sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Manipulação jornalística

Primeiramente, vamos ver essa imagem que o Jornalismo divulgou mundialmente de uma família de refugiados sobre trilhos de trem ...

Resultado de imagem para família trilho trens

Agora, vamos ver como foi que tudo se passou na realidade ...





Perceberam a manipulação jornalística? Usaram deliberadamente uma foto de um homem, mulher e criança refugiados que se deitaram espontaneamente nos trilhos como sendo "vítimas de repressão injusta", "intolerância" ou "preconceito".

Vejamos outra famosa ... sem cortes ...



Essa o Jornalismo nos passou como sendo um grupo de pobres coitados refugiados prestes a se afogar ... mas e aquele à direita não está? Seria ele algum gigante com 5 metros ou mais de altura?

Outra crucificada foi, que ironia, uma jornalista, a húngara Petra Laszlo de 40 anos, acusada de chutar um imigrante ilegal que teve seu registro negado e se recusara a obedecer as autoridades policiais. Porém, vejamos as imagens referentes com lentidão e calma ...


Notamos que não havia condição de ser acertado por um chute devido a distância e tudo indica que tropeçou sozinho. E quando se levanta, xinga o policial, não dando mínima atenção para Petra Laszlo. Atitude incompreensível caso ela tenha-o chutado.

Mas esse Jornalismo que ficou tão indignado com o (improvável) chute da repórter e divulgou-o tão incisivamente, parece não se importar minimamente se na França, Grécia, Alemanha, Suécia, Inglaterra, mulheres e adolescentes, inclusive crianças, são assaltadas, ameaçadas, xingadas, assassinadas e estupradas por indivíduos ou até por grupos de refugiados ou imigrantes. Por que essa moral seletiva?

Afinal, qual a intenção de manipular tão descaradamente? Seria para fazer chantagem emocional com seu público para que aceitem sem questionamento essas invasões de imigrantes? Teria a intenção de condicionar a opinião pública contra autoridades nacionalistas que defendem com justiça e soberania o seu próprio povo e território, fazendo-as parecerem vilãs? Não estariam querendo criminalizar esse mesmo nacionalismo e culturas autóctones dando mais um passo para implementar a Nova Ordem Mundial do Anticristo? Não estão induzindo intencionalmente seus telespectadores ao erro? E impunemente?

E os casos de terrorismo jornalístico não cessam ...

Em 2008, uma das imagens dos testes de mísseis do Irã distribuída pela agência France-Presse foi alterada.



A fotografia que apresenta quatro mísseis lançados no deserto do Golfo Pérsico teve um dos projéteis incluídos digitalmente. Abaixo a foto original.



Infelizmente, a grande maioria das pessoas não procuram a verdade, sentam-se à espera que lhe deem a verdade, já cozinhada e mastigada, de preferência.

"O século 20 criou o pior tipo de pessoa que possa existir. É o tipo que acredita em tudo que a TV e os jornais mostram e falam", desconheço o autor de tão atual e triste afirmação.

              

“Qualquer pessoa que ainda possua algum resíduo de honra deve ter muito cuidado em não se tornar um jornalista”.
Paul Joseph Goebbels (1897-1945), Ministro da Propaganda e do Esclarecimento Popular do III Reich.

Abraços

25 comentários:

  1. A perna daquela jornalists hungara nem sequer tocou naquele Sr arabe! Com certeza este homem e o seu neto devem ser atores contratados para criarem um teatro no meio deste circo imigratorio na Europa!

    Abracos, Cobalto!

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    1. https://endzog.wordpress.com/2013/10/07/holocaust-myth-is-over-the-big-jew-lie-finally-defeated/

      Abraços

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  2. Ainda assim, a jornalista se viu obrigada a fazer um pedido formal por escrito de desculpas, afirmando que apenas se assustou com a onda humana que vinha para cima dela e fez um gesto de auto defesa.

