sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Sobre a traição



  "Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado.

            E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. “Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo, oculto na noite para demolir as fundações da nação infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe.”

Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.

Abraços

11 comentários:

  1. Querido Cobalto,

    Vim aqui agradecer as suas simpáticas palavras que deixou no meu blogue. Obrigada.

    Desejo-lhe tudo de bom, não apenas para 2015, mas para toda a sua vida. Seja sempre forte e bondoso.

    Um grande e terno abraço.

    Desta sua amiga

    Helena

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    1. Tudo super e em dobro de bom para você, Realeza do Bosque.

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  2. Do homem em que não confio, eu mesmo me protejo. Do homem em que confio, que Deus me proteja.

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    1. Conhece o dr. William Pierce e o plano Kalergi?

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  3. Belo texto ...

    Observem o que encontramos no palco além do traidor ...

    http://www.mancheteonline.com.br/pezao-toma-posse-no-rio-com-agradecimento-a-sergio-cabral/

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  4. A raiz da TRAIÇÃO, CORRUPÇÃO, é a mesma da devassidão e degeneração social, visto que 'PELO FRUTO CONHECEREIS A ÁRVORE' Mateus 07:16-20

    Assim, enquanto um lado da balança se faz convencer
    http://www.defenderlapatria.com/a%20sinagoga%20paulista.pdf

    empiricamente, no outro lado não se permitirá crer
    http://es.metapedia.org/wiki/Econom%C3%ADa_de_%C3%A9xito

    Enfim, : "O LIBERALISMO NÃO APENAS SERIA ANTICATÓLICO COMO CONTRIBUIRIA PARA A DESAGREGAÇÃO DO TECIDO NACIONAL, JUNTAMENTE AO COMUNISMO E AO ANARQUISMO, E PARA O ENVENENAMENTO POLÍTICO DO INDIVÍDUO, MATANDO AMBOS VAGAROSA E IMPERCEPTIVELMENTE: As forças secretas não dão ÁGUA TOFANA somente aos indivíduos, DÃO-NA TAMBÉM às nações sob a forma açucarada de XAROPES LIBERAIS. Quando elas não morrem disso, NA EPILEPSIA DO COMUNISMO e da anarquia, ADOECEM PARA SEMPRE NA POLITICALHA DO FALSO LIBERALISMO.

    Nestes termos, liberalismo, anarquismo e comunismo POSSUIAM O OBJETIVO de desestruturar a unidade nacional E SABOTAR AS BASES ESPIRITUAIS DO INDIVÍDUO. No entanto, POR TRÁS DESTAS AMEAÇAS EXPLÍCITAS, haveria a mão semita, manipulando seus condões no intuito de TORNAR REAIS SEUS FINS DE ANIQUILAR PÁTRIAS. “Tendo-se FACILITADO TUDO AO CAPITAL, esse passou a ATENTAR CONTRA OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CIVILIZAÇÃO CRISTÃ, como sejam o princípio da família e da nação” XXXV AO COORDENAR O COMUNISMO E O LIBERALISMO, o judaísmo, segundo Barroso, demonstrava sua INTENÇÃO DE DEMOLIR A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ. Através do comunismo SE FRAGMENTARIA A FAMILIA, COM A ABOLIÇÃO DA PROPRIEDADE. “O comunismo que AGITADORES ESTRANGEIROS, SOBRETUDO JUDEUS, aliados a brasileiros vendidos ou inconscientes, inimigos da Pátria, nos prometem, quer a destruição das pátrias, das propriedades, e das famílias, (...)” XXXVI. Com o liberalismo fomentador dos anseios regionais e da concorrência político-partidária, a unidade nacional seria colocada em perigo, pois: (...) procurou DIVIDIR A NAÇÃO com regionalismos e separatismos estreitos, IMPLANTANDO O ÓDIO ENTRE IRMÃOS, atirados em trincheiras de guerra civil; com partidos políticos transitórios que sobrepõem as ambições pessoais aos mais altos interesses da Pátria e pescam votos, favorecendo os eleitores com um IMEDIATISMO INCONSCIENTE, em que TUDO concedem ou vendem, CONTANTO QUE atinjam posições.

