domingo, 16 de agosto de 2015

A repetitiva Maçonaria

A campanha "Fora Dilma" que ocorre já há vários meses no país pelo Jornalismo, redes sociais e com inúmeros pedidos, pressões, manipulações e processos de renúncia, trata-se da Maçonaria mais uma vez engendrando um golpe de Estado no Brasil:

1) Maçons se unem contra o governo Dilma e dizem temer ditadura comunista:
http://www.folhapolitica.org/2014/10/macons-se-unem-contra-o-governo-dilma-e.html

Quanta hipocrisia, Stalin, um dos grandes ditadores do Comunismo era maçom:



Aliás, os 3 personagens abaixo eram todos maçons. Coincidência?



O maçom Churchill ordenou bombardeios indiscriminados contra civis e cidades alemãs sem militares nem defesa antiáerea; o maçom Roosevelt participou desse genocídio e trabalhou pela bomba atômica que foi lançado pelo seu sucessor, o maçom Harry Truman; e Stalin, maçom também como Lênin e Karl Marx, é responsável por milhares de estupros, gulags, Holodomor ... A lista de maçons envolvidos em todo tipo de crimes e de grande envergadura antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial é notável. Nenhum nunca foi punido. Para ler mais, acesse:
http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/02/israel-o-satelite-marxista.html

2) Em carta aberta, maçons pedem para Dilma entregar o cargo:
http://www.oliberdade.com.br/politica/em-carta-aberta-macons-pedem-para-dilma-entregar-o-cargo

3) Maçonaria de Curitiba quer o golpe contra Dilma:
http://blogdotarso.com/2015/03/15/maconaria-quer-o-golpe-contra-dilma-em-curitiba/

4) Maçonaria teria orientado membros a irem às ruas pedir o impeachment de Dilma:
http://www.hojemais.com.br/mobile/tres-lagoas/noticia/mais/maconaria-teria-orientado-membros-a-irem-as-ruas-pedir-o-impeachment-de-dilma

5) O que move o "Movimento Brasil Livre", as manifestações e o "fora Dilma"?
http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2015/03/movimento-brasil-livre-manifestacoes-do.html

6) Qual seria o real motivo da Maçonaria estar manifestando contra o governo Dilma?
https://mardencarvalho.wordpress.com/2014/08/18/qual-seria-o-real-motivo-da-maconaria-estar-manifestando-contra-o-governo-dilma/

7) Lojas maçons divulgarão manifesto de apoio a Aécio:
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/felipe-patury/noticia/2014/10/blojas-maconsb-divulgarao-manifesto-de-apoio-aecio.html

            

8) Olavo de Carvalho, outro que fomenta o golpe de Estado travestido de cassação política, serve ou esta ligado a Maçonaria/Sionista/Bahaista:
http://armadilhafinal.blogspot.com.br/2014/05/a-verdade-sobre-olavo-de-carvalho.html

            

9) Com o maçom Aécio Neves, EUA recupera um aliado para a Nova Ordem Mundial?
http://novaordemnews.blogspot.com.br/2014/10/com-o-macom-aecio-neves-eua-recupera-um.html

             

10) "Revoltados ON LINE" é braço maçom:
https://pt-br.facebook.com/revoltadosonline/posts/485326321571948

11) A mulher sapiens e os homo sapiens anti-Dilma. Conheça melhor as lideranças dos movimentos contrários ao governo Dilma, que podem se tornar os futuros líderes políticos desta nação:
http://perolasdanovadireita.blogspot.com.br/2015_06_01_archive.html

12) O militar da reserva, deputado federal e sionista Jair Bolsonaro (primeira imagem) visitou a Maçonaria junto com o então pré-candidato, o general-de-exército da reserva Augusto Heleno (terceira imagem) pedindo apoio e votos (verdadeira sessão de beija-mão) para as eleições presidenciais de 2014:

            

            Resultado de imagem para A repetitiva Maçonaria

            Resultado de imagem para A repetitiva Maçonaria desatracado

13) Comunidade "Avança Brazil" (com "z" mesmo) é um grupo maçônico lutando no "Movimento Avança Brasil - Maçons.BR":
https://www.facebook.com/FORAPTDOSINFERNOS?fref=nf