    Mas fraudes midiáticas existem desde sempre, vocês bem sabem:

    http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015/10/fraudes-e-fraudes.html

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    1. Reação dela foi mais de susto ou desespero quando viu aquela multidão de homens correndo pra cima donde estava e ainda sabendo ela melhor que nós, tudo que certos "refugiados" andam a aprontar pela Europa.

      Abraço

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  3. Essa dos mísseis não conhecia, mas com que objectivo foram eles por artificialmente um outro míssil ? Para dar a impressão de que os Iranianos são muito perigosos ? Mal-intencionados ?

    Boas

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  4. As imagens anteriores da jornalista chutando outros refugiados também são forjadas?

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    1. Você queria que ela fizesse como no primeiro caso desse vídeo?
      https://www.youtube.com/watch?v=x_ZEKoOfC5A

      Comente sobre o "Taharrush gamea". E o vídeo da família nos trilhos de trem você não comenta?

      Que tal esse do imigrante africano defecando dentro do metrô?
      https://www.youtube.com/watch?v=z1pNBwTOChE

      Ou do imigrante que assedia uma mulher alemã no trem?
      https://www.youtube.com/watch?v=m9JuChS3TXI

      Ou da moça sueca encurrala por imigrantes num princípio de estupro?
      https://www.youtube.com/watch?v=ABjOhDre-Ow

      Outro vídeo aterrador do que acontece na Alemanha com relatos de crianças com 3 anos, 7 anos sendo estupradas pelos afro-arabo-muçulmanos:
      https://www.youtube.com/watch?v=XdSsJQ-fvOU

      Ou quando queimam símbolo religioso cristão?
      https://www.youtube.com/watch?v=Zdf6wGnc_JE

      Comente sobre o "Taharrush gamea". E o vídeo da família nos trilhos de trem você não comenta?

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    2. Que tal essa "declaração de amor" dum muçulmano?
      https://www.youtube.com/watch?v=JquXlQTBWOo

      Na sua escala de valores, o que é pior: um chute ou ser empurrado para debaixo do trem e morrer?
      https://www.youtube.com/watch?v=OQoIjPgSaHk

      Quer ainda falar sobre chutes?
      https://www.youtube.com/watch?v=2d_F3C1TsZc

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    3. Assisti todos os vídeos. O único que pode ser usado em qualquer tribunal é o da jornalista chutando refugiados. O resto não passa de propaganda. A conclusão é que além de islamofobico, falta seriedade neste blog.

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    4. Aqui mais um pouco de "falta seriedade" ou "imagens forjadas", como queira:

      Ten Obvious Reasons Why - Islam is Not a Religion of Peace:
      http://www.thereligionofpeace.com/pages/articles/10-reasons-not-peace.aspx

      Numerosos relatos narrados pelo Instituto Pedral revelar algo que a mídia liberal dominante quer desesperadamente mantido escondido: refugiados muçulmanos do sexo masculino na Alemanha estão estuprando todas as mulheres que eles podem ter em suas mãos sujas no, incluindo até mesmo os seus colegas refugiados do sexo feminino.
      http://www.thefederalistpapers.org/immigration-2/muslim-refugees-are-committing-this-sick-crime-and-getting-away-with-it

      Semelhanças entre Masjid al-Haram e o Templo Judaico:
      http://www.judaism-islam.com/similarities-between-masjid-al-haram-and-the-jewish-temple/

      Semelhanças entre o judaísmo e islamismo:
      http://www.judaism-islam.com/similarities-between-judaism-and-islam/

      Ten Surprising Similarities Between Judaism & Islam:
      https://www.linkedin.com/pulse/20140901144550-109819820-ten-surprising-similarities-between-judaism-islam

      Muslim Rape Gangs roaming Europe seeking white rape victims:
      https://www.youtube.com/watch?v=LqOydLrpqGE

      Muslims attack Catholics leaving Church:
      https://www.youtube.com/watch?v=_Jg8EeL7zD8

      Immigrant war on Lesbos - Tragedy of Greece:
      https://www.youtube.com/watch?v=t9yDf7uIDQo

      Mais estupros ...
      https://www.youtube.com/watch?v=-uNBoUqGvVs

      Mais violência ...
      https://www.youtube.com/watch?v=rP6U6Hhy_2M

      Etc etc etc

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    5. @Ahmad Mazloum

      Já te chamei à atenção sobre o facto desta invasão de imigrantes ter uma origem satânica, lá no blog do Bourdokan. Mas parece que tu não queres ver a realidade. Ou tu fazes parte daqueles muçulmanos que compreenderam o que significa esta escumalha invasora, ou então andas a comer da gamela dos judeus.