    Embora passassem a atuar juntos, O LIBERALISMO apresentou o comunismo ao Brasil. Deste modo, Barroso acreditava ser LIBERALISMO E COMUNISMO DOIS ROSTOS que pensam por um mesmo cérebro XXXVIII. Nestes termos, Barroso defendia a necessidade de FAZER FRENTE, primeiramente, o liberalismo: “SÓ SE PODE, PORTANTO, COMBATER DE VERDADE O COMUNISMO ANIQUILANDO O LIBERALISMO. ELE É O BIOMBO CONSTITUCIONAL QUE PERMITE A AÇÃO DESTRUIDORA CONTRA AS POUCAS PAREDES SOCIAIS QUE AINDA SUBSISTEM.” XXXIX Para Barroso, o liberalismo abriu as portas da nação para o comunismo a partir do sufrágio universal e pelo direito a greve, pois assim se rompeu em definitivo com os valores hierárquicos dispostos em uma sociedade corporativa. “Pelo SUFRÁGIO UNIVERSAL e pelo direito de greve, O VIRUS COMUNISTA penetrou na sociedade liberal-democrática burguesa que nada produziu realmente de grande ou forte.” XL O COMUNISMO, nesta perspectiva, daria continuidade ao PROJETO ENSEJADO pelo judaísmo através da ação liberal na política e na economia.

    Se O LIBERALISMO começou a fragmentação das estruturas sociais de autoridade, O COMUNISMO terminaria o processo, através da DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA E DA PROPRIEDADE COM A PERMISSÃO DO “AMOR LIVRE” E DA DITADURA DO PROLETARIADO QUE SE APODERARÁ DE TODAS AS RIQUEZAS E UTILIDADES”.

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  5. "Terminada a operação de desestruturação da civilização cristã, o judaísmo assumiria coordenação da escravidão da população mundial: O Comunismo DESTRÓI AS PÁTRIAS, tornando todos os países subordinados aos interesses duma minoria de especialistas financeiros. Será o domínio dos judeus como na Rússia, garantidos no poder pelos Exércitos Vermelhos, enquanto os trabalhadores do mundo inteiro NÃO PASSARÃO DE ESCRAVOS. XLII https://www.youtube.com/watch?v=KfsWoNpHg2s#t=11

    Diante da passividade dos proletários NOS PROJETOS COMUNISTAS E DE CONSPIRAÇÃO judaica, e considerado os rumos bem-sucedidos que estes planos se encaminhavam, sob interpretação de Barroso os trabalhadores eram vistos como intelectualmente inferiores. Esta CARÊNCIA COGNITIVA SERIA PROMOVIDA PELO REGIME DE EXPLORAÇÃO colocado em prática pela livre-concorrência liberal, transformando o operário em presa vulnerável às concepções comunistas: “A pouca cultura DOS HOMENS QUE TRABALHAM EXAUSTIVAMENTE, SEM TEMPO DE SE INSTRUIREM, NÃO LHES PERMITE PRESSENTIR O VENENO SUTIL QUE SE INSTALA EM SEU CÉREBRO E POUCO A POUCO OS EMPEÇONHA.” XLIII Para Barroso O INTEGRALISMO SERIA A ÚNICA SOLUÇÃO PARA RETIRAR O BRASIL DAS INVESTIDAS DO LIBERALISMO E DO COMUNISMO, MANIPULADOS PELO judaísmo. “Êle é FÉ, ABNEGAÇÃO, COMPREENSÃO, SINCERIDADE E SOBRETUDO MOCIDADE DE CORPO OU MOCIDADE DE ESPÍRITO. XLIV Deste modo, tal como Salgado, convocava-se a juventude para fazer parte da AIB, e assim como o chefe da AIB, a “mocidade” não se respaldava apenas na idade dos militantes. Para Barroso, A JUVENTUDE não SERIA a luta entre passado e modernidade, mas UMA PONTE ligando os extremos. TRADIÇÃO E JUVENTUDE não seriam opostas, portanto. “Somos os que preferem amar as tradições de sua gente, defender os explorados, cultivar a virtude, arrostar o perigo, desafiar os adversários e VENCER OS OBSTÁCULOS NO TEMPO EGOISTA E VIL EM QUE A MAIORIA somente gosta de dinheiro.”XLV Assim, visavam fundar um novo tempo ao RETOMAR AS TRADIÇÕES e as solidariedades anteriores.

