sábado, 13 de junho de 2015

Estado de Israel, a farsa teológica

"Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras."
2ª João 9, 10 e 11



"E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra."
Gênesis 12: 2 e 3.

Nestes versículos acima muito usados por judeus e cristãos desavisados que os judeus negadores de Jesus são o "povo eleito" e destinatários das bênçãos, revelam que Deus em verdade fez um pacto com Abraão, mas sempre usando expressões no singular. Então, essas bênçãos foram para Abraão e sua semente (Jesus Cristo), ambos os destinatários das bênçãos estão no singular. Isso se confirma em Gálatas 3: 16 quando diz:

"Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência (no singular). Não diz: E às descendências (no plural), como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo."

"E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa."
Gálatas 3: 29.

No documentário abaixo, imprescindível e muito pedagógico e abrangente chamado "Marcha para Sião", vemos baseados em fatos históricos e nas passagens bíblicas do Velho como do Novo Testamento, que o atual Estado de Israel e sua adoração são obras do Anticristo que vieram para enganar a Humanidade e muitos da própria Igreja e anunciar que o Juízo de Deus está à porta.

Vejamo-lo com atenção dublado em português:


Ou no original em inglês:


Em 1948 cumpriu-se a profecia da volta de Israel?


Precisa de algo mais claro que isso?

Confira também o livro "Jesus no Talmud" escrito pelo judeu Peter Schäfer:

          

PDF em inglês: http://www.pdfarchive.info/pdf/S/Sc/Schafer_Peter_-_Jesus_in_the_Talmud.pdf

"Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus."
João 3: 17 e 18.

"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai."
1ª João 2: 22 e 23.

Abraços

13 comentários:

  1. Todo TURISTA precisa se inteirar sobre a Declaração de Balfour http://revisionismoemlinha.blogspot.com.br/2008/05/declarao-de-balfour.html antes de visitar INGLATERRA ou ISRAEL.

    A oração: (“0 Gott, den ich so lange vergebens angefleht habe – solltest du ein Engländer geworden sein?” “Oh Deus a quem eu imploro EM VÃO a tanto tempo – teries tornado-vos um inglês?) – é igualmente testemunha que a A ESCRAVIDÃO e a PIRATARIA – foram os pilares da acumulação de capital estabelecida pela Inglaterra.

    Das Vierteljahrhundert, das seitdem vergangen ist, hat uns über vieles, was England betrifft, die Augen geöffnet. Wir sehen nicht mehr, nach der Weise der meisten unserer Großväter, England als ein Glied der europäischen “Völkerfamilie”, das gelegentlich, wenn es not tut, selbstlos nach dem Rechten sieht. Englands Verhalten seit 1914 hat auch dem Begriffsstutzigsten die Augen darüber geöffnet, dass es nur eine Richtschnur seiner Politik kennt: Es will und muss seine Stellung als Ausbeuter der Welt erhalten. Es kann nicht dulden, dass irgendwo in der Welt, ob in Europa oder im Fernen Osten, ein Volk sich aus dem Gesetz seines völkischen Lebens einen starken Staat baut.

    Siehe z.B.l der am 1. Mai 1865 in Buenos Aires unterzeichnet Triple-Allianz-Vertrag, der im Namen der Freiheit drei Englandsvassalen vereinigte, dazwischen Brasilien mit seinen zwei Millionen Sklaven, um Paraguay, der keinen Sklaven hatte, zu befreien. Denn dieses Volk könnte einmal – in naher oder in ferner Zukunft – England unbequem werden, es im Genuß seines Reichtums und seiner Macht einengen

    O quarto de século que se passou, abriu-nos os olhos sobre muitas coisas sobre a Inglaterra. Já não vemos, conforme o costume da maioria dos nossos avôs, Inglaterra, como um membro da “família das nações” europeu que, ocasionalmente, desinteressadamente zela pelo justo. Desde 1914 o comportamento inglês tem aberto os olhos até mesmo da mentalidade mais obtusa, que ela só conhece a orientação política que almeja e necessita para manter sua posição de exploradora do mundo. Ela não pode tolerar que em algum lugar no mundo, seja na Europa ou no Extremo Oriente, alguma nação construa um Estado forte a partir da lei estabelecida por seu povo.

    Veja por exemplo o TRATADO da Tríplice Aliança, assinado em 01 de maio de 1865 em Buenos Aires que uniu três países vassalos da Inglaterra EM NOME DA LIBERADE, entre eles o Brasil, com os seus dois milhões de escravos para libertar o Paraguai, que não tinha escravos.

    Pois esta nação poderia em um futuro próximo, desfrutando de seu poder e riqueza, tornar-se desconfortável à Inglaterra.