      Olha só aqui um muçulmano de olho bem aberto, que merece toda a minha admiração e respeito: Salim Laibi. Se este não te chega, tens o historiador Youssef Hindi, também muçulmano. Poderia citar muitos mais. Contrariamente a ti, estes são verdadeiros muçulmanos que não andam a lamber as botas dos judeus! Sabes o que é que dizem os Rabinos sobre o Islão ? Pois bem, escuta bem rapaz, é para ver se abres os olhos de uma vez: "O Islão é a nossa vassoura, ele faz o trabalho no nosso lugar. Vocês europeus, vão pagar bem caro todo o mal que fizeram aos judeus, serão degolados. Nem será necessário deportações para as câmaras de gás como vocês nos fizeram, serão degolados logo na hora."

      Se não abrires a pestana, é porque és complacente dos mundialistas e satanistas.

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  5. Islamismo e Judaísmo são religiões siamesas (1/3)

    A opressão judaica ás mulheres em Israel

    Israel junto aos seus parceiros Ocidentais entram em todos os países com uma forte propaganda de igualdade e democratização, mas algo que não é noticiado em tais países é a opressão que as mulheres judias sofrem. Por exemplo, as constantes críticas ás mulheres islâmicas, propagandas insinuando que elas são oprimidas por sua religião e pelos homens que com elas são casados, esse tipo de propaganda circula pelo mundo inteiro, mas o que a imprensa manipulada pelos sionistas não divulgam é o sofrimento que as mulheres judias passam com os judeus ortodoxos, apesar de restrito a grupos específicos, complementa o machismo secular israelense e serve aos propósitos do projeto sionista. Ele procura contribuir para desconstruir a falsa ideia inabalável da democracia judaica. Contudo, apesar de não discorrer sobre o assunto, parto do pressuposto de que qualquer corrente política que prega a eliminação de outro povo não poderia ser menos excludente. Se as mulheres judias são, por vezes, sexualmente reprimidas, elas podem também representar o agente opressor: as mulheres palestinas são duas, três, quatro vezes menos privilegiadas. Elas sofrem por serem mulheres, por serem muçulmanas, por serem palestinas, por serem pobres. Me ative ao judaísmo porque sou judia e não pretendo falar sobre uma aflição que me é tão distante. Mas aproveito o espaço para prestar solidariedade às mulheres palestinas.

    Texto feito por Elena Judensnaider

    "Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que não me fez mulher.''

    Este trecho faz parte da benção matinal judaica, que é recitada todas as manhãs por judeus, enquanto judias terminam a reza substituindo a parte destacada por que me fez conforme Sua vontade.

    Eu cresci em um ambiente judaico praticante que, apesar de não ortodoxo, compartilhava espaços sagrados com famílias mais religiosas. Quando criança, me disseram para recitar a frase acima sempre ao acordar. Vi minha mãe ir ao mikvé, local em que acontece um ritual para purificação da mulher após cada menstruação e o nascimento de um filho. Vi minha avó usar peruca, porque judias religiosas não podem mostrar seu cabelo natural para qualquer homem que não seja da família. Fui convidada para casamentos de garotas de menos de 20 anos. Ouvi de professoras de escolas judaicas que as garotas não precisavam aprender tanto – afinal, logo casariam e teriam filhos e suas vidas se resumiriam a isso. Ouvi que os rabinos acompanhavam o ciclo menstrual das mulheres e as orientavam a ter relações conjugais com seus maridos nos dias férteis. Fui a sinagogas em que as mulheres se sentavam de um lado e os homens de outro. Em algumas, os homens ficaram no andar inferior, de frente à Torá (livro sagrado judaico), enquanto às mulheres ficavam reservadas poucas cadeiras, no andar superior, de onde mal se conseguia assistir às rezas.