14) Atingido pela "Operação Lava Jato", Eduardo Cunha está mesmo disposto a derrubar Dilma Rousseff. O presidente da Câmara notificou o deputado federal Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (17/07/2015) para que emende o pedido de impeachment da petista no prazo de 10 dias.
http://oseias46a.blogspot.com.br/2015/07/agora-vai-eduardo-cunha-pede-jair.html

15) Militares e Maçonaria se unem para comemorar os 50 anos do golpe militar:
http://www.pco.org.br/nacional/militares-e-a-maconaria-se-unem-para-comemorar-os-50-anos-do-golpe/aaij,o.html

16) Três caminhões de som puxavam a multidão, organizados pelo Movimento Brasil Livre, que chamou o protesto em Santa Catarina, pelo Comitê Fora Dilma, formado por estudantes da Capital, e pela Maçonaria Catarinense:
http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/politica/noticia/2015/03/manifestacao-contra-governo-dilma-toma-ruas-do-centro-e-segue-ate-a-policia-federal-em-florianopolis-4718818.html

17) Maçonaria se integra ao “Movimento Vem Pra Rua”:
http://www.rondoniaovivo.com/noticias/vem-pra-rua-grande-loja-convoca-macons-a-engrossar-manifestacoes-em-porto-velho/102068

18) O líder do "Vem Pra Rua", Rogerio Chequer (imagem abaixo), não é um “cidadão comum” indignado contra o governo, mas um agente do sistema financeiro que atua pela destruição da economia brasileira:
http://br29.com.br/o-lider-do-vem-pra-rua-nao-e-um-cidadao-comum-e-um-parasita-financeiro/#, http://brasilpensador.blogspot.com.br/2015/12/o-que-midia-nao-disse-sobre-rogerio.html e http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/04/rogerio-chequer-wikileaks-eua-impeachment-dilma.html

            Resultado de imagem para Rogerio Chequer

19) Vídeo fala sobre o impeachment da Dilma e os ganhos da Maçonaria com isso:


20) Os maçons criticam tanto este governo, mas se calam sobre o vice-presidente Michel Temer que é maçom. Ele como vice será que também "não sabia de nada"? E nomeou uma funcionária da vice-presidência para gerenciar seus negócios e interesses particulares no mercado imobiliário.
http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2013/05/michel-temer-nomeia-funcionaria-da-vice.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+BlogDoAluizioAmorim+%28BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM%29

21) Veja os dois artigos "Pela ilegalização da Maçonaria":
http://desatracado.blogspot.com.br/2014/10/pela-ilegalizacao-da-maconaria-12.html e
http://desatracado.blogspot.com.br/2014/11/pela-ilegalizacao-da-maconaria-22.html


         
22) O “Vem Pra Rua”, um dos maiores movimentos que convocaram a megamanifestação nacional do dia 15 de março, acaba de adotar uma palavra de ordem clara e sem ambiguidades: “Fora Dilma”. Leia a matéria toda neste sítio maçom:
http://www.formadoresdeopiniao.com.br/portal/o-vem-pra-rua-define-o-que-vai-pedir-no-dia-12-de-abril-fora-dilma/

23) Leia "Maçonaria com telhado de vidro":
http://desatracado.blogspot.com.br/2014/10/maconaria-com-telhado-de-vidro.html

24) Outra coisa em comum que todos os que fomentam este golpe de Estado contra a Soberania do Brasil têm é que são sionistas. Theodor Herzl, pai do Sionismo foi maçom, uma das principais funções da Maçonaria é promover a vinda do Anticristo e entronizá-lo em Israel onde já está sendo preparado a construção do 3º Templo, o "templo da abominação" nas Palavras de Deus. E para tanto, se faz necessário exaltar e beatificar o Sionismo e este estado fantoche a nível de domínio mundial e o atual governo brasileiro não tem contribuído muito:
http://desatracado.blogspot.com.br/2015/08/anao-diplomatico-contra-o-latrocinio.html

              
25) Neste vídeo, o exorcista Bob Larson enfrenta um "demônio maçom violento". Quando pediu para revelar para que DeMarques dissesse o que deu direito legal ao demônio, gritava "Trinta e três, trinta e três." Um antepassado de DeMarques tinha sido um maçom grau 33 e selou um pacto com Lúcifer por beber o sangue num crânio humano.


Abraços

23 comentários:

  1. Parabéns pela dinâmica do artigo camarada!

    Sempre recomendo seu blog!

    Saudações

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  2. Só vale ser comunista e liberal se você for maçon. Se não for Cobalto, já sabe, né?