    Ao tecer críticas ao liberalismo, ênfase à República, rompia com o passadismo e conectava o movimento à mocidade: “Somos portanto, o espírito imortal do Brasil que desperta do infame pesadelo de quarenta e muitos anos de politiqueira imoral, para se encarnar na alma da mocidade e construir uma grande nação, (...).” XLVI Em contraste à tradição qual defendia, Barroso criticava o liberalismo por seus postulados antiquados e envelhecidos, e atacava o comunismo marxista por ser doutrina que já contava com quase um século. Como NO CASO EUROPEU, ONDE OS FASCISMOS SERIAM A ALTERNATIVA, O INTEGRALISMO SERIA A ESCOLHA ACERTADA para “a mocidade contemporânea” no Brasil. “A mocidade contemporânea do avião NÃO SE PODE MAIS enquadrar nos carcomidos partidos liberais, (...), OU FORMAR nas fileiras comunistas, que veem da época das sobrecasacas e dos lenços de rapé.” XLVII

    Nestas premissas, O ESTADO DESEJADO NÃO VIRIA através de revolução, em função da preocupação de se zelar pelo vínculo entre a tradição e a modernidade. Conforme o próprio chefe de milícias apresentou, a formação estatal integralista aproveitaria das estruturas sociais então existentes, mas reformularia os aspectos incompatíveis com a doutrina da AIB: “O Integralismo não quer fazer ir pelos ares a velha máquina da sociedade para pôr em seu lugar uma inteiramente nova. Êle quer desmontá-la, substituir as peças usadas e articular as ainda boas em outro sistema de movimentos.” XLVIII Torna-se explícito que não era objetivo do integralismo a alteração da ordem social já disposta. Tal finalidade comprova-se ao observar como se daria a transição do regime estabelecido para o Estado Integral, ou seja, “(...) tendente a transformar primeiro a alma das elites, e em seguida a das massas, formando uma nova consciência e nova vontade coletiva, dotadas de nova dinâmica, com a força duma doutrina e do firme propósito de realizá-la."

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  6. "Porém, havia a intenção de reestruturar as relações de trabalho e as formas econômicas, assim como o poder institucional, em resposta à insatisfação ao liberalismo político e econômico. Sob objetivo de PACIFICAR AS CLASSES SEM ELIMINÁ-LAS, mas organizá-las em grupos hierarquizados; de fragilizar os anseios regionais e DISSOLVER O FEDERALISMO que, segundo os dirigentes da AIB, contribuía para a formação dos caudilhos locais; o corporativismo seria o FORMATO ADOTADO para estruturar o Estado. A partir dos vínculos da tradição, havia a NECESSIDADE DE POR FIM “(...): a luta de nações, luta de partidos, luta de classes e luta de sexos. O esgotamento dos povos lança-os para o quadro de suas velhas tradições, que formam sua própria alma.” L

    Na construção do Estado integral, a tradição seria indissociável da Nação, haja vista a participação da primeira na estruturação da segunda, desde os primórdios da construção da pátria. Segundo Barroso: “Composta de homens, as Nações ligam-se ao Passado pelas suas tradições de toda a espécie. Enraizada nela e que a Pátria Brasileira deve florescer no Presente para frutificar no Futuro.” LI Esta construção através de sua narrativa histórico-mitológica foi permeada pela necessidade de resgate do cristianismo em contexto de ascensão das ideias materialistas. Ao estabelecer esta “nova revolução cristã”, as bases para a Revolução Interior estariam firmadas para, posteriormente, se conceber a “revolução exterior”. LII Ao encontrar o nacionalismo suporte na tradição, e o Estado integral se estabelecer sobre os pilares do nacionalismo e do corporativismo, Barroso desenhou sua organização institucional sob forma hierárquica, fundada nos sindicatos. Organizados escalonadamente e em formato piramidal, seriam representados verticalmente por câmaras municipais, câmaras provinciais até se alcançar a Assembleia Nacional. Ficava configurada a centralização política nas mãos do chefe da nação, sendo este o condutor da Assembleia Nacional e “expoente máximo da vontade nacional, com autoridade inconteste e irrecorrível”. LIII Deste modo, a Nação seria “um organismo politico, econômico e ético” LIV.

    As bases estatais do integralismo estariam fundadas na organização sindical, sob configuração corporativista. Assim, Barroso sublinhava que o assunto mereceria atenção especial aos estudos da AIB. Este modelo seria retirado de experiências anteriores, situadas mais fortemente na Idade Média, com a finalidade de resgate da tradição e, com ela, a solidariedade antiga, o pequeno comércio, e a crença cristã em seu sentido total. A consolidação do Estado Integral não consistiria em uma reconstituição do passado da Idade Média, no entanto: “Não é que se trate de ressuscitar o velho sistema medieval. Mas não se pode, dentro das ideias integralistas, edificar um sistema novo sem respeitar as verdades as verdades fundamentais que atravessam os séculos sem envelhecer.” LV

    Além de fixar-se nos sindicatos, um pilar importante para o corporativismo integralista seria a família, pois é ela, segundo compreensão dos teóricos da AIB, que protege o indivíduo de se animalizar, e ensina-o as tradições e a moral, constituindo um primeiro Estado. “Dentro da família, sentindo-se por ela ligado ao passado e ao futuro ao mesmo tempo, o homem sorve as energias morais necessárias aos suportar as agruras e sacrifícios da vida.”LVI Neste esforço de fornecer sustentação ao Estado corporativo barrosiano, há em O que o Integralismo deve saber o artigo “A Posição do Integralismo” LVII. Neste, havia o detalhamento das organizações corporativas, através da comparação do cenário interno com as realidades políticas de países fascistas e liberais. Neste estudo, foram realizados apontamentos de convergências e distinções com movimentos de extrema-direita europeus e suas propostas estatais."