    Quando ia à sinagoga, eu tirava a roupa cotidiana e me vestia de acordo com a ocasião: precisava cobrir meu corpo entre os joelhos e os cotovelos, e pra isso tinha separados camisas três-quartos, saias que iam até depois do joelho e sapatos fechados. Eram as “roupas de sinagoga” e eu não questionava a mudança das vestimentas, considerando que se tratava de algo relacionado à etiqueta daquele lugar tão diferente da minha casa. Mas me deixava muito chateada que uma amiga ortodoxa da minha idade não pudesse assistir televisão comigo, e eu achava estranho que conhecidas mais velhas estivessem em vias de se casar com quem não conheciam.

    Uma vez, ainda criança, reclamei para minha tia que tudo aquilo não era justo. Ela me respondeu firme, sem perceber a grande lição que estava me dando sobre relativismo cultural: “para elas, isso é felicidade”. Não pensei mais no assunto nos anos seguintes, procurando acreditar que minha tia estava certa.

    Mas ela, que é mulher e judia, vai lutar pela Palestina?

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  6. Islamismo e Judaísmo são religiões siamesas (2/3)

    Um familiar contou que ouviu essa frase, relacionada a mim, vinda de um funcionário de uma instituição judaica (não sei qual), quando teve conhecimento de que eu estava começando a militar a favor da Palestina. Imagino que ele não soubesse que, assim como eu estava me introduzindo e engajando na causa palestina, também me aproximava do feminismo.

    A verdade é que foi ótimo ter ouvido essa frase, pois ela me deu muito mais clareza para entender a necessidade de lutas transversais, ou seja: não adianta lutar contra o sionismo sem lutar contra o machismo; não adianta lutar contra o machismo sem lutar contra o racismo e por aí vai. As lutas se complementam. Percebi que por ser mulher eu tinha ainda menos direito de me posicionar contra o sionismo e suas políticas fascistas. Isso se deve, além de ao machismo estrutural do qual os judeus não escapam, ao machismo particular reproduzido pelo judaísmo – principalmente o ortodoxo.

    Mas não é exatamente sobre isso que quero falar.

    Os grupos políticos ligados ao judaísmo costumam se colocar no campo ideológico oposto ao do islamismo, destacando principalmente os perigos que o extremismo islâmico pode representar para mulheres. Talvez, por isso, seja surpreendente que o judaísmo não seja isento de práticas religiosas e culturais que segregam as mulheres. A questão é: o julgamento de um grupo sobre religiões alheias é determinado pelo poder de que o grupo dispõe. Não, não se trata de campo ideológico. Trata-se de poder: ainda que a maior parte das religiões monoteístas seja patriarcal, quem tem poder, tem legitimidade pra exercer o machismo; quem tem mais poder ainda, pode exercer o machismo sem ser condenado internacionalmente.

    Não estou, aqui, querendo comparar qualitativamente as obscenidades perpetradas pelo Estado Islâmico com aquelas cometidas pelos Haredim (judeus ortodoxos) ou ainda com o que pregam alguns líderes evangélicos no Brasil. Minha intenção é apenas a de demonstrar que os crimes à humanidade praticados por grupos religiosos não devem ser analisados na chave cultural (ou, ainda, moral), e sim na chave do poder. Porque eles existem em todos os grupos, mas o desenvolvimento ou a divulgação dos atos é proporcional ao seu poder, seja ele econômico, social, político ou militar.