    Rafael

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  3. O Protesto das Ovelhas contra o PT
    https://www.youtube.com/watch?v=zqnNCe2FGUw

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  4. O PAVOR DA MAÇONARIA É a REESTATIZAÇÃO DE NOSSAS VERDADEIRAS RIQUEZAS    O Brasil pode e deve protestar por reconquistar suas RIQUEZAS NATURAIS https://www.youtube.com/watch?v=r9BWEh89CO8

    O New York Times não nutre simpatias por Evo Morales, mas o texto reconhece, com honestidade: tais êxitos foram alcançados porque seu governo “abandonou as recomendações do FMI e de outras grandes fontes de financiamento”. Em três sentidos, pelo menos.

    Primeiro, inverteu-se a submissão automática aos mercados. Nos anos 1990, a Bolívia tornara-se conhecida por aceitar a condição de laboratório das políticas neoliberais. Em nome do combate à inflação, houve cortes maciços de programas sociais, fim de subsídios a bens essenciais, privatizações, demissões em massa. Tentou-se a privatização das fontes de água (em Cochabamba) e das reservas de gás. Produziu-se desigualdade, marginalização, instabilidade política, e as revoltas que levaram Evo ao poder.

    Iniciado em 2006, seu governo lançou políticas ousadas de redistribuição de renda — em especial, aumento das aposentadorias e uma versão local do Bolsa Família. O percentual da população vivendo em extrema pobreza caiu de 38% para 24%, em seis anos. El Alto, subúrbio proletário e rebelde de La Paz, é marcado hoje, continua a reportagem, pela reforma febril das casas populares e pela multiplicação de padarias mais ou menos refinadas. No campo, as comunidades camponesas começam a substituir o arado puxado por animais por tratores.

    A estes fenômenos, que também podem ser observado em algumas periferias brasileiras ou no interior do Nordeste, o governo boliviano somou reformas econômicas de fundo. A exploração do gás — principal produto de exportação —  foi renacionalizada em 2006. A alta das cotações internacionais do produto não encheu os bolsos de poucos proprietários privados (como ocorre com o agronegócio e as mineradoras, no Brasil). Ajudou, ao contrário a ampliar os programas sociais, os investimentos de infra-estrutura, a geração de ocupações. Em novembro do ano passado, Evo apoiou-se nesta alta para instituir um 14º salário para os servidores públicos e parte dos trabalhadores privados.

    Por fim, não houve (ao contrário do Brasil) concessões fiscais a grandes grupos econômicos. Ao contrário. As tentativas de desinvestimento, por parte do empresariado, foram enfrentadas com a nacionalização de pelo menos vinte companhias, numa série de setores econômicos.

    Os resultados positivos impressionam os próprios representantes de instituições antes hostis. “A oportunidade [aberta pela alta dos preços do gás] poderia ter sido desperdiçada, mas a realidade é que não foi”, disse ao New York Times o representante do Banco Mundial na Bolívia, Faris Hadad Zarvos. Seus superiores na hierarquia da instituição parecem reconhecer o sucesso.

    Em dezembro de 2012, Evo Morales propôs o desmantelamento “do sistema financeiro internacional e de seus satélites, o FMI e o Banco Mundial”. Seis meses depois, o novo presidente do banco, Jim Young Kim, não se incomodou a jogar uma partida de futebol com o próprio presidente, para celebrar o reatamento das relações entre as duas partes.

    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/blogs/outras-palavras/economia-o-notavel-exemplo-da-bolivia-6693.html

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  5. Parte 1/5:

    O PODER OCULTO: DE ONDE NASCE A IMPUNIDADE DE ISRAEL

    Por Manuel Freytas.É jornalista, investigador, analista de estruturas de poder, especialista em inteligência e comunicação estratégica.

    A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses não se gesta por medo de Israel, senão por medo do que representa o Estado judeu. Israel é o símbolo mais emblemático, a pátria territorial do sionismo capitalista que controla o mundo sem fronteiras desde os diretórios dos bancos e corporações transnacionais. Israel, basicamente, é a representação nacional de um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econômico-produtivos. O que controla o planeta desde os bancos centrais, as grandes cadeias midiáticas e os arsenais nucleares militares.

    A) O poder oculto

    Israel é a mais clara referência geográfica do sistema capitalista transnacionalizado que controla desde governos até sistemas econômicos produtivos e grandes meios de comunicação, tanto nos países centrais como no mundo subdesenvolvido e periférico.