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  7. São conteúdos que não possuem maior valor em relação às partes citadas anteriormente, exceto pelo fato de o Chefe de Milícias ter retirado este texto de uma das obras de Miguel Reale, sem qualquer menção à autoria. O artigo “A Posição do Integralismo” foi publicado por Reale em abril de 1933 na 1ª serie de “Estados Integralistas” LVIII, ou seja, dois anos antes de ser lançado O que o Integralismo deve saber. Sabe-se que a tríade doutrinaria da AIB, composta por Plinio Salgado, Gustavo Barroso e MIGUEL REALE lutava entre si pela hegemonia do arcabouço ideológico do movimento. Portanto, ao abordar um tema onde Reale era referência na AIB, o corporativismo, Barroso lançou-se sobre os estudos do Secretário de Doutrina, porém, sem qualquer referência, incorporando como seu, os pontos desenvolvidos por Reale. Miguel Reale demonstrava-se regularmente simpático à organização de Estado republicana, algo que não se repetia com clareza nos textos de Barroso, apegado à tradição e ao passado.

    Assim, as cópias de Barroso mantiveram-se fieis, em grande medida, ao texto original. No entanto, esta similaridade foi rompida ao Reale afirmar: “O Integralismo Brasileiro não desconhece a ação benéfica do movimento de 89 e, nesse como em outros pontos, se afasta radicalmente do Integralismo lusitano.” LIX

    Esta afirmação, em O que o Integralista deve saber foi substituída por “O Integralismo sustenta que é preciso dar uma garantia de ordem economica aos individuos para que estes possam realizar os seus direitos.”LX Esta modificação foi coerente às referências feitas por Barroso à António Sardinha em algumas de suas obras LXI; assim como se considerados seus elogios ao passado colonial, e as ambições frustradas de consolidação de um império que emolduraria o oceana Atlântico, tal como concebido pelos integralistas lusitanos. A hipótese de cópia feita por Barroso, no intuito de concorrer à hegemonia doutrinária com Reale encontra confirmação em outros textos, se analisados em conjunto. Ao contrário do ocorrido em O que o Integralista deve saber, há a referência a Reale em Integralismo e Catolicismo, porém, sob o objetivo de contestá-lo, justamente sobre as bases sindicais do corporativismo que se configuraria o Estado Integral. Neste caso, Barroso referiu-se a Perspectivas Integralistas de Reale, para opor-se: “No seu belo livro citado, ás páginas 42,111, e 121, Miguel Reale fala do ‘sindicato de pessoa de direito publico e não privado. Quero crer num equivoco, porque me parece que o sindicato isolado jamais poderá ser pessoa de direito publico (...).” LXII Deste modo, Barroso respaldava-se nos argumentos de Reale a respeito do corporativismo sem citá-lo, mas, quando havia a intenção de discordar de suas bases, o Chefe de Milícias apresentava minuciosamente as referências de quem estava a rebater.

    Superada a polêmica sobre o Estado corporativos integralista, passa-se agora às formas como este Estado se tornaria possível e quais seriam os modelos contemporâneos a serem seguidos. Barroso, evidentemente, discordava das revoluções comunistas que se deflagravam pela Europa. Dizia: “Chamam-se hoje, na confusão reinante em tudo, revolucionários os homens que negam a primazia das leis morais e se entregam á cega correnteza dos impulsos naturais.”LXIII Ao transpor a revolução para o plano supra terreno, acreditava que a verdadeira revolução ocorreria primeiramente nos aspectos morais, na repressão às vontades materiais. Assim, mirava como exemplo a vida dos santos católicos, banhadas em martírio, dor e ascetismo: “O REVOLUCIONÁRIO VERDADEIRO É AQUELE QUE REAGE CONTRA OS INSTINTOS."

    Notações em algarismos romanos podem ser aferidas embaixo, no link http://www.getempo.org/index.php/revistas/70-n-15-janeiro-abril-2014/213-politica-e-religiao-nos-projetos-de-gustavo-barrosos-para-a-acao-integralista-brasileira

    Saudações cristãs

    .........................88

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