    É difícil nos distanciarmos dos paradigmas que o relativismo cultural nos impõe para discutir política, e isso inclusive dentro da esquerda: muito se confunde a defesa do oprimido com a defesa da cultura ou religião do oprimido, perdendo de vista as motivações de fato da opressão. É a condição social de origem dos imigrantes que determina a quem a xenofobia será dirigida. Na Europa, por exemplo, os russos que imigraram no início do século XX não sofreram o preconceito que os armênios sofreram em seguida e que os árabes sofrem hoje, justamente por conta de terem pertencido à elite em seu país de origem[2]. Ou seja: poder.

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  7. Islamismo e Judaísmo são religiões siamesas (3/3)

    Os Haredim

    Em Israel, por exemplo, os ortodoxos judeus têm muito poder.

    Ainda que haja grande oposição ao extremismo religioso judaico dentro do país, a situação é especialmente preocupante devido ao interesse sionista nesse setor da sociedade.

    Para que o governo tenha legitimidade para reivindicar o território é importante que haja uma população predominante na região. Se formos considerar Israel e os territórios ocupados, a população judaica não chega a metade. Essa é uma questão que existe desde a partilha da Palestina: apesar de o plano conceder 53% do território aos judeus, havia, à época, 600 mil judeus e 1,3 milhão de árabes na região. De lá para cá, a questão demográfica passou a ter muita importância. Para resolvê-la, o governo israelense promove campanhas de Aliá, ou seja, a imigração de judeus para Israel, baseadas na Lei do Retorno, que permite a concessão de cidadania israelense a qualquer judeu do mundo.

    E é aí que entram os ortodoxos: com uma média de 6 a 7 filhos por família, os ortodoxos respondem a uma demanda urgente do Estado sionista de povoar e, consequentemente, controlar a região. Nesse contexto, e levando em consideração que, para o judaísmo, só é judeu quem tem a mãe judia, a mulher serve meramente como procriadora. Para isso, como incentivo ao estabelecimento e procriação dos ortodoxos, o governo oferece a eles isenção de impostos; dispensa do exército e subsídios financeiros.

    Com isso, os ortodoxos têm muito poder. E, por ter poder, fazem mulheres serem detidas[3] por rezar “como os homens”. Proíbem as mulheres de cantar publicamente, de aparecer em outdoors ou de ser premiadas[4]. Colocam em circulação ônibus com divisórias[5], para que as mulheres se sentem na parte de trás e segregam as mulheres até nas calçadas[6]. Agridem e chamam uma garota de oito anos de prostituta[7] por não usar roupas “corretas”. Segregam as mulheres nas ruas. Apagam[8] lideranças políticas mulheres de fotografias de grande repercussão mundial. Se recusam a sentar[9] ao lado de mulheres em voos internacionais.

    Sim, alguns desses casos são pontuais e não devemos generalizar a conduta de todo um setor da sociedade. Mas é importante notar duas coisas com relação aos ortodoxos judeus: a proteção institucional vinda do governo e a blindagem internacional vinda da mídia. Por que economizar a condenação moral, sempre tão bem-vinda à grande mídia, e ignorar uma problemática que é objeto de preocupação crescente entre os próprios israelenses?

    Fonte: http://www.lealdadeecoragem.com/2016/02/a-opressao-judaica-as-mulheres-em-israel.html

    Islamismo e Judaísmo, tudo a ver. São religiões siamesas. O Cristianismo significou uma total ruptura com toda essa opressão, ignorância e violência. Portanto, o correto é afirmar cultura judaico-islâmica ao invés de judaico-cristã.

    Contra fatos, não há troll.

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  8. Ex-Muçulmano Mostra ao Presidente Obama o que é o Islã - Brother Rachid:
    https://www.youtube.com/watch?v=UVSo0bf_gTU

    Muçulmana lendo o Alcorão descobre que Alá odeia e que o Islã não é de paz:
    https://www.youtube.com/watch?v=Jb1wQBntDmQ

    O Islã é uma religião de paz?:
    https://www.youtube.com/watch?v=ymU0VnggTaU

    Ex-muçulmano atacado com ácido:
    https://www.youtube.com/watch?v=CAnPC2_NDw0

    Contra fatos, não há troll.