    O Estado judeu, mais além de sua incidência como Nação, é o símbolo mais representativo de um poder mundial controlado em seus espaços decisivos por grupos minoritários de origem judia e conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e midiáticas do capitalismo transnacional espalhado pelos quatro pontos cardeais do planeta.

    Com uma população ao redor de 7,35 milhões de habitantes, Israel é o único estado judeu do mundo.

    Porém, quando falamos de Israel, falamos (por extensão) da referência mais significativa de um sistema capitalista globalizado que controla governos, países, sistemas econômicos produtivos, bancos centrais, centros financeiros, arsenais nucleares e complexos militares industriais.

    Quando falamos de Israel, falamos antes de mais nada de um desenho estratégico de poder mundial que o protege, interativo e totalizado, que se concretiza mediante uma rede infinita de associações e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de serviços.

    O lobby sionista que sustenta e legitima a existência de Israel não é um Estado no distante Oriente Médio, senão um sistema de poder econômico planetário (o sistema capitalista) de bancos e corporações transnacionais com judeus dominando a maioria dos pacotes acionários ou hegemonizando as decisões gerenciais desde postos diretivos e executivos.

    Quem se der ao trabalho de investigar o nome dos integrantes das diretorias ou dos grandes acionistas das grandes corporações e bancos transnacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas econômicos produtivos dos países, tanto centrais como “subdesenvolvidos” ou “emergentes”, poderá facilmente comprovar que (em uma importante maioria) são de origem judia.

    As direções e acionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam o índice Dow Jones de Wall Street são em sua maioria de origem judia.

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  6. Parte 2/5:

    Megacorporações do capitalismo sem fronteiras como: Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Cola, Dupont, Exxon Mobil (petroleira), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon, são controladas e/ou gerenciadas por capitais e pessoas de origem judia.

    Estas corporações representam o creme do creme dos grandes consórcios transnacionais sionistas que, através do lobby exercido pelas embaixadas estadunidenses e européias, ditam e condicionam a política mundial e o comportamento dos governos, exércitos ou instituições mundiais oficiais ou privadas.

    São os donos invisíveis do planeta: os que manejam os países e presidentes por controle remoto, como se fossem títeres de última geração.

    Quem investigue com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicação, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizações sociais, fundações, organizações profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, vai se surpreender com a notável incidência de pessoas de origem judia em seus mais altos níveis de decisão.

    As principais cadeias televisivas dos USA (CNN, ABC, NBC e Fox), os principais diários (The Wall Street Journal, The New York Times e The Washington Post) estão controlados e gerenciados (através de grupos de acionistas ou de famílias) por grupos do lobby judeu, principalmente novayorquino.

    Da mesma forma as três mais influentes revistas (Newsweek, Time e The New Yorker), e consórcios hegemônicos da Internet como Time-Warner (fundidos com América on Line) e Yahoo estão controlados por gerenciamento e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

    Colossos do cinema como Hollywood e do espetáculo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, formam parte desta rede interativa do capital sionista imperialista.

    A concentração do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas pelo capital sionista, em uma proporção aplastante, possibilita decisões planetárias de todo o tipo, na economia, na sociedade, na vida política, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definido da globalização imposta pelo poder mundial do sistema capitalista imperial.

    O objetivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado é o controle e o domínio (por meio de guerras de conquista ou de “sistemas democráticos”) de recursos naturais e sistemas econômico-produtivos, em um sistema que seus defensores e teóricos chamam “políticas de mercado”.

    O capitalismo transnacional, em escala global, é o dono dos Estados e de seus recursos e sistemas econômico-produtivos, não somente do mundo dependente, senão também dos países capitalistas centrais.

    Portanto, os governos dependentes e centrais são gerências (pela esquerda ou direita) que, com variantes discursivas, executam o mesmo programa econômico e as mesmas linhas estratégicas de controle político e social.

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  7. Parte 3/5:

    Este capitalismo transnacional “sem fronteiras” do lobby sionista que sustenta o Estado de Israel se assenta em dois pilares fundamentais: a especulação financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street) e a tecnologia militar-industrial de última geração (cuja máxima de desenvolvimento se concentra no Complexo Militar Industrial dos USA).

    O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controla desde governos, exércitos, polícias, estruturas econômicos produtivas, sistemas financeiros, sistemas políticos, estruturas tecnológicas e científicas, estruturas socioculturais, estruturas midiáticas internacionais, até o poder de polícia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparatos de deslocamento militar dos USA e das potências centrais.

