas que vieram para o Brasil - teoricamente para acabar com os “cabides de emprego” de nossas empresas estratégicas, criminosamente privatizadas e desnacionalizadas, na década de 1990, como ocorreu com a Telebras. (Vide Privataria Tucana)
Até porque o que se está considerando aqui corrupção, em alguns casos, como resultado de descarada interferência do Judiciário e do Ministério Público na Política, em outros lugares, como os EUA - tão incensado e babado por certos juízes e procuradores - não é considerado mais do que relações normais entre o setor público e o privado, sem as quais um país normal não consegue funcionar.
No Brasil, será possível melhorar o combate à corrupção – nunca vencê-la, porque isso, infelizmente, é um objetivo de difícil consecução na maioria dos países do mundo – quando o ensino da ética, da cidadania e da honestidade, com base na Constituição, tornar-se obrigatório durante todo o período escolar, do ensino infantil à universidade, em todo o território nacional.
E o STF determinar finalmente, sem margem de dúvida, e sem acovardar-se diante da malta fascista que costuma tomar as ruas, o que é e o que não é corrupção, aos olhos da lei, se considerando o Caixa 2, as doações oficiais de campanha, os financiamentos a partidos e fundações, o pagamento de palestras e de consultoria, hoje tudo automaticamente transformado em propina, para justificar a permanência e ubiquidade do processo kafquiano que tomou conta do país. Sem esquecer a Suprema Corte que, ao fazê-lo, é preciso atuar com a lucidez necessária para não inviabilizar o funcionamento normal das empresas, das instituições e da economia, a cada novo escândalo, "fabricado" ao não.
E de não paralisar o país nas próximas décadas, impedindo a implementação dos programas e projetos necessários à construção do desenvolvimento e da soberania, e à reconquista de uma positiva e construtiva liderança na América Latina, já prejudicados de per si, pela estúpida aprovação da PEC 55, que nos engessará, do ponto de vista da competição, com relação a outras nações, nos próximos 20 anos.
Em, inglês, o termo Jet Wash designa o que costumamos chamar aqui de lavadora de alta pressão, enquanto Wash-Craft se refere ao que poderíamos chamar de lava-jato tradicional, aqueles "túneis" de posto de gasolina, que vemos nos filmes de Hollywood.
De comum, a ideia de rapidez, associada, primeiramente, no caso brasileiro, à lavagem de dinheiro, com o ganho institucional de lembrar também, em duplo e subjacente sentido, a intenção de se limpar, manifestada, a todo momento, pelos novos Hércules de nossa novíssima mitologia, os currais de Aúgias da "corrupção" nacional.
Ora, qualquer um que tenha usado uma lavadora desse tipo, sabe que o segredo está na pressão que se coloca nela.
Pouca força pode atrasar o trabalho, que, no entanto, sairá mais prudente e meticuloso no final, e muita pressão, descontrolada, pode simplesmente arrebentar com a pintura do carro, ou abrir buracos, arrancando lascas, no piso de ardósia da garagem que se está lavando.
Considerando-se os resultados obtidos, em termos de eliminação de postos de trabalho, paralisação, interrupção, sucateamento, de projetos de bilhões de dólares - agora também fora das fronteiras brasileiras, mas em obras que envolvem empresas nacionais - e o prejuízo, de dezenas de bilhões de reais para acionistas, investidores e fornecedores, incluídas multas punitivas de dimensões estratosféricas, a Lava-Jato lembra, estrategicamente, um bando de malucos que tomaram de assalto um brucutu - veículo blindado de dispersão de multidões com o uso de jatos de água - daqueles que mandam o manifestante a vários metros de distância e entortam sinais de trânsito - que estão se divertindo quebrando ossos e vitrines e parabrisas de carro.
Mas é claro que não se pode computar todo esse desastre apenas à ignorância e desinformação dos membros da Operação.
A Lava-Jato tem evidentes objetivos políticos, mal-disfarçados pelas desastradas declarações de alguns de seus membros (“timing”, "convicções", ativismo político na internet e fora dela, etc), que podem ter ido da facilitação da derrubada do governo Dilma ao fortalecimento da plutocracia com relação ao poder político eleito diretamente pelo povo, passando pelo impedimento da candidatura de Lula em 2018, ou pela eventual candidatura de uma de suas "celebridades" nas próximas eleições presidenciais.
É preciso, portanto, sermos justos.
É claro que o Juiz Sérgio Moro não alcançou, ou está prestes alcançar, esse objetivo, entre outras coisas, tão interessante para os Estados Unidos, sozinho.
É preciso colocar, igualmente, no pedestal dos responsáveis pela destruição da engenharia brasileira, de nossas maiores empresas e construtoras, da sua utilização estratégica do ponto de vista geopolítico, no esforço de integração e de desenvolvimento da América do Sul e do Caribe - as únicas áreas em que o Brasil poderia projetar, historicamente, sua influência, além da África - os jovens (alguns já nem tanto) procuradores do Ministério Público, tão ególatras quanto desinformados, do ponto de vista estratégico, que com ele dividem, de vez em quando, holofotes e incensos na terra do Tio Sam.
E, mais uma vez, não podemos também ser injustos, é preciso não esquecer a decisiva contribuição e hipocrisia da parcela mais cínica, mendaz, abjeta e entreguista da mídia, aquela que não tem a menor visão de país, e nenhuma responsabilidade para com o futuro e os interesses do Brasil, ou para com o fortalecimento pátrio.