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  9. "Time of Violence" (Part 1 and 2) - The true story how European Christians lived under Islam and Turks:
    https://www.youtube.com/watch?v=SBCXZk8zD6U

    https://www.youtube.com/watch?v=-lDUkVeh_xs

    Com base em relatos de testemunhas por escrito. No século 17, uma região cristã búlgara é selecionado pelos governantes otomanos para servir como um exemplo de conversão ao Islã. Um janízaro (do turco Yeniçeri, ou "Nova Força") que foi sequestrado da aldeia quando menino agora adulto, servindo o sultão otomano, é enviado para forçar os moradores relutantes a se converterem. Os cristãos búlgaros têm de escolher entre a aniquilação física ou perder a sua identidade espiritual. Em última análise, acontecem torturas, violência e rebelião.

    O romance é baseado em dois contos individuais de testemunhas por escrito - pelo padre Eligorko e do Venetian. O texto resultante é uma tradução dos textos originais francês e búlgaro antigo (eslavo eclesiástico). Todos os nomes, personagens e eventos aparecem nos manuscritos originais, e o ano é 1668, quando a Jihad Turco Otomana está em seu calor com o cerco turco à Europa.

    O filme foi feito exatamente onde os eventos tiveram lugar na história e muitos dos atores são herdeiros dos moradores originais.

    "Tempo de Violência" (Time of Violence) é um filme búlgaro de 1988 baseado no romance "Vreme razdelno" (Time of Parting) de Anton Donchev, e dirigido por Ludmil Staikov. É constituído por dois episódios com total de 288 minutos. Foi exibido no Festival de Cannes de 1988.

    "A Bulgária este sob o domínio otomano e escravizado por 5 séculos. Este é um filme real. Isto é o que aconteceu na Bulgária durante 5 séculos. Esta é a nossa memória.

    Durante a revolta de abril de 1876 na Bulgária, entre mil e mil e duzentas pessoas, a maioria mulheres e crianças, se refugiou em uma igreja em Batak e depois foram queimadas vivas. Cinco mil dos sete mil moradores de Batak foram condenados à morte. Na bandeira da revolta de abril de 1876 na Bulgária contra os opressores otomanos, lia-se "Liberdade ou Morte". E foi brutalmente reprimida pelo muçulmanos.

    Durante a guerra russo-turca de 1877-1878, a Bulgária foi libertada de cinco séculos de domínio otomano e escravidão. Obrigado aos búlgaros e todos os outros europeus orientais que participaram na guerra para libertar a Bulgária."

    Contra fatos, não há troll.

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  10. «"Time of Violence" (Part 1 and 2) - The true story how European Christians lived under Islam and Turks:»

    Essa é uma história que contém o lado secreto. Foram os judeus que estiveram por detrás de todos esses massacres. Esse período é o fruto do movimento anárquico que varreu a Turquia Otomana. Marx fazia parte desse movimento inicial quando estava na Alemanha. Foram na realidade os Dohmens (cripto-judeus com fachada de muçulmanos) que impulsionaram todos esses massacres. "O Islão é a nossa vassoura" dizia o Rabino Touitou...

    Esta metodologia judaica de proceder já vem de longe, já no tempo dos Imperadores Romanos eram eles que estavam por detrás da maioria dos massacres.

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    1. Agradecido pela informação, caro Ervilha. E outro fato é que por aqui, nem filmes como esse acima de meias verdades mostram as emissoras.

      A terceirização (camuflagem, testemunhos e perfis falsos, Hollywood, dinheiro é papel pintado ... ) é sua quintessência:

      "Israel usou os EUA para destruir o Iraque. Em seguida, Israel usou a França e a Inglaterra para destruir a Líbia. Depois usou a Arábia Saudita e os Emirados para destruir a Síria. Mas não encontraram ninguém ainda para usarem para destruir o Irã",

      Fonte: http://desatracado.blogspot.com.br/2015/09/a-vinda-do-anticristo-12.html

      Hoje usam evangélicos e outras vertentes cristãs para conseguirem seu intento de trazer o Anticristo.