    A esse poder, e não ao Estado de Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam diariamente os genocídios de Israel no Meio Oriente temerosos de ficarem sepultados em vida, sob a lápide do “anti-semitismo”.

    B) O lobby imperial

    O lobby sionista pró-israelense, a rede de poder oculto que controla a Casa Branca, o Pentágono e o Banco Central não reza nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para não confundir a religião com o mito e com o negócio.

    Quando se referem ao lobby sionista (ao que denominam de lobby pró-israel) a maioria dos expertos e analistas falam de um grupo de funcionários e tecnocratas, em cujas mãos está o desenho e a execução da política militar norte-americana.

    A este lobby de pressão se atribui o objetivo estratégico permanente de impor a agenda militar e os interesses políticos e geopolíticos do governo e do Estado de Israel na política exterior dos USA.

    Como definição, o lobby pró-israel é uma gigantesca maquinaria de pressão econômica e política que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pentágono, Departamento de Estado, CIA e agências da comunidade de inteligência, entre os mais importantes.

    Por meio da utilização de seu poder financeiro, de sua estratégica posição nos centros de decisão, os grupos financeiros do lobby exercem influência decisiva na política interna e externa dos USA, a primeira potência imperial, além de seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

    A nível imperial, o poder financeiro do lobby se expressa principalmente por mio do Banco Central dos USA, um organismo chave para a concentração e reprodução do capital especulativo a nível planetário.

    O coração do lobby sionista estadunidense é o poderoso setor financeiro de Wall Street que tem direta implicação e participação na nomeação de funcionários chaves do governo dos USA e dos órgãos de controle da política monetária e instituições creditícias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

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  8. Parte 4/5:

    Os organismos econômicos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, estão sob o controle direto dos bancos centrais e dos governos dos USA e das potências controladas pelo lobby sionista internacional (Grã Bretanha, Alemanha, França, Japão, entre as mais relevantes).

    Organizações e alianças internacionais como a ONU, o Conselho de Segurança e a OTAN estão controladas pelo eixo sionista USA-União Européia, cujas potências centrais são as que garantem a impunidade dos extermínios militares de Israel no Meio Oriente, como sucedeu com o último massacre de ativistas solidários com o povo de Gaza.

    As principais instituições do lobby (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brother, etc.) e os principais bancos (Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc.) influem decisivamente para a nomeação dos titulares do Banco Central, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, ademais dos diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

    C) O mito do “antissemitismo”

    É este fenômeno de “poder capitalista mundial judeu”, e não a Israel, que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que evitam tremulamente condenar ou nomear os periódicos genocídios militares de Israel em Gaza, repetindo o que já fizeram durante o massacre israelense no Líbano em 2006.

    A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses não se gesta por medo do Estado de Israel, senão por medo do que representa o Estado de Israel.

    Não se trata de Israel, senão do “Grande Israel”, a pátria do judaísmo mundial (com território roubado dos palestinos), da qual todos os judeus do mundo se sentem seus filhos pródigos dispersos pelo mundo.

    Não se trata de Israel, senão das poderosas organizações e comunidades judias mundiais que apoiaram em bloco o genocídio militar de Israel em Gaza, que utilizam seu poder e “escala de prestígio” (construída mediante sua vitimização histórica com o Holocausto) para converter em um leproso social aquele que se atreva a criticar ou levantar a voz contra o extermínio militar israelense em Gaza.

    Não temem o Estado de Israel, senão aos filhos de Israel camuflados nos grandes centros de decisão do poder mundial, sobretudo econômico-financeiros e midiático-culturais.

    Os políticos, intelectuais e jornalistas do sistema não temem Israel, senão que temem aos meios de comunicação, organizações e empresas judias, e sua influência sobre os governos e processos econômico-culturais do sistema capitalista sionista apoiados por todos os países em escala planetária.

    Definitivamente, temem que as empresas, as universidades, as organizações e as fundações internacionais sionistas que financiam e/ou promovem suas ascensões e postos na maquinaria do sistema os declarem “anti-semitas” e os deixem sem trabalho.

    Essa é a causa principal que explica porque os intelectuais, acadêmicos e jornalistas do sistema vivem elucubrando sérias análises da “realidade” política, econômica e social sem a presença da palavra judeu ou do sistema capitalista que paga por seus serviços.