    Fonte: http://de.metapedia.org/wiki/Raubstaat_England

    O que realmente mudou de lá para cá, foram as técnicas de alienação, manipulação, ACUMULAÇÃO e lavagem de MUITO dinheiro, via OTAN a serviço de SIÃO

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  2. https://www.youtube.com/watch?v=x0VI283Fn8g

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  3. 'Drag me to Hell', Cobalto, também é a forma politicamente correta de destruir a auto-determinação dos povos http://inacreditavel.com.br/wp/boicote-economico-ontem-e-hoje/ seja em https://www.youtube.com/watch?v=GnF-WrOHQzQ assim como http://resistir.info/livros/guerra_e_globalizacao.pdf

    Saudações http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2012/07/porque-silenciam-islandia.html




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    1. Energia elétrica grátis para todos
      http://desatracado.blogspot.com.br/2014/09/energia-eletrica-gratis-para-todos.html
      ------------------
      O que a Líbia perdeu com a derrubada de Muammar Gaddafi ?
      http://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/o-que-libia-perdeu-com-derrubada-de.html

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  4. Entra em discussão no Congresso o problema da maioridade penal dos cidadãos brasileiros. Trata-se de uma das mais angustiantes questões em debate na sociedade.

    O assunto, como tantos outros que têm sido tratados ultimamente, já vem carregado de viés ideológico. A esquerda acusa a direita de querer resolver o problema da segurança pública através da diminuição da idade de responsabilidade penal. A direita retruca que seus antagonistas querem defender a impunidade de menores criminosos. Ambas posturas são falaciosas, pois distorcem e exageram aspectos das diferentes argumentações, tirando a discussão do verdadeiro foco.

    De início, cremos que é preciso distinguir o delito leve do crime de morte. É claro que um furto e um latrocínio são coisas muito diferentes, e assim devem ser tratadas. Aliás, assim é feito no Código Penal.

    A garantia de impunidade é distribuída igualmente a todos os menores infratores pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, independente da gravidade da transgressão cometida, baseada apenas na idade do autor, como se todos fossem inocentes vítimas de sua inexperiência e infantilidade.

    Há que separar e tratar diferentemente casos muito distintos. É preciso reconhecer a existência de criminosos perigosos, assassinos, sequestradores, traficantes, estupradores irrecuperáveis, que antes de atingir a idade mágica de 18 anos ou qualquer outra que seja estabelecida, já demonstraram irrefutavelmente serem psicopatas amorais, que devem ser afastados do convívio social para defender a própria sociedade de sua maldade até agora impune.

    Nosso sistema penitenciário é vergonhoso, mas isso não pode significar que permaneça em liberdade um malfeitor que já cometeu vários crimes de morte, sob o argumento de que a prisão é uma universidade do crime, de onde sairiam piores do que entraram. Alguns deles, de fato, poderiam dar aulas nessa universidade. Ou, então, que sejam construídas novas prisões especiais para esses pobres seres angelicais que têm na pouca idade a garantia de poder cometer quantos crimes desejarem, pois são “dimenor”.

    Já existe até um vocabulário politicamente correto: o menor não é preso, mas “apreendido”. Assim, quando solto ao completar 18 anos, nada consta a seu respeito nos fichários criminais, não interessa quantos crimes cometeu ou quantas pessoas matou, sua vida recomeça do zero.

    Quanto às vítimas, não interessa. As leis foram feitas, no Brasil, para defender os criminosos, e não, suas vítimas. A discussão toda se trava em torno do direito dos menores criminosos (ou “infratores”, para não traumatizá-los). A vítima deve ser até uma das culpadas por ele se encontrar em “situação de risco”.

    É hora de a sociedade reagir. Quem sabe aparece no STF um ministro relator com a lucidez da Ministra Carmen Lúcia, que conseguiu aprovar seu relatório por 9X0 na questão das biografias. O problema para a sociedade não é a idade do criminoso, mas o crime cometido.

    A Lei deve defender a vítima, não o seu algoz. Este pode e deve ser afastado do convívio social, para evitar que continue assaltando e matando impunemente e para que a sociedade seja protegida desses verdadeiros psicopatas.

    A idade do criminoso é um detalhe de somenos importância.

    Clovis Puper Bandeira, General, é Editor de Opinião do Clube Militar.

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  5. PARTE 1/2:

    Existem poucas dúvidas sobre a ineficácia da ação do Poder Judiciário. A boa Justiça, como esperança daqueles que a procuram, deve ser rápida. Para a maioria da população é inconcebível a excessiva demora da decisão final e da concretização dos seus efeitos. Todos nós possuímos vários exemplos a enumerar.

    Ganhamos grande parte de uma ação contra uma instituição particular de ensino, que demorou quinze anos para terminar. É algo inacreditável. Outro exemplo, um arrolamento de bens, oriundo de um testamento para um herdeiro único, sem qualquer problema, demorou quase três anos para ser concluído. E isto se pagando parcela considerável do montante para advogado, custos judiciais, tributos federais, estaduais e municipais.