      "Seja, porém, o teu sim, sim! E o teu não, não! O que passar disso vem do Maligno."
      Mateus 5: 37

      Abraço

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    2. «Agradecido pela informação, caro Ervilha. E outro fato é que por aqui, nem filmes como esse acima de meias verdades mostram as emissoras.»

      Darei mais detalhes quando receber um livro que estou á espera de Youssef Hindi (muçulmano), mas ele fala sobre esse assunto, com detalhes impressionantes nos seus vídeos feitos conjuntamente com Jean-Michel Vernochet, este último é cristão e confirma com as suas pesquisas os dizeres de Hindi. O genocídio armeniano é também oriundo dessa influência dos Dohmens. Muitos desconfiam que Ataturk era um dohmen.

      «"Israel usou os EUA para destruir o Iraque. Em seguida, Israel usou a França e a Inglaterra para destruir a Líbia. Depois usou a Arábia Saudita e os Emirados para destruir a Síria. Mas não encontraram ninguém ainda para usarem para destruir o Irã",»

      Bem verdade isso aí dito. Só não vê quem não quer.

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    3. Aguardarei ansioso. E lhe deixo, caso não conheça:
      https://archive.org/details/ThereIsAJewishWorldPlot...JewsSaySo

      Abraço

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    4. Não conhecia esse livro, mas esse e estes juntos complementam-se bem, ambos são do mesmo ano:

      Nº 1:

      http://www.balderexlibris.com/index.php?post/2011/11/29/Arcand-Adrien-La-cle-du-mystere-1

      Nº 2:

      http://www.balderexlibris.com/index.php?post/2011/11/29/Arcand-Adrien-La-cle-du-mystere-2

      Eu sei que existe uma versão inglesa dessas versões francesas, não sei se estão disponíveis para download.

      Por exemplo, as violações de massa que se passam na Alemanha, nada mais são que a expressão marxista evocada pela judia viúva de Lenine, Kroupskaya:
      ==============================
      Decência e "Propriedade Privada"

      A mulher Kroupskaya, judia, viúva de Lenine, no seu jornal «Outchtit Gazeta», do 10 de Outubro de 1929:

      «Mesmo que a socialização das mulheres não seja ainda oficialmente sancionada na Rússia Soviética, ela deve ser brevemente uma realidade e penetrar a consciência das massas. Consequentemente, se alguém ousa defender uma mulher contra um assalto indecente manifesta uma natureza burguesa e declara-se a favor da propriedade privada. Opor-se à violação (estrupo) é opor-se à revolução de Outubro.» (pág. 174,175 do Nº1 aí acima no link)
      =================================

      Por outras palavras, compreendemos uma interpretação possível no contexto da Alemanha, que a mulher alemã não deve ser "uma propriedade privada - entenda-se que a sua "intimidade" não deve ser de propriedade privada, mas sim pública" -, portanto defendê-la de um estrupo é defender a "propriedade privada", principio contrário ao marxismo que rejeita a propriedade privada.

      Sinceramente não vejo outra interpretação possível ás afirmações dessa judia Kroupskaya.

      Abraços

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    5. "Opor-se à violação (estrupo) é opor-se à revolução de Outubro." Vomitei.

      Obrigado pelos livros. Caso tenha mais ...

      Abraços

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  11. O mesmo ocorreu com a foto do menino sírio encontrado morto em uma praia na Turquia. Uma imagem de forte impacto, no entanto, manipulada. a mídia não divulgou a imagem real do local onde o corpo do garoto foi encontrado entre alguns rochedos. Vítimas reais, homens, mulheres e crianças usados como "coisas" para sustentar as grandes farsas e mentiras promovidas pelos "donos do mundo".

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    Respostas
    1. Sim, a lista é grande e a ética nem existe mais.

      Abraço

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"Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário."
George Orwell

"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador."
Eduardo Galeano

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