    Se bem que há um grupo de intelectuais e de militantes judeus de esquerda (dentre eles Chomsky e Gelamn, entre outros) que condenaram e protestaram contra o genocídio israelense em Gaza, a maioria considerável das comunidades e organizações judias em escala planetária apoiou explicitamente o massacre de civis em Gaza argumentando que se tratava de uma “guerra contra o terrorismo”.

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  9. Parte 5/5:

    Apesar de que Israel não invadiu nem perpetrou um genocídio militar em Gaza com a religião judia, senão com aviões F-16, bombas de rácimo, helicópteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estratégia e um plano de extermínio militar em grande escala, quem questione esse massacre é condenado por “anti-semita” pelo poder judeu mundial distribuído pelo mundo.

    Apesar de que o lobby judeu sionista que controla Israel, tanto como a Casa Branca, o Tesouro e o Banco Central dos USA não rezam nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street, aquele que critique é alcunhado de imediato como “anti-semita” ou “nazi” pelas estruturas midiáticas e culturais controladas pelo poder judeu mundial.

    As campanhas de denúncia de anti-semitismo com as quais Israel e as organizações judias buscam neutralizar as críticas contra o massacre, abordam a questão como se o sionismo judeu (sustentáculo do Estado de Israel) fosse uma questão “racial” ou religiosa, e não um sistema de domínio imperial que abarca interativamente o plano econômico, político, social e cultural, superando a questão da raça ou das crenças religiosas.

    O lobby sionista não controla o mundo com a religião: o maneja com bancos, transnacionais, hegemonia sobre os sistemas econômico-produtivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipulação mundial, o manejo dos valores sociais através da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado pelos meios de comunicação

    Em resumo:

    O lobby sionista que protege o Estado de Israel (pela “direita” e pela “esquerda”) está conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e midiáticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.

    Suas redes se expressam através de uma multiplicidade de organizações dedicadas a promover o atual modelo global, entre as quais se encontram principalmente: The Hudson Institute, The RAND Corporation, The Brookings Institution, The Trilateral Commission, The World Economic Forum, Aspen Institute, American Enterprise Institute, Deutsche Gesellschaft für Auswärtigen Politik, Bilderberg Group, Cato Institute, Tavestock institute, e a Carnegie Endowment for International Peace, entre outras.

    Todos estes think tanks ou “bancos de cérebros” reúnem os melhores tecnocratas, cientistas e estudiosos em seus respectivos campos, egressos das universidades dos USA, Europa e todo o resto do mundo.

    O lobby não somente está na Casa Branca, senão que abarca todos os níveis das operações do capitalismo em escala transnacional, cujo desenho estratégico está na cabeça dos grandes charmans e executivos de bancos e consórcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e repartem o planeta como se fosse uma pizza.

    Enquanto não se articule um novo sistema de compreensão estratégica (uma “terceira posição” revolucionária do saber e do conhecimento) o poder mundial que controla o planeta seguirá perpetuando-se nas falsas opções de “esquerda” e “direita”.

    E o lobby judeu de “direita” dos republicanos conservadores seguirá sucedendo ao lobby judeu “de esquerda” dos democratas liberais em uma continuidade estratégica com as mesmas linhas reatoras do Império sionista mundial.

    E os massacres do Estado de Israel seguirão, como até agora, impunes e protegidos pelas estruturas do sistema de poder mundial sionista capitalista que o considera como sua “pátria territorial”.

    Fonte: http://www.livreimprensa.com.br/o-poder-oculto-de-onde-nasce-a-impunidade-de-israel/

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  10. Outros elos da mesma corrente

    http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2014/06/a-estrategia-judaica-por-detras-dos.html

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  11. Cobalto, foste mesmo tu que fizeste um comentário no meu blogue com uma citação do Guillaume Faye??
    é para saber se devo aprovar ou não, porque há uns espertinhos que gostam de se fazer passar por outras pessoas e assinar com o nome de outras pessoas...

    quanto ao tópico, a imagem do Estaline e do Truman maçons foi retirada de um tópico meu já antigo :) mas bem valioso

    http://hyperborea-land.blogspot.pt/2012/02/israel-o-satelite-marxista.html

    hoje podem querer esconder isso, mas os comunas na altura eram completamente sionistas.
    israel entalada entre os dois sistemas judeo-maçons, capitalismo e comunismo, é que optou por ir para o primeiro, por várias razões, e por isso o comunismo ficou meio desamparado e refugiou-se nos àrabes, ou melhor, tentou infiltrar-se no Mundo àrabe.

    abraço.