    Um juiz indeferiu uma ação, em virtude de ter falecido o reclamante. O mesmo está até agora procurando provar que está vivo. Até hoje a ação do sindicato dos bancários do Rio de Janeiro, que entrou com uma ação em favor de funcionários do Banco do Brasil, solicitando equiparação com os do Banco Central, apesar de ganha em última instância, com sentença transitada em julgado, não foi paga. O Banco, fora do prazo, inventou um recurso para esfera superior, para protelar o pagamento, em uma evidente demonstração de má fé. E ninguém faz nada. Cada leitor poderia apontar vários outros exemplos.

    Na realidade, a culpa não reside só no Judiciário. Também é do Legislativo e do Executivo. Há necessidade de controle externo dos três poderes, apesar de o Legislativo e o Executivo afirmarem que já os possuem. Porém, eles são ineficientes e ineficazes. E o Judiciário precisa também de ter um efetivo. O Conselho Nacional de Justiça está sendo esvaziado.

    É inaceitável a situação atual, em que, de fato, ninguém controle ninguém. O corporativismo impera. Cada um faz o que quer. Aumentam seus próprios salários, contratam parentes e apaniguados sem concurso. É a política da nova administração de criar empregos. Só para os correligionários. Enquanto isto, milhões de brasileiros sequer conseguem um modesto trabalho, com carteira assinada, para receber um salário mínimo, devido ao cruel modelo econômico em execução, o mesmo da administração FHC.

    A Sociedade Brasileira não suporta mais a extorsão a que é submetida todos os dias, pelos eternos marajás. A atual administração já procura aumentar a carga tributária total para 40% do PIB. De um lado, os privilegiados, detentores de todas as benesses materiais existentes. Viagens de primeira classe, a preços mais baixos, para o mundo inteiro. Várias e abundantes refeições, todos os dias, de preferência "churrascadas" com "peladas", pagas pelos contribuintes. "Boquinhas" para os correligionários.

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  6. PARTE 2/2:

    No meio, a classe média em extinção, sendo explorada por todos e ainda sendo culpada, pela mídia amestrada, pelo "privilégio" de poder aposentar-se. Do outro, a classe denominada de menos favorecida, que sobrevive graças a expedientes diversos, recebendo bolsas de toda ordem, fazendo até “gatos”, acomodada à pobreza.

    As recentes “benesses” criadas por integrantes do Judiciário, como auxílio-educação de cerca de R$ 1.000,00, férias de vários meses, expedientes enforcados, aumentos desmesurados de rendimentos, em um momento no qual praticamente todos os segmentos da sociedade sofrem um violento processo de privação material de toda ordem chega a soar como uma agressão. No mínimo, significa insensibilidade social.

    O anúncio da existência de cerca de cem milhões de processos significa não apenas o ambiente de desagregação social atravessado pelo país, como a desmesurada exploração dos cidadãos e contribuintes, por empresas inescrupulosas, pelas administrações federal, estaduais e municipais e pela excessiva burocracia do rito processual vigente no sistema judiciário.

    O formalismo supera a objetividade, atingindo as raias do absurdo, sacrificando o essencial pelo supérfluo. Processos demoram meses parados e outros períodos exagerados de tempo para passar de uma mesa para a mesa vizinha. Exigências exageradas são impostas, atrasando por mais vários meses o andamento dos processos. Muitas vezes sentenças são proferidas sem a devida leitura dos processos por juízes, que delegam a função para assessores sem preparo, não concursadas.

    As partes e seus advogados são tratados com indiferença por muitos magistrados, que olvidam sua condição de servidores públicos, prejudicando a imagem da maior parte dos seus colegas, capazes de entender que estão julgando fatos capazes de afetar significativamente seres humanos com carências inadiáveis e não peças inanimadas.

    E a solução? Ela existe. Principia pelo fato de que os cidadãos façam as escolhas certas, na hora correta e reivindiquem junto aos órgãos superiores seus direitos.

    Marcos Coimbra, Economista e Professor, é Acadêmico Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano.

    https://www.youtube.com/watch?v=5RL1UGaq2ok
    Isso em 1988, de lá pra cá o que melhorou? E o gado acha que o problema é só o PT .... patético.

    http://www.brasilsoberano.com.br/

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  7. Para os humildes de coração:
    https://www.youtube.com/watch?v=6BkiYOEtsDo

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  8. Cobalto sobre este filme que postou na "Em 1948 cumpriu-se a profecia da volta de Israel?" é pior ainda a colocação deste Pastor; pois prega um REINADO DE ISRAEL política num futuro próximo.

    Veja a colocação deste aqui:

    - Israel é o relógio de Deus? -
    https://www.youtube.com/watch?v=72zZLL6aJgc

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    Respostas
    1. Sim, esta parte ficou estranha. Mas postei pelo que ele fala antes.

      Abraço.

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  9. Respostas
    1. http://whale.to/c/arm_and_hammer.html

      http://whale.to/b/churchill1.html

      http://jornalcelestial.portaldosanjos.net/2014/08/winston-churchill-antiga-ordem-dos.html

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"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário."
George Orwell

"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador."
Eduardo Galeano

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