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    1. Como vai, Thor?

      O comentário foi meu sim ...rsrs Mas não precisa publica-lo, se assim o desejar.

      Boa imagem essa da trupe siono-maçônica. Como eles sempre ganham? Apostando em todos os cavalos. Receita muito simples.

      Abraço

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  12. Nem o Amapa onde eu moro esta livre deste lixo de sociedade puramente judaica! Ate um famoso humorista local daqui de Macapa que morreu em 2014, fazia parte da moconaria!

    Saudacoes, amigo!

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  13. Saudações, caro Danilo.

    Infestam o país e o mundo, e se são tão numerosos e em tantos cargos e posições de destaque, é por isso que certas coisas não são corrigidas. Se o objetivo "é ajudar o homem a reforçar seu caráter, melhorar sua visão moral e espiritual", estão falhando grosseiramente.
    --------------------------------
    https://www.youtube.com/watch?v=ISctyWy3PWw
    https://www.youtube.com/watch?v=_KaQXr_X4Vc

    Abraço

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    1. Ate ja sei qual era a tatica de Aecio Neves se tivesse vencido as eleicoes de 2014: tirar o Brasil dos BRICS e nos vender aos sionistas Iancs como o seu mestre politico FHC quase fez quando este esteve no poder!

      Bom mesmo se tivesse novamente grupos nacionalistas como o de Plinio Salgado, introduzidos na politica deste pais. Ai sim nao temeriamos o poder judaico-sionista!

      Boa Noite, cobalto!

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    2. Dr. Enéas também era uma opção

      https://www.youtube.com/watch?v=6wUd-bTW_q8

      Abraço

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  14. Por mais que falemos de maçonaria, comunismo, fascismo e nazismo, ainda falta o IMPORTANTE a ser revelado. Todos esses são apena FACHADA desses AQUI: http://www.bibliotecapleyades.net/vatican/esp_vatican37.htm

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    1. Puro diversionismo e desinformação. Na melhor das hipóteses é uma meia verdade, portanto também, uma meia mentira.

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  15. Mas no livro de Gustavo Barroso história secreta do Brasil,explica que a maçonaria
    se identifica mais com os partidos de esquerda e partido de Direita liberal,então
    porque a maçonaria quer Dilma fora?

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    1. O assunto rende muito, mas resumindo e pra começo de conversa, ela faz jogo duplo, triplo ou tantos quanto forem necessários. Toda a motivação não conheço e creio que nem eles próprios todos saibam ou percebam. Mas este governo Dilma e seus congêneres sulamericanos andam dando dor de cabeça à Israel, a grande criação da Maçonaria.

      Essa "identificação mais com os partidos de esquerda e partido de Direita liberal" é cortina de fumaça, é caminho, que depois será abandonado, para fomentar a vinda do Anticristo que deve ser entronizado em Israel. A Igreja jamais faria tal trabalho porque conhece a Verdade, portanto, inimiga. Os ataques a Igreja, Fé, Conceitos Cristãos fazem parte de um plano maior, são etapas, não são um fim em si mesmo. E assim são esses ataques da Maçonaria contra o atual governo, fazem parte de um plano maior, são etapas.

      Outra coisa em comum que todos os que fomentam este golpe de Estado contra a Soberania do Brasil têm é que são sionistas. O judeu Theodor Herzl, pai do Sionismo foi maçom, uma das principais funções da Maçonaria é promover a vinda do Anticristo e entronizá-lo em Israel onde já está sendo preparado a construção do 3º Templo, o "templo da abominação" nas Palavras de Deus. E para tanto, se faz necessário exaltar e beatificar o Sionismo e este estado fantoche a nível de domínio mundial e o atual governo brasileiro não tem contribuído muito:
      http://desatracado.blogspot.com.br/2015/08/anao-diplomatico-contra-o-latrocinio.html

      E não se esqueça do lema do Mossad: "Por meio da fraude, farás a guerra."

      Abraço

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Agradecido pelo comentário.

      http://desatracado.blogspot.com.br/2016/02/cultura-judaico-crista-em-comum.html

      http://desatracado.blogspot.com.br/2016/03/perguntinhas.html

      Abraço

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"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário."
George Orwell

"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador."
Eduardo Galeano

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